Prorrogação da parceria com a instituição foi conquistada a partir de decisão judicial

A Secretaria de Educação continuará com a parceria com o Colégio Anglicano de Araras. O pedido de prorrogação do convênio foi solicitado à Vara da Infância e Juventude com anuência do Ministério Público. De acordo com a decisão, revelada durante uma audiência nesta quinta-feira (02.08), o juiz da Vara da Infância e Adolescência, Alexandre Teixeira, e a Secretaria de Educação continuará a parceria com a instituição de ensino até dezembro de 2018.

“Para garantir o atendimento dos alunos, a Secretaria de Educação solicitou a prorrogação do contrato, através da interveniência do Ministério Público e Vara da Infância e Juventude. A unidade é importante para a comunidade, diante da quantidade de alunos e todos os esforços foram feitos para que as aulas fossem mantidas e o ano letivo assegurado”, explica a secretária de Educação, Samea Ázara.

No final de ano ocorrerá um novo chamamento público para firmar parcerias com o município e a expectativa é de que o Anglicano participe do chamamento. 

Parceria foi pedida judicialmente para garantir as aulas

Em 19 de maio de 2017, a Secretaria de Educação publicou no Diário Oficial um chamamento público na modalidade termo de colaboração para o atendimento de alunos da Rede Pública Municipal, obedecendo à Lei federal 13.019 de 2014, bem como o decreto municipal 064/17, que estabelece novas regras para a efetivação de parcerias.

A proposta apresentada pela direção do Colégio Anglicano de Araras não obedeceu às diretrizes estabelecidas pelo chamamento – o valor per capita solicitado por aluno era muito maior do que o município paga às demais unidades parceiras do município, o que inviabilizou a renovação com o Colégio Anglicano de Araras.

Mas, para não prejudicar os alunos da rede pública que são atendidos na unidade, a Secretaria de Educação assinou um termo de parceria com o Colégio Anglicano – no dia 2 de fevereiro de 2018 - conforme decisão judicial proferida pela Vara da Infância e Juventude, com a interveniência do Ministério Público. O termo de parceria tinha vigência até o dia 31 de julho e agora está renovado.

Pintura, adequações nos banheiros infantis e colocação de telas de segurança. Essas são algumas melhorias que estão sendo realizadas pela Secretaria de Educação no CEI Primeira Infância, localizado na Rua Buarque de Macedo, no Centro Histórico. Nesse ano, o espaço atenderá 60 crianças, matriculadas na educação infantil, do 2º ao 5º período.

Essa é mais uma escola que está recebendo melhorias antes do início do ano letivo. O investimento em reformas nesse mês será de R$ 300 mil em 20 unidades escolares. Aos poucos, a cidade vai conseguir realizar as melhorias necessárias na rede municipal de Educação.

Além da pintura e adequações nos banheiros, a obra inclui a reforma completa da parte elétrica e do telhado, para acabar com os problemas de infiltração.

Nesse início de ano, 20 escolas serão contempladas com reformas. Os espaços serão preparados para atender 3.770 alunos no início do ano letivo, marcado para começar no dia 5 fevereiro. A previsão é de que R$ 2,5 milhões que estão previstos no orçamento sejam utilizados para grandes obras em outras 20 escolas ao longo do ano. Em 2017, mesmo com as dificuldades orçamentárias, a Secretaria de Educação promoveu reformas em 19 escolas, com o uso de R$ 150 mil.

As obras nas demais unidades escolares como EM Geraldo Ventura Dias, EM Herminia Matheus (que vai virar Centro de Educação Infantil) e EM Ana Mohammad começarão nos próximos dias.

Documento foi elaborado pelo Departamento de Educação e retrata o perfil, papel e atuações do mediador-estagiário na rede municipal

Com a intenção de estabelecer diretrizes para a atuação do mediador-estagiário pedagógico no espaço educacional, a Secretaria de Educação elaborou um manual com as orientações necessárias para os estagiários que atuam na rede auxiliando os alunos com deficiência. O documento foi apresentado para a equipe técnica da Secretaria de Educação durante um encontro realizado nessa quinta-feira (14.12) no Centro de Referência em Educação Inclusiva João Pedro de Souza Rosa – CREI. Atualmente, 160 estagiários, matriculados nos cursos de pedagogia, psicologia e licenciaturas, realizam esse tipo de trabalho. Eles são responsáveis pelo apoio pedagógico ofertado a 1.100 alunos que estudam nas escolas municipais no sistema de inclusão.

De acordo com o Departamento de Educação Especial, responsável pela elaboração do documento, a “mediação escolar” é uma prática recente e, portanto, ainda não conta com uma vasta bibliografia que ajude a definir seus norteadores, parâmetros e objetivos. O conceito de mediação na Educação Especial vem sendo constituindo por meio de experiências e reflexões em alguns países da Europa e, mais recentemente, no Brasil a partir da implementação da Política Nacional da Educação Especial na Perspectiva Inclusiva, promulgada no ano de 2008.

O enfoque do manual está fundamentado nos direitos humanos e é favorável à educação inclusiva de qualidade que satisfaça as necessidades básicas de aprendizagem e que enriqueça a vida dos educandos. “O trabalho norteará o trabalho desses mediadores-estagiários nas escolas da rede. É um passo importante para a rede municipal que já desempenha um trabalho muito eficiente no atendimento aos alunos da inclusão. O documento será distribuído nas escolas e ficará disponível no site da prefeitura, para que as famílias também possam conhecer as atribuições desse estagiário”, explicou o secretário de Educação, Anderson Juliano.

Os mediadores-estagiários são responsáveis pelo apoio pedagógico das crianças, auxiliando os alunos a criar suas próprias ferramentas para usufruir do espaço da escola de forma independente, possibilitando a vivência e experiência de autonomia. Eles são a ponte entre o aluno e suas relações: professores, colegas e o próprio aprender.

“Esse documento começou a ser elaborado em 2016, a partir da devolutiva dos próprios estagiários. Foi elaborado por várias mãos e a intenção é de que toda a rede tenha acesso a ele. Agradeço muito toda a equipe da educação especial que se dedicou na elaboração do manual, traduziram o conhecimento teórico e mostram a importância da existência desse tipo de norteador”, explicou a diretora do Departamento de Educação Especial da Secretaria de Educação, Bianca Caetano.

“É um amparo para esses jovens. Mais uma vez o município se mostra a frente de tantos outros, preocupado coma formação e com a melhor comunicação entre os que atuam nas escolas da rede. É um suporte inovador e será importante inclusive, para pesquisas futuras”, disse a diretora do Departamento de Educação Infantil, Rachel Leão.

De acordo com a subsecretária de Educação, Marcia Palma, esse documento é um diferencial da rede. “O objetivo é o de levar conhecimento não só para os estagiários, mas também para os professores e para as famílias”.

Há no manual explicações de como a medição é realizada no ambiente escolar, seleção e contratação dos estagiários pelas unidades escolares e as atribuições dos estagiários, além das fichas do plano de estágio não obrigatório e relatório de estágio.

A Secretaria de Educação mantém, no período das férias escolares, o atendimento aos responsáveis pelos estudantes para a emissão de declarações e documentos relativos às escolas, além de históricos escolares para matrícula em unidades estaduais ou particulares. O atendimento no Departamento de Inspeção Escolar, funciona de segunda a sexta-feira, de 8h às 17h, na R. da Imperatriz, 193 - Centro. Por dia, cerca de 50 pessoas recorrem ao serviço.

A inspeção escolar atende pais e responsáveis com dúvidas sobre o funcionamento de unidades escolares também. Os setores da Secretaria de Educação estão funcionando normalmente nesse mês de janeiro, preparando inclusive o início do ano letivo, em 5 de fevereiro.

Ao longo do ano, o setor de Inspeção Escolar acompanha o trabalho pedagógico das escolas da rede e o processo de autorização para funcionamento das unidades que atendem educação infantil da rede particular.

O calendário oficial 2018 foi divulgado pela Secretaria de Educação e publicado no Diário Oficial do dia 28 de dezembro. As datas orientam o funcionamento das instituições de ensino de Petrópolis – particulares e públicas. O início do ano letivo será no dia 5 de fevereiro e término, no dia 21 de dezembro.

O planejamento leva em consideração a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), Lei Federal nº 9.394 de 20 de dezembro de 1996, que prevê a obrigatoriedade de, no mínimo, 200 dias letivos de aulas em todas as unidades escolares. A lei determina uma carga horária anual mínima de 800 horas, a serem distribuídas durante esses dias, o que resulta em, pelo menos, quatro horas diárias de trabalho escolar.

Nos dias 1º e 2 de fevereiro, as equipes das escolas estarão nas unidades escolares preparando os espaços para o início do ano letivo

Questões sobre língua portuguesa e matemática serão respondidas por 9.627 alunos

A prova Petrópolis será aplicada nos nessa sexta-feira (23) e no sábado letivo (24) nas escolas da rede municipal de educação para os alunos matriculados no 2º ano, 4º ano e 8º ano do ensino fundamental  da Rede Municipal Petrópolis e do 2º ano do ensino médio (Liceu Municipal Prefeito Cordolino Ambrósio). A expectativa é de que 9.627 alunos participem da avaliação que tem como objetivo estabelecer estratégias pedagógicas por meio do levantamento de dados sobre o ensino das escolas municipais. As orientações sobre a aplicação da avaliação foram apresentadas para os diretores das escolas da rede municipal nessa quinta-feira (22.03), durante reuniões realizadas no Liceu Carlos Chagas.

Os alunos responderão questões nas áreas de Língua Portuguesa e Matemática, aferindo o domínio das competências e das habilidades básicas previstas para cada ano de escolaridade a partir da Matriz de Referência do Sistema de Avaliação da Educação Básica – SAEB.

“Os professores e diretores das escolas já conversaram com os alunos e explicaram a eles que a prova servirá para que sejam elaborados planos de trabalhos específicos para cada unidade, de acordo com o resultado. Não será feito ranking das escolas e, sobretudo, não será feita divulgação dos resultados porque não é esse o objetivo. Queremos fazer um diagnóstico da rede e auxiliar as equipes gestoras com relação ao planejamento anual, respeitando, sempre, a particularidade de cada escola”, disse a secretária de Educação Interina, Samea Ázara.

De acordo com a Secretaria de Educação, a aplicação de instrumentos de avaliação que permitam o diagnóstico e a intervenção apropriada na realidade educacional, no que diz respeito à redução das desigualdades existentes, bem como à correção de distorções está prevista na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional nº 9.394/96. A prova foi criada em 2011, no entanto, não houve registro de aplicação da prova nos anos de 2013 e 2015. A intenção é de que a Prova Petrópolis volte a ser aplicada a cada dois anos, sempre no ano anterior ao de realização da Prova Brasil, exame que compõe o Sistema de Avaliação da Educação Básica.

Após a entrega dos resultados pelas unidades escolares, a Secretaria de Educação, por meio do Grupo de Trabalho da Prova Petrópolis, analisará os dados obtidos na compilação apresentada pelos coordenadores responsáveis pela aplicação da prova nas Unidades Escolares. Os resultados serão apresentados pela Secretaria de Educação a cada unidade escolar e deverão ser utilizados exclusivamente como subsídio para o trabalho pedagógico e reorientação das ações para a melhoria do ensino. A Secretaria de Educação fará um relatório final com os resultados gerais da avaliação e dados de desempenho das escolas da Rede. Os resultados serão compartilhados com cada equipe gestora das unidades escolares.

“Acho que a Prova Petrópolis é superimportante para as escolas. Porque através do resultado, a equipe gestora pode repensar suas práticas, segundo o diagnóstico apontado. Todos juntos, professores, diretores e funcionários podem trabalhar juntos para a escola. Conversamos com os alunos sobre a prova e eles se mostraram animados. Expliquei a eles que, com o resultado, vamos traçar planos e metas para a nossa escola”, afirmou Tatiana Mattos, diretora da EM Vereador José Fernandes.

 

Auxiliar as equipes gestoras de cada escola na resolução dos problemas pedagógicos. Com essa intenção, o Departamento de Ensino Fundamental da Secretaria de Educação realizou nas últimas semanas, doze encontros com os diretores e orientadores das escolas da rede municipal de ensino.

Os encontros ocorreram no polo de Educação em Itaipava, na Casa da Educação e no Centro de Referência em Educação Inclusiva (CREI). No começo do ano, as diretoras preencheram um questionário sobre as dificuldades de cada escola no que diz respeito ao processo ensino-aprendizagem dos alunos. Os relatórios foram apresentados para a equipe do Departamento de Ensino Fundamental que elaborou um plano de trabalho com ações institucionais voltadas para a melhor aprendizagem de todos os alunos.

O plano de ação mostra a importância do comprometimento de toda equipe gestora de cada escola com o processo de aprendizagem. “A Educação deve ser trabalhada em conjunto. Além de resolver as questões administrativas relacionadas à gestão do espaço escolar, os diretores e orientadores devem ficar atentos ao fortalecimento das questões pedagógicas”, explicou a diretora do departamento, Carla Alessandra.

Uma das preocupações é com a progressão de ensino e de aprendizagem. “Essa atividade foi um desdobramento do processo de formação dos orientadores que instituímos na rede nesse ano. A intenção é a de reforçar a indicação da definição do que deve ser aprendido em cada ano de escolaridade, destacando que a meta da Secretaria de Educação é a de alfabetizar todos os alunos ainda no primeiro ano do ensino fundamental. Estamos apontando os melhores caminhos e, em agosto, seguiremos com a segunda etapa que vai acompanhar o que foi feito nas escolas pelas equipes gestoras após esse direcionamento”, apontou Marcela Paixão, integrante da equipe de formação.

A última sexta-feira (27/09) foi dia de premiação para os 34 alunos vencedores da Maratona Escolar da Cidade de Petrópolis 2013. O evento aconteceu na Universidade Católica de Petrópolis (UCP) durante todo o dia e reuniu cerca de 200 pessoas, entre alunos das 70 instituições participantes, pais e professores.

Novecentos estudantes dos 5° e 9° anos da rede municipal, estadual e particular da cidade participaram da maratona, que consistiu na realização de provas de português, matemática, história e geografia de Petrópolis, nos dias 11 e 12 de setembro, no Liceu Municipal Cordolino Ambrósio. Segundo a secretária de Educação, Mônica Freitas, os exames objetivaram incentivar os estudantes a aprimorarem seus conhecimentos.

“Para a Secretaria de Educação, todos os alunos que participaram da Maratona são vencedores. Estão todos de parabéns”, declarou Mônica Freitas durante a entrega dos troféus aos vencedores. Ela também agradeceu aos professores que participaram da elaboração das provas e aos familiares dos estudantes. “A integração entre as famílias e as escolas é que vai fazer com que possamos formar cidadãos mais conscientes”, completou.

Os alunos vencedores das maiores notas (100 em matemática) foram: Lucas Linhaus do Nascimento, do 5° ano, Escola das Comunidades Santo Antonio e Alexandre Soares Algott, do 9° ano, Colégio de Aplicação da UCP.

Segue a lista das escolas vencedoras da Maratona Escolar:


5º ANO

Português:

4º lugar = 181 pontos – E. M. Bataillard

3º lugar = 195 pontos – E. Santa Rita de Cássia

2º lugar = 218 pontos – E. M. Robert Kennedy

1º lugar = 221 pontos – Colégio Padre Corrêa

Matemática:

4º lugar = 261 pontos – E. Santa Luiza de Marillac

3º lugar = 262 pontos – E. M. Nilo Peçanha

2º lugar = 265 pontos – CEPEC

1º lugar = 273 pontos – Escola das Comunidades Santo Antonio

História:

4º lugar = 208 pontos – E. M. Dr. Rubens de Castro Bomtempo

3º lugar = 216 pontos – CEPEC

2º lugar = 234 pontos – E. Santa Luiza de Marillac

1º lugar = 238 pontos – E. M. Robert Kennedy

Geografia:

4º lugar = 231,3 pontos – E. Santa Luiza de Marillac

3º lugar = 232,2 pontos – E. P. da Alcobaça

2º lugar = 247,0 pontos – CEPEC

1º lugar = 256,4 pontos – E. São Judas Tadeu

9º ANO

Português:

4º lugar = 204 pontos – E. M. Augusto Pugnaloni

3º lugar = 212 pontos – Colégio de Aplicação da UCP

2º lugar = 219 pontos – E. M. Dr. Rubens de Castro Bomtempo

1º lugar = 229 pontos – Liceu Municipal Prefeito Cordolino Ambrósio

Matemática:

4º lugar = 224 pontos – E. M. Dr. Rubens de Castro Bomtempo

3º lugar = 240 pontos – Liceu Municipal Pref. Cordolino Ambrósio

2º lugar = 251 pontos – Colégio de Aplicação da UCP

1º lugar = 275 pontos – Colégio Padre Corrêa

História:

4º lugar = 206 pontos – E. P. Nossa Senhora da Glória

3º lugar = 217 pontos – Liceu Municipal Prefeito Cordolino Ambrósio

2º lugar = 219 pontos – Colégio de Aplicação da UCP

1º lugar = 244 pontos – Colégio Padre Corrêa

Geografia:

4º lugar = 190,7 pontos – Colégio de Aplicação

3º lugar = 190,7 pontos – Colégio Padre Corrêa

Desempate: Dissertação = Padre Corrêa (80 pontos), Aplicação (67 pontos)

2º lugar = 227,0 pontos – CEPEC

1º lugar = 232,2 pontos – E. M Dr. Rubens de Castro Bomtempo

94 escolas participarão da iniciativa, que tem como meta melhorar a alfabetização de alunos com dificuldade no aprendizado

Instituído pelo Ministério da Educação com o objetivo de fortalecer e apoiar técnica e financeiramente as unidades escolares no processo de alfabetização de estudantes regularmente matriculados nos dois primeiros anos do ensino fundamental, o Programa Mais Alfabetização será implantando na rede municipal de Petrópolis este ano. Noventa e quatro escolas foram selecionadas para participar da ação, que consiste em oferecer apoio técnico aos professores responsáveis por essas classes com a disponibilização de um assistente de alfabetização.

A meta da gestão é melhorar fisicamente as escolas e CEIs e usar todo o tipo de programa com recursos federais garantindo qualidade no ensino para que aluno tenha boa formação.

Reuniões estão sendo realizadas com as diretoras das escolas selecionadas para falar sobre o assunto. “A Secretaria de Educação vai selecionar, em parceria com os diretores, os assistentes de alfabetização que deverão atuar por um período de cinco ou dez horas semanais, para cada turma de 1º e 2º anos. O assistente deve auxiliar o trabalho do professor alfabetizador, conforme o seu planejamento, para fins de aquisição de competências de leitura, escrita e matemática por parte dos estudantes”, disse a secretária Interina de Educação, Samea Ázara.

De acordo com o programa, os assistentes contarão com avaliações diagnósticas e formativas, disponibilizadas no sistema de monitoramento do MEC. Avaliações serão aplicadas aos estudantes em períodos específicos, com o objetivo de monitorar o desenvolvimento da aprendizagem nos dois primeiros anos do ensino fundamental.

De acordo com o MEC, o investimento do programa em todo o Brasil é de R$ 200 milhões e a expectativa é atender a 4,2 milhões de alunos em aproximadamente 200 mil turmas espalhadas pelo Brasil. O repasse será via Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE). Não há vínculo empregatício. Os candidatos a assistente devem, obrigatoriamente, passar por um processo de seleção elaborado pelos municípios.

A coordenadora do Programa no município, Vivian Portilho, enfatiza que este programa agrega as ações de acompanhamento e formação já iniciadas no município. “Com essa ação a cidade avança qualitativamente no que tange o fortalecimento das políticas públicas para alfabetização”.

O programa Mais Alfabetização faz parte da Política Nacional de Alfabetização, lançada pelo MEC em 2017 para combater a estagnação dos baixos índices registrados pela Avaliação Nacional de Alfabetização. O conjunto de iniciativas terá investimento total de R$ 523 milhões.

Tiradentes, o mártir da Inconfidência Mineira, era o apelido de quem? O dobro de 120 dividido por três é igual a quanto? Essas e outras perguntas movimentaram 152 alunos do 4° e 5° ano do Ensino Fundamental da rede municipal de ensino da cidade na tarde desta terça-feira (2/07). O evento da Prefeitura aconteceu na Universidade Católica de Petrópolis (UCP), leva o nome de Gincana Petropolitana do Saber e visa estimular e valorizar o conhecimento adquirido em sala de aula, de forma interativa, lúdica e criativa.
“Os alunos trocam experiências e aprimoram seus conhecimentos gerais. Aproximamos as escolas que têm o mesmo conteúdo programático. Estimulamos o senso crítico e a cidadania”, explicou a secretária de Educação, Mônica Freitas.
Responsáveis pela organização da gincana, as professoras Deise Goettnauer e Maria Cecília Duarte Nahm, da Divisão de Desenvolvimento Cultural da Secretaria de Educação, sortearam as escolas para que fossem formados grupos de quatro alunos cada. As perguntas eram projetadas em um telão e o grupo que soubesse as respostas levantava uma placa com a letra correspondente à escolha.  
“O projeto foi desenvolvido na gestão passada do prefeito Rubens Bomtempo, ficou parado por quatro anos e agora estamos retomando”, afirmou a secretária. Ela completa: “Nós queremos trazer os alunos, as diretoras e os professores para perto da secretaria. Estamos retomando todos os bons projetos que não foram devidamente valorizados nos últimos quatro anos”.
Para a subsecretária de Educação, Rosilene Ribeiro, a gincana é uma forma de estimular o conhecimento em diferentes formatos. “Os jovens aprendem de diversas maneiras. Nas salas de aula e também em atividades lúdicas como esta. Nesta gincana, eles vão brincando, aprendendo e também mostrando o que sabem”, concluiu.
A diretora do Instituto Congregacional de Petrópolis, Raquel de Souza Santos conta que além das quatro crianças escolhidas para representar o 4° e 5° ano do Ensino Fundamental da escola,  estiveram presentes as “mães corujas” que fizeram questão de acompanhar os filhos: uma professora, uma orientadora pedagógica e mais cinco alunos que participaram da “torcida”. “Adorei esse projeto porque ele estimula a independência das crianças, elas ficam mais espertas, participativas”, disse Raquel. Porém, a diretora ressaltou que antes de levar seus alunos para a gincana fez questão de conversar com eles para que entendessem que o mais importante não é vencer. “Esse é um momento produtivo, minha preocupação é que as crianças venham para participar, se divertir e não se frustrar, caso percam a competição”, disse.
Segundo a diretora da escola Oswaldo da Costa Frias, Eliane Rose Santos, as crianças nunca estiveram tão empolgadas. “A gincana estimula a aprendizagem de uma maneira divertida. Eles têm um motivo a mais para estudar e para mostrar os conhecimentos que estão acumulando”, comemorou.
Nesta quarta-feira (3/07) será a vez dos alunos do 6° e 7° ano de 33 escolas. O evento acontecerá na UCP às 13h30 e durará a tarde inteira. Os vencedores ganham troféus e medalhas. 

A Secretaria de Educação vai promover uma Audiência Pública para revisar o Plano Municipal de Educação. O encontro será realizado no dia 12 de dezembro, às 9h, na Casa dos Conselhos Augusto Ângelo Zanatta. Estão convidados a participar da audiência, o Conselho Municipal de Educação, professores das redes municipal, estadual e particular, além de estudantes.

O objetivo é o de fazer a adequação necessária no plano no que diz respeito ao número de metas, uma exigência do MEC. O Plano Nacional da Educação, Lei 13.005 de 25 de junho de 2014, estabelece 20 metas que devem ser cumpridas pelo município até 2025. Já o Plano Municipal de Educação, Lei 7.334 de 23 de julho de 2015, estabeleceu apenas 12 metas.

Essa adequação é necessária para que sejam definidas 20 metas no Plano Municipal de Educação. É importante a colaboração de todas as pessoas envolvidas com a educação do município, que buscam a promoção de políticas públicas para a área. São metas que estabelecem objetivos a médio e longo prazo que precisam de um acompanhamento.

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