Perdida e morando nas ruas em Pedro do Rio, uma mulher de 43 anos, com transtorno mental, foi reinseria nesta sexta-feira (17/07) à sua família após ser encontrada e receber o acompanhamento da equipe da Secretaria de Assistência Social por cerca de um mês. Ela é um dos 15 casos de reinserção da população em situação rua em Petrópolis neste ano. Só em 2019, foram outras 40 pessoas que retornaram à casa de suas famílias ou foram reinseridas na sociedade.

Em Petrópolis, a estimativa é de que tenham entre 120 e 150 pessoas em situação de rua. No caso da usuária reinserida nesta sexta-feira, ela foi encontrada pela equipe de abordagem de rua em Pedro do Rio no dia 18 de junho. Uma ação em conjunta entre o Centro Pop e o Consultório na Rua, da Secretaria de Saúde.

“A equipe de abordagem, após encontrar a usuária, verificou a necessidade de ela ser avaliada pelo Consultório na Rua, que a levou para a psiquiatria, onde foi medicada, estabilizada e acolhida na Unidade de Acolhimento Temporário. E desde então a gente vem oferecendo acompanhamento médico, acompanhamento psicossocial. Conseguimos contatar a família dela, que mora em Areal. A equipe do Centro Pop da abordagem social fez todo esse trabalho de entendimento, conscientização e reflexão com ela, que aceitou retornar para o seio da família”, explica a coordenadora do Centro Pop, Telma Resende.

Esse trabalho da Assistência Social é feito pela equipe de Abordagem Social. É por intermédio da equipe que os usuários chegam até o Centro Pop e então começa o trabalho para localização de familiares, enquanto os usuários são encaminhados ao NIS (Núcleo de Inclusão Social) ou a Unidade de Acolhimento Temporário (que está funcionando apenas neste período de pandemia) com acompanhamento de pedagogos e psicólogos. Em todos os equipamentos, os usuários recebem alimentação, orientações, atendimentos com psicólogos, assistentes sociais e pedagogos, além de máscaras.

“É um trabalho muito gratificante. Todo mês conseguimos reinserir pelo menos uma pessoa. É um desafio diário, no momento em que cada pessoa consegue sair dessa situação de risco, de vulnerabilidade social. A equipe dessa forma pode ver que está no caminho certo. E assim a gente continua atuando na perspectiva de realizar um trabalho com qualidade e eficiência”, completa Telma, lembrando que algumas pessoas também são reinseridas no mercado de trabalho e conseguem sair das ruas com a ajuda da equipe.

 

Próxima atividade vai ser no dia 25, no Duarte da Silveira 

A Secretaria de Assistência Social já definiu o calendário de ações sociais para este semestre. Serão cinco atividades, uma em cada mês. A próxima está marcada para o próximo dia 25 de agosto e a comunidade atendida vai ser a do bairro Duarte da Silveira. Posse, São Sebastião, Chapa 4 e Bonfim também vão receber a Ação Social da prefeitura até dezembro.

Já foram realizadas 11 edições da Ação Social. O evento é um sucesso, com mais de 11 mil pessoas que foram atendidas com os serviços disponibilizados por meio de parceria com empresas e órgãos públicos. O objetivo é fortalecer estas ações para que elas possam chegar a outras regiões do município, atendendo ainda mais pessoas.

As ações sociais são marcadas pela parceria entre as secretarias, órgãos públicos e as associações de moradores dos bairros. Graças à união, as mais de 11 mil pessoas puderam ser atendidas com emissão de 2ª via de RG, orientações sobre os trabalhos das secretarias e departamentos da prefeitura, corte de cabelo e atividades com danças e esportes.

“É fundamental a integração entre as secretarias na realização das ações sociais. Isso tem sido um diferencial para que as ações tenham este sucesso. Além disso, temos as parcerias com as associações de moradores, que nos permitem conhecer as demandas das comunidades e oferecer os serviços de acordo com o que elas realmente precisam", frisa a secretária de Assistência Social, Denise Quintella.

Além do Duarte da Silveira, no próximo dia 25, a Ação Social da prefeitura vai estar na Posse, no dia 29 de setembro; São Sebastião, no dia 20 de outubro; Chapa 4 (Valparaíso), no dia 10 de novembro; e Bonfim, no dia 8 de dezembro.

Ações práticas são traçadas para retirar crianças e adolescentes do trabalho infantil

A prefeitura lançou oficialmente, nesta terça-feira (17.04), as Ações Estratégicas do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (AEPETI). O AEPETI, programa do Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), reúne um conjunto de ações que tem o objetivo de retirar crianças e adolescentes menores de 16 anos do trabalho precoce, exceto na condição de aprendiz, que é a partir de 14. O programa, desenvolvido pela Secretaria de Assistência Social, exige frequência escolar das crianças e adolescentes, que passam a receber orientação e acompanhamento das equipes da pasta.

A prefeitura encontrou, no início da gestão, mais de R$ 200 mil em recursos, específicos para o programa vindos do governo federal, retidos em conta da Secretaria de Assistência Social que não foram utilizados pela gestão anterior devido à falta de planejamento de ações. Agora, será possível colocar o projeto em prática e a cidade vai receber R$ 9 mil por mês para a manutenção do programa, que vai unir secretarias e instituições para conscientizar a população e identificar situações de trabalho infantil, atuando para sanar estes riscos.

A Secretaria de Assistência Social tem promovido as ações estratégicas do programa, com equipes de trabalho fazendo visitas periódicas nos Centros de Referência em Assistência Social (CRAS) e no Centro de Referência Especializado (CREAS), buscando informar, identificar, combater e responsabilizar as situações de trabalho infantil no município. Por conta disso, representantes do Conselho Tutelar, Ministério Público, Poder Judiciário e polícia estão inseridos na rede de trabalho do AEPETI.

“As famílias identificadas com crianças nesta situação serão inseridas no Cadastro Único (CadÚnico), para programas sociais e que possam receber o benefício do Bolsa Familía. Trabalhamos integrados, também, às secretarias de Saúde e Educação, para realizar estudos sobre os casos registrados e coletar estes dados. Além disso, os próprios serviços da Assistência vão interagir, inclusive, no intuito de levar as pessoas identificadas nos levantamentos ao mercado de trabalho por meio do Programa de Promoção do Acesso ao Mundo do Trabalho (Acessuas Trabalho), que já é executado no município ”, diz a secretária de Assistência Social, Denise Quintella.

As denúncias de exploração infantil podem ser feitas anonimamente pelo Disque 100 ou no Conselho Tutelar, que encaminhará as notificações à Secretaria de Assistência Social. Para a conselheira Tutelar, Merilen Dias, o AEPETI vem a acrescentar no trabalho que é desenvolvido pelo Conselho, na busca por retirar as crianças e adolescentes da prática e os acompanhar.

“O Conselho tem o trabalho de tirar crianças destas possíveis situações de riscos, que acabam gerando, por exemplo,o abandono da escola. Estamos extremamente felizes com o lançamento deste programa, que vai ser mais uma ferramenta para trabalharmos em parceria com a Assistência Social do município. Queremos garantir, também, que estes jovens que deixam o trabalho não acabem indo para o mundo das drogas. A ideia é criar mecanismos para capacitá-los e mudar a vida deles”, disse Merilen.

O lançamento foi acompanhado pelo juiz titular da Vara da Infância, Juventude e do Idoso, Alexandre Teixeira de Souza, e do promotor de Justiça da Infância e Juventude, Vicente de Paula Mauro Junior.

“Acreditamos no programa. Sabemos que muitos dos jovens que vão para criminalidade não têm este destino simplesmente porque querem, mas sim por conta das condições financeiras desfavoráveis. Se trazemos estas pessoas para programas deste tipo e recuperamos estes jovens, podemos dizer que é um trabalho bem feito”, destaca o juiz Alexandre, ratificando a importância dos órgãos inseridos no AEPETI trabalharem juntos pela erradicação do trabalho infantil.

Equipes da Secretaria de Assistência Social estão atendendo moradores que ficaram desalojados por conta da forte chuva desta quarta-feira (09.01). Até o momento, 49 famílias foram atendidas no ponto de apoio do Quitandinha, na Rua Amazonas, que fica na Escola Municipal Stefan Zweig. E outras oito famílias em bairros como Mosela, Alto Independência e Estrada da Saudade. Todas as famílias estão alojadas em casas de parentes.

A Secretaria de Defesa Civil e Ações Voluntárias contabilizou até a manhã desta quinta-feira (09.01) 19 imóveis interditados, sendo oito na Rua Piauí, cinco na Rua Alagoas e mais um na Rua Rio de Janeiro, todos esses no Quitandinha. Também estão interditadas casas na Rua Atílio Marotti, no Retiro, Rua dos Ferroviários, no Alto da Serra, Estrada da Saudade, Alto Independência e Mosela.

A Defesa Civil continua fazendo vistorias nos locais e a maior parte das famílias deixou suas residências de forma preventiva, até a emissão dos laudos da Defesa Civil.

Todas essas famílias foram atendidas e cadastradas. Fizemos entregas de colchões e cestas básicas. No caso de famílias cujas casas estiverem condenadas, será feita a avaliação do perfil para receberem o Aluguel Social.  A cidade está recebendo apoio do Governo do Estado, que já enviou 30 colchões, além de sinalizar a possibilidade da concessão também de benefícios de Aluguel Social.

A equipe do Posto de Saúde da Família do Amazonas está também prestando o apoio aos moradores afetados pelas chuvas com acolhimento, avaliação de saúde e avaliações e orientações sobre doenças transmissíveis pela água contaminada. A equipe conta com médico, enfermeiro e auxiliar de enfermagem, que estão percorrendo a comunidade.

A equipe do Centro POP, da Secretaria de Assistência Social, esteve em Itaipava oferecendo banho a população em situação de rua e seus animais de estimação através de um ônibus adaptado nesta quarta-feira (08.04). A iniciativa, que aconteceu em parceria com a instituição Mateus 25.35, aconteceu ao lado do terminal rodoviário e também distribuiu kits de alimentação, dicas de prevenção bucal, atendimento de enfermagem, além de orientar as pessoas sobre os cuidados para combater o coronavírus. Informações sobre o auxílio emergencial do governo federal também foram oferecidas para a população.

No Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil, a Secretaria de Assistência Social promoveu nesta quarta-feira (12.06) uma ação de conscientização sobre o tema e divulgação do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti) desenvolvido pelo município. Durante o dia, as assistentes sociais distribuíram materiais informativos e incentivaram as pessoas que passaram pelo estande montado na Praça Dom Pedro a denunciarem casos de crianças e adolescentes trabalhando precocemente, ou seja, que não estão na condição de aprendiz.

O Peti tem o objetivo de retirar quem tem menos de 16 anos da condição de trabalho precoce e atua em conjunto com o Conselho Tutelar para informar, identificar, combater e responsabilizar as situações de trabalho infantil em Petrópolis. Para isso, também lança um olhar para o acolhimento das famílias em situação de risco social.

A assistente social e técnica de referência do Programa, Rosana Gomes Leal, lembra que o grande objetivo não é a punição, mas a proteção dessa criança ou adolescente.

“Nós monitoramos junto ao Conselho Tutelar as denúncias que chegam e ações que são feitas para aquelas famílias. Ao receber uma denúncia, a gente procura contato com essa família para entender a condição social e da casa onde essa criança vive, e vemos várias questões: se essa família pode ser atendida por algum programa social, se a criança está frequentando a escola e qual o comportamento dela, se é necessário algum tipo de atendimento médico”, explica.

Ela contou que um dos casos que atendeu recentemente era de uma criança que deixou de ir para a escola e a informação é de que ela ficava em casa cuidando dos irmãos – um trabalho doméstico com essas características, que priva a criança ou adolescente, por exemplo, de estudar e ter convívio social, é proibido pelo Estatuto da Criança de Adolescente. Junto com o Conselho Tutelar, a mãe foi chamada para uma conversa e disse que colocou a filha para cuidar dos irmãos para que ela pudesse trabalhar e que passava por uma gravidez de risco sem conseguir fazer os exames de pré-natal. Esse exemplo mostra um pouco do trabalho feito pelo Programa: além de buscar o retorno da criança para as aulas, as assistentes sociais também encaminharam para que ela fosse atendida no Hospital Alcides Carneiro.

O Programa de Erradicação do Trabalho Infantil foi criado em 2017 e atualmente acompanha 10 casos. Entre os casos mais comuns, estão os que as crianças são obrigadas a trabalhar pela própria família, seja em vendas ambulantes pelas ruas, no tráfico de drogas e o trabalho doméstico imposto de forma abusiva.

Evento prevê debate com promotores de Justiça e apresentação dos trabalhos desenvolvidos pelo NAPE-IJ

Marcando o Dia Nacional de Combate à Exploração Sexual contra Crianças e Adolescentes, nesta sexta-feira (18.05), a Secretaria de Assistência Social vai promover um encontro para orientar e apresentar os trabalhos desenvolvidos pelo Núcleo de Atendimento Especializado – Infantojuvenil (NAPE – IJ). Participarão do encontro o promotor de Justiça da 1ª Promotoria de Justiça da Infância e Juventude da Comarca de Petrópolis, Vicente de Paula Mauro Junior, e o promotor de Justiça da 2ª Promotoria de Justiça da Infância e Juventude da Comarca de Petrópolis, Odilon Lisboa Medeiros. O evento será realizado na Casa dos Conselhos Municipais Augusto Ângelo Zanatta, às 9h.

Pioneiro em todo o Estado do Rio de Janeiro no trabalho de combate e de assistência às crianças vítimas de violência sexual, o Núcleo de Atendimento Especializado – Infantojuvenil (NAPE-IJ) já registrou 373 denúncias desde sua implantação, no ano passado. Destas, 109 apresentaram elementos que puderam dar reais indícios sobre a hipótese de abuso sexual.

Das denúncias recebidas pelo NAPE-IJ, a maior parte é originada de encaminhamentos do Conselho Tutelar. A cada ocorrência, a pessoa e sua família é atendida várias vezes até que a denúncia seja confirmada e o procedimento legal seja efetuado, como o envio ao Ministério Público.

“Temos um trabalho longo de investigação, que pode levar meses, e, por conta disso, aumenta o número de atendimentos, que já chegaram a 1,5 mil. O município recebeu o reconhecimento pelo trabalho desenvolvido junto a idosos e crianças vítimas de abuso, em novembro do ano passado, o que fortaleceu ainda mais o trabalho já desenvolvido, nos motivando a ampliar ainda mais a assistência”, explica a secretária de Assistência Social, Denise Quintella, lembrando a menção honrosa recebida pela prefeitura durante o Seminário Brasileiro de Gestores e Trabalhadores da Política de Assistência Social, realizado em Florianópolis.

Casa dos Conselhos Municipais Augusto Ângelo Zanatta fica na Avenida Koeler, número 260, no Centro (ao lado da prefeitura)

Sobre o NAPE-IJ:

A instalação do Núcleo de Atendimento Especializado – Infantojuvenil – NAPE-IJ cumpre uma das resoluções da Lei 7.382 de 14 de dezembro de 2015. A legislação estabelece a criação de um fluxo específico de atendimento às crianças vítimas de violência sexual.O NAPE-IJconta com três salas de atendimento, sendo que duas projetadas exclusivamente para crianças e outra para adolescentes, contendo materiais lúdicos e de recreação. O espaço é uma iniciativa do poder público, em conjunto com a GE Celma, que doou o contêiner para instalação da unidade, bem como a equipou e proporcionou treinamento da equipe formada por quatro psicólogas.

O NAPE-IJ fica anexo ao Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS), na Avenida Dom Pedro - 199. O núcleo funciona de segunda a sexta-feira, de 8 às 17h, para o atendimento psicológico especializado, de cunho social e não clínico, às supostas vítimas e às suas famílias.

Exemplares vão complementar atividades nos CRAS

A Assistência Social recebeu, nesta terça-feira (07.08), a doação de mais uma biblioteca literária, através da Fundação Itaú Social. Os volumes são compostos por títulos selecionados e destinados ao público infantil e juvenil, e vão ser utilizados no complemento das atividades educacionais dos centros de Referência de Assistência Social (CRAS) e programas sociais. No total, foram 1,5 livros de diversos autores e temas variados.

“É uma forma de incentivarmos a literatura entre os participantes de programas sociais no município. Fomentar a leitura é contribuir para a qualidade da educação, atendendo projetos, programas e ações sociais. Ela é uma ferramenta reconhecidamente importante para o desenvolvimento da criança, sobretudo na primeira infância”, destacou a secretária de Assistência Social, Denise Quintella.

Foram 1,5 mil exemplares recebidos nesta semana. Oitocentos na segunda-feira (06.08) e o restante nesta terça (07.08). A doação faz parte da parceria entre a Fundação Itaú Social e o Ministério do Desenvolvimento Social. O objetivo é estimular a leitura ainda na primeira infância e fortalecer, principalmente, as ações do programa Criança Feliz. A previsão é de que sejam entregues mais de 1,2 milhão de livros em todo o Brasil.

“Estamos distribuindo estes exemplares entre os oito CRAS, Casas da Acolhida e Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), possibilitando o acesso a leitura de centenas de crianças que participam dos programas da Assistência Social. Poderão contar também com os livros participantes do Programa Criança Feliz, Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (AEPETI) e Acessuas Trabalho”, pontuou o diretor de Proteção Social Básica da pasta, Rodrigo Lopes.

Para a pedagoga do CRAS Corrêas, Bétissa Vianna, os exemplares vêm para incrementar o trabalho já desenvolvido, oferecendo o acesso de crianças e adolescentes a muitos títulos. É um grande presente à Assistência.

“Estou muito encantada com todo esse material. Não apenas poderemos oferecer as nossas crianças e adolescentes o acesso a todo esse conteúdo, que sabemos que muitas vezes não chegam as classes menos favorecidas, mas também poderemos trabalhar a convivência e fortalecimento de vínculos dos familiares dos mesmos. A leitura no ambiente familiar pode restaurar os laços afetivos”, comentou a pedagoga.

A Secretaria de Assistência Social recebeu 340 máscaras do empresário Fellipe Alavarse, proprietário da confecção Zero Vinte Um Soul. O material, entregue nesta quarta-feira (08.04), será distribuído para pessoas em vulnerabilidade social no enfrentamento do coronavírus. Na próxima semana, o mesmo gestor irá doar mais 1.500 unidades que já estão em produção.

Troca de experiências reforça referência do município

A Secretaria de Assistência Social recebeu, nesta quarta-feira (15.08), a visita de representantes da Secretaria de Assistência Social, Direitos Humanos e Trabalho de Nova Friburgo. A equipe veio a Petrópolis trocar experiências e buscar referências para a implantação de programas, como o de Promoção do Acesso ao Mundo do Trabalho (Acessuas Trabalho).

“Quero muito agradecer a Assistência Social de Petrópolis por nos receber. Nosso desejo é implantar o Acessuas em nossa cidade e esta visita nos dá uma boa ideia do que podemos fazer, como angariar apoio das empresas, incentivando os projetos que são realizados. É bom conhecer o que vem sendo feito por aqui”, comentou a secretária de Assistência Social, Direitos Humanos e Trabalho de Nova Friburgo, Emmanuele Marques.

O Acessuas Trabalho, implantado pela Secretaria de Assistência Social neste ano, já contabilizou 300 inscritos, que participam das orientações realizadas pela Assistência semanalmente em todos os oito centros de Referência de Assistência Social (CRAS). As capacitações podem gerar encaminhamento para cursos e até empregos.O programa conta com o apoio de organizações, como o Senai, Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE), Legião da Boa Vontade (LBV), Fundação Educandário Princesa Isabel, a Associação da Rua Teresa (ARTE) e de órgãos da prefeitura, como a Secretaria de Desenvolvimento Social, pelo Balcão de Empregos,Centro da Juventude e Secretaria de Educação.

Além do Acessuas, o encontro serviu para debater outros avanços da Assistência Social de Petrópolis. “Fico feliz em saber que estamos tendo este reconhecimento de cidades vizinhas e amigas, que buscam em Petrópolis as referências para criar alternativas para o desenvolvimento dos próprios trabalhos. Conseguimos trocar opiniões, mostrar nossas ideias, objetivos e conquistas para, através disso, auxiliar outras cidades. Petrópolis tem crescido muito neste sentido, com a implantação de serviços importantes, como o Criança Feliz e o AEPETI”, disse Denise Quintella, citando as Ações Estratégicas do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (AEPETI), lançado em abril.

Esta é a segunda visita de representantes de outras cidades aos equipamentos da Assistência Social em menos de um mês. Em julho, o município recebeu representantes e assistidos pela Secretaria de Assistência Social de Tanguá. Eles vieram à cidade para conhecer os pontos turísticos e saber mais sobre os centros de Referência de Assistência Social (CRAS).

“Esta troca de experiências é fundamental. Passamos a nossa visão sobre os trabalhos que desenvolvemos e como a empregamos para conseguir nossos objetivos. Ao mesmo tempo, aprendemos com o que eles nos trazem de informação, nos ajudando a crescer mais ainda. Nesta visita, o foco foi o Acessuas, que vem ajudando beneficiários do Programa Bolsa Família a voltar ao mercado de trabalho”, pontuou o diretor de Proteção Social Básica, Rodrigo Lopes.

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