Trabalhos em pintura que retratam paisagens do Rio de Janeiro, além de marinhas e figuras, são alguns dos temas presentes nos quadros de Eugênio Fernandes, artista plástico petropolitano que assina a exposição “Inspirações”, no Centro Cultural Estação Nogueira. A mostra, promovida pela Prefeitura de Petrópolis por meio da Fundação de Cultura e Turismo, ficará aberta ao público até dia 25 de janeiro, de segunda a sábado, das 9h às 17h, e aos domingos das 9h às 13h. A entrada é franca e a classificação é livre.

Resultado de pura energia, o trabalho do artista mostra o  talento desconhecido por muitos até o ano de 2007, quando Eugênio começou a retratar nas telas o cotidiano mesclado com sua visão criativa, contudo, sem nenhum compromisso de reprodução fiel da realidade. O artista possui a base de sua técnica no primitivismo, porém se diferencia do tradicional por apresentar um olhar único através de seus traços e cores na pintura acrílica sobre tela.

A arte faz parte da vida de Eugênio há 40 anos como autodidata. Sua sensibilidade criativa retratada nas telas já lhe conferiu a medalha de prata, no 3º Salão de Artes Plásticas da Associação Brasileira de Desenho e Artes Visuais com o quadro “O Palhaço”. Iniciou a vida trabalhando com vendas, mas encontrou nas telas e pincel uma forma de superar a difícil fase em que sua esposa adoeceu e ele teve que abandonar o trabalho, descobrindo aí uma nova vocação.

Eugênio Fernandes está expondo no Centro Cultural Estação Nogueira pela terceira vez com vinte e três obras, sendo sete trabalhos inéditos.   Atualmente o artista faz parte da AAPP –Associação dos Artistas Plásticos de Petrópolis, o que proporciona a possibilidade de ultrapassar as fronteiras regionais e mostrar seu talento em outras regiões.

A mostra “Inspirações” é mais um motivo para visitar o Centro Cultural Estação Nogueira, que fica na antiga estação ferroviária administrada pela Fundação de Cultura e Turismo. Lá também funciona um pequeno “museu do ferroviário”, além de sala de leitura e do espaço para exposições e outros eventos. O endereço é Av. Leopoldina 317, Nogueira, (24) 2237-3860. Mais informações pelo Disque Turismo 0800 024 1516.

Canções de Gilberto Gil, Milton Nascimento, Frejat, Nando Reis, Djavan, Fernanda Abreu e muitos outros nomes da música brasileira serão interpretadas na voz de Paulinho Moska, no Petrópolis In Festival. O show solo “Moska apresenta Zoombido” será a primeira grande atração do festival de verão da cidade, no dia 25 de janeiro, a partir de 20h, na Praça Visconde de Mauá (Praça da Águia). Quem abre o evento é a banda local Tokaia, às 18h. O festival acontece até o dia 28 de janeiro com muita música e gastronomia. Toda programação é gratuita.

Assim como foi no período em que D. Pedro II passava seus verões em Petrópolis, o objetivo da festa é movimentar a cidade na época mais quente do ano, com a expectativa de levar 10 mil pessoas para a praça. Festival musical, nada melhor do que abrir a programação com o melhor da música nacional. Por isso, o cantor Moska faz um show solo, de voz e violão, interpretando 20 canções que fizeram parte do seu programa,Zoombido, no Canal Brasil.

Em seus 25 anos de carreira solo, o artista dedicou 11 deles para criar, desenvolver e apresentar o programa, uma série musical e de entrevistas que já reuniu mais de 250 nomes da MPB. Os áudios musicais deram origem a série “Moska apresenta Zoombido”: EP’s Digitais contendo as três versões exclusivas de sucessos cantados nos episódios pelos convidados. Em cada programa Moska faz um dueto com eles no final. No Petrópolis In Festival, o artista apresentará um show como intérprete, cantando 20 dessas 250 canções que gravou em duo no Zoombido.

O repertório contará com canções de Gilberto Gil (Ela), Milton Nascimento (Bailes da Vida), Frejat (O Poeta Está Vivo), Nando Reis (O Segundo Sol), Samuel Rosa (Resposta), Zeca Baleiro (Você só Pensa em Grana), Zelia Duncan (Carne e Osso), Erasmo Carlos (Sentado à Beira do Caminho), Djavan (A Ilha), Zé Ramalho (Chão de Giz), Fernanda Abreu (Você pra Mim) e muitos outros grandes nomes da música brasileira.

Antes de Paulinho Moska, quem sobe ao palco do Petrópolis In Festival é a banda Tokaia, abrindo o evento. Já tradicional na cidade, a banda percorre as estradas do país com canções autorais e releituras de grandes sucessos do rock pop nacional e internacional. Prestes a completar 25 anos, a banda traz para o palco do festival o melhor de sua carreira, criando uma experiência divertida e dançante.

Nos quatro dias de evento, o palco do festival ainda vai contar com shows de Cidade Negra, Leo Gandelman, Danilo Caymmi, Onze:20, além de atrações locais como Dudu King, Gus Monsanto, Taruíra, entre outros. O encerramento, no dia 28, será uma homenagem ao samba. Além de uma extensa programação com samba de roda, show de pagode e encontro de blocos, o público ainda será brindado com uma apresentação da escola de samba Estação Primeira de Mangueira, do grupo especial do Carnaval do Rio. A programação completa do festival está disponível na página do evento no Facebook, pelo link: https://www.facebook.com/petropolisinfestival/.

Petrópolis terá nesta quinta-feira (27/8) uma fantástica oportunidade de assistir a uma peça teatral de alta qualidade e a preços populares. No Theatro Dom Pedro será apresentada, às 20h, “O Tempo e os Conways”, escrita pelo inglês J. B. Priestley, que vem sendo aplaudida no mundo inteiro desde a primeira apresentação em Londres, em 1937. No Rio de Janeiro, no ano passado, confirmou mais uma vez a excelência do texto, na montagem produzida por José Meyer, com direção de Vera Fajardo. O espetáculo, elogiado por toda a crítica especializada, conquistou o “Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz”.

Para contar a história de um grupo de jovens, com seus sonhos e sua busca pela felicidade ao longo de 20 anos, o elenco traz um time de atores que, em plena juventude, já conquistaram em cena o respeito de todos pelo talento, ao lado da atriz Stella Maria Rodrigues. Mesmo os que têm de enfrentar o desafio de provar seu mérito, superando o fato (às vezes fardo) de serem filhos de nomes estelares, como é o caso de Júlia Fajardo, filha de José Maeyer e Vera Fajardo. Ela emocionou veteranos como Cláudio Botelho, que assim a classificou:  “É um furacão, não é uma jovem atriz”.
Ao seu lado brilham também Camila Moreira, Igor Vogas, Rafael Kim, Marcéu Pierrotti, Maria Ana Caixe, Mariela Figueiredo, Pedro Logän e Thais Müller.

A cenografia é de Mirella Maniaci, iluminação de Paulo César Medeiros e figurino de Paula Accioli.  “O Tempo e os Conways” terá uma única apresentação em Petrópolis. Os ingressos já estão à venda, a R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia-entrada), na bilheteria do teatro (das 14h às 20h). O espetáculo, em três atos, tem duração de 110 minutos e classificação indicativa de 14 anos.

Mais informações pelo telefone (24) 2235-3833 (Theatro D. Pedro) ou pelo Disque Turismo: 0800 024 1516.

O Centro de Cultura Raul de Leoni abre, nesta sexta-feira (07.06), a partir de 19h, a exposição “Patinando pela História”, do artista Antônio Caetano, que traz de volta o encanto dos brinquedos feitos à mão, inspirados nas décadas de 1940, 1950 e 1960. São cerca de trinta brinquedos criados a partir dos mais variados materiais, como madeira, latas, cordas e caixas diversas. A mostra, que tem entrada gratuita, fica na Galeria Van Dijk até o dia 30 de junho.

“Patinando pela História” tem como objetivo mexer com a lembrança daqueles que brincaram com bonecas, carrinhos, entre outros, feitos artesanalmente, e também mostrar para as crianças um outro tipo de brinquedo. A exposição está entre as mostras selecionadas no Edital de Ocupação de Galerias 01/2019 do Centro de Cultura Raul de Leoni, visando a ocupação dos espaços destinados às Artes Visuais, no período de 05 de abril a 27 de julho de 2019.

A exposição está linda, vale a pena conferir e reviver os encantos dos brinquedos feitos a mão. Isso faz parte da história de muita gente. E até o fim do ano ainda terá outras excelentes exposições, que ajudam a movimentar o Centro de Cultura.

Quem acompanha de perto o trabalho do artista é filha dele, Bianca Caetano, e diz que vivencia diariamente o incrível processo de criação dos brinquedos. “Acompanhar o processo de produção do meu pai é sempre uma experiência ímpar, pois ele é de uma sensibilidade e inteligência invejáveis. Adicionado a essa experiência valiosa, presenciar a reação emocionada dos amigos e familiares, crianças e adultos que entravam na ‘oficina’ só reiterou a necessidade de exibir tal trabalho e, com isso, poder contagiar e encantar mais crianças e adultos”, disse Bianca.

A entrada é franca e a Galeria Van Dijk fica aberta de segunda a sexta-feira, de 10h as 17h, e sábado de 13h as 17h. Censura Livre. O Centro de Cultura Raul de Leoni fica na Praça Visconde de Mauá no. 305 – Centro.

O Clube de Cinema Petrópolis fecha o seu especial “Reflita”, exibindo “Zootopia”, na sessão deste sábado, às 19h, no Cine Humberto Mauro. Ao longo de todo o mês de março, o grupo preparou uma seleção de filmes com a intenção de refletir e debater sobre temas sociais. Para o encerramento, a escolha foi uma animação, mas sem deixar de lado os assuntos “sérios”. O tema desta vez será o preconceito. A entrada é gratuita.

O longa, vencedor do Oscar de melhor animação, conta a história de uma pequena coelha chamada Judy Hopps. Moradora de uma fazenda isolada, filha de agricultores, ela sonha alto: se mudar para a cidade grande, Zootopia, na intenção de se tornar a primeira coelha policial. Judy enfrenta o preconceito e as manipulações dos outros animais, mas conta com a ajuda inesperada da raposa Nick Wilde, conhecida por sua malícia e suas infrações. A inesperada dupla se dedica à busca de um animal desaparecido, descobrindo uma conspiração que afeta toda a cidade.

De forma leve e divertida, a sessão vai discutir sobre as diversas formas de preconceito. Ao longo do mês, o especial falou também sobre homofobia, racismo e assédio/violência contra a Mulher. A programação do Clube, que reúne apaixonados por cinema, é semanal. Sempre aos sábados, às 19h.

O “Zootopia” será exibido dublado e a classificação é livre. O Cine Humberto Mauro fica no Centro de Cultura Raul de Leoni, na Praça Visconde de Mauá, 305, no Centro.

A exposição “Visões de Nogueira” está em seus últimos dias no Centro Cultural Estação Nogueira. Quem ainda não conferiu a mostra do artista plástico Gil Perelló tem até a próxima quarta-feira (30.01). São 15 obras, feitas com acrílico sobre tela, que focam nos detalhes, principalmente ligados à natureza, como folhas, borboletas e plantas da região de Nogueira. Nascido e morador de Cabo Frio, na Região dos Lagos, o artista se diz apaixonado pelo bairro e pintou todos os quadros em Petrópolis. A entrada é gratuita.

“Ache ótimo, muitos conhecidos meus foram, gostaram muito. Gostaria muito de poder expor de novo lá. Seria uma honra”, explica Perelló. Segundo ele, a ideia com a exposição foi mostrar suas impressões de Nogueira, ou seja, a forma como ele enxerga o bairro. “Sou muito detalhista e peguei alguns detalhes do que vi”, completa.

Tendo experimentado as influências do surf e do rock de sua juventude nos anos 70/80, a explosão de cores e formas somada ao impacto das expressões de seus frequentes personagens garantem à sua pintura uma marca original, cunhada pelo instinto autodidata do artista. Perelló também morou por 14 anos em Colônia, na Alemanha e, pela Europa, “se alimentou” de museus e espaços culturais, e viu de perto obras de pintores que sempre admirou. No panteão de seus ídolos estão Paul Klee, Kandinski, Picasso e Braque, junto com os grandes nomes do modernismo brasileiro. Ele também se diz influenciado pela música, pela literatura e pela cultura pop contemporânea.

A exposição “Visões de Nogueira” fica até o dia 30 de janeiro no Centro Cultural do bairro, que fica na Av. Leopoldina, nº 317 (Praça de Nogueira). A visitação pode ser feita de 9h às 17h, de segunda à sexta-feira, e de 9h às 14h aos sábados. Em feriados e pontos facultativos o local abre de 9h às 14h. O Centro Cultural Estação Nogueira é mantido pelo Instituto Municipal de Cultura e Esportes.

Serviço:

“Visões de Nogueira”

Onde: Centro Cultural Estação Nogueira. Av. Leopoldina, nº 317 (Praça de Nogueira).

Quando: de 06 a 30 de janeiro

Visitação: Gratuita

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