Como parte das ações da Vertente Educativa do Programa de Sensibilização Turística – Campanha #SomosTodosPetrópolis, lançado pela Prefeitura de Petrópolis, por meio da Fundação de Cultura e Turismo  em parceria com o Conselho Municipal de Turismo (Comtur), professores de HGPT/ET (História, Geografia e Turismo de Petrópolis e Educação para o Trânsito) da rede municipal de ensino farão uma visita técnica no Centro Histórico nesta quarta-feira, 29/7. Os 40 educadores que estão participando do Curso de Extensão “Formação de Docentes de HGPT/ET” promovido pelo CEFET/RJ – Campus Petrópolis, por meio do Curso de Bacharelado em Turismo, serão divididos em duas turmas, uma na parte da manhã e outra à tarde, e conduzidos pela turismóloga da FCTP e guia de turismo, Raquel Neves.


O objetivo da visita é compreender que neste espaço central vários pontos históricos e turísticos se convergem para o primeiro momento da identidade e memória local da cidade de Petrópolis. No roteiro, caminhada pela Rua do Imperador, Praça dos Expedicionários, Rua da Imperatriz, visita ao interior da Catedral, passagem pela Avenida Koeler com explicações dos casarios e personalidades que viveram naquelas residências, Praça da Liberdade com destaque aos acontecimentos históricos ali ocorridos e visita ao Museu Casa de Santos Dumont.

 

O Programa de Sensibilização Turística foi lançado pelo prefeito Rubens Bomtempo em março deste ano e integra o Plano Diretor de Turismo da cidade. Ele tem como tarefa despertar nos petropolitanos o sentimento de pertencimento e orgulho pela cidade, estimulando a cidadania e melhorando a receptividade aos visitantes e turistas. Entre as ações de sensibilização está a campanha #SomosTodosPetrópolis, que incentiva o uso da hashtag nas redes sociais para a divulgação da Cidade Imperial.

 

“O trabalho permanente de sensibilização junto aos jovens e professores certamente trará boas perspectivas para elevar o sentimento de cidadania e amor à Petrópolis, ajudando a preservar nosso patrimônio e percebendo que a população poderá ser a grande beneficiária da atividade turística”, disse Evany Noel, diretora de turismo da FCTP e presidente do Comtur.

 

O professor e coordenador do Curso de Extensão e também do Bacharelado em Turismo, Frederico Ferreira de Oliveira, explicou que a visita técnica é uma prática que visa ao encontro do conhecimento demonstrado durante as aulas do curso aos docentes, possibilitando a observação do ambiente físico, histórico, cultural e também arquitetônico de Petrópolis, a partir das inúmeras discussões feitas nas aulas teóricas. “O contato dos docentes-alunos com o espaço geográfico e também turístico visa a percepção e a sensibilização de que a atividade de turismo não é um elemento à parte da vida do petropolitano. O turismo se utiliza do espaço físico e sociocultural do petropolitano, que por sua vez presta serviços e comercializa diferentes bens para turistas e visitantes, demonstrando na prática que essas realidades estão unidas e em simbiose”, disse.

Uma parceria da Secretaria de Educação com a Associação pela Saúde Emocional de Crianças (ASEC) e com o Instituto HSBC Solidariedade possibilitou que 200 professores da rede municipal assistissem à palestra Falando da Morte com a Criança. O evento faz parte do programa Amigos do Zippy (da ASEC), foi realizado na manhã de hoje (13/8), no Theatro Dom Pedro e contou com a palestra da psicóloga do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP) e membro do Laboratório de Estudos sobre a Morte (LEM), também da USP, Elaine Alves.

A subsecretária de Educação, Rosilene Ribeiro afirmou, na abertura do evento, que a parceria com a ASEC é muito bem-vinda, pois o programa Amigos do Zippy possibilita auxiliar as crianças a lidar melhor com os seus sentimentos. “A escola é um espaço privilegiado para o fortalecimento dos afetos e da autoestima. Há dificuldades que todos nós temos; lidar com as perdas é difícil para todo mundo. Aqui os professores estão tendo oportunidade de vivenciar e refletir sobre eles mesmos para poder ajudar os alunos”, afirmou.

Em sua palestra, Elaine Alves abordou a importância de conversar com as crianças e explicar quando algum ente querido delas falece. “Dizer que a vovó está dormindo ou que foi viajar é ruim, porque a criança pode ficar procurando essa avó. É importante explicar o que de fato aconteceu. O sofrimento é necessário e deve ser permitido”, disse, ressaltando que muitas vezes a sociedade não permite que as pessoas sofram ou fiquem de luto, o que prejudica a recuperação emocional.

A presidente e fundadora da ASEC, Tânia Paris, explica que o programa Amigos do Zippy – um inseto, personagem que tem como amigos um grupo de crianças - foi criado na Inglaterra e começou a ser implementado no Brasil em 2004. Ao todo, são 41 cidades no país participando e Petrópolis é a segunda cidade do estado do Rio de Janeiro a receber o programa.

O Amigos do Zippy envolve 60 profissionais de educação (professores e coordenadores), de 18 escolas, totalizando 2.004 crianças com idades entre seis e sete anos, no município. A ASEC disponibiliza material didático e cursos de capacitação, para que esses professores possam realizar atividades lúdicas que visem ao desenvolvimento da saúde emocional dos alunos, uma vez por semana.

“Nós entendemos que é necessário investir na saúde emocional das crianças brasileiras, em prol de um mundo mais feliz. Crianças que aprendem a lidar positivamente com suas emoções certamente irão valer-se dessa habilidade em outras ocasiões ao longo da vida”, afirmou Tânia Paris.

A professora e psicóloga Marta Lyrio, que coordena a Assessoria de Psicologia Escolar da Secretaria de Educação, junto com Vanessa Senna, definiu a palestra como um momento de acolhimento para todos os professores, que lidam cotidianamente com as dificuldades emocionais dos seus alunos. “É importante desmistificar a morte, pois a vida é feita de perdas e ganhos. Todos ficaram muito emocionados, a palestra tocou em questões muito humanas, que comovem cada um de nós”, disse.

O korfebol entra, neste ano, definitivamente para a lista de esportes praticados nas escolas municipais. De origem holandesa, é praticado em conjunto por meninos e meninas, que usam as mãos para fazer passes e lançamentos. Neste mês, professores de Educação Física participaram da I Oficina de Diversidade da Prática Pedagógica – Korfebol, promovida pela Prefeitura. A intenção era capacitar o grupo a trabalhar com a modalidade, permitindo a troca de experiências e o compartilhamento de novas idéias.

A oficina, realizada no dia 11 de março no Sesc de Nogueira, deixou o korfebol ainda mais presente no dia a dia das equipes da rede municipal de ensino. De acordo com o professor Leandro de Azevedo, que trabalha com a professora Maria Elisa Badia - ambos da Divisão Esportiva da Secretaria de Educação - a apresentação da atividade esportiva despertou o interesse dos profissionais da educação.

No ano passado, alunos do segundo segmento do ensino fundamental (6º ao 9º ano) de seis escolas da rede de ensino (Liceu Municipal Carlos Chagas Filho, Escola Municipalizada Hercília Moret, Colégio Anglicano de Araras, Escola Municipal Fábrica do Saber, Escola Paroquial Bom Jesus e Escola Municipal Dr. Barros Franco) participaram das oficinas. “É a única modalidade esportiva mista (em jogos oficiais e campeonatos), ou seja, meninos e meninas jogam juntos no mesmo time. A implantação desse esporte visa promover cooperação e igualdade”, destaca Leandro, que também é responsável pelas aulas.

No JEMS de 2013, o esporte fez parte da programação como atividade de apresentação. Este ano, por orientação do prefeito Rubens Bomtempo, o koferbol  entra, de fato como um desporto que fará parte da disputa entre as escolas. “Petrópolis é a primeira cidade do Brasil a desenvolver o korfebol nas escolas”, comemoram os professores Leandro Azevedo e Maria Elisa Badia.

O projeto, da Secretaria de Educação, está sendo implantado em parceria com a Secretaria de Esportes e Lazer e, de acordo com o secretário Renato Freixiela, o objetivo é diversificar cada vez mais as modalidades esportivas em Petrópolis. “Além disso, o Korfebol estimula a socialização muito mais do que outras modalidades esportivas e está sendo muito bem aceito nas escolas”, disse Freixiela.

O Theatro Dom Pedro ficou lotado nesta segunda-feira (11/5) para a abertura do Festival de Artes e Leitura. Professores da rede municipal acompanharam as palestras e shows do primeiro dia do evento que, até domingo (17/5), trará à cidade espetáculos de música, encontros de arte e pensamento, oficinas de criação artística, contação de histórias, brincadeiras, arte urbana, intervenções circenses, exposição de grafite, biblioteca comunitária e shows com artistas consagrados, tudo com entrada franca. O prefeito Rubens Bomtempo discursou na abertura do evento.

“Esse é um evento especial para Petrópolis, por ser um estímulo à leitura. Nesta semana, vamos poder fazer uma reflexão maior da cidade que nós queremos. Uma cidade, para poder crescer, tem que investir na pessoa humana, na sua alma. Será uma semana importante para Petrópolis, porque vai gerar reflexão, fomentar a consciência crítica”, disse Bomtempo.

A atriz, arte-educadora, compositora e escritora Bia Bedran, que realizou uma aula-show à tarde, falou sobre a importância do evento. “É uma semana em que todo mundo está trazendo o seu fazer. Haverá discussões e todos os encontros estarão muito fundamentados”, disse.

O evento é uma realização da ONG Casa Do Conhecimento. É co-realizado pela CEG – Gás Natural Fenosa, governo do Estado do Rio de Janeiro e Prefeitura de Petrópolis, por meio da Fundação de Cultura e Turismo e da Secretaria de Educação.  

PROGRAMAÇÃO – O Festival de Artes e Literatura terá atividades no Theatro D. Pedro, no Centro de Cultura Raul de Leoni e no Palácio de Cristal. Neste ano, haverá programação também nos distritos, no Parque Municipal Prefeito Paulo Rattes. Lá estão previstas apresentações de contadores de história (dias 16 e 17), oficinas de criação artística (dias 16 e 17) e shows com Felipe Depolli (dia 15, às 19h), Zélia Duncan (dia 15, às 21h), Anna Hannickel (dia 16, às 19h), João Bosco (dia 16 às 21h) e Bia Bedran (dia 17, às 17h). No dia 16 haverá, ainda, a mostra Roda Viva, das 10h às 16h, com apresentações circenses, exposição de grafite, biblioteca comunitária, entre outras ações.

No Centro também haverá atividades, incluindo apresentações musicais de Cristina Braga - com participação especial de Ricardo Medeiros – Bossamba e Luciano Santiago (dia 12, às 19h, no Theatro Dom Pedro), Toninho Horta - com participação especial de Lena Horta – e Duo Altus (dia 13, às 19h, no Palácio de Cristal). Gabriel, o Pensador também marcará presença no evento, falando sobre “Arte e Cidade” (dia 14, às 19h, no Theatro Dom Pedro). Haverá atividades também, na semana do festival, com a presença de nomes como Daniel Azulay e  Lúcia Fidalgo, entre outros.

As inscrições para as oficinas de Criação Artística, que serão realizadas no Centro de Cultura Raul de Leoni, estão sendo feitas na Casa da Educação Visconde de Mauá ou pelos telefones: 2246-8677 ou 2246-8659.

A programação completa pode ser conferida no site www.casadoconhecimento.org.br.

As experiências, ações e desafios da inclusão de alunos diagnosticados com autismo foram assuntos abordados durante o primeiro encontro da formação "O autista e a inclusão: conversação e docência", iniciativa da Secretaria de Educação em parceria com a Universidade Federal Fluminense, UFF, através da psicóloga, professora e doutora Maria Angélica de Mello Pisetta. A formação ocorreu na última segunda-feira (13.05) no Liceu Municipal Prefeito Cordolino Ambrósio e contou com a participação de mais de 70 profissionais.

Segundo Maria Angélica, que já atuou na rede municipal de Educação, a troca de informações sobre o tema é muito importante, já que hoje é possível identificar os traços do autismo nos primeiros anos de escolaridade. A profissional está à frente do projeto de extensão e pesquisa “Autismo e escola: escuta psicanalítica aplicada a grupos de professores e educadores de autistas na educação infantil”.

“Um dos objetivos da pesquisa que está sendo realizada é o de documentar o que está sendo feito na educação brasileira como intervenção pedagógica com os alunos que têm esse diagnóstico. Através dessa troca podemos identificar ações específicas, impasses e soluções”, disse Maria Angélica, que é professora adjunta da Faculdade de Educação e do Programa de Pós-educação da UFF, psicanalista, pós doutoranda em educação pela USP, pesquisadora do Observatório Internacional de Inclusão, Interculturalidade e Inovação Pedagógica e doutoranda em psicologia.

“Os autistas vivem uma realidade que nós só conhecemos de fora, mas, eles estão conseguindo narrar as suas experiências, histórias e dificuldades. Temos que estar atentos”, comentou Maria Angélica.

Os próximos encontros da formação ocorrerão nos dias 20 de agosto e 5 de novembro. Informações adicionais podem ser adquiridas através do email: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. .

O autismo, ou Transtorno do Espectro do Autismo (como foi tecnicamente denominado pelo DMS-5, o Manual de Diagnóstico e Estatística dos Transtornos Mentais) é um transtorno neurológico caracterizado por comprometimento da interação social, comunicação verbal e não-verbal e comportamento restrito e repetitivo. A rede municipal de Educação atende 212 alunos diagnosticados com autismo. Os estudantes são acompanhados pelo Departamento de Educação Especial da Secretaria de Educação. Oficinas extracurriculares também são oferecidas aos alunos no Centro de Referência em Educação Inclusiva João Pedro de Souza Rosa.

Até o dia 12 de julho os professores que atuam nas salas de recurso das unidades escolares da rede municipal de Educação podem participar da Semana de Formação no Contexto Inclusivo, promovida pelo Departamento de Educação Especial da Secretaria de Educação. Os encontros ocorrerão na Casa da Educação Visconde de Mauá e Centro de Cultura Raul de Leoni.

Nesta terça-feira (09.07) o tema abordado foi a “Inclusão escolar e autismo na educação infantil: a participação de alunos com autismo na construção de práticas pedagógicas em turmas de educação infantil”, ministrado pela professora Mestre Angelina Gabrielle Moreira.

“A inclusão é um desafio que envolve toda a escola em um movimento de aprendizagem. Os alunos autistas têm características próprias, como dificuldade na interação social e comportamento restrito e repetitivo, além da dificuldade na comunicação”, explicou Angelina, acrescentando que apesar de ser um desafio, a inclusão é possível e tem pode ter bons resultados.

“As especificidades do autista precisam ser respeitadas. Os professores precisam entender as características das crianças e, aos poucos, conhecendo o aluno, o professor descobre o que ele gosta, o que ele precisa e a melhor forma de comunicação”, disse.

A semana terá continuidade até o dia 12. “Os temas abordados contextualizam o olhar diferenciado e outras possibilidades de trabalho, trazendo abordagens sobre o autismo, a deficiência visual, a deficiência auditiva, a paralisia cerebral e estratégias como as brincadeiras inclusivas no contexto escolar”, explica a diretora do Departamento de Educação Especial, Bianca Paiva.

No primeiro encontro, realizado nessa segunda-feira (08.07) na Casa da Educação Visconde de Mauá, o tema foi “Adaptações curriculares para alunos com deficiência visual”, ministrado pela professora mestre Ângela Antelo.

Confira a programação:

10 de julho - 9h - Contribuições da psicomotricidade para crianças com paralisia cerebral - Professora Doutora Marcia Barçante Ladvocat -

Local: Centro de Cultura Raul de Leoni

11 de julho - 9h - Vivências Sensoriais - Professora Doutora Clévia Fernanda Sies

Local: Casa da Educação Visconde de Mauá

12 de julho - 9h - Libras na escola: ludicidade e diversão no processo de aprendizagem - professora mestre Nathália Quintella Suarez

Os professores têm, neste ano, mais uma oportunidade de aprender sobre prevenção de desastres naturais para repassar esse conhecimento aos estudantes em sala de aula. Estão abertas as inscrições para o II Curso de Capacitação para Professores em Defesa Civil – uma realização da Prefeitura em parceria com a plataforma Pauta Online (www.pautaonline.com.br). O curso é mais um passo que a Prefeitura dá para a inclusão da Defesa Civil no currículo da rede municipal de ensino, conforme definido por decreto do prefeito Rubens Bomtempo de 2014.

As inscrições vão até o dia 4 de julho pelo site da Prefeitura: www.petropolis.rj.gov.br. O curso terá carga horária de 25 horas e será realizado pela internet entre os dias 4 de julho e 15 de agosto. Podem se inscrever professores de toda a rede municipal de ensino. Quem concluir o curso, que é gratuito, receberá certificado da Secretaria de Proteção e Defesa Civil e da Secretaria de Educação.

“Essa curso é emblemático para a Defesa Civil, porque demonstra a importância dada pela Prefeitura à questão da prevenção de desastres naturais, já que busca trabalhar essa cultura desde cedo, com as crianças e os adolescentes. Além disso, a medida mostra a importância da iniciativa privada nesse processo, porque o curso somente foi possível com o envolvimento da plataforma Pauta Online, que presta esse serviço ao município de forma voluntária, gratuitamente”, disse o secretário de Proteção e Defesa Civil, Rafael Simão.

A Defesa Civil contou com o apoio da plataforma Pauta Online nesses dois anos de curso à distância. Por essa plataforma, os professores da rede municipal fazem todo o curso, acessando o conteúdo de qualquer lugar, seja no computador, tablet ou celular, sem a necessidade de downloads ou instalações. A CEO da Pauta Online, Marcilene Scantamburlo, explicou porque quis ajudar a Defesa Civil disponibilizando a plataforma gratuitamente ao município.

“A nossa motivação é contribuir para que esse conhecimento possa ser replicado, nesse trabalho de conscientização sobre essa questão de áreas de risco. E a nossa forma de ajudar é essa. Um curso presencial não poderia atingir tantas pessoas, porque exige infraestrutura, muitos profissionais envolvidos e horários fixos. Nesse curso online, a pessoa pode fazer a qualquer hora”, disse Marcilene Scantamburlo.

O curso é dividido em quatro módulos: Conceitos Básicos em Proteção e Defesa Civil; Ciclo de Redução de Riscos de Desastres (RRD); Ações de Proteção e Defesa Civil; e Plano de Ação e Segurança Escolar (Pase). O curso será desenvolvido através de fóruns de discussão, avaliações, biblioteca complementar, indicação de sites referentes aos assuntos abordados, apresentações e propostas pedagógicas para serem aplicadas em sala de aula.

Decreto 622 – A presença da Defesa Civil em sala de aula foi regulamentada em 2014, com o decreto 622, do prefeito Rubens Bomtempo, que incluiu no currículo escolar da rede municipal a temática da prevenção de desastres naturais. Desde então, os professores vêm passando por uma série de capacitações para que possam trabalhar os conceitos da Defesa Civil junto aos alunos.

Professores da rede municipal têm até a próxima segunda-feira (10/8) para se inscrever no curso à distância sobre Defesa Civil oferecido pela Prefeitura. As inscrições devem ser feitas pelo site da Prefeitura – www.petropolis.rj.gov.br. O curso será realizado pela internet, de 12 de agosto a 20 de novembro, com uma carga horária de 25 horas e é gratuito. Quem concluir o curso receberá certificado da Secretaria de Educação e da Secretaria de Proteção e Defesa Civil.

A proposta do curso é que os professores aprendam os conceitos básicos de Defesa Civil para que possam desenvolver, em sala de aula, atividades com a temática da prevenção de desastres naturais. “Assim, os professores formarão cidadãos mais conscientes do seu papel para deixar Petrópolis mais segura no verão, quando são comuns as fortes chuvas. Para avançarmos cada vez mais na prevenção de desastres das chuvas no município, é preciso mudar a nossa cultura, com cada cidadão entendendo que tem sua responsabilidade nesse processo”, disse o secretário de Proteção e Defesa Civil, Rafael Simão.

O curso faz parte da inclusão da Defesa Civil no currículo da rede municipal de ensino – uma medida tomada pelo prefeito Rubens Bomtempo no fim de 2014. O objetivo é que os professores trabalhem em sala a importância de medidas que cada morador de Petrópolis deve tomar, como fazer o descarte correto do lixo, colocar calha no telhado, não construir de forma irregular, consertar vazamentos no seu terreno, seguir as orientações das sirenes do Sistema de Alerta e Alarme, procurar um local seguro sempre que começar a chover forte, entre outras. “Quando formos ao Japão, que é uma referência internacional de Defesa Civil, vimos na prática que lá as crianças aprendem desde cedo a fazer a sua parte para reduzir os riscos. E lá os riscos são muitos maiores, como os de terremoto, por exemplo. Em Petrópolis, os principais riscos são os de deslizamentos e inundações. Precisamos trabalhar essa questão na escola, que é onde os nossos cidadãos são formados”, disse o secretário Rafael Simão.

O curso é dividido em quatro módulos: Conceitos Básicos em Proteção e Defesa Civil; Ciclo de Redução de Riscos de Desastres (RRD); Ações de Proteção e Defesa Civil; e Plano de Ação e Segurança Escolar (Pase). O curso será desenvolvido através de fóruns de discussão, avaliações, biblioteca complementar, indicação de sites referentes aos assuntos abordados, apresentações e propostas pedagógicas para serem aplicadas em sala de aula.

Mais 80 educadores que atuam em Centros de Educação Infantil participaram do 3º grupo de formação “Aprendizagem que parece diversão - prática dinâmica e adaptável”, promovido pelo Departamento de Educação Infantil da Secretaria de Educação. O objetivo é o de destacar a importância das atividades físicas nos primeiros anos da escolaridade. Os encontros ocorreram nesta semana na Universidade Estácio de Sá.

A formação conta com três encontros e atividades práticas: “Apresentação e Contextualização Desenvolvimento e Aprendizagem Motora”, “Desempenho Motor na Infância - Atividades Práticas” e “Medidas e Avaliação Psicomotora e de Desempenho Motor”.

Os encontros foram ministrados pelo professor e mestre em Educação, Luiz Michelotti. Serão 12 horas de curso. “A criança desenvolve em todas as fases e por isso que estimular as atividades desde os primeiros anos é tão importante e tem reflexos positivos para essas crianças em outras fases da escolaridade”, afirmou o professor.

“A formação vai atender a um grupo de 26 creches. Durante o ano cada formação terá três encontros e atenderá três educadores por CEI e aos que atendem as escolas de tempo integral”, explicou a diretora do Departamento de Educação Infantil, Simone Malheiros.

Alimentos plantados pelos estudantes são consumidos no CREI

O projeto “Horta Sustentável” do CREI – Centro de Referência em Educação Inclusiva João Pedro de Souza Rosa – foi ampliado neste fim de ano com o plantio de novas mudas. O espaço também passou a contar com sistema de irrigação. Os 40 alunos que participam da oficina de culinária ajudam na manutenção do espaço, na colheita e provam os alimentos que são preparados durante as aulas.

Nesse ano foram plantadas mudas de alface roxa, crespa e romana, além de rúcula, tomate cereja, abobrinha italiana, berinjela, pepino, jiló, salsa e cebolinha, couve e os temperos tomilho, manjericão, sálvia e alecrim.

Uma vez por semana os alunos ajudam na limpeza e reposição das mudas. A empresa Irrigar – Sistemas de Irrigação auxiliou o professor responsável pelo projeto, Vitor Pizzi, com a implantação de um sistema de irrigação. A empresa também doou um substrato pronto  para fortalecer a horta. As mangueiras utilizadas na horta também foram doadas pela Aki Tem Material de Construção.

“Este sistema nos auxiliou muito. Ficou mais fácil garantir a distribuição de água em todos os canteiros. Tudo o que colhemos desde o início do ano foi utilizado nas aulas de culinária. A mudança comportamental dos alunos foi notável. Eles adoram a horta e o contato com a terra. Têm o prazer de levar para as aulas. Também tentamos mostrar para eles o valor de cada alimento. Utilizando as receitas conseguimos trabalhar o português e ao pesquisarmos a origem de cada alimento, falamos sobre geografia. É uma atividade muito abrangente e que tem nos mostrado grandes resultados”, afirma Vítor Pizzi.

As aulas de culinária ocorrem às segundas e quartas-feiras. Para o próximo ano, um novo projeto: a implantação de um jardim vertical com ervas medicinais. “Vamos aproveitar os espaços e fazer com que os alunos participem cada vez mais deste projeto”, conta Vitor.

O aluno Tiago Coelho, de 32 anos, estuda na E.M Paulo Freire e tem deficiência intelectual. Ajudante do professor Vítor na horta, ele diz que aprendeu a plantar várias coisas. “Aprendi a comer melhor também. Eu adoro a horta”, afirma.

 “O trabalho com a horta é uma ferramenta potente para a aprendizagem dos alunos. Por meio desta atividade, eles aprendem as relações que existem entre as coisas, relações de história, relações de forma e relações de função”, afirma a diretora do Departamento de Educação Especial, Bianca Caetano.

No Centro de Referência em Educação Inclusiva João Pedro de Souza Rosa, no contraturno, de atividades extracurriculares, os alunos têm atividades como dança, teatro, música, capoeira, esporte adaptado, gastronomia e informática. O local funciona também como centro permanente de capacitação dos professores para a educação inclusiva.

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