Os professores têm, neste ano, mais uma oportunidade de aprender sobre prevenção de desastres naturais para repassar esse conhecimento aos estudantes em sala de aula. Estão abertas as inscrições para o II Curso de Capacitação para Professores em Defesa Civil – uma realização da Prefeitura em parceria com a plataforma Pauta Online (www.pautaonline.com.br). O curso é mais um passo que a Prefeitura dá para a inclusão da Defesa Civil no currículo da rede municipal de ensino, conforme definido por decreto do prefeito Rubens Bomtempo de 2014.

As inscrições vão até o dia 4 de julho pelo site da Prefeitura: www.petropolis.rj.gov.br. O curso terá carga horária de 25 horas e será realizado pela internet entre os dias 4 de julho e 15 de agosto. Podem se inscrever professores de toda a rede municipal de ensino. Quem concluir o curso, que é gratuito, receberá certificado da Secretaria de Proteção e Defesa Civil e da Secretaria de Educação.

“Essa curso é emblemático para a Defesa Civil, porque demonstra a importância dada pela Prefeitura à questão da prevenção de desastres naturais, já que busca trabalhar essa cultura desde cedo, com as crianças e os adolescentes. Além disso, a medida mostra a importância da iniciativa privada nesse processo, porque o curso somente foi possível com o envolvimento da plataforma Pauta Online, que presta esse serviço ao município de forma voluntária, gratuitamente”, disse o secretário de Proteção e Defesa Civil, Rafael Simão.

A Defesa Civil contou com o apoio da plataforma Pauta Online nesses dois anos de curso à distância. Por essa plataforma, os professores da rede municipal fazem todo o curso, acessando o conteúdo de qualquer lugar, seja no computador, tablet ou celular, sem a necessidade de downloads ou instalações. A CEO da Pauta Online, Marcilene Scantamburlo, explicou porque quis ajudar a Defesa Civil disponibilizando a plataforma gratuitamente ao município.

“A nossa motivação é contribuir para que esse conhecimento possa ser replicado, nesse trabalho de conscientização sobre essa questão de áreas de risco. E a nossa forma de ajudar é essa. Um curso presencial não poderia atingir tantas pessoas, porque exige infraestrutura, muitos profissionais envolvidos e horários fixos. Nesse curso online, a pessoa pode fazer a qualquer hora”, disse Marcilene Scantamburlo.

O curso é dividido em quatro módulos: Conceitos Básicos em Proteção e Defesa Civil; Ciclo de Redução de Riscos de Desastres (RRD); Ações de Proteção e Defesa Civil; e Plano de Ação e Segurança Escolar (Pase). O curso será desenvolvido através de fóruns de discussão, avaliações, biblioteca complementar, indicação de sites referentes aos assuntos abordados, apresentações e propostas pedagógicas para serem aplicadas em sala de aula.

Decreto 622 – A presença da Defesa Civil em sala de aula foi regulamentada em 2014, com o decreto 622, do prefeito Rubens Bomtempo, que incluiu no currículo escolar da rede municipal a temática da prevenção de desastres naturais. Desde então, os professores vêm passando por uma série de capacitações para que possam trabalhar os conceitos da Defesa Civil junto aos alunos.

Professores da rede municipal têm até a próxima segunda-feira (10/8) para se inscrever no curso à distância sobre Defesa Civil oferecido pela Prefeitura. As inscrições devem ser feitas pelo site da Prefeitura – www.petropolis.rj.gov.br. O curso será realizado pela internet, de 12 de agosto a 20 de novembro, com uma carga horária de 25 horas e é gratuito. Quem concluir o curso receberá certificado da Secretaria de Educação e da Secretaria de Proteção e Defesa Civil.

A proposta do curso é que os professores aprendam os conceitos básicos de Defesa Civil para que possam desenvolver, em sala de aula, atividades com a temática da prevenção de desastres naturais. “Assim, os professores formarão cidadãos mais conscientes do seu papel para deixar Petrópolis mais segura no verão, quando são comuns as fortes chuvas. Para avançarmos cada vez mais na prevenção de desastres das chuvas no município, é preciso mudar a nossa cultura, com cada cidadão entendendo que tem sua responsabilidade nesse processo”, disse o secretário de Proteção e Defesa Civil, Rafael Simão.

O curso faz parte da inclusão da Defesa Civil no currículo da rede municipal de ensino – uma medida tomada pelo prefeito Rubens Bomtempo no fim de 2014. O objetivo é que os professores trabalhem em sala a importância de medidas que cada morador de Petrópolis deve tomar, como fazer o descarte correto do lixo, colocar calha no telhado, não construir de forma irregular, consertar vazamentos no seu terreno, seguir as orientações das sirenes do Sistema de Alerta e Alarme, procurar um local seguro sempre que começar a chover forte, entre outras. “Quando formos ao Japão, que é uma referência internacional de Defesa Civil, vimos na prática que lá as crianças aprendem desde cedo a fazer a sua parte para reduzir os riscos. E lá os riscos são muitos maiores, como os de terremoto, por exemplo. Em Petrópolis, os principais riscos são os de deslizamentos e inundações. Precisamos trabalhar essa questão na escola, que é onde os nossos cidadãos são formados”, disse o secretário Rafael Simão.

O curso é dividido em quatro módulos: Conceitos Básicos em Proteção e Defesa Civil; Ciclo de Redução de Riscos de Desastres (RRD); Ações de Proteção e Defesa Civil; e Plano de Ação e Segurança Escolar (Pase). O curso será desenvolvido através de fóruns de discussão, avaliações, biblioteca complementar, indicação de sites referentes aos assuntos abordados, apresentações e propostas pedagógicas para serem aplicadas em sala de aula.

Mais 80 educadores que atuam em Centros de Educação Infantil participaram do 3º grupo de formação “Aprendizagem que parece diversão - prática dinâmica e adaptável”, promovido pelo Departamento de Educação Infantil da Secretaria de Educação. O objetivo é o de destacar a importância das atividades físicas nos primeiros anos da escolaridade. Os encontros ocorreram nesta semana na Universidade Estácio de Sá.

A formação conta com três encontros e atividades práticas: “Apresentação e Contextualização Desenvolvimento e Aprendizagem Motora”, “Desempenho Motor na Infância - Atividades Práticas” e “Medidas e Avaliação Psicomotora e de Desempenho Motor”.

Os encontros foram ministrados pelo professor e mestre em Educação, Luiz Michelotti. Serão 12 horas de curso. “A criança desenvolve em todas as fases e por isso que estimular as atividades desde os primeiros anos é tão importante e tem reflexos positivos para essas crianças em outras fases da escolaridade”, afirmou o professor.

“A formação vai atender a um grupo de 26 creches. Durante o ano cada formação terá três encontros e atenderá três educadores por CEI e aos que atendem as escolas de tempo integral”, explicou a diretora do Departamento de Educação Infantil, Simone Malheiros.

Alimentos plantados pelos estudantes são consumidos no CREI

O projeto “Horta Sustentável” do CREI – Centro de Referência em Educação Inclusiva João Pedro de Souza Rosa – foi ampliado neste fim de ano com o plantio de novas mudas. O espaço também passou a contar com sistema de irrigação. Os 40 alunos que participam da oficina de culinária ajudam na manutenção do espaço, na colheita e provam os alimentos que são preparados durante as aulas.

Nesse ano foram plantadas mudas de alface roxa, crespa e romana, além de rúcula, tomate cereja, abobrinha italiana, berinjela, pepino, jiló, salsa e cebolinha, couve e os temperos tomilho, manjericão, sálvia e alecrim.

Uma vez por semana os alunos ajudam na limpeza e reposição das mudas. A empresa Irrigar – Sistemas de Irrigação auxiliou o professor responsável pelo projeto, Vitor Pizzi, com a implantação de um sistema de irrigação. A empresa também doou um substrato pronto  para fortalecer a horta. As mangueiras utilizadas na horta também foram doadas pela Aki Tem Material de Construção.

“Este sistema nos auxiliou muito. Ficou mais fácil garantir a distribuição de água em todos os canteiros. Tudo o que colhemos desde o início do ano foi utilizado nas aulas de culinária. A mudança comportamental dos alunos foi notável. Eles adoram a horta e o contato com a terra. Têm o prazer de levar para as aulas. Também tentamos mostrar para eles o valor de cada alimento. Utilizando as receitas conseguimos trabalhar o português e ao pesquisarmos a origem de cada alimento, falamos sobre geografia. É uma atividade muito abrangente e que tem nos mostrado grandes resultados”, afirma Vítor Pizzi.

As aulas de culinária ocorrem às segundas e quartas-feiras. Para o próximo ano, um novo projeto: a implantação de um jardim vertical com ervas medicinais. “Vamos aproveitar os espaços e fazer com que os alunos participem cada vez mais deste projeto”, conta Vitor.

O aluno Tiago Coelho, de 32 anos, estuda na E.M Paulo Freire e tem deficiência intelectual. Ajudante do professor Vítor na horta, ele diz que aprendeu a plantar várias coisas. “Aprendi a comer melhor também. Eu adoro a horta”, afirma.

 “O trabalho com a horta é uma ferramenta potente para a aprendizagem dos alunos. Por meio desta atividade, eles aprendem as relações que existem entre as coisas, relações de história, relações de forma e relações de função”, afirma a diretora do Departamento de Educação Especial, Bianca Caetano.

No Centro de Referência em Educação Inclusiva João Pedro de Souza Rosa, no contraturno, de atividades extracurriculares, os alunos têm atividades como dança, teatro, música, capoeira, esporte adaptado, gastronomia e informática. O local funciona também como centro permanente de capacitação dos professores para a educação inclusiva.

Ação da UNICEF (Fundo das Nações Unidas para a Infância) e UNDIME (União dos Dirigentes Municipais de Educação) através de parceria entre a Secretaria de Saúde, Assistência Social e Educação, o programa Busca Ativa Escolar tem como objetivo promover a inclusão social e erradicação da evasão escolar. O programa possibilita que municípios e estados consigam dados concretos que possibilitam planejar, desenvolver e implementar políticas públicas que contribuam para a inclusão nas escolas e é justamente para trocar informações e experiências sobre o programa que será realizado na próxima sexta-feira (17.05), às 9h30, na Casa da Educação Visconde de Mauá, um seminário com a participação dos comitês gestores dos seis municípios do Estado do Rio que fazem parte do Polo 3 do Programa Busca Ativa Escolar.

Participarão do seminário integrantes dos comitês das cidades: Itaboraí, Belford Roxo, Teresópolis, Petrópolis, Rio das Ostras e São João de Meriti.

O Programa auxilia os governos na identificação, registro, controle e acompanhamento de crianças e adolescentes que estão fora da escola ou em risco de evasão.

“O alerta é dado quando é notado um possível caso de evasão escolar. Quando o aluno começa a faltar, prontamente os agentes envolvidos no processo já buscam informações sobre o caso e começam a investigar as causas do problema e de que forma as secretarias podem ajudar as famílias”, explica Ana Paula Valle, responsável pelo Departamento de Inspeção Escolar da Secretaria de Educação e gestora do Comitê Petrópolis.

Até o momento, por causa do Busca Ativa Escolar em Petrópolis, já foram registrados 35 casos de (Re) Matricula, ou seja, casos em que os alunos já se encontram matriculados e estão em observação para que se mantenham na unidade escolar.

O encontro será ministrado pela gestora do Polo 3 do programa, Roberta Castro.

Como funciona o programa:

Todo o processo do Busca Ativa Escolar pode ser feito pela internet e a ferramenta pode ser acessada em qualquer dispositivo, como computadores de mesa, computadores portáteis, tablets, celulares (SMS) e smartphones. No Busca Ativa Escolar, cada secretaria ou grupo têm um papel específico, que vai desde a identificação de uma criança ou adolescente fora da escola até a tomada das providências necessárias para a matrícula e a permanência do aluno ou aluna na escola. Os diretores alimentam os dados dos alunos e realizam o monitoramento de frequência regularmente. Decorrido um ano e não tendo sido constatado problema com a criança ou o adolescente (re)matriculado, o caso recebe o estado Concluído. Caso seja verificada a evasão, o caso recebe o estado Fora da escola.

A próxima terça-feira (13/8) será dia de Amigos do Zippy, um programa da Associação pela Saúde Emocional de Crianças (ASEC) e do Instituto HSBC Solidariedade, em parceria com a Secretaria de Educação. O projeto, que objetiva o desenvolvimento da saúde emocional de crianças entre seis e sete anos, promoverá nesse dia a palestra Falando de Morte com a Criança, às 8h, no Theatro Dom Pedro, para professores da rede municipal.  

Zippy é o personagem mascote do programa, um inseto muito simpático. Desenvolvido na Inglaterra, o Amigos do Zippy é aplicado pelos próprios professores em sala de aula e busca ensinar, de maneira lúdica, as crianças a conviver com as diferenças, respeitar o próximo e desenvolver habilidades para lidar com os próprios sentimentos. O programa está sendo implantado em 18 escolas da rede municipal, envolvendo 56 professores.

A palestra de terça-feira será ministrada pela psicóloga do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP) e membro do Laboratório de Estudos sobre a Morte (LEM), também da USP, Elaine Alves. O objetivo é oferecer um espaço de reflexão sobre como falar de morte com crianças e resgatar uma abordagem mais leve sobre o tema.

“Os alunos estão aprendendo a reconhecer e nomear seus sentimentos, a buscar formas positivas para lidar com eles quando não estão bem. Aprendem a escolher em quem confiar, fazer amizades e reconciliar-se com os amigos, comunicar problemas, pedir e oferecer ajuda. Atualmente, eles estão desenvolvendo habilidades de resolução de conflitos”, explicou a responsável pela Assessoria de Psicologia Escolar, da Secretaria de Educação, Marta Ribeiro Lyrio.

Na próxima etapa do programa, o assunto será “mudanças”. “Esse é um dos temas mais importantes, pois é em ocasiões de mudança que muitos adultos se desestruturam. Toda mudança implica em alguma perda e nenhum de nós gosta de perder algo – ainda mais quando não tem volta. Mas saber lidar com perdas promove nossa saúde emocional”, disse Marta Lyrio.

A Prefeitura de Petrópolis investe na formação continuada para os profissionais da rede municipal de educação e já qualificou mais de 700 professores, educadores, pessoal de apoio e estagiários da Educação Infantil, Ensino Fundamental e Educação Especial. A valorização do profissional da educação é uma marca do prefeito Rubens Bomtempo que em um ano também realizou o enquadramento de 857 servidores conforme prevê o Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS) da categoria.

“Estamos qualificando o profissional tanto para atuar na sala de aula quanto para o envolvimento e a abordagem com as famílias”, explicou a subsecretária de Educação Infantil, Rosilene Ribeiro. O ciclo de palestras será realizado ao longo do ano e o objetivo é atingir o maior número de profissionais da rede. Nas ações da assessoria de psicologia para a Educação Infantil, por exemplo, 500 professores, educadores, orientadores e diretores participaram da formação que teve como principal finalidade trazer um novo olhar sobre o cuidado diante de si mesmo e em relação ao outro, orientar sobre o processo de adaptação desde ao acolhimento ao desenvolvimento dos alunos da Educação Infantil, além de promover uma reflexão do papel do educador como agente de transformação da sociedade.

Já a qualificação dos profissionais que atuam no primeiro segmento do Ensino Fundamental (primeiro ao quinto ano) está voltada para três grandes frentes de trabalho: Programa Nacional pela Alfabetização na Idade Certa; Reformulação da Proposta Curricular e a Formação dos Orientadores Escolares. “Promover o aprimoramento do professor e oferecer condições para a troca de experiências. A qualidade da educação tem esses pilares”, enfatizou a subsecretária.

Educação Especial – Petrópolis é polo regional para a Educação Especial e vem se destacando na formação dos profissionais que atuam na rede e em cinco municípios. Só neste mês de abril realizou dois cursos para qualificação de professores para atuação em Salas de Recursos Multifuncionais (SRMs); além disso, também desenvolveu projetos como o “Olhar com os Olhos” e “Brincar é Coisa Séria”, em que mais de 120 profissionais foram capacitados tanto para atuar com os alunos quanto para a realização de atendimento às famílias.

O programa Escola Resiliente, criado pelo prefeito Rubens Bomtempo e desenvolvido em 18 escolas municipais, promoveu nesta semana debates e atividades com professores, funcionários e estudantes sobre a construção da participação do jovem nas tomadas de decisões. A ideia é fomentar o protagonismo dos alunos para que eles possam, em um segundo momento, contribuir para a redução de desastres naturais em Petrópolis – objetivo principal do programa Escola Resiliente.

Desde que o prefeito Rubens Bomtempo incluiu, em dezembro de 2014, a Defesa Civil no currículo escolar da rede municipal, por meio do decreto 622, a Prefeitura vem atuando em três frentes para que os conceitos de prevenção de desastres naturais sejam trabalhados em sala de aula: a capacitação de professores pela internet, que está com inscrições abertas no site da Prefeitura (www.petropolis.rj.gov.br); a capacitação presencial dos professores de mais de 100 unidades, realizada mensalmente pela Defesa Civil; e o programa Escola Resiliente.

“O jovem não tem condição de ajudar a transformar a cidade em relação à redução de risco de desastres se não tiver uma noção de protagonismo. Por isso, temos que falar antes sobre a construção da participação do jovem nas tomadas de decisões. Também vamos falar sobre meio ambiente para, depois, abordar a redução de desastre em si”, disse o coordenador do programa Escola Resiliente, Rodrigo Xavier.

A cada mês, o programa reúne em três polos – Centro, Quitandinha e Itaipava – professores, funcionários e estudantes de 18 escolas – seis por polo – para trabalhar uma temática referente à redução de desastres naturais. A proposta é que o grupo que participou leve as atividades para a sala de aula dos oitavos anos dessas unidades, multiplicando esse conhecimento. Dessa forma, o programa chega direta e indiretamente a cerca de 540 alunos.

Estudante do 8º ano do Liceu Municipal Carlos Chagas Filho, Caíque Farias de Oliveira, de 13 anos, gostou de participar das atividades do programa Escola Resiliente. Sobre os desastres naturais – tema principal do programa –, Caíque disse que se preocupa com as queimadas. “Achei bem legal. Aprendi coisas diferentes, que eu nem sabia que existiam. Eu me preocupo com as queimadas, porque gosto muito de animais. E a queimada é catastrófica, porque destrói as florestas, que deixam a cidade bela”, disse.

Sessenta e um professores da rede municipal de ensino receberam o certificado de formatura do programa Amigos do Zippy, em evento realizado na noite da última quinta-feira (5/12), no salão da Paróquia de São Judas Tadeu, na Mosela. O programa foi desenvolvido em 2002 por um grupo multidisciplinar de especialistas ingleses, com o objetivo de auxiliar o desenvolvimento emocional de crianças. No Brasil, o programa é promovido pela Associação pela Saúde Emocional de Crianças (ASEC) e pelo Instituto HSBC Solidariedade e, em Petrópolis, conta com o apoio da Prefeitura, por meio da Secretaria de Educação.    

A solenidade de formatura contou com a participação do vice-prefeito, Luiz Fernando Vaz, representando o prefeito Rubens Bomtempo e da subsecretária de Educação, Rosilene Ribeiro, além de representantes do Juizado da Infância e Juventude de Petrópolis, da ASEC e do Instituto HSBC Solidariedade.    

Para a secretária de Educação, Mônica Freitas, o curso, que durou de abril a novembro, rendeu bons resultados: “É uma iniciativa que propõe trabalhar a questão do equilíbrio emocional do aluno, utilizando um trabalho criativo, que garante a construção do conhecimento de uma forma mais segura, independente e completa”, afirmou.

O Amigos do Zippy foi implantado em 19 escolas da rede municipal este ano, beneficiando mais de duas mil crianças entre seis e sete anos. A ASEC disponibiliza material didático e cursos de capacitação, para que os professores da rede possam realizar atividades lúdicas que visem o desenvolvimento da saúde emocional dos alunos.

Sobre o Zippy

Zippy é um inseto, personagem mascote do programa. Desenvolvido na Inglaterra, o Amigos do Zippy é aplicado pelos próprios professores em sala de aula e busca ensinar, de maneira lúdica, as crianças a conviver com as diferenças, respeitar o próximo e desenvolver habilidades para lidar com os próprios sentimentos.

O Amigos do Zippy foi desenvolvido em 2002 por um grupo multidisciplinar de especialistas, coordenado pela Befrienders International, uma entidade com sede em Londres (Inglaterra), com o patrocínio da empresa GlaxoSmithKline e a entidade Partnership for Children (PFC), abraçou o programa para expandi-lo internacionalmente.

Atualmente, o Amigos do Zippy vem sendo aplicado em 25 países, sendo que, no Brasil foi implementado pelo Centro de Valorização da Vida. Em 2004, a ASEC, entidade sem fins econômicos, que se dedica ao desenvolvimento e expansão de programas de Educação Emocional no Brasil, passou a conduzir o programa no país. A PFC é detentora dos direitos autorais do programa e a ASEC é sua representante exclusiva no território brasileiro.

Promovido pela Prefeitura por meio de uma parceria entre a Comdep e Secretaria de Educação, o programa Petrópolis Recicla premia amanhã (26/03) 60 escolas da rede municipal de ensino que participam do programa no recolhimento de garrafas pet e alumínio. O evento está marcado para as 10h, no Teatro Afonso Arinos, no Centro de Cultura Raul de Leoni.

Criado em 2005 pelo prefeito Rubens Bomtempo, o Petrópolis Recicla tem caráter pedagógico, ensinando aos alunos a importância da reciclagem para a preservação do meio ambiente. Os estudantes assumem a tarefa de ajudar na coleta seletiva e, semanalmente, levam para as escolas o material recolhido em casa. “Eles aprendem a importância da reciclagem e ganham consciência de que o lixo que produzem é responsabilidade de cada um deles”, explica a professora Maria Esmeralda Collares, coordenadora da Divisão de Educação Ambiental da Secretaria de Educação.

O trabalho dos alunos, além de contribuir para a formação de cidadãos mais conscientes, ainda prêmios em dinheiro. Os recursos são arrecadados pela Comdep, que vende as garrafas pet e de alumínio e repassa às escolas, levando em consideração a quantidade de material recolhido por cada uma delas. Além dessas quantias, as oito instituições de ensino que mais se destacam no programa recebem ainda premiações da Secretaria de Educação que variam entre R$ 1 mil e R$ 8 mil.

Além de introduzir por meio de estímulos e incentivos a adoção de hábitos, costumes, posturas e práticas socioambientais, o objetivo do programa é a sensibilização e conscientização, tendo a educação ambiental como principal base de cidadania.

Alvará Online - BANNER

Notícias por data

« Novembro 2019 »
Seg. Ter Qua Qui Sex Sáb. Dom
        1 2 3
4 5 6 7 8 9 10
11 12 13 14 15 16 17
18 19 20 21 22 23 24
25 26 27 28 29 30  

Alvará Online - BANNER

Casa dos Conselhos

DO

Cadastro da inscrição do IPTU para crédito da Nota Imperial

turispetro

iluminacao

balcao empregos

plano compras

portal transparencia

licitacao

Concursos

Casa dos Conselhos

ecidade

jrestaurativa

gabinete cidadania.fw

cpge

EOUVmunicipios

selo acesso_informacao.fw

Relatorio CMVP

cmv-logo