Segunda, 19 Julho 2021 - 10:44

Secretaria de Meio Ambiente e ReBio Araras fazem orientações sobre circulação de onças pardas

As imagens de uma onça-parda em plena Estrada da Saudade, na madrugada desta sexta-feira (16), chamou a atenção dos petropolitanos e preocupou ambientalistas. Isso porque, como ela estava fora de seu habitat natural, que é a mata, acidentes poderiam ter sido registrados, já que é um animal selvagem de médio porte, sem convívio com humanos.

Como forma de orientar a população sobre como agir no caso de avistamento de um animal do tipo, as equipes da ReBio Araras e da Secretaria de Meio Ambiente, prepararam uma orientação com os procedimentos que devem ser adotados. “Uma das primeiras medidas no caso avistamento é acionar o Corpo de Bombeiros, que já está sobreaviso”, explica uma integrante da Secretaria de Meio Ambiente.

De acordo com Erika Melo, chefe da ReBio Araras, a onça-parda é um animal de hábito solitário e noturno e, no Brasil, não existe registro de ataques a humanos. “Elas tendem a fugir. A única situação de atenção é quando está cuidando dos filhotes, o que é comum entre outros animais, inclusive nós humanos”, frisa.

A orientação é que as pessoas, se avistarem uma onça parda, deem espaço para o animal escapar, não se aproximem ou agridam. É importante manter o contato visual, falar alto e firme e levantar os braços para parecer maior. Os especialistas dizem que nunca devemos dar as costas ao animal.

Já os moradores das áreas onde o animal foi avistado podem adotar algumas medidas: se possível, instalar sensores de presença com acionamento de luz por movimento; manter animais domésticos ou de criação presos à noite, em locais iluminados ou próximos às residências; deixar rádio ou outro aparelho sonoro ligado próximo ao local de avistamento.