O Instituto Estadual do Ambiente (Inea) informou que deve começar as obras no túnel extravasor do Rio Palatinato já na próxima semana. O sistema de drenagem já foi vistoriado pelo órgão e pela Secretaria de Obras e os relatórios técnicos foram encaminhados para a Secretaria de Estado de Meio Ambiente.

Há grande preocupação em relação a questão de casas no entorno do túnel extravasor que ficaram em situação de risco por causa das chuvas deste início de ano. Um imóvel está interditado e outro parcialmente interditado na Rua Francisco Scali, no Quissamã.

Os técnicos do Inea estiveram em Petrópolis no último dia 9 e percorreram quatro locais diferentes: na entrada do túnel, na Rua Souza Franco; em um ponto na Rua Quissamã onde a Secretaria de Obras fez a desobstrução da galeria (onde houve alagamento em um terreno por causa da chuva); na Rua Francisco Scali – onde um buraco se abriu na via no trecho em que passa o extravasor; e na Rua Pedro Elmer, onde o canal termina e leva a água em direção ao Rio Piabanha.

O túnel extravasor tem mais de três mil metros e é um canal coberto feito em concreto, inaugurado na década de 1970. A prefeitura faz periodicamente a limpeza da galeria, principalmente na entrada, retirando materiais como galhos e lixo que podem impedir a passagem normal da água e causar transbordamentos e alagamentos na região da Rua Souza Franco. Em 2019, o Inea fez uma licitação para que uma empresa faça todos os estudos necessários para elaboração de um projeto de revitalização do túnel extravasor.

Técnicos do Instituto Estadual do Ambiente (Inea) vistoriaram o túnel extravasor do Rio Palatinato na tarde desta quinta-feira (09.01) em diferentes pontos da galeria. O objetivo foi identificar as condições do equipamento e, dessa forma, estudar obras emergenciais para serem feitas pelo governo do Estado para recuperação do canal, sobretudo no trecho que passa sob a Rua Francisco Scali, no Quissamã. O prefeito Bernardo Rossi já pediu ao governo do Estado e a Secretaria de Estado de Meio Ambiente para que sejam feitas intervenções o mais rapidamente possível.

Os técnicos do Inea estiveram em quatro locais diferentes: na entrada do túnel, na Rua Souza Franco, em um ponto na Rua Quissamã onde a Secretaria de Obras está fazendo a desobstrução da galeria (onde houve alagamento em um terreno por causa da chuva da semana passada), na Rua Francisco Scali – onde um buraco se abriu na via no trecho em que passa o extravasor, e na Rua Pedro Elmer, onde o canal termina e leva a água em direção ao Rio Piabanha.

Todas as questões constatadas pelos técnicos e o levantamento feito pelo Inea serão levados para a Secretaria de Estado de Meio Ambiente.

“Nós vamos passar todas as situações que encontramos ao longo do túnel. Nossa preocupação aqui era a estabilidade do túnel, mas também vamos passar a questão da estabilidade das casas para decidir quais intervenções deverão ser feitas”, afirmou o diretor adjunto de recuperação ambiental (DIRAM-Inea), Edson Falcão.

O túnel extravasor tem mais de três mil metros e é um canal coberto feito em concreto, inaugurado na década de 1970. A prefeitura faz periodicamente a limpeza da galeria, principalmente na entrada, retirando materiais como galhos e lixo que podem impedir a passagem normal da água e causar transbordamentos e alagamentos na região da Rua Souza Franco. Em 2019, o Inea fez uma licitação para que uma empresa faça todos os estudos necessários para elaboração de um projeto de revitalização do túnel extravasor.

Criação do Conselho Municipal de Proteção e Defesa dos Animais foi o destaque deste ano

As políticas públicas voltadas para a causa animal avançaram neste ano em Petrópolis: o fim do uso de cavalos em charretes de passeios foi anunciado em março, após 117 mil pessoas votarem pelo fim do uso dos animais para o trabalho. Também neste sentido, a prefeitura promoveu mais uma etapa do serviço de castração, atendendo a 1.266 cães e gatos na região da Posse. Em paralelo, o município criou o Conselho Municipal de Proteção e Defesa dos Animais (Comupa) e implementou, também em 2019, a Semana Municipal de Proteção Animal.

Outras novidades são as leis que proíbem as cirurgias com fins estéticos em animais e do uso e a comercialização de coleiras de choque. Outro pedido antigo dos protetores e que se tornou realidade nesta gestão, foi a realização do 1º Outubro Rosa Pet, graças a parceria entre a Coordenadoria de Bem-estar Animal (Cobea) e a clínica veterinária Patas e Pelos.

Principal novidade da gestão, o Comupa vai permitir o debate de campanhas que visam à proteção e defesa animal, assim como as medidas para a conservação da fauna silvestre e a manutenção dos seus ecossistemas. Também será criado o Fundo Municipal de Proteção e Defesa dos Animais (FMPDA), com seus recursos voltados para a elaboração de programas e ações indicados pelo conselho.

Já a criação Semana Municipal de Proteção Animal prevê a realização de campanhas de conscientização sobre bem-estar animal, guarda responsável, importância da vacinação e do controle reprodutivo de cães e gatos na primeira semana do mês de outubro. Também estão previstas palestras nas escolas municipais neste mesmo período.

Em outubro deste ano, a Cobea realizou uma série de atividades com alunos e professores da rede municipal, com palestras e eventos de conscientização. Além desse trabalho, no mesmo mês, também aconteceu o 1º Outubro Rosa Pet - em parceria com a veterinária Patas e Pelos - e que contou com mais de 200 pessoas envolvidas. Neste evento, a “cãominhada” no entorno da Praça da Liberdade foi o destaque.

Outra novidade foi a proibição das cirurgias com fins estéticos em animais, que já é realidade em Petrópolis. As medidas previstas na lei nº 7.853 passaram a valer no município para evitar a realização, por exemplo, de retirada ou corte da cauda e das orelhas em cães e gatos, consideradas mutilações e maus-tratos.

Três dessas cirurgias agora proibidas por lei acontecem em cães: a caudectomia (retirada ou corte da cauda); a cordectomia (retirada das cordas vocais) e a conchectomia (corte na orelha). A onicectomia é a extração das unhas dos gatos e a proibição também está prevista na norma.

Setor de Educação Ambiental apresenta balanço das atividades em três anos

Com o território cercado 70% por Mata Atlântica, Petrópolis ganhou 10 mil novas árvores nos últimos três anos. O trabalho de reflorestamento é organizado pelo setor de Educação Ambiental da Secretaria de Meio Ambiente e mobiliza estudantes da rede municipal, Associações de Moradores e a comunidade em geral. Esses plantios fazem parte do projeto Inteligência Ambiental (IA) criado pela pasta para conscientizar a população da importância da preservação da natureza. Neste período, o IA envolveu mais de 5 mil alunos em atividades de educação ambiental variadas, como apresentação de eco filmes informativos, caminhadas ecológicas e palestras.

Após a reforma administrativa ainda no primeiro ano de gestão, a Secretaria de Meio Ambiente ganhou novamente os setores de educação ambiental e de fiscalização, que contribuem também neste sentido. A meta para o próximo ano é plantar outras duas mil mudas de árvores.

Grande parte deste plantio envolveu os alunos da rede municipal. Em parceria com o projeto Água, são 3.400 mudas plantadas com a participação dos estudantes. 

O Meio Ambiente também já fez a doação de mudas para associações de moradores que fazem o reflorestamento de áreas afetadas por queimadas, por exemplo. São 560 árvores plantadas com esse objetivo. "Já fizemos a entrega no Madame Machado, Morin e Carangola, e acompanhamos o desenvolvimento dessas mudas", garante o responsável pelo setor de educação ambiental da pasta, Anderson Campos.

Em dezembro, a prefeitura promoveu o Desafio Mais Mata Atlântica com o plantio de 1.600 mudas de árvores em um terreno de 10 mil metros quadrados na Estrada Nova Esperança, no Vale do Cuiabá. Foi o início do reflorestamento das áreas atingidas pela tragédia de 2011. Participaram da iniciativa moradores da própria localidade, voluntários e alunos da Comac, Creche São Barbel, no Caxambu, e da APAE.

 

O reflorestamento das áreas afetadas pela tragédia de 2011 começou no último sábado (14.12).  A prefeitura, através da Secretaria de Meio Ambiente em parceria com o Instituto da Criança, promoveu o Desafio Mais Mata Atlântica com o plantio de 1.600 mudas de árvores em um terreno de 10 mil metros quadrados na Estrada Nova Esperança, no Vale do Cuiabá. Participaram da iniciativa moradores da própria localidade, voluntários e alunos da Comac, Creche São Barbel, no Caxambu, e da APAE.

Em fevereiro de 2014, quando as casas do Condomínio Marília Cápua foram entregues para a população, houve a promessa de que toda aquela região seria reflorestada pelo poder público. Desde então, os moradores aguardavam por esse trabalho, que vai proporcionar uma série de benefícios para a localidade. Os principais são a proteção da superfície do solo, diminuindo os riscos de erosão e uma maior biodiversidade.

"Naquela época foi prometido sim, mas nunca houve uma iniciativa como essa aqui, envolvendo os moradores também. Para a gente é importante, vai ajudar a melhorar o clima, uma conquista para todos. Além desse trabalho, também vamos fazer outras ações, promovendo o plantio também em outros terremos que vamos indicar", disse Elizier Vieira Borges, aposentado de 78 anos, representante da associação de moradores do local.

O secretário de Meio Ambiente, participou do plantio coletivo destacando que o trabalho foi baseado em um plano de recuperação ambiental criado pelo engenheiro florestal Flávio Bandeira, que integra o corpo técnico da pasta. Após o plantio, será feito o acompanhamento do desenvolvimento das mudas, com o auxílio dos próprios moradores e do Instituto da Criança.

 Desde o início da atual gestão foram plantadas mais de 10 mil mudas de árvores na cidade.

O Desafio Mais Mata Atlântica foi mais uma ação do projeto Inteligência Ambiental (IA) do setor de educação ambiental, criado pela Secretaria de Meio Ambiente em 2017 com o objetivo de conscientizar a população da importância da preservação ambiental. Em dois anos, o IA envolveu mais de 3 mil alunos em atividades de educação ambiental variadas, como apresentação de eco filmes informativos, caminhadas ecológicas e palestras.

“Todos que participaram irão lembrar para sempre deste dia. Queremos aumentar as vertentes da Educação Ambiental. A ideia é evidenciar as ações para todo o município. O projeto é um trabalho que teve uma pesquisa completa para que fosse desenvolvido com total fundamento, dentro da realidade da cidade”, aponta o coordenador de Educação Ambiental, Anderson Campos.

Também apoiaram o Desafio Mais Mata Atlântica no último sábado as equipes da Comdep e da CPTrans; Projeto Água, viação Cidade das Hortênsias; Academia Brasileira Ambientalista de Letras; Águas do Imperador; estudantes de biologia da Universidade Estácio de Sá, além de biólogos e professores.

Serão plantadas 1.600 mudas em um terreno no Vale do Cuiabá

O plantio coletivo de 1.600 mudas em um espaço de 10 mil metros quadrados. O Desafio Mais Mata Atlântica, promovido pela prefeitura em parceria com o Instituto da Criança, viação Cidade das Hortênsias e o Projeto Água, será realizado neste sábado (14.12), das 9h às 13h, na Estrada Nova Esperança, que fica no Vale do Cuiabá. Participam da ação equipes da Secretaria de Meio Ambiente, Comdep, Associação de Moradores da região e mais 80 voluntários.

Com mais essa iniciativa, o governo municipal vai conseguir ultrapassar a marca de dez mil novas árvores plantadas em três anos de gestão. Grande parte desse número envolveu os alunos da rede municipal. Em parceria com o projeto Água, são 3.400 mudas colocadas com a participação dos estudantes. Anderson Campos, responsável pelo setor de educação ambiental, destacou os números positivos desde 2017.

"Também já fizemos a doação de mudas para associações de moradores que fazem o reflorestamento de áreas afetadas por queimadas, por exemplo. São 560 plantadas com esse objetivo", disse Anderson. 

O terreno que será reflorestado neste sábado foi usado para abrigar os sobreviventes da tragédia de 2011. A ação está baseada em um plano de recuperação ambiental criado pelo engenheiro florestal Flávio Bandeira, que integra o corpo técnico da Secretaria de Meio Ambiente.

Com o auxílio do Instituto da Criança e dos técnicos pasta, os moradores da região também irão auxiliar na manutenção e acompanhamento do espaço.

O plantio coletivo é mais uma ação do projeto Inteligência Ambiental (IA) do setor de educação ambiental, criado pela Secretaria de Meio Ambiente em 2017 com o objetivo de conscientizar a população da importância da preservação ambiental. Em dois anos, o IA envolveu mais de 3 mil alunos em atividades de educação ambiental variadas, como apresentação de eco filmes informativos, caminhadas ecológicas e palestras.

O prefeito esteve hoje (11.12) na Posse para conferir o segundo dia de castrações de cães e gatos. Nesta etapa do Serviço de Castração Gratuita serão esterilizados cerca de 1.400 animais da região. A prefeitura está ainda adquirindo um castramóvel e também um consultório móvel para controle de doenças destes animais.

As castrações na Posse estão sendo concentradas no Centro de Artes e Esportes Unificados (CEU da Posse), onde foi montada toda a estrutura para os procedimentos cirúrgicos dos animais. Até o próximo dia 17, os cães e gatos, previamente cadastrados, devem ser levados ao local para passar pelo procedimento, que é totalmente gratuito para a população.  

Angélica Santos, moradora de Pedro do Rio, levou sua cadela, Nina, para ser castrada gratuitamente. “A Nina já tem seis anos e não pode ter cria por que tem displasia. Foi muito boa esta oportunidade”, disse.

No ano passado, foram feitas as castrações de mais de 2 mil animais gratuitamente nas regiões de Corrêas, Castelo São Manoel, Bairro da Glória, Caetitu, Itaipava, Madame Machado e arredores. Desta vez, o serviço está sendo oferecido aos moradores da Posse, Brejal, Pedro do Rio e Secretário. 

Teve início nesta terça-feira (10.12) o Serviço de Castração Gratuita para as regiões de Pedro do Rio, Secretário, Posse e Brejal promovido pela Prefeitura de Petrópolis. Estão previstas 1.600 esterilizações de cães e gatos. O serviço atua no controle populacional de animais no município.

As castrações, que estão sendo concentradas no CEU da Posse, ocorrerão até a próxima terça-feira (17.12) e os animais que passarão pelas cirurgias neste período foram cadastrados previamente pela Coordenadoria de Vigilância Ambiental, da Secretaria Municipal de Saúde. A contratação da empresa para prestar o serviço foi feita por meio de licitação. Os procedimentos estão sendo realizados em dois ônibus adaptados para centro cirúrgico e recuperação pós-anestésica. Também foram montadas tendas para triagem e pré-anestésica dos bichos. A equipe conta com cirurgiões e demais veterinários, além de auxiliares.

O cadastramento dos animais na Posse e Brejal foi feito por Agentes Comunitários de Saúde e em Secretário e Pedro do Rio houve ponto de cadastramento. Além de ajudar no controle populacional dos animais, as castrações previnem as doenças da esfera reprodutiva e ajudam no controle de algumas zoonoses, como por exemplo a esporotricose, informou a veterinária Maria Beatriz Pellegrini.

No ano passado, foram castrados animais de Corrêas, Castelo São Manoel, Bairro da Glória, Caetitu, Itaipava, Madame Machado e arredores.

Serão plantadas 1.600 mudas em um terreno no Vale do Cuiabá no dia 14 de dezembro

O maior plantio coletivo de árvores da Região Serrana. O Desafio Mais Mata Atlântica, promovido pela prefeitura em parceria com o Instituto da Criança, viação Cidade das Hortênsias e o Projeto Água, será realizado no dia 14 de dezembro, das 9h às 13h, na Estrada Nova Esperança, que fica no Vale do Cuiabá. A meta é colocar 1.600 mudas em um espaço de 10 mil metros quadrados. Participam da ação equipes da Secretaria de Meio Ambiente, Comdep, Associação de Moradores da região e mais 80 voluntários. Com essa iniciativa, o governo municipal vai conseguir ultrapassar a marca de dez mil novas árvores plantadas em três anos de gestão.

O terreno reflorestado será um espaço que foi usado para abrigar os sobreviventes da tragédia de 2011. A ação está baseada em um plano de recuperação ambiental criado pelo engenheiro florestal Flávio Bandeira, que integra o corpo técnico da Secretaria de Meio Ambiente. “Vamos respeitar tudo que está escrito nesse plano, como o tipo de árvore que vai ser colocado e o espaçamento necessário entre elas”, explica o responsável pelo setor de educação ambiental, Anderson Campos.

A Secretaria de Meio Ambiente também garantiu que fará o acompanhamento dessas árvores após o plantio, respeitando o que for indicado pelos técnicos da pasta. Neste sentido, o Instituto da Criança e os moradores da região também irão auxiliar.   

Com essa iniciativa, o Meio Ambiente vai conseguir ultrapassar a marca de dez mil novas árvores plantadas em três anos de gestão. Grande parte deste trabalho envolve os alunos da rede municipal. Em parceria com o projeto Água, são 3.400 mudas colocadas com a participação dos estudantes. A pasta também já fez a doação de mudas para associações de moradores que fazem o reflorestamento de áreas afetadas por queimadas, por exemplo. São 560 plantadas com esse objetivo.

O plantio coletivo é mais uma ação do projeto Inteligência Ambiental (IA) do setor de educação ambiental, criado pela Secretaria de Meio Ambiente em 2017 com o objetivo de conscientizar a população da importância da preservação ambiental. Em dois anos, o IA envolveu mais de 3 mil alunos em atividades de educação ambiental variadas, como apresentação de eco filmes informativos, caminhadas ecológicas e palestras.

 

Terça, 03 Dezembro 2019 - 18:27

Rio Limpo continua em outros pontos do Piabanha

O programa Rio Limpo continua sendo feito em outros pontos do Rio Piabanha, no Centro. Nesta terça-feira (03.12), o serviço aconteceu na Av. Koeler. Antes, as equipes já haviam atuado no entorno do Palácio de Cristal e na Rua Padre Feijó. O trabalho consiste na retirada de areia, pedras, mato e lixo que podem atrapalhar o curso natural da água e, assim, causa transbordamentos em dias de chuvas mais intensas. Na maioria das vezes, os sedimentos são arrastados de forma natural pelo vento ou pela própria água. É uma das ações da prefeitura dentro do Plano Verão 2020 para minimizar os efeitos da chuva na cidade.

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