A Prefeitura recebeu na última terça-feira (15/4) representantes do  Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação (Sepe) para debater melhorias para a categoria. O sindicato apresentou uma pauta de reivindicações à secretária de Educação, Mônica Freitas, ao procurador
geral do município, Marcus São Thiago, e ao secretário de Administração, Henrique Manzani, que serão discutidas com o prefeito Rubens Bomtempo em reunião a ser marcada já para abril. O objetivo do prefeito é realizar uma série de encontros com o Sepe e buscar um entendimento para garantir mais avanços para os profissionais da educação do município de forma financeiramente responsável.

O prefeito Rubens Bomtempo não pôde participar da reunião porque estava no Rio assinando termo de cessão de terreno em Itaipava ao Detran para a construção de novo posto de vistoria. O Sepe pede redução da carga horária dos funcionários administrativos de 40 horas para 30 horas e que um terço da carga horária dos professores seja destinado ao planejamento de aulas.

A secretária Mônica Freitas lembrou que o governo Bomtempo descongelou em 2013 o Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS) da educação – uma lei que não vinha sendo cumprida pelo governo passado. Em setembro do ano passado, a secretaria de Administração e de Recursos Humanos deu início ao recadastramento dos servidores que solicitavam ser enquadrados no PCCS. Desde então, 1.065 processos foram analisados. Destes, 857 foram deferidos. A meta é chegar a mais de 1,3 mil processos encerrados nas próximas semanas.

Mônica lembrou também que a Prefeitura prorrogou o concurso público por mais dois anos para que mais aprovados possam ser convocados. Ela afirmou também que a Prefeitura está convocando mais 200 aprovados no último concurso.

A Secretaria de Educação iniciou nessa segunda-feira (29.05) a recuperação do telhado da Escola Municipal Amélia Antunes Rabelo, em Madame Machado. O serviço é necessário porque as telhas estavam soltas.

De acordo com a direção da escola o problema era antigo e se agravou por conta de ventos fortes. “A nossa preocupação é com a segurança dos alunos. Recuperamos o telhado da E.M Abelardo de Lamare, no Caxambu, refizemos a parte elétrica em Madame Machado, vamos dar uma atenção à E.M Amélia Antunes Rabelo. O levantamento de necessidades continua sendo feito e providenciaremos reparos emergenciais em escolas de outros bairros, como São Sebastião, ainda nessa semana”, explicou o diretor do setor de Obras e Transportes da Secretaria de Educação, Luiz Antônio Romão.

 A E.M Amélia Antunes Rabelo atende 320 alunos, da educação infantil ao 9º ano do ensino fundamental. “Estava muito preocupada com as crianças. Agora estou aliviada e bem mais tranquila”, afirmou a diretora Maria Aparecida de Abreu.

 

A Prefeitura deu início, na última terça-feira (6/11), à capacitação de professores e diretores de escolas municipais para que os netbooks do Programa Um Computador Por Aluno (Prouca) possam ser usados em sala de aula. A medida faz parte da reformulação do programa realizada neste ano pela Secretaria de Educação e pela Secretaria de Ciência e Tecnologia. Diferente do que foi feito em 2012, todos os alunos do 1º segmento do ensino fundamental – 1º ao 5º ano – do município terão acesso ao recurso, desta vez com um projeto pedagógico e sem custos de softwares. Já que os equipamentos são para uso didático, eles não poderão ser levados para casa.

As escolas receberão os netbooks gradativamente, à medida que a infraestrutura já comprada pelo município for entregue pelos fornecedores, como rede sem fio, acesso à internet e armários para o acondicionamento apropriado dos netbooks e para carregar as baterias.

No governo passado, os equipamentos foram entregues para estudantes de 29 escolas, do 1º ao 9º ano, sem um projeto pedagógico, acesso à Internet ou definição de uso. Com a reformulação realizada pelo atual governo, 131 escolas serão atendidas com 80 netbooks por unidade e uma reserva técnica de até três mil computadores, no caso de quebra ou manutenção.

“Em 2012, estes netbooks não foram usados como um recurso pedagógico consistente, mesmo porque os professores não foram treinados para esse novo projeto. Agora os computadores terão uma utilização com caráter pedagógico adequado, focado para o nível de escolaridade correspondente à capacidade do equipamento. Desta vez, o netbook não sairá da escola, desta forma estaremos preservando um patrimônio público. Além disso, o aluno vai utilizar o recurso com a presença dos professores. Aí, sim, o netbook passa a ser um recurso pedagógico eficiente dentro do processo de ensino e aprendizagem”, esclareceu a secretária de Educação, Mônica Freitas.

O pedido da compra dos 13,4 mil netbooks foi feito em dezembro de 2010. O governo federal estipulou o valor a ser pago por netbook, mas os custos foram do município. Já o pagamento de R$ 4,6 milhões e a entrega dos computadores aconteceram em 2012. A verba utilizada, no entanto, não foi do Prouca, mas sim do Salário Educação e do Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb). Além disso, a gestão passada contratou uma empresa para o fornecimento de software por apenas seis meses, de julho a dezembro de 2012, a um custo de R$ 392 mil.

Em dezembro de 2012, os 13,4 mil netbooks foram recolhidos dos alunos e em janeiro estavam nas escolas sem software. Nos primeiros meses do ano, a secretaria de Ciência e Tecnologia e a secretaria de Educação deram início à reformulação do programa: foi feito o inventário dos equipamentos - o que não tinha ainda acontecido-, registrando o número de computadores, em quantas escolas estavam e o estado de cada um deles. Desde abril, os netbooks estão acondicionados apropriadamente em um depósito da Prefeitura.

Treinamento para os diretores das escolas

Os diretores das 24 escolas da rede municipal que estão participando do projeto-piloto para receber os netbooks do Prouca passaram por um treinamento nesta terça-feira. O encontro foi realizado no Centro de Referência Tecnológica (CERT), no Bingen, e teve como pauta o UbuntUCA, um sistema operacional educativo baseado no Ubuntu, desenvolvido para os netbooks do Prouca.

“Nossa intenção é apresentar o aplicativo aos diretores das 24 escolas que receberão 80 netbooks, dois carrinhos para transportá-los e um roteador (AP Acess Point)”, explicou a gerente de tecnologia do departamento de Tecnologia Educacional da Secretaria de Educação, Ângela Motta.

Os netbooks contam ainda com jogos educacionais que apresentarão conteúdos de português e matemática para ajudar os professores a motivar seus alunos e complementar as explicações teóricas com atividades lúdicas.

“Queremos que os professores comecem a se habituar aos neetboks, saibam como eles funcionam, como funciona o sistema e qual a melhor forma de utilizá-los para complementar suas aulas. Essa será uma importante ferramenta para motivar os alunos”, afirmou Ângela Motta.

Para a diretora da Escola Municipal Luiz Carlos Soares, Maria Augusta Duarte, a implantação do programa deverá ser muito positiva. “Acho que os alunos ficarão muito motivados, o que vai facilitar o nosso trabalho. O UbuntUCA é de fácil utilização, penso que não haverá problemas, as crianças, mesmo as menores, poderão utilizá-lo sem grandes dificuldades.”

Uma proposta inovadora para o Mais Educação foi defendida pelo prefeito Rubens Bomtempo nesta manhã (9/4), ao inserir mais 15 escolas no programa do Governo Federal. Em evento direcionado às professoras e diretoras da rede municipal, Bomtempo lançou um novo perfil do "professor comunitário" constante do programa, com a abertura de vagas para profissionais aposentados da rede.

Durante a apresentação das 15 novas unidadesparticipantes, realizada no Theatro Dom Pedro, o prefeitoassinou o termo de parceria entre o Instituto de Previdência e Assistência Social do Servidor (Inpas) e a Secretaria de Educação para o fornecimento do banco de dados de todos os profissionais aposentados. Vinte e dois professores aposentados já responderam ao chamado e vão voltar às salas de aula para atuarem no Mais Educação.

“Queremos qualificar a escola, transformá-la num espaço de reaproximação da família e de melhoria da vida dos alunos. Isso só é possível com muito diálogo, troca de ideias, experiências e com uma efetiva participação de todos os envolvidos”, disse o prefeito Rubens Bomtempo, que agregou valor ao programa ao incluir a Secretaria de Esportes e Lazer. “Estamos prontos para assumir este desafio dentro das escolas utilizando o esporte como importante ferramenta de disciplina e transformação dos estudantes”, destacou o secretário Renato Freixiela.

No município, o Programa Mais Educação atenderá agora a 83 unidades. Mais de 8 mil alunos dos primeiro e segundo segmentos do Ensino Fundamental são inseridos nas ações para melhorar o ambiente escolar, tendo como base estudos desenvolvidos pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).

De acordo com a secretária de Educação, Mônica Freitas, a parceria da Prefeitura com o Governo Federal está baseada na crença de que integrar diferentes saberes, espaços educativos, pessoas da comunidade e conhecimentos é buscar uma aprendizagem significativa e mais cidadã. “Na reformulação do Mais Educação reunimos os professores, pois são os gestores que dão vida a este programa, que só tem entusiasmado os alunos”, disse Mônica.

Os recursos disponibilizados pela União para a realização do programa contemplam a manutenção dos monitores, a compra de material e kits pedagógicos, a adaptação dos espaços físicos e ainda o desenvolvimento de ações específicas para a realização de diversas atividades.

“Estou muito feliz de ver que esse governo pensa como nós, professores, em fazer a extensão da carga horária dos alunos na escola com qualidade. A expectativa é muito boa principalmente porque vamos conseguir ligar a sala de aula com as atividades do projeto aliando à realidade dos alunos daquela comunidade”, comemorou a diretora da Escola Municipal São José do Caetitu, Edinéa Valle de Mello.

Qualquer professor aposentado da rede que quiser participar do Mais Educação poderá procurar a Secretaria de Educação e se inscrever para o projeto.

Uma solenidade realizada nessa terça-feira (13.08) marcou a assinatura de convênio de renovação da parceria entre e UFF e o município de Petrópolis realizada no campus da universidade, no Quintandinha. O prefeito e o reitor da Universidade Federal Fluminense, Antonio Claudio Lucas da Nóbrega, reforçaram a cooperação entre a instituição e a prefeitura e anunciaram outras parcerias, como o incentivo à criação de projetos acadêmicos com soluções inovadoras elaborados por estudantes sobre os desafios enfrentados no município.

O convênio, com validade de 60 meses, prevê a realização de projetos acadêmicos do curso de graduação em Engenharia de Produção, da Escola de Engenharia da UFF. Os projetos deverão promover, com os estudantes, atividades de aprendizagem social, profissional e cultural, compatíveis com a disciplina que estiverem cursando, por meio da participação em situações reais da vida e do trabalho profissional.

Segundo o convênio, a prefeitura manterá a disponibilização de recursos humanos e materiais, em quantidade e qualidade, necessários à execução das atividades e continuará dando suporte no campus da UFF como o auxílio na limpeza do espaço, além de arcar com despesas como água e iluminação. A ideia é que os estudantes auxiliem o município na construção de projetos e soluções que são desafios como a questão das inundações em algumas regiões e da fraca conectividade em alguns pontos da cidade

“Esse é um momento importante para a UFF e para a cidade. Sempre fomos muito bem recebidos na cidade pela prefeitura. Esse é um campus pioneiro, estamos cumprindo com a nossa tarefa de formar profissionais atentos a necessidade do mercado e da sociedade. A UFF tem relação próxima com o desenvolvimento do Estado e estamos muito felizes com essa parceria. Agora, junto com auxílio da prefeitura, vamos estimular ainda mais a aproximação dos estudantes com as empresas da cidade”, contou Antonio Claudio Lucas da Nóbrega.

O campus da UFF foi a primeira universidade pública federal instalada na cidade. Toda a infraestrutura do campus foi montada pela Prefeitura de Petrópolis. A condição para a criação do curso foi a oferta, pela administração municipal, de toda a estrutura física necessária ao seu funcionamento, com o fornecimento de mobiliário, equipamentos, acervo de biblioteca e as reformas e adaptações necessárias a um curso de ensino superior.

Também participaram da solenidade o diretor do campus da UFF em Petrópolis, Anibal Alberto Vilcapoma Ignacio, professores e estudantes da UFF.

Quinta, 03 Outubro 2013 - 09:09

Prefeitura retoma enquadramentos da Educação

Por determinação do prefeito Rubens Bomtempo, a Secretaria de Administração retomou a avaliação dos enquadramentos do Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS) dos funcionários da Educação. A iniciativa atende a uma reivindicação da classe, que desde o início de 2012, na administração passada, aguardava por essa conquista.

Desta vez, 85 servidores que estavam com processos abertos  por progressão funcional, entre fevereiro e abril de 2012, foram enquadrados e já receberam os seus pagamentos com os novos padrões de vencimento na folha de pagamento de setembro de 2013.

“Quando assumimos a pasta, em janeiro deste ano, o número de processos funcionais parados era enorme. O prefeito imediatamente montou uma comissão para cuidar desses casos e diariamente está solucionando com responsabilidade a situação. Vamos manter a avaliação e garantir o enquadramento de todos os servidores da Educação”, disse o secretário de Administração e Recursos Humanos, Henrique Manzani.

O prefeito Rubens Bomtempo encaminhou nesta semana ao governador Luiz Fernando Pezão pedido para a retomada do Programa Municípios Eficientes, interrompido pelo Estado no início deste ano. A iniciativa visa garantir a plena implantação do Sistema de Gestão Escolar E-Cidade, iniciada no município no começo de 2014, depois de um termo de cooperação técnica entre a Prefeitura e a Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag), com a interveniência do Centro de Tecnologia da Informação e Comunicação do Estado do Rio de Janeiro (Proderj).

“O sistema trouxe para a nossa Rede Municipal de Ensino grandes avanços no gerenciamento, controle e avaliação do processo de gestão escolar. Queremos continuar avançando nesta área e, para isso, contamos com o apoio do governador para a manutenção desta parceria”, disse o prefeito Rubens Bomtempo ao entregar também abaixo assinado organizado pelas unidades escolares do município solicitando a continuidade do programa.

Das 167 escolas da rede municipal, 141 foram capacitadas e passaram a utilizar o sistema no segundo semestre do ano passado. “No fim de 2014, dos 38 mil alunos informados no Educacenso, 32 mil estavam matriculados e enturmados com o E-Cidade. Esse processo foi realizado em apenas três meses e contou com um grande esforço das nossas unidades que acreditavam no sistema como uma ferramenta de gestão escolar definitiva”, explicou a secretária de Educação Mônica Freitas.

Apesar da comunicação, no início de 2015, de que o serviço estava descontinuado, muitas escolas envolvidas ainda conseguiram utilizar o sistema. Para isso, a Secretaria de Educação disponibilizou dois profissionais para dar suporte às unidades, no entanto, o sistema foi implantado de forma incompleta.

Aproximadamente 100 alunos vão estudar o dia todo.
Número de vagas também aumenta para a Educação Infantil.

A Escola Municipal Abelardo de Lamare, localizada no Caxambu, vai contar com ensino em tempo integral em 2018. São 100 alunos do Ensino Fundamental I do 1º ao 5 º ano que vão estudar durante o dia todo e terão, ainda atividades pedagógicas, esportes, artísticas e culturais de forma integrada. A prefeitura vai aumentar ainda a oferta de vagas para a educação infantil – crianças até 5 anos - em 50%, oferecendo a oportunidade de ingresso na rede para outras crianças que moram na localidade. Já os 115 alunos do 6º ao 9º ano terão aulas na unidade Senador Mário Martins, que fica a cinco minutos da Lamare – 1,5 km - e o transporte desses alunos será ofertado pela Secretaria de Educação, em ônibus escolar próprio.

Com o ensino integral muda a rotina de aprendizado das crianças – entre 6 e 10 anos – na unidade. Além das matérias regulares haverá reforço escolar e atividades de esporte e cultura. Os alunos também terão mais uma refeição no dia e o ônibus escolar mais horários para o transporte dos estudantes.

Hoje apenas quatro escolas das 115 unidades da rede têm ensino integral, o que representa 3,5% das unidades. São 504 alunos apenas estudando o dia todo.  O desafio é aumentar a oferta do ensino integral e alcançar maior número de alunos.

Esta transformação está prevista no Plano Nacional de Educação, editado em junho de 2014 e com cumprimento atrasado em Petrópolis. “A mudança já deveria ser mais ampla para chegarmos a 2025 com a meta cumprida”, observa Anderson Juliano.  Também atendendo ao Plano Municipal de Educação, o ensino integral, em oito anos, precisa estar funcionando em 50% das escolas públicas.

Em específico na Abelardo de Lamare o município está levando uma oportunidade de mais vagas na educação infantil que é uma demanda da localidade e, ao mesmo tempo dando força ao ensino integral, que é uma meta da Educação na cidade, qualificando melhor a nossa base. Isso fortalece o ensino dos alunos matriculados do 1º ao 5º ano para que eles tenham um aproveitamento melhor no ensino fundamental II e ensino médio.

As mudanças foram apresentadas à comunidade escolar em uma reunião feita pela equipe técnica da Secretaria de Educação na última semana onde também foi colocado o desejo de reforma na unidade. A escola já recebeu obras emergências neste ano, como a reforma total do telhado e restauração da parte elétrica, mas vai passar por maiores intervenções.

A Prefeitura vai contratar temporariamente pessoal para exercer as funções de quem aderiu à greve anunciada pelo Sindicato Estadual de Educação na última quinta-feira. A intenção é garantir o pleno funcionamento da rede municipal de ensino e evitar prejuízos aos alunos e seus responsáveis. Levantamento realizado na manhã de ontem pela Secretaria de Educação mostrou que das 180 unidades de ensino do município, apenas um Centro de Educação Infantil (CEI) ficou fechado, mas houve faltas pontuais em outras instituições. O governo também confirmou que vai apurar as faltas de profissionais que estão em estágio probatório.

“Não vamos permitir que um pequeno grupo de profissionais atrapalhe o funcionamento da rede municipal de ensino impedindo que os alunos frequentem as aulas ou ainda que fiquem com o dia a dia comprometido por falta de pessoal. Estamos tomando essas medidas administrativas em respeito às famílias, aos estudantes e ainda a todos os profissionais que não aderiram à greve”, disse o secretário de Administração e Recursos Humanos, Henrique Manzani, ao lado da secretária de Educação, Mônica Freitas, durante encontro com mães do CEI Irmã Dulce na tarde desta segunda-feira (8/9), o único fechado por causa da greve.

Na ocasião, a secretária Mônica Freitas informou às mães que ainda esta semana o município contratará dois cozinheiros, um auxiliar de serviços gerais e ainda seis educadores para garantir a reabertura do CEI. “As 34 crianças atendidas neste espaço voltarão a ser acolhidas e as mães poderão voltar a ter a tranquilidade de ir para o trabalho sabendo que seu filho estará sendo bem cuidado. Todas as outras unidades que estiverem funcionando parcialmente também serão beneficiadas com essa contratação emergencial porque temos respeito pelas pessoas e responsabilidade”.

“Essa foi a melhor notícia dos últimos dias. Os meus dois filhos estão matriculados no CEI Irmã Dulce e, por causa das paralisações e, agora, da greve, não estava podendo trabalhar. Agora estou tranquila porque sei que a Prefeitura está do nosso lado e que os meus filhos voltarão para a sala de aula”, afirmou a costureira Luana Augusto da Conceição.

Técnicas agrícolas, ações sustentáveis e de preservação do meio ambiente. Esses são alguns dos temas que podem melhorar a produção agrícola, um dos setores de destaque na economia petropolitana: segundo dados do Censo Agro 2018 – o setor movimenta na cidade aproximadamente R$ 40 milhões por ano. E, pensando em fomentar a agricultura, fornecendo conhecimentos específicos para as famílias e incentivando a escolaridade, a Secretaria de Educação e o Departamento de Agricultura da Secretaria de Desenvolvimento Econômico estudam a programação de atividades específicas para estudantes da área rural. A ideia é que possam ser oferecidos para esses estudantes conteúdos que incentivem a criação de tecnologias que possam auxiliar a produção no campo, a elaboração de planos de negócios, o cooperativismo e técnicas agrícolas para diferentes produções.

A meta é fortalecer o ensino pedagógico dos alunos que acompanham as famílias na produção rural: atualmente, seis mil alunos estão matriculados nas 23 unidades escolares consideradas rurais na cidade.

Os estudos estão em andamento e a intenção é de formular uma política educacional que tenha continuidade.

Experiências em Nova Friburgo são inspiração

Como parte dos estudos acerca das comunidades escolares agrícolas, a secretaria de Educação realizou na última semana uma visita a duas escolas que mantém um atendimento diferenciado para estudantes da zona rural, em Nova Friburgo: são CEFFAS – Centros Familiares de Formação por Alternância – que utilizam a pedagogia da Alternância, sistema educativo surgido na França, em 1935 e que chegou no Brasil em 1968 – CEFFA Rei Alberto I e CEFFA CEA Rei Alberto I. A primeira é uma escola da rede municipal de Nova Friburgo que  atende 210 alunos no ensino fundamental e a segunda é uma escola da rede estadual que atende 150 alunos no ensino médio. As duas instituições contam com o auxilio administrativo e pedagógico do Ibelga – Instituto Bélgica.

Os CEFFAs funcionam em regime de alternância, ou seja, os alunos alternam períodos nas escolas e no meio sócio-profissional-familiar. “O trabalho é feito em conjunto e as famílias são participativas. Os alunos têm acesso a todas as matérias da grade curricular normalmente, ficam integralmente na escola e participam de atividades diferenciadas que abordam temas como formação familiar, zootecnia e técnicas de agricultura. É uma troca de saberes. Eles participam ativamente da rotina escolar, mas, também, aprendem técnicas que auxiliam as suas famílias”, explicou a diretora da CEFFA Rei Alberto I, Claudilene da Silva Scheles.

A escola, que foi criada há 25 anos, mudou a realidade da comunidade. “Observamos um campo mais desenvolvido, com o uso da tecnologia a favor da natureza e das famílias, diminuição do uso de agrotóxico, aumento na legalização dos agricultores porque na escola eles aprendem não só a respeitar o campo e como podem aumentar a sua produção, mas também que a área rural é muito rica e o trabalho tem o seu valor e deve ter continuidade”, explicou Nilson dos Santos, do Instituto Ibelga.

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