Depois de um ano e meio, a Prefeitura cumpriu os seus requisitos fiscais, saiu do Cauc (Sistema de Informações sobre Requisitos Fiscais) e pode novamente contratualizar linhas de créditos com instituições federais.

O governo municipal visitou, na manhã desta quinta-feira (2), a comunidade da 24 de Maio, e anunciou o início das intervenções na quadra da Escola Clemente Fernandes. Na sexta-feira (3), equipes da Comdep começam a retirada da barreira e da estrutura metálica que foi danificada pelo deslizamento. A visita foi ao lado da procuradora do Ministério Público, Denise Tarin; e dos secretários de Obras, Almir Schmidt; e Educação, Adriana de Paula; além do presidente da Comdep, Leonardo França.

“Nesses mais de 100 dias das chuvas de fevereiro já conseguimos avançar em várias frentes de trabalho e ações de reconstrução da 24 de Maio. A reforma da quadra e as obras de contenção vão garantir o retorno das aulas na escola e também dos projetos sociais que aconteciam na região. Vamos avançar com o diálogo com o Governo do Estado e pedir que sejam incluídas intervenções em algumas pedras e contenções que ainda não foram contempladas”, disse o prefeito Rubens Bomtempo.

A procuradora Denise Tarin ressaltou a gestão participativa e a importância do comprometimento da comunidade no trabalho de reconstrução. “Toda essa região teve uma nova reconfiguração depois da chuva e por isso a importância da participação de todos. É importante que haja uma mobilização da comunidade e uma reflexão sobre como queremos a 24 de Maio a partir de agora. A responsabilidade para garantir uma Petrópolis segura e resiliente é de todos”, enfatizou.

A presidente da Associação de Moradores da 24 de Maio, Odete Silva, também participou da visita. Ela frisou a importância de ter todos as esferas unidas na reconstrução da comunidade e pontou a participação dos moradores nesse processo. “É um momento muito feliz de estarmos todos juntos reunidos e dialogando. Temos um problema sério aqui na comunidade que é sobre o despejo de lixo e essa questão precisa ser resolvida por todos, poder público e moradores”, comentou a líder comunitária. “Queremos reconstruir nossa comunidade e que ela volte a ser feliz e alegre”, disse outro líder comunitário, o morador Lucas Carvalho.

Após a limpeza da quadra e retirada da estrutura danificada, será feito um estudo que apontará quais intervenções poderão ser feitas no local. Após a chuva de fevereiro, os alunos da Escola Municipal Clemente Fernandes foram transferidos para a Casa da Educação Visconde de Mauá. A escola não foi afetada pelos deslizamentos, mas está em uma área interditada pela Defesa Civil (DC).

Além da reforma da quadra, a Prefeitura também vai fazer pequenas intervenções no prédio da escola enquanto a área não é liberada pela Defesa Civil.

Obra de manutenção, a mais longa até agora, chega à fase final

A Prefeitura finaliza, no Valparaíso, a obra de manutenção viária mais longa desde o início da recuperação emergencial da cidade. A conclusão do trabalho está restabelecendo a rede de águas pluviais da localidade de Chapa 4 e, ao mesmo tempo, devolvendo ao clube Petropolitano o seu campo de futebol, onde o estouro da rede havia aberto crateras.

A manutenção de ruas, calçadas e redes pluviais costuma durar dois ou três dias, mas nesse caso do Valparaíso os trabalhos transcorrem desde 11 de abril. A rede de manilhas, de traçado antigo, corta o subsolo do campo de futebol de gol a gol, escoando as águas da Rua Marcílio dias até a galeria da Simon Bolivar, rumo ao Rio Quitandinha.

A rede pluvial foi arrebentada sob o gramado em decorrência das catástrofes climáticas de fevereiro e março. Por conta da força das águas, que inundaram parte do campo, duas grandes crateras foram abertas no gramado, ao mesmo tempo que a destruição de manilhas passou a obstruir o escoamento das águas rumo à rede da Simon Bolivar.

“O tempo está ligado à complexidade do serviço: tivemos que refazer a rede, enterrada a até quatro metros abaixo do campo”, explica na Secretaria de Obras, Habitação e Regularização Fundiária o diretor do Departamento de Manutenção Viária, Carlos Henrique Müller. Aberto o gramado com retroescavadeira, mais de 40 metros de rede foram refeitos, com novas manilhas.

A obra foi além da recomposição da galeria de águas pluviais. Sob o gramado do Petropolitano passam também dutos de outros serviços – entre eles, de eletricidade _, que exigiram cuidados especiais. Como a fiação do estádio é de alta tensão, foi preciso interromper várias vezes a transmissão de energia, para segurança dos trabalhadores.

O apoio da Prefeitura à restauração da Catedral de São Pedro de Alcântara está dando feição nova à área externa de um dos cartões-postais mais conhecidos de Petrópolis. No jardim, as árvores já estão podadas e os caminhos têm novo piso, de paralelepípedos, graças ao trabalho da Comdep e da Secretaria de Obras, Habitação e Regularização Fundiária.

A colaboração municipal com a revitalização do monumento histórico e arquitetônico vai continuar. A Prefeitura vai refazer todo o jardim e asfaltar o acesso de automóveis a uma passarela lateral, construída para a entrada de cadeirantes no templo. O asfalto da Rua São Pedro de Alcântara, ao redor do templo, também será recuperado.

O prefeito Rubens Bomtempo destaca que o apoio à restauração traduz o reconhecimento do valor histórico, artístico e turístico da Catedral. “Não poderíamos deixar de ajudar a Diocese neste empreendimento, que vai revitalizar um de nossos grandes monumentos. A Catedral ajuda a divulgar Petrópolis no país e no exterior”, afirma o prefeito.

As obras na Catedral de São Pedro de Alcântara, que recebe 300 mil visitantes por ano, têm investimento de R$ 13,4 milhões – 98% procedentes do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Além de restauro e reforço estrutural, a Catedral terá uma galeria sob a torres para exposições e um sistema de segurança contra incêndio.

Terça, 17 Maio 2022 - 10:27

Prefeitura faz mais de 640 obras nas ruas

Dez a 15 consertos são feitos por dia; investimento inicial supera R$ 5 milhões

Com mais de 640 reparos executados nas ruas e outras obras em andamento, a Prefeitura de Petrópolis está investindo mais de R$ 5 milhões na recuperação de vias públicas avariadas pelas catástrofes climáticas de fevereiro e março. Os serviços abrangem recomposição de pistas, calçadas e redes pluviais, desmonte de rochas, construção de muretas e instalação de guarda-corpos em pontes.

A restauração emergencial de ruas e servidões gerou, na Secretaria de Obras, Habitação e Regularização Fundiária, a abertura de 150 empregos no Departamento de Manutenção Viária (Demav). Para a empreitada de obras, a Prefeitura firmou, até a semana passada, 15 contratos de serviços e fornecimento de equipamentos e materiais, com recursos doados pela Assembleia Legislativa.

O prefeito Rubens Bomtempo destaca a importância desses reparos de pequeno porte, em paralelo à construção de 20 muros de gabião e de outras obras estruturais de maior porte em vários bairros. Nessas obras maiores, a Prefeitura já tem contratos que superam R$ 10 milhões, procedentes da doação da Assembleia e do Ministério do Desenvolvimento Regional.

“Todas as obras que estamos fazendo são importantes, mas as de pequeno porte beneficiam diretamente as pessoas onde moram e trabalham. É um calçamento levado pela chuva, um buraco que gera risco, uma calçada quebrada, um trecho de rua desmoronado. Já recuperamos muitos logradouros e vamos chegar a todos, em toda a cidade”, afirma Bomtempo.

Na recuperação das vias públicas, A Prefeitura já realizou mais de 400 obras de restauração de calçamentos e redes de águas pluviais em ruas e servidões, contabiliza o diretor do Departamento de Manutenção Viária, Carlos Henrique Müller. Mais de 240 aplicações de asfalto também foram executadas em operações tapa-buracos e recomposição de trechos de vias. As obras vêm sendo feitas em vários bairros, com destaque para os da região do Alto da Serra.

Os estragos na malha viária da cidade tiveram como agravante o intervalo de pouco mais de um mês entre as duas catástrofes climáticas, salienta Carlos Henrique Müller. “O que havia sido fragilizado na de 15 de fevereiro estourou de vez na de 20 de março. Essa foi pior para as ruas e atingiu toda a cidade, enquanto a primeira teve danos concentrados em regiões como a do Alto da Serra”, afirma o diretor do departamento.

Os serviços emergenciais de manutenção viária são executados por 24 equipes, formadas por trabalhadores contratados e pessoal das empresas, chefiados por servidores da Secretaria de Obras. Na média, 10 a 15 obras são feitas diariamente e algumas se estendem por dias – caso de troca de manilhas em redes pluviais. Mais de 10 pedidos diários de obras chegam ao Departamento de Manutenção Viária, que recebe as solicitações, das 7h às 17h, pelo telefone 2246-8620.

A Prefeitura de Petrópolis segue avançando na recuperação da infraestrutura da cidade. Nesta quarta-feira (11.05), a Secretaria de Obras do município concluiu a pavimentação em toda a extensão da Rua Alberto de Oliveira, na Mosela. Nos próximos dias, a prefeitura vai iniciar a recuperação viária da Rua Pedro Elmer, no Itamarati. A Companhia de Desenvolvimento de Petrópolis (Comdep) e a Companhia de Trânsito e Transportes (CPTrans), também estão realizando diversos serviços de melhorias nos bairros.

“Nós iniciamos o asfaltamento na Alberto de Oliveira poucos dias antes da chuva do dia 15 de fevereiro. Infelizmente, grande parte da malha asfáltica de toda a cidade foi muito danificada com as chuvas. Concluímos o asfalto aqui e estamos avançando com o trabalho por toda a cidade. Além do asfalto, estamos atuando com equipes na revitalização do bairro”, destacou o prefeito Rubens Bomtempo.

Com o objetivo de organizar o tráfego, e reforçar a segurança de motoristas e pedestres, a CPTrans está realizando a readequação e revitalização da sinalização na Rua Alberto de Oliveira. Nos próximos dias, dois quebra-molas serão instalados ao longo da via.

A Comdep além de intensificar as ações de limpeza, capina e roçada, está empenhada na recuperação dos espaços públicos, incluindo a troca e instalação de lixeiras.

Convênio que havia sido paralisado em 2021 foi prorrogado a pedido do município

Buscando maior rapidez na recuperação da estrutura viária do município, a Prefeitura de Petrópolis assinou, na manhã desta terça-feira (10.05), termo aditivo de um convênio firmado com o Departamento de Estradas e Rodagens (DER). O acordo possibilita a cooperação entre os órgãos envolvidos para execução de obras de infraestrutura viária. O convênio havia sido paralisado pelo município no ano passado e foi prorrogado pelo DER a pedido do governo municipal.

O acordo prevê a execução de obras de recuperação e demais ações que contribuam para a melhoria da malha viária da cidade. Ainda de acordo com o termo aditivo, o órgão estadual é responsável por fornecer todos os materiais necessários para a execução dos projetos enviados pela prefeitura. A cessão dos insumos fica condicionada a pedido prévio por parte do município, por meio de um plano de trabalho.

O prefeito Rubens Bomtempo lembrou que a malha viária da cidade foi muito danificada com as chuvas. “Agora, com esse termo aditivo, vamos poder dar mais agilidade na reconstrução e recuperação das vias da cidade”, disse.

O vice-presidente do DER, Mauro Valverde, destacou a importância da parceria. “Ao beneficiar o município com o asfalto, estamos ajudando a proporcionar o desenvolvimento para a cidade”, disse.

A Prefeitura, por meio da Secretaria de Obras, deve concluir ainda neste mês as obras da nova entrada do Carangola. As intervenções, neste momento, se concentram na área central, que receberá os novos pontos de ônibus na localidade. As obras darão melhoria à mobilidade urbana no trajeto Centro - distritos.

“Continuamos trabalhando para entregar à população essa obra tão importante, que vai melhorar o trajeto de quem vem dos distritos para o Centro e vice-versa. É um ganho para a infraestrutura da cidade”, disse o prefeito Rubens Bomtempo.

Além do ponto de ônibus, o projeto vai devolver à população uma pracinha com asfaltamento e acessibilidade na área central. As intervenções também vão trazer mudanças para os pontos de ônibus que descem do Carangola em direção ao Centro e dos distritos em direção ao primeiro. Os acessos e saídas do bairro serão alargados.

“Precisamos adaptar o projeto original, devido às dimensões do terreno desapropriado. Em fevereiro, custeamos a retirada de um dos postes, trabalho que foi executado pela Enel. Agora, trabalhamos para concluir todo o processo”, afirmou o secretário de Obras, Almir Schmidt.

Na manhã desta quinta-feira (5), o governo municipal, acompanhado por técnicos da prefeitura de Petrópolis, representantes da companhia Águas do Imperador e vereadores, estiveram percorrendo alguns bairros, vistoriando obras e ouvindo as demandas dos moradores.

Durante a visita no BNH do Sargento Boening, onde a prefeitura está atuando na remoção da terra do bloco 18, atingido pelo deslizamento, a Prefeitura determinou a contratação emergencial de um técnico em cálculo estrutural, para determinar as novas ações do município no local.

“Os técnicos da secretaria de obras começaram o escoramento do prédio e as equipes da Comdep iniciaram a remoção da terra que deslizou e invadiu o prédio. Após a remoção de parte da terra, os técnicos identificaram ruptura nos pilares de sustentação do bloco. Imediatamente o trabalho no local foi suspenso e um técnico foi chamado para avaliar os riscos da estrutura”, explicou o prefeito Rubens Bomtempo.

Nesta quinta-feira (5), representantes da Secretaria de estado e Infraestrutura e Obras estiveram no local e anunciaram que as obras no BNH do Sargento Boening já estão contempladas no pacote de obras emergências do governo do estado.

No Chácara Flora, o governo municipal pediu para os técnicos da secretaria de obras avaliarem a instalação de dois ralos transversais na Rua Carmem Ponte Marcolino. “Os técnicos vão avaliar qual a melhor intervenção para o local. Nosso objetivo é evitar que a água invada as casas que ficam abaixo do nível da rua”, disse o prefeito.

Além dos técnicos da secretaria de obras, a Comdep segue atuando em várias frentes na recuperação do bairro.

Muro de contenção

A Prefeitura esteve vistoriando a obra de contenção da rua Uruguai, que é de responsabilidade do município.

“Quero parabenizar todos os profissionais da Comdep e da secretaria de obras que estão envolvidos nessa intervenção. O muro está sendo feito com as pedras que deslizaram da pedreira”, ressaltou o prefeito.

No local, além do muro de contenção da rua, também está previsto um segundo muro de contenção abaixo da margem da rua. A recuperação da rede de drenagem e o asfalto também estão sendo vistos.

O governo municipal também esteve no bairro do Lagoinha, onde determinou uma obra emergencial para devolver o acesso ao transporte público para os moradores. “Nesse ponto do Lagoinha, ainda estamos viabilizando recursos para a obra de contenção da rua. Para devolver o acesso para os moradores, eu autorizei uma intervenção emergencial para alargar a pista próximo ao parquinho. Assim, o ônibus vai poder novamente chegar ao ponto final do bairro”, explicou Bomtempo.

O governo municipal também vistoriou as intervenções que estão acontecendo na rua Barão de Águas Claras, Mosela e rua Afrânio de Melo Franco, onde estão sendo realizados muros de contenção e outras intervenções.

Obra, retomada pela Prefeitura neste ano, restaura áreas externa e interna do símbolo da cidade

Quando o Palácio de Cristal for reaberto, antes da Bauernfest, os petropolitanos e turistas vão desfrutar de uma inovação de que poucos espaços públicos ao ar livre dispõem no país: o piso fulget, em lugar do antigo pedrisco. O novo piso usa a tecnologia para manter estética semelhante, mas com maior conforto, além de ser antiderrapante e permeável à agua da chuva. A moderna pavimentação vai agregar ainda mais valor estético a um dos bens históricos mais conhecidos de Petrópolis.

A adoção do fulget é uma das novidades da reforma do Palácio de Cristal – todas, aprovadas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). O monumento em ferro e vidro, que remonta ao século XIX, vai ser entregue ao público ao fim de obras.

O prefeito Rubens Bomtempo destaca a relevância da reabertura do Palácio de Cristal com o novo piso da área ajardinada e outras novidades.

“Estamos unindo tradição histórica e tecnologia a serviço do melhor atendimento dos petropolitanos e de nossos visitantes, valorizando um bem de características únicas no Brasil”, assinala. A entrega da reforma está prevista para junho, dois meses antes da edição 2022 da Bauernfest.

Qualidade e estética

O fulget é uma técnica de pavimentação que utiliza granito e quartzo triturados e aglutinados com resina, proporcionando drenagem e resistência. Adotado em espaços como o Terreirão do Samba, no centro carioca, e na área externa da Companhia de Saneamento Básico de São Paulo (Sabesp), no bairro paulistano do Butantã, o novo piso será aplicado nos quase 600 metros de passeios do jardim do palácio – uma área pavimentada de 2.240 metros, das quais 780 metros vão suportar o peso de veículos.

Os caminhos de fulget ao redor do Palácio de Cristal terão placa desse material com espessura de 2,5 centímetros, sobre camada de 16 centímetros de pedra britada, assentada em solo compactado. Para eficiência da drenagem nos dias de chuva, um sistema de recepção de água instalada em meio à brita será conectado à rede pluvial. No trecho com capacidade para automóveis, ligado ao portão lateral do jardim, o fulget terá base de concreto.

“Vamos incorporar não somente um piso de característica drenante à estética do Palácio de Cristal, mas também de melhor qualidade, sem fugir visualmente do que existia antes”, diz na Secretaria de Obras, Habitação e Regularização Fundiária da Prefeitura o engenheiro Diego Cariús Machado, do Departamento de Obras Públicas. Responsável pelo acompanhamento da reforma, ele explica que o fulget será aplicado na fase final de replantio do jardim.

Revitalização integral

O investimento na reforma do Palácio de Cristal está dividido em dois contratos de obras. O mais antigo abrange a recuperação da área externa, incluída a instalação do piso fulget, a recuperação dos banheiros e a instalação de elevador de acesso a eles, no subsolo.

O segundo contrato de obras foi firmado em fevereiro deste ano, após o levantamento arqueológico intensivo no terreno do palácio, que levou à paralisação das obras entre abril de 2021 e o início de 2022. O contrato selado em fevereiro inclui serviços como a recuperação e pintura dos forros de madeira do palácio, da portaria e dos gradis do muro, pintura da estrutura de ferro e da cobertura, impermeabilização das bases dos chafarizes, troca de vidros e rejuntamento do piso interno.

“Sem as obras que iniciamos em fevereiro, teríamos uma área externa recuperada e nova, mas o Palácio de Cristal, em vez de passar por revitalização, estaria com pintura desgastada e vários outros problemas”, diz o engenheiro Diego Cariús Machado, para destacar que o segundo contrato de obras complementa o primeiro, garantindo a completa revitalização de um dos mais famosos cartões-postais de Petrópolis.

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