Festa terá gastronomia e programação cultural com bandas e atividades para as crianças

O Moto Clube Águias de Cristo de Petrópolis comemora o primeiro aniversário da sede do clube na cidade, com evento que une programação cultural, gastronomia e atividades para as crianças, no dia 22 de setembro, na Praça da Águia, entre 10h e 21h. A comemoração, que deve reunir mais de 3 mil pessoas, vai contar com espaço gourmet com cinco foodtruck's, espaço kids, expositores, bandas e sorteios de brindes. Às 15h ainda acontece uma motociata pelas ruas do Centro Histórico e às 18h o “motoculto”, com escudamento de motociclistas.

Com o apoio da prefeitura, o evento tem entrada gratuita. A expectativa é de atrair não só petropolitanos, mas também turistas. Motociclistas vindos de outras cidades já estão confirmados para a comemoração. “É um evento para toda a família. E a maioria das pessoas é de fora. A expectativa é muito boa. Já estamos há dois anos atuando em Petrópolis, mas há um ano viramos sede do Clube e por isso estamos fazendo esse evento”, destaca o presidente clube na cidade, Luciano Enter.

O evento terá sua abertura oficial às 10h e logo em seguida, às 10h30, acontece uma atividade física coletiva. Mais tarde, o público vai poder contar com apresentação de dança, às 11h10; show de mágica às 12h; teatro e dança às 13h; e participação musical PIB Petrópolis às 14h. Depois da motociata, tem apresentação da Banda Nova Origem às 15h30; Banda Lammah às 16h30; e o motoculto com a participação musical de Shevarim às 18h, com escudamento fechando a programação.

Em Petrópolis, o Moto Clube Águias de Cristo tem prestado colaborações a diversos órgãos e entidades, em ações como, apoio à CPTrans,;ao Hospital Santa Teresa, na campanha Motociclista Sangue Bom, com doação de sangue; ao CapsPetrópolis, em campanha assistencial aos parentes dos internos;a Cruz Vermelha, em apoio à evento beneficente; além depedal noturno com distribuição de brinquedos para crianças carentes;entre outros.

Fundado em Friburgo, no ano de 2000, o Moto Clube Águias de Cristo Brasil é uma associação autônoma de motociclistas, sem fins lucrativos. O clube é um ministério evangelístico interdenominacional, tendo como objetivo servir de apoio às igrejas na missão de propagação do Evangelho de Cristo, sem vincular à “bandeira denominacional”.

O Moto Clube tem mais de 100 sedes no país, e mais de 20 núcleos (unidades em processo de formação de sede). São cerca de 5 mil membros.Além do Brasil, a instituição também conta com atividades em outros países, como Estados Unidos, Uruguai, Paraguai, Venezuela, Argentina e Portugal.

Representantes de diversas secretarias municipais, Petrópolis Convention & Visitors Bureau e empresários da cidade se reuniram na prefeitura, na tarde desta segunda-feira (17.09), para traçar ações em conjunto que visam trazer melhorias para a cidade e atrair turistas. Em tempos de crise econômica, o objetivo é somar forças entre iniciativa privada e o poder público. O encontro vai resultar em agendas de trabalho para assuntos específicos, como trânsito, calendário de eventos, entre outros.

A região de Itaipava ganhou destaque na reunião, inclusive com a apresentação da “marca” Itaipava, criada pelos empresários para divulgar o distrito, além de discussões em torno do Parque Municipal e das melhorias previstas para desafogar o trânsito. No encontro, a prefeitura falou sobre os avanços conquistados junto ao Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) para a recuperação e restauração da Estrada União e Indústria, com obra orçada em R$ 40 milhões.

É muito importante ouvir os empresários e criar ações em conjunto. A prefeitura acredita que as parcerias com a iniciativa privada são o caminho para o desenvolvimento do município e também, claro, do turismo.

“O intuito da reunião era pensar em ações que possam ajudar a desenvolver o turismo e os empreendimentos na cidade. Nós, como empresários, estamos tentando fazer a nossa parte e até mais. Se essa é uma cidade que vive do turismo, então temos que ser uma cidade turística e dar as mãos para seguir em frente”, frisa o presidente do Convention & Visitors Bureau, Samir El Ghaoui.

O encontro abordou assuntos em diversas frentes, como meio ambiente, que instalou placas de sinalização das cachoeiras e trilhas; fiscalização de posturas, que vem recolhendo panfletos distribuídos sem autorização e multando as empresas responsáveis; obras, que vem desenvolvendo projetos para mobilidade a região de Itaipava.

Na área de eventos, a proposta é de que o município e o Convention lancem em conjunto e com antecedência, o calendário oficial da cidade. “Esse é o caminho, a união. Temos aberto as portas da prefeitura para a iniciativa privada e isso tem dado muito certo, principalmente nos eventos”, explica Marcelo Valente, secretário da Turispetro. “Temos buscado parcerias e essa integração é fundamental. Temos agora um grande desafio, que é o Natal Imperial, e contamos muito com a iniciativa privada”, completa Leonardo Randolfo, a frente do Instituto Municipal de Cultura e Esportes (IMCE).

52 novos objetos e mais de 30 fotografias digitalizadas enriquecem acervo que ajuda a contar a história da colonização alemã em Petrópolis

O acervo do Museu Casa do Colono, como o seu mobiliário, os utensílios domésticos e de trabalho, além de documentos e diversos outros objetos ajudam os visitantes a entenderem melhor a maneira como viviam os colonos germânicos que ajudaram a construir a cidade. Parte deste acervo foi construído graças às doações de famílias de descentes que até hoje guardam objetos daquela época.Por isso, nesta quinta-feira (30.08), o museu prestou uma homenagem às mais recentes famílias que abriram mão de seus pertences em prol de perpetuarem a história. No total são 52 novos objetos e mais de 30 fotografias digitalizadas.

Os objetos doados, entre ferramentas de trabalho, fotografias e documentos escritos (como livros, caderneta e bíblias), indumentária, e utensílios domésticos como panelas, travessas, entre outros, que antes faziam parte de um acervo pessoal, particular, agora estão em exposição no museu. 

Entre os homenageados estava o aposentado Hilário Plum, que doou 33 objetos este mês à instituição. Parte do material já está em exposição e o restante vem sendo restaurado, para também ser exposto ao público. “Eu me interessei em doar porque eu falei: ‘se eu não doar agora, depois vai ficar tudo jogado, não sei mais o que vão fazer, de repente jogam fora’. Ai eu decidi doar. Agora vai ficar na história. As pessoas queàs vezes têm coisas que nem usam e não sabem o que fazer deveriam doar também”, frisa ele.

Inaugurado em 16 de março de 1976, o Museu Casa do Colono tem a missão de preservar e promover a memória dos imigrantes germânicos, trabalhadores que ajudaram a construir e a desenvolver Petrópolis. Representando a família Hingel, o professor aposentado Luiz Antônio Sanseverinoexplica a importância de garantir a preservação dessa história. “Eu sou uma pessoa que acho que a memória tem que ser gravada, tem que ser sempre preservada. Então os museus têm esse papel muito significante que é guardar a memória da cidade. E Petrópolis é uma cidade bonita e que tem que ser preservada, não só a sua paisagem, como seus museus. Acho que o museu é tudo, é o passado sendo resguardado pro futuro”, disse.

A solenidade contou com homenagens também à Marcos Carneiro e Elisabeth Graebner; Patrícia Essinger; André Luiz Preisner Peres; Sylvia Tannenbaum; Lair Pedro Gall; Antônio Mayworm e Cléa Maria Perreira.

“Agradeço muito o desprendimento dessas pessoas para que as doações aumentem o nosso conhecimento sobre a história de Petrópolis”, acrescenta o administrador do museu, Didayr da Silva.

Atrativo comemora 41 anos de fundação no aniversário de 174 anos da cidade -16 de março

Em 10 dias de festa, a influência germânica em Petrópolis é exaltada na Bauernfest por meio da música, dança, gastronomia e os costumes dos nossos colonos. Mas essa tradição, que é parte inseparável da origem da Cidade Imperial, pode ser revivida durante todo o ano no Museu Casa do Colono, importante equipamento que resgata os hábitos e costumes dos nossos colonos alemães. Localizado na Castelânea, o atrativo tem papel fundamental na história da colonização petropolitana e completa, junto com o aniversário da cidade, 41 anos de fundação no dia 16 de março. A casa fica aberta de terça a domingo, e a visitação é gratuita.

Nos primeiros dois meses desse ano, o Museu Casa do Colono recebeu mais de 500 visitantes e a Fundação de Cultura e Turismo de Petrópolis quer divulgar ainda mais o espaço para garantir que mais pessoas conheçam o importante equipamento cultural.

Da construção ao seu acervo, o museu revela ao visitante o modo simples de vida dos primeiros colonos. A casa foi construída pelo foreiro de origem germânica e ex-militar do Exército Imperial Brasileiro, Johan Gottlieb Kaiser, em 1847, apenas dois anos após a fundação de Petrópolis. Essa simplicidade já é vista na arquitetura, que possui as características de habitação da antiga Simern - cidade alemã que inspirou o nome do bairro Siméria - e de aldeias às margens do Rio Mosel, também na Alemanha. Erguida com ripas de coqueiro, a casa tem paredes de pau a pique, madeira para o vigamento e colunas sob alicerces de pedra bruta, além de teto de zinco.

No acervo, o resgate do dia a dia dos colonos fica evidente pelos utensílios de uso doméstico e de trabalho na lavoura, mobiliário, além de fotografias, quadros e objetos de uso pessoal. Mais do que seu modo de viver, o museu revela ainda a adaptação vivida pelo imigrante para viver em terras brasileiras. A disposição dos cômodos da casa mostra essa adequação. As casas rurais típicas da Germânia eram normalmente construídas ao redor de um fogão central, utilizado não apenas para cozinhar, mas também para aquecer, no rigoroso inverno europeu. Já no Brasil, há uma separação nítida entre casa, cozinha e banheiro.

“A casa em si já é um atrativo, pois tem uma construção diferenciada com características da Floresta Negra, da Alemanha. Sem contar os itens, como um gramofone e uma caixa de música, que segundo pesquisa, seria o primeiro modelo do objeto. E a casa tem toda importância, pois é a única que restou do período da colonização alemã. Mais do que a história da casa em si, quem visita o museu acaba sabendo de toda a história da monarquia e colonização, pois inserimos em todo o contexto. Nós abrangemos todo o conhecimento.”, explicou o coordenador do museu, Didair da Silva.  

Patrimônio cultural tombado

Tombado pelo município em 2011, o Museu Casa do Colono é símbolo da valorosa contribuição desses imigrantes para o nascimento e expansão da cidade. E sua restauração, à época da desapropriação da casa para ser transformada em museu, contou com o empenho, dedicação e total participação do Clube 29 de Junho – associação que congrega descendentes dos colonos germânicos na cidade.

O Museu é uma representação da maneira como a herança cultural alemã definiu a cara de Petrópolis, pois a presença germânica na cidade está ligada à sua própria fundação e construção. Importante equipamento cultural e turístico, que também integra o Passaporte Cultural de Petrópolis, o atrativo tem também um perfil didático, recebendo inúmeros estudantes, que representa quase 70% do público.

Em 2016, por exemplo, o Museu Casa do Colono recebeu 14.799 visitantes, sendo 10.179 de estudantes. Em alguns meses, como outubro e setembro, quase a maioria do público que visitou o atrativo foi de estudantes, 82,59% e 87,70%, respectivamente.

“Mesmo sendo mais afastada do Centro Histórico, ainda assim recebemos um número expressivo de visitantes e muitos deles estudantes. Isso mostra a importância do museu para a história da cidade. No Brasil não se preserva a memória. Mas quem chega aqui se deslumbra com a conservação da construção, do acervo e o quanto de conhecimento passamos. É um local encantador que todos devem conhecer. Vale desviar o roteiro do Centro Histórico para incluir a casa, que é um dos atrativos importantes da Cidade Imperial”, frisa Didair.

O músico petropolitano Diego Teixeira é o convidado desta quinta-feira (20.09) para participar do projeto “Conversas Musicais”, da Casa da Educação. A iniciativa, que começou este ano tem como intuito promover um bate-papo musical com os alunos da casa. As escolas interessadas em participar da atividade podem inscrever a unidade pelo telefone 2246-8659.

A apresentação será às 15h. Diego Teixeira levará o violino e o violão e vai contar um pouco da sua história para os alunos da Casa. Como eles, Diego também aprendeu a gostar da arte musical muito cedo: ainda quando era estudante, quando participou de aulas promovidas por um projeto social.

“Comecei em um projeto bem parecido com o da Companhia Musical Maestro Guerra Peixe: após as aulas na escola, me dedicava a estudar música e aprendi a tocar violão e violino. A paixão cresceu e hoje comemoro 18 anos na carreira artística”, disse Diego.

Ainda de acordo com o artista, a música o levou para caminhos diversos. “Canto, toco e participo de trabalhos teatrais. Aos alunos que têm essa oportunidade de aprender e se dedicar à arte, poderei contar um pouco da minha experiência e mostrar alguns trabalhos”.

O projeto “Conversas Musicais” tem como objetivo promover a interação entre os alunos da Casa da Educação – que participam de aulas de canto, flauta doce, violão, violino e coral – e os músicos que se dedicam à arte.

“Através do bate-papo os estudantes conseguem tirar suas dúvidas e conhecer de perto a história desses artistas que se destacam no mundo da música. Os alunos ficam muito animados com o projeto e adoram conhecer os instrumentos e ficar por dentro das dicas preciosas dos músicos”, explica a diretora da Casa da Educação, Catarina Maul.

“Conversas Musicais” já recebeu artistas como Garrido, Depoli e d'Avila Trio, Suzane Werdt e Marcelo Buddy. O projeto foi criado por Catarina Maul e pelos professores Lucas Gotelip e Norton Ribeiro.

Alegria e emoção tomaram conta da Escola Municipal Paulo Freire nesta sexta-feira (24.08) durante uma apresentação especial do Coral dos Anjos. O Coral é formado por cantores autistas, portadores de síndrome de Down, deficiência visual e auditiva e alguns deles são alunos regulares da EM Paulo Freire. Alunos do Colégio Bom Jesus Canarinhos também participaram do encontro. Eles integram o projeto “brincar para todos” que promove atividades entre os alunos das duas escolas.

A EM Paulo Freire atende 126 alunos. “Convidamos o Coral dos Anjos para essa apresentação porque os alunos adoram as músicas e ficam muito animados com a visita deles. É uma alegria enorme promover atividades diferenciadas com os nossos alunos”, disse a diretora da escola, Ana Lúcia Lúcia Rocha.

No repertório do Coral dos Anjos, músicas como "Quando te vi", de Simony e “Oração”, da Banda Mais Bonita da Cidade. O grupo, que é regido por Danilo Henriques, existe há 6 anos e é  produzido pela Bem Cultural. Na última semana, o Coral participou da gravação do videoclipe do músico Arnaldo Tirricelli e se prepara para participar de um show no Theatro Dom Pedro, dia 16 de setembro.

“Os alunos que participam do Coral ficam ainda mais animados em poder se apresentar para os amigos da escola”, disse Ana Lúcia.

Interação com alunos do ensino médio

Ângela Antelo é professora do Colégio Bom Jesus Canarinhos e desde 2016 leva alunos da escola particular para realizar atividades com os alunos da EM Paulo Freire. As atividades fazem parte do projeto “Brincar para todos”. “Nós montamos uma programação especial e os alunos do Bom Jesus fazem questão de participar. Eles brincam, desenham, pintam, conversam e criam laços de amizades com os alunos da EM Paulo Freire. Todas as brincadeiras são acessíveis, temos até basquete adaptado. Os alunos da EM Paulo Freire também participam de atividades no Bom Jesus”, explica a professora.

O amor pelo projeto é tão grande que ex-alunos ainda fazem questão de participar dos encontros com os alunos da EM Paulo Freire. Ricardo Menezes tem 21 anos e estuda biologia, mesmo com os compromissos da faculdade, não deixa de visitar a EM Paulo Freire: “Eles são mais do que especiais para mim. Não sei nem como explicar o amor que tenho por esse projeto. É uma satisfação imensa poder conversar com eles, desenhar, brincar, faço de tudo. Saio da escola mais leve e muito mais feliz”.

“Quando não consigo participar dos encontros na EM Paulo Freire eu fico triste. É muito gratificante ver o trabalho que é realizado com esses alunos. Eu aprendo muito com eles e posso dizer que eles transformam o meu dia”, disse Maria Clara Feldmann, aluna do ensino médio no Colégio Bom Jesus Canarinhos.

Festival Internacional de Corais

O Festival Internacional de Corais continua até o dia 26 de agosto, com apresentações especiais na Praça Dom Pedro, Palácio de Cristal, Theatro Dom Pedro e Teatro Sesc Quintandinha. A programação completa pode ser conferida no site: www.ficpetropolis.com.br

Se durante o dia Petrópolis ficou lotada, à noite não foi diferente com milhares de pessoas nas ruas assistindo a ampla programação do Natal Imperial neste sábado (15.12). Na Rua do Imperador, a Parada Iluminada lotou e encantou petropolitanos e turistas com muita luz, coreografias e mais de 300 animados desfilantes, que junto às alegorias retratam a magia desta época do ano. A cidade recebeu mais de 190 ônibus ao longo do dia, pessoas que vieram de toda parte do país para prestigiar a iluminação e aproveitar as atrações do município. Neste domingo (16), o desfile acontece mais uma vez e a expectativa também é de cidade cheia.

O desfile deste sábado, que aconteceu ao mesmo tempo dos shows do túnel de luz e da Roberta Miranda trouxe um clima de encantamento a quem assistiu. “Dividido” em três setores, o desfile contou com a “Anunciação”, narrando o nascimento do menino Jesus, com anjos, estrelas, fadas e presépio vivo na primeira parte. Já no segundo, o público acompanhou todo o “simbolismo natalino”, com confeiteiros, soldadinhos, bonecas, e outros elementos desse período do ano. No terceiro, foi o “Reino Encantado de Papai Noel” com, claro, a presença do bom velhinho em um trenzinho totalmente renovado, além da presença de seus ajudantes gnomos. Os cantores Larissa Viana, Gabriel Silva, Valentina Francisco e Mila Matoso, que dão voz à trilha sonora do desfile, também participaram do evento em um carro alegórico exclusivo.

“Petrópolis é um orgulho para todo estado. Essa festa linda. Em um país em que as pessoas só pensam no Carnaval, ter uma festa como essa, que valoriza o nascimento de Cristo, dá um ressignificando à vida. O que vocês fizeram aqui é inacreditável! A cidade está linda, as pessoas estão felizes nas ruas. Está tudo maravilhoso”, destacou a professora aposentada, Solange Moraes, que veio da cidade vizinha, Teresópolis, junto com outras sete pessoas da família para curtir o dia e as atrações do Natal Imperial. 

Mas, se de longe as pessoas marcaram presença, quem é daqui chegou a alugar um ônibus para chegar ao Centro. A família da dona Wilma Dias dos Santos, do Estrada da Saudade, chegou em peso para conferir a festa. Com 12 adultos e oito crianças, eles aplaudiram, cantaram, acenderam e fotografaram cada personagens e alegoria que atravessou a Rua do Imperador.  E se emocionaram: “é um resgate ao que Petrópolis tem de melhor! Ver a cidade assim, cheia, e um desfile tão lindo, encanta. O olhar das crianças demonstra o encantamento que todos nós estamos sentindo”, resumiu.

De Niterói, Christine Giral veio com outras seis pessoas. Chegaram na cidade cedo, visitaram os pontos turísticos e fecharam o dia “com chave de outro” vendo o desfile. “Eu via as propagandas e ficava encantada com as imagens, com a beleza de tudo aquilo, mas aqui eu pude ver que é muito mais. Porque em imagens a gente só vê a beleza, mas aqui a gente sente uma verdadeira magia. É emocionante! É tudo o que eu imaginei e mais um pouco! Ano que vem vamos voltar, sim, com certeza!”,  disse ela já combinando com a família.

Justamente esse encanto que roubou a atenção do pequeno Gabriel, de apenas 11 meses. Em seu primeiro Natal, ele foi com a mãe, Gabriele Meira Diniz, do bairro Esperança, acompanhar o desfile. “Vim trazê-lo com o meu marido e ele está encantando. Olha para tudo, acena e dá tchau”, contou. Já a menina de Letícia Frajola, que tem 5 anos, mostrava empolgação e surpresa. “É encantamento! Ela está muito feliz, muito empolgada”, disse a mãe Denise Frajola, que mora no Centro, destacando, ainda, que a cidade está linda, cheia de gente. “Faz bem para o comércio, para economia, para todo mundo!”, disse.   

E, se quem estava assistindo ao desfile olhava encantado para as mais de 300 pessoas que abrilhantavam o desfile, quem estava de dentro não continha a emoção. Aos 70 anos, dona Shirley Baião não perdeu o ritmo. Durante todo o percurso da Parada Iluminada saudava os petropolistanos e turistas e com sorrisos largos e demonstração de carinho. “É uma felicidade imensa ver essa cidade assim, com tanta gente tão feliz. Isso sim é a máfia de Natal”, descreveu. 

Show de Roberta Miranda movimenta Praça da Liberdade

Na Praça da Liberdade a expectativa do público era para o show da cantora Roberta Miranda, que teve início às 22h, neste sábado (15.12). Antes da atração principal, a cantora Larissa Viana, animou a plateia com um repertório, em sua maior parte, composto por sucessos da música popular brasileira. Na Praça da Liberdade foi registrada grande movimentação de fãs das duas cantoras.

A praça que começou a registrar maior concentração de público durante o final da tarde para o show da cantora Larissa Viana, ficou tomada por fãs de Roberta Miranda durante à noite. O show de Larissa Viana atraiu público de todas as idades que assistiram os dois shows da noite.  A cantora petropolitna conhecia a plateia, que estava repleta de amigos e preparou repertório especial. “Adoro esse clima natalino e quando me propuseram realizar esse show, aceitei de pronto. Para mim é gratificante subir nesse palco e cantar para esse público. Escolhi um repertório especial. O show de hoje foi visceral. Quem assistiu, conheceu de fato, quem é a Larissa”.

Além do público em geral, integrantes de fãs clubes, seguidores de Roberta Miranda marcaram presença. A dona de casa Erlange dos Santos, 53 anos, que mora em Corrêas, aproveitou a chance de ver Roberta Miranda de perto. “Sou fã dela a minha vida toda, conheço todo o repertório. Estou muito emocionada porque nunca imaginei que fosse ter a chance de realizar o meu sonho de vê-la de perto”, conta Erlange que muito antes do show começar já estava bem pertinho do palco.

Esse clima de emoção tomou conta de muitos fãs que se deslocaram até a praça para assistir Roberta Miranda. Por todas as partes, se ouvia pessoas cantando sucessos do repertório da cantora. Leila Ribeiro, 55 anos, conseguiu ser recebida pela cantora. “Estou muito emocionada, realizando um sonho, esse é o meu maior presente de Natal”, conta a dona de casa que esperava ouvir sua canção preferida, “A mulher em mim”.

Ao chegar, antes mesmo de se arrumar, Roberta Miranda foi falar com a plateia, que estava ansiosa para o show. “Me desculpem o atraso”, disse a cantora que já conhece a plateia da cidade. “Essa plateia é ótima. Estou com expectativa maravilhosa. Preparei coisas especais para esse show, além dos clássicos que nunca tiro do repertório”, destacou Roberta.

Durante o show, a cantora mostrou intimidade com o público e no meio da apresentação fez questão de descer à plateia para falar com uma fã cadeirante. Rayane Dias, 19 anos, mora na Mosela e foi ao show em homenagem ao bisavô, com quem aprendeu a apreciar Roberta Miranda: “estou muito feliz”, disse.

O Parque Municipal, em Itaipava, vai receber, a partir do dia 1º de novembro, a mostra “Onça-pintada – Pantanal Norte”, da fotógrafa Renata Lucia dos Santos. Ao todo serão 24 fotos, produzidas no Pantanal, que estarão em exposição na Galeria Peter Brian Medawar. Com foco em ensaios fotográficos e natureza, a artista pretende que a mostra também sirva como alerta, contra o desmatamento e as caçadas. A entrada é gratuita.

“Essa exposição é um sonho que vem da adolescência. Mais nova, eu estive no Pantanal e fiquei encantada com seu som, tudo fervilhava num canto magnífico de seus habitantes. Então, em agosto, voltei ao Pantanal com esse objetivo, de fotografar”, explicou a fotógrafa, que está em sua terceira exposição.

Renata sempre foi apaixonada por fotografia, mas em 2014 deu o pontapé inicial no mundo das imagens, quando fez seu primeiro curso. Com esta nova mostra, ela espera que as pessoas não só admirem as belezas da natureza em suas fotografias, mas também reflitam. “Minha expectativa é que crianças também visitem a mostra e pensem sobre as diferenças de ver os animais trancafiados em zoológicos e livres na natureza”, frisa.

A mostra fica até o dia 30 de novembro na Galeria Peter Brian Medawar, que fica na Estrada União e Indústria, 10.000. O horário de visitação é de segunda-feira a domingo, das 9h às 17h.

Petropolitanos vão conhecer, nesta sexta-feira (21.09), as fantasias que vão representar a Cidade Imperial na Sapucaí em 2019. A Vila Isabel, que escolheu contar a história de Petrópolis no enredo do próximo ano, promove sua festa de apresentação de protótipos, como são chamadas as fantasias, com uma noite de muito samba no Palácio Quitandinha. Bateria, passistas e a diretoria da agremiação carioca sobem a Serra para mostrar que os petropolitanos vão se reconhecer em cada detalhe das fantasias.

Com o enredo “Em nome do Pai, do Filho e dos Santos. A Vila canta a Cidade de Pedro”, a Vila Isabel será a segunda escola a desfilar na segunda-feira de Carnaval e vai mostrar todo o luxo do Império, com fantasias que remetem às roupas usadas naquela época, mas também terá espaço para fantasias que representam a fauna; as novas tecnologias; Santos Dumont e sua casa, “A Encantada”; a libertação dos escravos; entre outras que ajudam a contar parte da história da cidade.

“Criamos uma interação direta com ações da escola e da prefeitura para que a cidade se reconheça no desfile. O enredo envolve tudo de melhor da cidade, de uma forma poética”, explica o carnavalesco Edson Pereira, que promete que moradores da cidade deverão se identificar com os carros alegóricos e fantasias que irão contar a história do município.

Para festa de apresentação dos protótipos, os ingressos foram distribuídos para o segmento de escolas de samba e blocos carnavalescos de Petrópolis, além de convidados. “É muito importante esta integração entre a Vila Isabel e o segmento de samba daqui. Queremos que dessa oportunidade surjam diversas outras ações para fomentar o setor no município”, explica o diretor-presidente do Instituto Municipal de Cultura e Esportes, Leonardo Randolfo.

O projeto Petrópolis em Serenata volta a encantar os moradores do Morin, nesta quinta-feira (27.09), com uma homenagem ao cantor e compositor Leolpodo César Paladino. A partir de 19h, os músicos começam a percorrer as fachadas das casas do bairro, começando pela confluência entre as ruas Elísio de Carvalho com a Bela Vista, além da Almirante Aristides Mascarenhas. Mensalmente, os integrantes do projeto se reúnem para levar música aos bairros de Petrópolis, entoando clássicos do cancioneiro popular.

Sempre homenageando nomes que têm relação com o estilo apresentado por eles ou com a localidade da apresentação, este mês será a vez de “César Paladino”, artista petropolitano. No repertório estão algumas de suas composições, como “Sol, chuva e chão”; “Minha Serenata”; “Madeira e Alma”, entre outras.

“Ele foi muito importante para a cultura da cidade, inclusive ganhou vários concursos de samba. Foi um dos maiores compositores de samba das escolas de Petrópolis. Além disso, foi meu amigo e parceiro e também de alguns componentes do nosso projeto”, destaca o coordenador do Petrópolis em Serenata, José Lacerda.

O projeto conta com instrumentistas, cantores, além de um grupo de apoio. Ao longo de 17 anos, já foram mais de 400 apresentações. Para esta quinta-feira, em caso de chuva, a Serenata será realizada na Escola Paroquial N. S. da Glória. As próximas acontecem na Mosela, em outubro, e no Hospital Alcides Carneiro, em novembro.

O Petrópolis em Serenata tem como objetivo resgatar este estilo musical antigo, comum nas cidades do interior e também em Petrópolis.

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