O prefeito Rubens Bomtempo encaminhou, nesta semana, novo ofício ao governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, solicitando a inclusão de famílias vítimas da chuva do mês de janeiro na cidade no aluguel social. A Secretaria de Trabalho, Assistência Social e Cidadania já confirmou que quase 100 famílias se enquadram nos critérios do programa e a documentação de outras 100 estão em avaliação. Todas – que somam mais de 600 pessoas – estão na casa de amigos ou parentes. No dia 25 de janeiro, 10 dias após a chuva, Bomtempo já havia encaminhado ofício ao Governo do Estado com a solicitação, mas até hoje não houve resposta.

Para Bomtempo, um mês após as chuvas, é preciso continuar atendendo às famílias atingidas, garantindo os direitos desses moradores. Ele lembrou que a resposta às chuvas é uma responsabilidade de todo o Sistema Nacional de Defesa Civil, que envolve não só a Prefeitura, mas também os governos estadual e federal.

“Foram dez dias seguidos de chuvas nos distritos, gerando mais de mil ocorrências na Defesa Civil. Naquele primeiro momento, o principal objetivo era proteger a vida daquelas pessoas. A Secretaria de Proteção e Defesa Civil orientou os moradores de áreas de risco a procurar um local seguro. Desde então, são mais de 200 famílias na casa de amigos ou parentes. Agora devemos dar o segundo passo, que é garantir dignidade e conforto a essas pessoas que ficaram desalojadas, para que elas tenham um local definitivo para morar”, disse Bomtempo.

Desde o início das chuvas, na noite do dia 15 de janeiro, a Secretaria de Trabalho, Assistência Social e Cidadania (Setrac) vem atuando junto às famílias atingidas pelas chuvas, para apurar as necessidades dos moradores. O levantamento das famílias que precisam do aluguel social está em fase conclusão. Nele, não foram incluídas as famílias que moravam de aluguel, já que essas poderão passar a pagar o aluguel em outro imóvel, onde não haja risco.

“Agora estamos concluindo a lista dos casos em que ficou configurada a necessidade de aluguel social, conforme previsto na legislação específica. Estamos solicitando ao governo do estado o envio de 200 formulários de Cadastro Socioeconômico e Habitacional, para incluirmos essas famílias, que precisam voltar a ter um lugar para morar”, disse a secretária de Trabalho, Assistência Social e Cidadania (Setrac), Fernanda Ferreira.

Para as famílias atingidas pelas chuvas, a Setrac chegou a entregar mais de 2,5 mil itens, entre colchonetes, cestas básicas, travesseiros, roupas de cama, vassouras, rodo, garrafas d’água, desinfetantes, entre outros.

Regularização de repasses – O prefeito Rubens Bomtempo também encaminhou nesta semana ofício ao governo do estado solicitando a regularização dos repasses da Secretaria de Estado, Assistência Social e Direitos Humanos à Setrac. Os valores devidos já somam R$ 507.640,72, referentes a 2014 e 2015. “Os recursos são fundamentais para continuarmos o trabalho com as famílias assistidas pelos Cras (Centro de Referência de Assistência Social), Creas (Centro de Referência Especializada em Assistência Social), NIS (Núcleo de Integração Social), Casas de Acolhida I e II e Centro Pop (Centro de Referência Especializada para População em Situação de Rua)”, disse a secretária da Setrac, Fernanda Ferreira.

Uma reunião entre o prefeito Rubens Bomtempo e representantes da Ampla na tarde de terça-feira (16/2) terminou com uma boa notícia aos moradores e empresários do quinto distrito de Petrópolis: investimentos previstos ainda para o primeiro semestre deste ano vão garantir uma carga maior na subestação que atende o distrito, ampliando a capacidade de consumo na região e reduzindo as interrupções no fornecimento de energia. Além de melhorar o serviço para os moradores, o reforço no quinto distrito prepara a área para a instalação do novo Conjunto Habitacional da Posse (cujas obras estão em fase final), e também ao Condomínio Industrial da região.

“Como o consumo irá aumentar, por conta da inauguração do Conjunto Habitacional, que irá acontecer em breve, e o Condomínio Industrial, o reforço é necessário. Tenho certeza de que os investimentos anunciados pela Ampla irão mudar a realidade do distrito, com ganho significativo na infraestrutura. Com isso, não apenas vamos aumentar a qualidade de vida dos moradores, mas também incentivamos o setor produtivo”, afirmou o prefeito Rubens Bomtempo.

A concessionária também garantiu a realização de ações sociais para os moradores que irão morar no condomínio que está sendo construído na Estrada Silveira da Motta, com o Ampla Móvel, espaço onde os clientes podem solicitar serviços como cadastro na Tarifa Baixa Renda, indicações para troca de geladeiras antigas por novas, mudanças do medidor, troca de titularidade, entre outros serviços.

De acordo com a executiva de atendimento da Ampla em Petrópolis, Daniele Moreira, a parceria com a Prefeitura facilita a vinda dos investimentos. “Estamos trabalhando lado a lado com o poder público para tornar o serviço de energia elétrica cada vez melhor. Vamos aumentar a carga da subestação que atende o distrito da Posse e, paralelamente a isso, iremos realizar ações de conscientização para que os moradores consumam de forma responsável”, disse.

A reunião também contou com a participação de Silvio Bezerra, engenheiro da Ampla e especialista em Gestão da Qualidade na Distribuição de Energia Elétrica, além dos secretários de Habitação, Jorge Maia (Bolão), e de Planejamento e Desenvolvimento Econômico, Robson Cardinelli.

Representantes do Ministério Público Federal, Concer e Prefeitura se reunirão nesta quarta-feira (13/01)

O prefeito Rubens Bomtempo e os moradores da comunidade do Bambuzal, em Pedro do Rio, às margens da BR-040, conquistaram uma vitória importante na manhã desta terça-feira (12/1): eles conseguiram parar a ordem de demolição de uma casa pela Concer, concessionária que administra a via. O trabalho havia sido autorizado pela Justiça Federal, que deu ganho de causa à empresa, para que houvesse a demolição, sob a alegação de que o imóvel estaria na faixa de domínio da rodovia. Ao lado dos moradores, da secretária de Trabalho, Assistência Social e Cidadania, Fernanda Ferreira, do procurador geral do município, Marcus São Thiago, do secretário de Segurança Público, Calixto Barbosa, e do secretário de Habitação, Jorge Maia (Bolão), Bomtempo se manteve ao lado dos moradores e, junto do procurador da República Charles Estevam, defendeu o diálogo, conseguindo que a tentativa de remoção fosse interrompida. Nesta quarta-feira (13/01), representantes da Prefeitura, Ministério Público e Concer vão se reunir para discutir o tema.

O prefeito Rubens Bomtempo defendeu o diálogo e afirmou que não concorda com as demolições de casas às margens da BR-040, como quer a Concer. Ele lembrou que a urgência habitacional em Petrópolis é para as casas em áreas de risco, o que não é o caso das margens da rodovia.

“Petrópolis é uma das cidades que mais sofrem com o problema das chuvas, então a prioridade na habitação é conseguir moradia para quem está em situação de risco, o que não é o caso do Bambuzal. Essa é uma comunidade já consolidada, que existe há mais de 40 anos. Somos contra a demolição das casas das margens da BR-040 onde não há risco. Hoje conseguimos interromper o trabalho. Avançaremos ainda mais nessa questão, defendendo sempre o diálogo. É preciso, antes, oferecer uma alternativa para essas famílias”, disse Bomtempo.

A casa que seria demolida era a de Amélia da Silva Machado, de 50 anos, que mora há 22 anos no local. Com problemas de saúde, Amélia mora com o marido e conta que a Concer não ofereceu nenhuma assistência aos moradores das casas que seriam demolidas. “Isso é só porque somos pobres? É só casa de pobre que querem demolir. Casa de rico, não vão demolir. Não temos condições de, a essa altura, começar a construir nossa vida de novo, tudo do zero”, disse Amélia, antes da suspensão da demolição.

O prefeito Rubens Bomtempo se reuniu hoje (16/11) em Brasília com os ministros da Integração Nacional, Hélder Barbalho, e das Cidades, Bruno Araújo, para tratar de questões relacionadas às chuvas na cidade. Durante os encontros, o ministro da Integração Nacional garantiu a inclusão da obra na Rua Uruguai no PAC das Encostas e o ministro das Cidades assegurou a suplementação, ainda neste mês, dos recursos que permitirão a retomada das obras de construção de 746 unidades habitacionais no Vicenzo Rivetti. A obra estava parada há um ano e meio, desde que a empreiteira abandonou as intervenções e, apesar dos apelos do governo municipal, ainda não foram reiniciadas.

Bomtempo relatou aos ministros as ultimas ocorrências registradas na cidade, especialmente a mais grave, na Rua Uruguai, onde o deslizamento de mais de mil toneladas de terra e rochas, de uma altura de 200 metros da Pedra do Quitandinha, destruiu três casas, atingiu parcialmente outras duas e fez duas vítimas fatais. A ocorrência não teve qualquer influência de ação humana. Ele também falou sobre a decretação de situação de emergência e lembrou que a maior preocupação é que o período de chuvas está apenas começando. “Nos últimos quatro anos, trabalhamos não apenas para melhorar e agilizar as respostas em casos de desastres, mas também em prevenção. Nunca houve, na cidade, tantas obras e ações preventivas. Este é um trabalho de longo prazo, para o qual é necessária a participação de todos os entes federativos”, disse.

O ministro Hélder Barbalho garantiu que a obra na Rua Uruguai será incluída no PAC das Encostas, que já está garantindo a comunidades consideradas de risco na cidade obras estruturais, preventivas, de drenagem e contenção de encostas. “São grandes obras que estão deixando nossa cidade mais segura, garantindo tranqüilidade a milhares de moradores”, lembrou o prefeito, citando como exemplo a instalação de uma barreira dinâmica no Carangola, que neste ano já evitou que um deslizamento de terra e rochas atingisse a comunidade. O ministro também disponibilizou uma engenheira do ministério, que virá à cidade nesta semana para ajudar a equipe técnica da Prefeitura a elaborar um plano de trabalho para a remoção de rochas na Rua Uruguai. O Governo Federal também financiará as intervenções necessárias para a retirada das pedras e limpeza do trecho atingido pelo deslizamento.


Obras no Vicenzo Rivetti serão retomadas

No Ministério das Cidades, o prefeito Rubens Bomtempo voltou a pedir a retomada das obras de construção de 746 unidades habitacionais no Vicenzo Rivetti. O ministro Bruno Araújo e o secretário executivo do ministério, Luciano Patrício, garantiram que a portaria que garante a suplementação de recursos para a retomada da obra será publicada ainda neste mês, permitindo o reinício das intervenções por empresa substituta à que iniciou a construção dos imóveis. “Esperamos por isso há muito tempo. Apenas 15% das obras foram concluídas até agora e, desde o abandono das intervenções, estamos cobrando à Caixa Econômica Federal e ao Ministério das Cidades a substituição da empresa. Petrópolis é uma cidade que, até por suas características geográficas, é mais vulnerável a desastres naturais, e exatamente por isso, temos que ser enxergados como prioridade”, frisou o prefeito.

Ele também lembrou que, apesar dos esforços do município, o projeto de construção de casas no Caetitu também não foi concretizado até hoje. “Fui enganado pela ex-presidente Dilma. Em março de 2013, logo após chegarmos à Prefeitura, ela me garantiu que, se conseguíssemos terrenos, traria o Minha Casa, minha Vida, para a cidade. É a maior política habitacional do país! Fizemos tudo o que cabia à Prefeitura. Desapropriamos terrenos, fizemos projetos básicos, conseguimos as licenças e chegamos a licitar obras, como no Caetitu, mas, já em meio à crise econômica, o Governo Federal não autorizou a contratação da empresa. Precisamos que os Governos Federal e Estadual olhem para a nossa cidade com mais cuidado. Sozinho, o município não tem como fazer tudo o que é necessário”, lamentou. “Agora, estamos esperançosos que o governo federal cumpra o compromisso firmado, retomando as obras do Vicenzo Rivetti e enfim garantindo a vítimas de chuvas na nossa cidade um recomeço”, finalizou.

O prefeito Rubens Bomtempo vistoriou nesta sexta-feira (16/5) as obras de construção das 778 unidades habitacionais do Programa Minha Casa Minha Vida que serão erguidas no Vicenzo Rivetti, no bairro Carangola. No terreno, o serviço de terraplanagem já está sendo concluído e a
expectativa é que a partir do mês de junho seja iniciada a fase de fundação. O investimento é de R$ 63 milhões.

A obra está sendo executada pela Construtora Andrade Almeida e durante a visita, acompanhado pelos secretários de Habitação, Rodrigo Seabra e o de Obras, Aldir Cony, Bomtempo discutiu a contrapartida do município. Um dos pontos foi o terreno a ser utilizado para a abertura de uma rua ligando o novo conjunto habitacional a localidade do Caetitu, onde também existe aprevisão de implantação do Programa Minha Casa Minha Vida.

“São medidas importantes, pois garantirão toda a infraestrutura necessária para a população. Fazer um pouco mais pelo povo é o que justifica o nosso terceiro mandato. Somos um governo popular e que tem como prioridade atender a quem está por último na fila”, ressaltou. Além de Centro de Educação Infantil, uma nova escola com capacidade para atender quase mil alunos, um Posto de Saúde e um Centro de Referência em Assistência Social (Cras) também serão implantados no local.

Segundo o secretário de Obras outras medidas, como transporte público, abastecimento de água e tratamento de esgoto, também estão previstas para o local. Para o secretário de Habitação os investimentos garantem moradia segura e devolvem a tranquilidade a centenas de famílias vítimas das chuvas na cidade e que hoje estão sendo atendidas pelo aluguel social.

O prefeito Rubens Bomtempo vistoriou nessa semana as obras de construção das casas populares no distrito da Posse. Durante a visita, ele assinou a documentação necessária para que a Secretaria de Estado de Obras (Seobras) libere os R$ 139 mil pactuados com o Estado para a intervenção. O secretário de Habitação, Rodrigo Seabra já levou os documentos e aguarda, agora, a aprovação do setor de convênios do governo.

“Estou determinando ao secretário de Habitação que leve a documentação e resolva essa questão o mais rápido possível. O Estado tem que entender que o município tem pressa para entregar essas moradias. Temos um déficit habitacional e pessoas morando de aluguel social desde 2001”, disse o prefeito, ressaltando que é preciso mudar a realidade dessas famílias.

“Os recursos para a construção das unidades habitacionais são dos governos federal e estadual. Para que a União libere a verba (que vem para a Caixa Econômica Federal) o estado tem que depositar a contrapartida que lhe compete. Já prestamos contas com a Seobras e, agora, só dependemos do aval deles”, explicou o secretário de Habitação, Rodrigo Seabra.

No terreno, às margens da Estrada União e Indústria, estão sendo construídas 144 unidades habitacionais – sendo 72 do Ministério das Cidades por meio de um convênio com o município e outras 72 do governo do Estado. As obras começaram no governo passado, mas ficaram paralisadas. A atual gestão retomou o projeto e a previsão é que as unidades sejam entregues ainda este ano.

Bomtempo foi o prefeito que mais construiu casas populares na história da cidade. De 2001 a 2008 foram mais de 600 unidades: “Sabemos como é difícil reconstruir uma família sem que ela tenha uma casa”, destacou o prefeito lembrando ainda que no início do seu primeiro mandato, em 2001, criou o aluguel social para atender às famílias, vítimas das chuvas, que ficaram sem as suas moradias. A experiência acabou sendo copiada pelo Governo do Estado e por diversos municípios do país.

O prefeito Rubens Bomtempo vai oficiar o Ministério das Cidades solicitando, em caráter emergencial, a liberação da contratação imediata da empresa vencedora para a construção de 720 unidades habitacionais no Caetitu. O município já cumpriu as etapas para execução dos projetos de arquitetura, urbanização e engenharia, além dos serviços preliminares de topografia e sondagem, todos aprovados pela Caixa Econômica Federal. O projeto, a ser executado num terreno comprado e já pago pela Prefeitura, também está licenciado e aprovado pelos órgãos ambientais, porém, o Ministério das Cidades solicitou um novo documento de forma inédita: a apresentação da demanda social detalhada das 720 famílias que serão beneficiadas com o empreendimento. Geralmente, o pedido é feito apenas quando 40% das obras estão concluídas mas no caso de Petrópolis, o documento foi solicitado mesmo antes do contrato com a empreiteira.

“Estamos falando de vítimas das chuvas desde 2011 e este pedido, num momento em que precisamos iniciar a obra aprovada, vai dificultar um projeto que é prioridade para a Prefeitura”, diz Bomtempo, que teve seu encontro com o Ministro adiado na última vez em que esteve em Brasília.  “Estamos falando do maior acidente climático da história do país, não vamos medir esforços para atender o Ministério, mas este é um processo que vai atrasar nosso cronograma”, completa o prefeito. A situação também preocupa os técnicos envolvidos e as pastas de Habitação e de Trabalho, Assistência Social e Cidadania.

“O documento de Avaliação de Danos – AVADAN 2011 – elaborado pela Defesa Civil à época, aponta mais de 1,5 mil famílias com déficit habitacional. Este, por si só, já é um dado legítimo demonstrativo das necessidades habitacionais do município”, explica o secretário de Habitação, Rodrigo Seabra. Já a secretária de Trabalho, Assistência Social e Cidadania, Fernanda Ferreira lembra que esta é uma operação detalhada que prejudicará as famílias. “Elas não estão desassistidas, pois participam do programa de Aluguel Social da Prefeitura ou do Estado, mas o novo pedido burocratiza um sistema que já é demorado e penoso para quem já sofreu tanto”, afirmou.

Assistentes sociais estarão em Corrêas, Estrada da Saudade e Alto da Serra

O cadastramento para moradia pelo programa Minha Casa Minha Vida continua durante o fim de semana. Neste sábado  (02.02) e domingo  (03.02), das 9h às 16h, os agentes da Assistência Social estão em Corrêas, na Estrada da Saudade e no Alto da Serra fazendo o chamamento das pessoas que moram em área de risco ou já tiveram suas moradias atingidas pelas chuvas. A intensificação dos atendimentos tem ajudado a orientar moradores, esclarecer dúvidas e registrar a população que ainda não apresentou a documentação.

A Secretaria de Assistência Social estendeu o prazo de cadastramento  até o dia 15 de fevereiro para que um maior número de pessoas consiga se inscrever no programa do governo federal, que vai garantir a construção de 1.028 unidades habitacionais em Petrópolis.  O município tem projetos aprovados para a construção de moradias para pessoas que residam em regiões de risco de novas ocorrências ou já perderam suas casas em desastres causados pelas chuvas. As pessoas que forem cadastradas terão os registros e o perfil social avaliado pela Caixa Econômica Federal e poderão receber um dos imóveis que serão construídos.

Entre as localidades onde serão construídas as novas moradias, estão as regiões de Benfica, que receberá 120 imóveis; Vale do Cuiabá, 140; Mosela, 48 e Caetitu, com 720 apartamentos.

Além dos pontos para o cadastramento no fim de semana, de segunda a sexta-feira os atendimentos continuam nos pontos fixos localizados no CRAS Centro, Rua Dr. Sá Earp, 39 (em frente a Águas do Imperador) e no Centro de Cidadania de Itaipava, na Estrada União e Indústria, 11.860.

 A moradora do Bairro da Glória, a dona de casa, Maria Aparecida Furtado de Jesus, 57 anos, vive em área de risco desde março de 2018. Na ocasião,  houve deslizamento em parte do terreno que deixou sua casa em risco. Sem ter outro lugar para morar com a filha de 23 anos e a neta de 3, em dias de chuva, ela fica em alerta. “Quando chove fico nervosa, com medo de algo acontecer, de perder a minha casa. Eu não tenho como morar em outro lugar, coloco lona para proteger meu terreno. Meu sonho é ter um lugar para morar, para dormir sossegada ”, conta a dona de casa.

Assim como para muitas pessoas, para Maria Aparecida, a ação nos bairros ajudou para que ela conseguisse realizar o cadastramento. “Não tenho como ficar saindo de casa, tenho problemas de saúde e não tenho como gastar com transporte. Hoje ficou mais fácil e vou conseguir fazer o cadastramento”, conta a dona de casa, que vai voltar ao Cras Corrêas para concluir o atendimento.

Até o dia 15 de fevereiro várias ações de chamamento da população serão  realizadas. Até este domingo (03.02) os atendimento se intensificam no Posto de Saúde do Alto da Serra, que fica na Rua Tereza, 2024;no Posto de Saúde Machado Fagundes, na Estrada da Saudade – Rua D. Paulo Hudge, 238 (perto da Fábrica do Saber); e no Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) de Corrêas, na Rua Vigário Correa, 443 – Corrêas

Para se cadastrar é preciso apresentar documentos como Identidade, CPF e Certidão de Nascimento ou Casamento (adultos); comprovante de residência, como conta de luz, telefone e água; e Certidão de Nascimento, para as famílias que tenham menor de idade. Nos dias 9 e 10 de fevereiro, as equipes repetirão as ações nos bairros, se concentrando no Centro de Cidadania de Itaipava, na Igreja São Pedro em Pedro do Rio e no CEU da Posse.

Com mais prazo, cadastramento contará com ações intensificadas nos bairros mais vulneráveis e apoio de lideranças evangélicas na divulgação

A prefeitura prorrogou o prazo para o cadastramento do Minha Casa Minha Vida. Os moradores de área de risco ou que tiveram suas casas interditadas têm até o dia 15 de março para se apresentar em uma das unidades de atendimento, com a documentação necessária para a inclusão no programa. Até o fim do mês de março a prefeitura entregará as documentações à Caixa Econômica Federal que fará avaliação criteriosa do perfil e dos dados apresentados pelos moradores.

Os agentes da Assistência Social intensificam os atendimentos pelos bairros, onde estão indo de porta em porta, para orientar e alertar a população sobre a necessidade de se cadastrar. Até o momento, cerca de 800 formulários foram preenchidos. Além da ação pelos bairros de maior vulnerabilidade, os agentes recebem os moradores em dois pontos fixos, no centro da cidade, na sede da Defesa Civil  - Rua Buarque de Macedo 128, e no Centro de Cidadania de Itaipava - Estrada União e Indústria, 11.860.

Mais de mil unidades habitacionas serão construídas na cidade e serão destinadas aos moradores que já perderam ou tiveram as casas interditadas ou ainda morem em área de risco. Esse programa é voltado especificamente para vítimas de desatres das chuvas. Os imóveis serão disponibilizados para a população que estiver dentro do perfil exigido, sem custos para os moradores.

A construção dos imóveis será realizada conforme a demanda do municípo. Petrópolis tem a aprovação de projetos que grantem mais 1.028 unidades previstas nas regiões de Benfica, que receberá 120 unidades; na Mosela, onde serão construídas 220 moradias; e no Caetitu, para onde estão previstos 792 apartamentos.

Para se cadastrar é preciso apresentar documentos como Identidade, CPF e Certidão de Nascimento ou Casamento (adultos); comprovante de residência, como conta de luz, telefone e água; e Certidão de Nascimento, para as famílias que tenham menor de idade. O laudo com os dados sobre a interdição do imóvel também é necessário, mas caso a pessoa não possua mais o documento ou more em área de risco e ainda não teve a casa vistoriada pela Defesa Civil, será solicitada nova avaliação do imóvel.

Apoio das lideranças evangélicas

As lideranças evangélicas também irão auxiliar a propagar junto aos fiéis o cadastro para as unidades habitacionais. O presidente do Conselho dos Ministros Evangélicos do Município de Petrópolis (Comempe), o pastor Ari Guedes, destacou a importância de pessoas inseridas dentro das comunidades atuarem como ponte na hora de levar esse tipo de informação aos moradores. “A reunião é excelente e propicia o esclarecimento necessário para que possamos auxiliar nesse momento, explicando aos moradores como funciona o cadastro”, destacou.

 “Atuaremos com empenho para ajudar neste assunto. Sabemos como esse tema é importante e vamos ajudar levando às igrejas cada informação que nos foi passada. O esforço da prefeitura em torno da política habitacional é de reconhecimento de todos e estamos felizes em poder ajudar nessa alçada”, completou o pastor da igreja Assembleia de Deus, Temóteo Ramos de Oliveira.

Os moradores de Corrêas, Alto da Serra e Estrada da Saudade que moram em área de risco e ainda não fizeram o cadastro do Minha Casa Minha Vida, terão atendimento direcionado neste fim de semana. Os agentes da Assistência Social vão intensificar as ações para a inclusão dos moradores dessas regiões ao programa. Nesta sexta-feira (01.02) os agentes vão fazer o chamamento para o fim de semana nos bairros onde as ações serão direcionadas. Carros de som vão circular pelas ruas e assistentes sociais vão abordar os moradores diretamente em suas casas. 

Para garantir que um maior número de pessoas seja beneficiado o prazo para o cadastramento foi estendido até o dia 15 de fevereiro. Até essa data várias ações de chamamento da população estão sendo realizadas. 

Nos próximos sábado (02.01) e domingo (03.01), as 9h às 16h, os agentes estarão no Posto de Saúde do Alto da Serra, que fica na Rua Tereza, 2024;no Posto de Saúde Machado Fagundes, na Estrada da Saudade – Rua D. Paulo Hudge, 238 (perto da Fábrica do Saber); e no Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) de Corrêas, na Rua Vigário Correa, 443 – Corrêas

Além dos pontos para o cadastramento no fim de semana, os atendimentos nos pontos fixos localizados sede da Defesa Civil, na Rua Buarque de Macedo, 128 – Centro e no Centro de Cidadania de Itaipava, na Estrada União e Indústria, 11.860. 

O município tem projetos aprovados para a construção de mais 1.028 unidades habitacionais. Para ser selecionado a um desses empreendimentos, é necessário que a população se inscreva.

Entre as localidades onde serão construídas as novas moradias, estão as regiões de Benfica, que receberá 120 imóveis; Vale do Cuiabá, 140; Mosela, 48 e Caetitu, com 720 apartamentos.

Para se cadastrar é preciso apresentar documentos como Identidade, CPF e Certidão de Nascimento ou Casamento (adultos); comprovante de residência, como conta de luz, telefone e água; e Certidão de Nascimento, para as famílias que tenham menor de idade.Nos dias 9 e 10 de fevereiro, as equipes repetirão as ações nos bairros, se concentrando no Centro de Cidadania de Itaipava, na Igreja São Pedro em Pedro do Rio e no CEU da Posse. 

Pagina 4 de 19