O prefeito Rubens Bomtempo promoveu uma audiência pública na Estrada da Saudade na noite da última terça-feira (11/06) para discutir com os moradores a execução das obras do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC), que terá início ainda este mês na região. Estão previstos mais de R$ 23 milhões em investimentos que vão garantir infraestrutura, segurança e qualidade de vida a quem vive no bairro.

“O convênio estava praticamente perdido, mas conseguimos resgatá-lo. Fiz questão de trazer esse projeto para a discussão com todos os moradores. É o maior conjunto de obras da história da nossa cidade e todos precisam estar envolvidos”, afirmou Bomtempo.

O vereador da região, Luizinho Sorriso, destacou o compromisso do governo com as comunidades: “Esse é um dos dias mais felizes da minha vida. Rubens Bomtempo é um homem público comprometido com as principais reivindicações da população. Parabenizo o esforço que toda equipe fez para resgatar este projeto. É um sonho que se torna realidade”, disse.

Todas as intervenções que estão no projeto têm como base as reivindicações da população no Programa Orçamento Participativo, do primeiro mandato de Bomtempo, e também no Plano Municipal de Redução de Risco.

Durante o encontro com os moradores, Bomtempo apresentou algumas das principais obras que serão realizadas na região. No Monte Florido, na Rua Arno Félix dos Santos, a quadra será coberta, garantindo mais lazer para a comunidade. A ampliação do viradouro e uma série de melhorias no acesso, como a colocação de baias para facilitar as manobras, correção das curvas e sinalização também estão previstas, assim como a construção de um Centro de Referência Comunitária.

No final da Rua Augusto da Silva será construído um viradouro para o ônibus. Na Rua João Ventura Torres haverá melhorias no sistema de drenagem, pavimentação em concreto nos trechos de mais difícil acesso, baias e sinalização. No Themístocles e no Fragoso, as obras contemplam a ampliação do viradouro do ônibus, melhorias no entorno além da estabilização da encosta para a segurança da área. No Boa Vista, além da cobertura da quadra e de melhorias de infraestrutura, será construído um Centro de Educação Infantil.

O Programa Minha Casa, Minha Vida chegará ao bairro na Rua da Chácara, com a construção de 170 unidades habitacionais.  previsão é a de que mais de três mil moradias também sejam beneficiadas com a regularização fundiária.

Bomtempo destacou que as audiências públicas vão continuar acontecendo e que para manter a proximidade com os moradores serão instalados Centros de Referência Comunitária: “Essa é uma obra humana e de engenharia. É um grande projeto de urbanização integrada que vai precisar muito do diálogo, comprometimento e efetiva participação de todas as partes envolvidas. Solicitei à empreiteira responsável que dê preferência à mão de obra local, contratando moradores da própria região. Essa medida vai ao encontro do compromisso em garantir o envolvimento da comunidade”.

“Hoje temos um prefeito que não fica dentro do gabinete. Ele corre a cidade e tenta melhorar a vida das pessoas. Essas realizações são muito boas e representam a vitória de todos os moradores da Estrada da Saudade”, disse o morador do Boa Vista, Luiz Fernando Ribeiro de Souza.

O presidente da Associação de Moradores do Boa Vista, Marco Aurélio Isaías acredita que o PAC vai fortalecer a comunidade: “Vamos ter mais segurança e dignidade com todas essas melhorias. É a certeza da presença do poder público no nosso bairro”.

Mais de cem moradores do Alto da Serra participaram, na noite de quinta-feira (28/05), da audiência pública promovida pela Prefeitura, por meio da Secretaria de Habitação, para a apresentação do projeto de urbanização integrada da região. O encontro aconteceu na Igreja de Santo Antônio e deu início ao debate sobre a transformação do Alto da Serra. A iniciativa busca melhorar a qualidade de vida da população e reduzir os riscos de desastres das chuvas na região.

O projeto inclui intervenções em várias áreas: obras de prevenção de desastres das chuvas – contenções de encostas e drenagens; construção de novos equipamentos públicos, como um Centro de Educação Infantil (CEI) e um Posto de Saúde da Família (PSF); alargamento de vias; a melhoria na mobilidade urbana e na acessibilidade, com o reordenamento de calçadas, sinalização e rampas; a construção de um mirante com a vista da Baía de Guanabara e da Baixada Fluminense; regularização fundiária de imóveis; revitalização de áreas de lazer; construção de um Plano Inclinado na região da Oswero Villaça – o primeiro do município; entre outras medidas.

O secretário de Habitação, Jorge Maia, explicou que o município elaborou em 2010 uma carta consulta ao Ministério das Cidades para participar de projetos de reurbanização. Em 2013, quando teve início o governo Rubens Bomtempo, a Prefeitura constatou que não houve o cumprimento das exigências para tirar esse e outros projetos do papel, como o PAC Estrada da Saudade – que já está sendo executado pelo município. No caso do Alto da Serra, a Prefeitura contratou uma empresa especializada para a elaboração do projeto.

“É importante destacar que esses dois projetos, o do Alto da serra e o PAC da Estrada da Saudade, só foram possíveis por causa do desenvolvimento do Plano Municipal de Redução de Riscos, elaborado em 2007, na segunda gestão de Bomtempo como prefeito. O Alto da Serra tem cerca de 20 mil habitantes e é uma região muito importante para Petrópolis, que merece intervenções de grande porte. Esse é um projeto de médio e longo prazo da Prefeitura para levar melhorias estruturais para a população. Estamos trabalhando muito para viabilizar o projeto em parceria com a comunidade, que precisa participar desse processo.”, disse Jorge Maia informando ainda que a Prefeitura buscará recursos junto ao governo federal para a execução das intervenções quando o projeto estiver finalizado.

A costureira Maria das Graças Machado, que mora há mais de 50 anos no Alto da Serra, elogiou a iniciativa. “Adorei. O Alto da Serra está precisando muito dessas melhorias”, disse Maria das Graças.

O prefeito Rubens Bomtempo anunciou o retorno de Jorge Maia Bolão, ao governo. Ele acaba de assumir a secretaria de Habitação no lugar do arquiteto Rodrigo Seabra. Bomtempo deu a notícia na manhã desta segunda-feira (3/11) durante reunião de secretariado.

Com 54 anos, Bolão foi subsecretário de Desenvolvimento Comunitário no governo Fadel e vereador entre 1997 e 2000. Assumiu a secretaria de Habitação e a secretaria de Trabalho, Assistência Social e Cidadania no governo Bomtempo, entre 2001 e 2008. Em 2013, Bolão voltou à Prefeitura como secretário de Trabalho, Assistência Social e Cidadania e agora reassume a secretaria de Habitação.

“Agradeço ao prefeito pela confiança, mais uma vez depositada no meu trabalho. É um setor que demanda muita responsabilidade e que assumo com orgulho, dando o meu máximo para conquistarmos o melhor resultado técnico social para a habitação de Petrópolis”, disse Jorge Maia.

Dinheiro foi arrecadado em campanha de doações e utilizado indevidamente pelo governo passado

Cinquenta famílias vítimas das chuvas no Vale do Cuiabá, que receberam do prefeito Rubens Bomtempo, do vice-governador Luiz Fernando Pezão e do presidente da Firjan, Eduardo Eugenio Gouvêa Vieira, as casas populares no último sábado (15/2), aplaudiram emocionados a mais uma iniciativa de Bomtempo: o anúncio da devolução de R$ 360 mil arrecadados em campanha de doações em 2011 e que foram utilizados indevidamente pelo governo passado. Cada família receberá um kit para mobiliar a nova casa.

Ao anunciar a novidade aos moradores, Bomtempo lembrou que o dinheiro doado às vítimas da chuva foi usado na gestão passada para financiar a primeira fase das obras de infraestrutura do terreno onde foram erguidos os imóveis. “Estive aqui durante a campanha eleitoral e garanti que trabalharia para fazer com que esta região voltasse a ser a casa de pessoas felizes. Acho que consigo isso fazendo justiça, devolvendo à comunidade um recurso que é dos moradores. Esse dinheiro é fruto de doações e deveria ter ajudado, já naquela época, as vítimasdas chuvas”, enfatizou, lembrando que cada família vai receber, agora, R$ 8 mil em móveis.

Moradora do novo conjunto habitacional, Zeni Daniele da Silva Teixeira Araújo se emocionou ao recebera notícia. “Hoje estamos recomeçando nossas vidas. O prefeito é sensível e sabe das nossas dificuldades. Esta ajuda é fundamental. Veio na hora certa”, comemorou. Ela receberá da Prefeitura fogão, geladeira, cama e colchão, entre outros utensílios.

Ao entregar as chaves da nova casa ao aposentado Elizier Vieira Borges, Bomtempo também se emocionou. “Não estava perto em 2011 e, por isso, não pude dar o apoio que precisavam, mas fico feliz em ver, agora, que posso contribuir para que vocês reconstruam suas vidas”, disse, citando também a entrega, em 2013, de 13 casas às famílias do Quilombo da Tapera que, desde as chuvas de 2011, moravam de forma improvisada em uma cocheira.

“Hoje estamos realizando um sonho. Foram três anos de muita luta, de muita tristeza. Graças à união de todos, agora podemos sonhar com tempos melhores”, declarou Elizier. A comunidade já conta com a insfraestrutura necessária na região. A Prefeitura fez obras de drenagem e pavimentação, disponibilizou iluminação pública, ônibus e coleta de lixo para atender os moradores.

O vice-governador Luiz Fernando Pezão parabenizou as ações realizadas pelo governo municipal. “Bomtempo é um homem sensível, lutador e que sempre colocou o coração à frente da sua administração. É um orgulho ver Rubens Bomtempo novamente à frente deste município”, afirmou.

As 50 casas modulares foram erguidas em uma áreade 27 mil metros quadrados doada ao estado pela Organização Não Governamental Instituto da Criança. A ONG criou o projeto Nosso Cuiabá, que tinha como objetivo arrecadar fundos para reconstruir casas para famílias que perderam tudo em 2011. Com a ajuda de empresários, o grupo, que tinha como um dos líderes o presidente do Sistema Firjan, Eduardo Eugenio Gouvêa Vieira, conseguiu construir as primeiras 24 moradias para desabrigados das chuvas na região.


Prefeitura vai financiar pavimentação no Vale do Cuiabá

O prefeito Rubens Bomtempo também anunciou na solenidade que o governo municipal vai financiar a pavimentação de mais de dois quilômetros da estrada Ministro Salgado Filho, no trecho que vai da Igreja Santa Therezinha até o ponto final do ônibus, o mais afetado pelas fortes chuvas que atingiram a região em janeiro de 2011. “Assumi este compromisso e vou fazer a obra”, assegurou ele, lembrando que o Ministério das Cidades negou a liberação do dinheiro para a intervenção após a apresentação, pelo governo passado, de um projeto mal formatado. O convênio acabou sendo abandonado pela gestão anterior.

Segundo Bomtempo, as obras de pavimentação e drenagem serão retomadas em março, logo depois do Carnaval. “Nossa prioridade sempre foi reestabelecer a normalidade da região, que foi muito afetada pelas chuvas de 2011 e ficou esquecida pela administração anterior. Perdemos o convênio, mas estou mantendo a minha palavra porque sei o quanto esta obra é significativa para a comunidade e o quanto a localidade precisa de melhorias”, destacou.

O prefeito Rubens Bomtempo participou ontem (14/06) da audiência publica realizada no Palácio de Cristal, para discutir as questões habitacionais do município. Um dos resultados do encontro foi o agendamento de uma reunião para o próximo dia 18 de junho com o Centro de Defesa dos Direitos Humanos – CDDH, por conta do anúncio do Prefeito, sobre o avanço do processo de doação de um terreno a entidade, para a implantação do programa Minha Casa, Minha Vida, na Rua Gaspar Gonçalves, no Quarteirão Brasileiro.

Cerca de 500 pessoas acompanharam o evento e conheceram as ações e os investimentos empregados pelo Governo Municipal nos últimos cinco meses, com a construção de políticas voltadas para os problemas habitacionais. A reativação do Conselho Municipal de Habitação e a falta de prestação de contas do Fundo Municipal de Habitação também foram ressaltadas durante a reunião: “Mais de R$ 700 mil ficaram parados porque o governo passado sequer prestou contas. Isso é um desrespeito com quem está há anos lutando por uma casa e melhores condições de vida”, ressaltou o prefeito.

Durante a audiência pública, Bomtempo conversou com moradores de todo o município e destacou a importância do encontro. “Quem garante a cidade viva é o povo, por isso precisamos realizar esse encontro com mais frequência para juntos elegermos as prioridades. Estamos vivendo um momento emblemático”, disse o prefeito.

Em apenas cinco meses o prefeito conseguiu desapropriar um terreno no Caetitu para a construção de 800 casas, buscou entendimento para o início imediato das obras de outras 840 moradias no Vizenzo Rivetti e ainda recuperou o PAC Estrada da Saudade, que irá reassentar 164 famílias do bairro.

“Fomos eleitos porque o povo confia na nossa capacidade de governar. Habitação é prioridade e num curto espaço de tempo estamos garantindo soluções positivas nesta área”, disse Bomtempo ao lembrar que entregou mais de 600 casas populares quando foi prefeito.

Bomtempo disse ainda que até o final do ano entregará 144 unidades na Posse e que continua buscando terrenos que possam abrigar conjuntos habitacionais na cidade.

A advogada e representante do CDDH, Francine Pinheiro, apresentou solicitações de comunidades do Vale do Cuiabá, Pica Pau, no Thouzet, e Rua Cuba, em Quitandinha. Nessas regiões, além de determinar o empenho de secretários, como de Defesa Civil, Obras e Setrac, o prefeito garantiu que visitará pessoalmente as regiões. Moradores das margens da Rodovia BR-040 também participaram da audiência pública. “Estamos atentos a situação das comunidades existentes nas margens da Rodovia e no nosso primeiro governo, nos posicionamos ao lado dos moradores e agora não será diferente”.

O prefeito Rubens Bomtempo anunciou na manhã da última terça-feira (8/4), durante visita ao Conjunto Habitacional Sérgio Fadel, no bairro Samambaia, uma série de melhorias para o local. A última reforma realizada na região foi em 2003, no primeiro mandato de Bomtempo. O novo pacote de obras garantirá a pintura externa dos prédios, a construção de um parquinho para as crianças, a instalação de lixeiras e mudanças na iluminação pública externa, tornando-a mais eficiente.

“Tenho um carinho enorme por todos os moradores daqui e sei das necessidades desse conjunto. Vamos deixar o espaço mais iluminado, limpo, bonito e com uma merecida área de lazer para a criançada”, afirmou no prefeito Rubens Bomtempo.

A Secretaria de Obras já está trabalhando no projeto de iluminação e na correção de falhas no piso do pátio. A Comdep irá iniciar nos próximos dias o trabalho de capina e roçada na área externa do conjunto e a instalação de novas lixeiras, enquanto constrói o parquinho. A pintura dos prédios e o conserto do portão eletrônico também são ações em andamento.

O Conjunto Habitacional Sérgio Fadel tem 60 apartamentos e foi entregue às vítimas das chuvas de 1988 em 1995. Morador da localidade, Vicente Ferreira da Silva, agradeceu o prefeito por continuar olhando pelas pessoas que vivem no local. “Ver que o prefeito Rubens Bomtempo continua preocupado com a gente nos dá segurança e a certeza de que estamos amparados pelo poder público. Essas melhorias vão valorizar a nossa casa e trazer mais alegrias para todas as famílias daqui”, finalizou.

O prefeito Rubens Bomtempo oficiou nesta semana a Caixa Econômica Federal (CEF) cobrando a autorização para a retomada das obras do Minha Casa, Minha Vida no Vicenzo Rivetti, no bairro Carangola. Em maio deste ano, a CEF rescindiu o contrato com a construtora Andrade Almeida, que abandonou a obra em 2015. Desde então, a construtora substituta – AB Engenharia – aguarda a autorização do Ministério das Cidades para retomar as obras. No terreno serão construídas 760 casas populares.

“Estamos vivendo um momento delicado no que se refere à questão habitacional com o anúncio do governo do Estado encerrando o programa do aluguel social. Se o cronograma tivesse sido cumprido pela CEF e pelo Ministério das Cidades, grande parte dessas famílias que recebem o aluguel social do Estado já estariam morando nas casas do Vicenzo Rivetti”, disse o prefeito Rubens Bomtempo.

Desde a paralisação das intervenções, o prefeito Rubens Bomtempo vinha, pessoalmente, pedindo e cobrando a retomada das obras. Até agora, apenas as fundações foram concluídas, o que corresponde a 15% das intervenções. Foram vários os ofícios e reuniões tanto na Caixa Econômica Federal quanto no Ministério das Cidades, nas quais Bomtempo frisou a importância das obras para a população da cidade e cobrou celeridade no processo de substituição da empresa que executaria o projeto. “A retomada das obras assegurará a conclusão do mais importante empreendimento habitacional do município, permitindo a sensível redução no déficit habitacional da cidade”, ressaltou o prefeito.

Bomtempo também lembrou que a questão da moradia será um dos principais temas das reuniões de transição. “Vamos apresentar tudo o que já foi feito a esse respeito, todos os ofícios entregues a CEF e ao Ministério das Cidades. Vamos mostrar que essa questão não ficou parada durante o nosso governo e que desde que a construtora paralisou os trabalhos cobramos dos órgãos competentes a retomada das obras”, enfatizou Bomtempo.

O prefeito Rubens Bomtempo cobrou da Caixa Econômica Federal esclarecimentos sobre o andamento do Programa Minha Casa, Minha Vida na cidade durante reunião na manhã desta sexta-feira (8/5). Bomtempo está preocupado, principalmente, com a paralisação das obras para construção das 746 unidades do Vicenzo Rivetti, que serão entregues a famílias vítimas das chuvas que atualmente são atendidas pelo aluguel social.

“As obras estão paradas. Me deparei com os portões do terreno fechados e não fui comunicado de qualquer problema. Esta é uma reunião para acertarmos os ponteiros, estreitarmos as relações e garantir que o que foi pactuado tenha andamento e seja concretizado”, disse o prefeito Rubens Bomtempo, lembrando que, ao reassumir o governo, em 2013, resgatou e repaginou o projeto do Minha Casa, Minha Vida do Vicenzo Rivetti e, paralelamente, depois de um esforço orçamentário, garantiu a compra de um terreno no Caetitu para a construção de mais um conjunto habitacional.

O gerente Regional de Construção Civil da CEF, Felipe Foureaux, explicou que a CEF já notificou a Andrade Almeida, responsável pelas obras no local. “A CEF tem 21% das obras medidas e pagas. As últimas três medições que realizamos no terreno foram zeradas, o que demonstra a falta de atividades por lá. A empresa já foi notificada e estamos em contato para buscar uma solução que garanta a continuidade deste projeto tão importante para a cidade”.

Bomtempo destacou que as famílias estão na expectativa pela entrega das chaves. “Nós devemos respeito e explicações às pessoas que serão diretamente beneficiadas com essas unidades. Em 2013, a presidente da República veio a Petrópolis e disse que a habitação era prioridade. Nesse mesmo ano assinamos contrato com a Andrade Almeida, vencemos a burocracia para garantir a continuidade dos programas habitacionais iniciados em 2002 e que foram interrompidos no governo passado e, agora, nos deparamos com problemas que ultrapassam o poder do município. A nossa parte foi toda cumprida. Não podemos deixar de lembrar que Petrópolis é o maior município da Região Serrana, que tem uma vulnerabilidade histórica e que no momento cerca de 1,5 mil famílias estão recebendo aluguel social”.

O prefeito também mostrou a sua preocupação com o terreno do Caetitu, adquirido pela Prefeitura para a construção de 732 unidades habitacionais. “Investimos no terreno e, depois de várias tentativas de assinatura de contrato com a CEF e a empresa vencedora da licitação, tivemos mais um entrave: a solicitação, antes do prazo previsto, por parte do Ministério das Cidades, da demanda social. Estamos preocupados porque já iniciamos os projetos de infraestrutura não só para ligar os dois conjuntos, como também para construção dos equipamentos públicos, como um Centro de Referência em Assistência Social, um Centro de Educação Infantil, uma escola e, ainda, uma Unidade Básica de Saúde”, concluiu Bomtempo.

O prefeito Rubens Bomtempo participou, na noite de quinta-feira (8/10), da audiência pública promovida pela Câmara Municipal sobre o programa Minha Casa, Minha Vida. Ele falou sobre a dificuldade que o município vem encontrando junto ao governo federal para implantar projetos do programa Minha Casa, Minha Vida – faixa 1 em Petrópolis – voltado para as famílias que ganham até R$ 1.800 por mês. Apesar de a Prefeitura já ter investido quase R$ 7 milhões na desapropriação e na preparação de terrenos, o Ministério das Cidades e a Caixa Econômica vêm atrasando as autorizações e liberações para obras, o que está comprometendo a construção de pelo menos 1.684 unidades populares para serem entregues a quem perdeu casa nas chuvas.

O caso mais emblemático é o de Vicenzo Rivetti. Lá, a construção de 776 unidades está parada há dez meses, sem que a Caixa Econômica Federal substitua a empresa responsável, apesar dos vários ofícios encaminhados pelo município ao órgão. Bomtempo já esteve inclusive em Brasília para discutir a questão.

Já para a construção de 720 unidades no Caetitu e 188 na Estrada da Saudade, a Prefeitura investiu na infraestrutura dos terrenos, realizou o chamamento público e identificou a empresa vencedora do processo. No entanto, o Ministério das Cidades ainda não autorizou a Caixa Econômica Federal a assinar contrato com as empresas responsáveis pelas construções.

“A situação do faixa 1 em Petrópolis é insustentável. O governo municipal e o governo estadual pagam, por mês, mais de 1.400 aluguéis sociais para as famílias que já deveriam estar morando nessas casas. Na nossa opinião, o governo federal não está tratando Petrópolis da forma mais adequada. Eu estive com o ministro das Cidades, Gilberto Kassab, e falei sobre esses problemas. Ele me pediu prazo, que já expirou, e não obtive qualquer resposta. Petrópolis não merece ser tratada da maneira como vem sendo tratada”, disse Bomtempo.

Os vereadores Thiago Damaceno e Luizinho Sorriso destacaram o esforço da Prefeitura para viabilizar a construção de moradias populares. “Primeiro o Governo Federal disse que era necessário ter projetos. E a Prefeitura fez. Depois disse que era necessário ter terrenos, e a Prefeitura também apresentou. Não é por falta de empenho, de dedicação da Prefeitura, que essas casas não saíram. O que não falta são bons terrenos, como os que a Prefeitura desapropriou”, disse Luizinho Sorriso.

“Lamentamos que o município não tenha recebido a devida atenção do governo federal em relação à faixa 1 do Minha Casa, Minha Vida. Temos que unir forças e cobrar do Governo Federal um olhar diferenciado”, disse Thiago Damaceno.

Faixa 2 – Bomtempo lembrou que também vem atuando para possibilitar a construção de unidades na faixa 2, voltada para quem ganha entre R$ 2.350 e R$ 3.600. A Prefeitura já concedeu incentivos fiscais para obras de construção de três grandes empreendimentos no segundo distrito, que totalizam 814 unidades habitacionais. Os conjuntos residenciais Cenário de Monet, Bosque de Montreal e Palmeiras do Prado serão construídos em Corrêas, como parte do Programa Moradia e Cidadania, desenvolvido pela Prefeitura, por meio da Secretaria de Habitação. Outros três projetos que estão em análise pelo Grupo de Análise de Empreendimentos, criado pelo prefeito Rubens Bomtempo, devem ser aprovados ainda nos próximos meses.

Ministério das Cidades anunciou o reinício das obras na quinta-feira (24). Caixa, agora, vai chamar a empresa para assinatura do contrato

O ministro das Cidades, Bruno Araújo, anunciou hoje (24/11) a retomada das obras para construção de 760 unidades habitacionais no Vicenzo Rivetti. O pedido havia sido feito ao ministro pelo prefeito Rubens Bomtempo, durante reunião na semana passada em Brasília, após as chuvas que provocaram um grande desplacamento de terra e rochas na Rua Uruguai, no Quitandinha. Na ocasião, o prefeito lembrou que as intervenções estão paradas há um ano e meio, desde que a construtora selecionada pela Caixa Econômica Federal em chamada pública abandonou o canteiro de obras, e recebeu do ministro a garantia de que a suplementação dos recursos, necessária à retomada do contrato, seria publicada até o fim do mês, possibilitando, enfim, a contratação de nova empresa para a realização do empreendimento.

“Lutamos muito para que essas obras fossem retomadas. Desde a paralisação das intervenções cobrávamos a substituição da empresa e a continuidade dos trabalhos. Temos na cidade muita gente esperando por essas casas. Se o cronograma inicial tivesse sido cumprido, hoje o Conjunto Habitacional do Vicenzo Rivetti já poderia estar pronto”, lembrou o prefeito Rubens Bomtempo, que esteve no Ministério das Cidades e na Caixa Econômica Federal diversas vezes durante este período, participando de reuniões e cobrando a retomada das obras, que foram abandonadas com apenas 15% das intervenções concluídas.

Após a publicação da suplementação de recursos, o próximo passo será a Caixa Econômica Federal chamar a empresa já aprovada para retomar as obras para a assinatura do contrato. “Vamos continuar trabalhando para que as intervenções sejam reiniciadas o quanto antes e que o novo cronograma seja cumprido. Este é o mais importante empreendimento habitacional do município e permitirá sensível redução no déficit habitacional da cidade”, disse Bomtempo. Segundo informações divulgadas pelo Ministério das Cidades, em todo o Brasil serão retomadas as obras para construção de 7.127 unidades habitacionais que estavam paralisadas na faixa 1 do programa Minha Casa, Minha Vida. Ao todo, 16 municípios de nove estados serão beneficiados.

O ministro Bruno Araújo lembrou que a retomada das obras deverá também fomentar a economia das cidades. “Vamos retomar obras que estavam paralisadas e significavam um grande prejuízo de dinheiro público. Assim, queremos criar mais empregos, ativar a economia e principalmente manter vivo o sonho da casa própria. O governo afastado deixou mais de 60 mil obras paralisadas. Já conseguimos diminuir para 33.887 unidades e a nossa meta é zerar esses números nos próximos meses, com uma boa governança e transparência”, disse o ministro.

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