Petrópolis irá lembrar o Dia Mundial de Combate à Violência Contra a Pessoa Idosa, neste domingo (15/6), com uma caminhada, às 9h, saindo da Catedral São Pedro de Alcântara e com a apresentação do Coral Nosso Tempo, às 10h45, na Praça da Liberdade. As atividades são uma realização conjunta da Prefeitura e do Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa Idosa (CMDDPI). A partir de domingo, também serão distribuídos panfletos educativos para conscientizar a população sobre os diferentes tipos de violência cometidos contra idosos: física, psicológica, sexual, e financeira, além da negligência e autonegligência.

O material explicativo também divulga o Disque 100, para quem souber de casos de violência contra idosos, além de endereços e telefones de órgãos envolvidos com o tema, como os dos Centros de Referência de Assistência Social (Cras), delegacias, Ministério Público e  CMDDPI.

“A Prefeitura e o Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa Idosa construíram juntos essas programações, que não acabam neste domingo. Faremos visitas às instituições de longa permanência e ações em conjunto com o Disque 100. Petrópolis tem recebido denúncias de violências, muitas delas cometidas por familiares. Então continuaremos trabalhando na conscientização sobre a importância da valorização do idoso e na divulgação dos canais de denúncia”, disse a secretária de Trabalho, Assistência Social e Cidadania (Setrac), Fernanda Ferreira.

Debates nortearão os temas da 11ª Conferência que acontecerá em julho

 

A Prefeitura, por intermédio da Secretaria de Assistência Social e o Conselho Municipal de Assistência Social (CMAS), realizam nesta quarta-feira (31.05) a Audiência Pública Anual que terá como tema “Garantia de Direitos no Fortalecimento do SUAS”, em referência ao Sistema Único de Assistência Social. O evento acontece na sala Afonso Arinos do Instituto Municipal de Cultura e Esporte de 15 às 18h.


O objetivo principal do evento é analisar, propor e deliberar, com base na avaliação local, as diretrizes que garantirão esse fortalecimento dentro do município. Para tanto, o evento será dividido em quatro eixos de discussão: Histórico da Política de Assistência Social, Trabalho em Rede com os Serviços Socioassistenciais, Tipificação Nacional dos Serviços e os Indicadores dos Serviços das Instituições inscritas no CMAS.


A secretária de Assistência Social, Denise Quintella explica que o evento servirá como base para a elaboração dos temas da 11ª Conferência Municipal de Assistência Social que acontecerá nos dias 14 e 15 de julho.


A Audiência Pública é aberta ao público, mas tem como público-alvo as entidades e os usuários da Assistência Social. A presidente do Conselho Municipal de Assistência Social (CMAS), Jaqueline Cleffs reforçou a importância das 90 instituições cadastradas no conselho participarem do encontro.

 

“Nós iremos apresentar um indicador de atuação dessas entidades, mas estamos realizando uma busca ativa para cadastrar outras instituições do município. Precisamos assegurar aos usuários o conhecimento do trabalho dessas entidades que compõe a rede e os serviços oferecidos à comunidade. A audiência servirá para estreitarmos esses laços”, afirma Jaqueline Cleffs.

Encontro reuniu conselheiros tutelares e representantes da policia civil e militar 

No Dia Nacional de Combate à  Exploração Sexual (18.05) a secretária de Assistência Social debateu junto aos vereadores e conselheiros tutelares, ações de conscientização e combate à exploração sexual contra crianças e adolescentes. A audiência pública foi realizada na quinta-feira (18.05) na Câmara dos Vereadores. Na ocasião, foi relatado o crescimento de denúncias de supostos abusos contra menores. Em 2016 foram registrados 78 casos de violência contra crianças e adolescentes, sendo 39 na região de Itaipava. Em 2017, em menos de cinco meses, 28 denúncias foram levadas ao Conselho Tutelar de Itaipava.

A prefeitura tem a preocupação de manter em dia os gastos do Conselho Tutelar – com 10 membros divididos para atuação no Centro Histórico e em Itaipava – e estuda a ampliação de recursos para a melhoria da atuação do órgão. Em quatro meses, o Conselho recebeu R$ 200.553,60 somente referentes ao custeio de vencimentos dos 10 conselheiros e pagamento de 8 funcionários de  apoio.  

Todas as denúncias apuradas pelo Conselho Tutelar são passadas à Assistência para o relatório e análise em um estúdio de revelação que passa a funcionar a partir de segunda-feira (22.05) no recém-inaugurado Núcleo de Atendimento Especializado – Infanto juvenil – NAPE – IJ localizado em anexo ao Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS).

O vereador, presidente da Comissão de Esporte, Lazer e Defesa dos Direitos Humanos, Leandro Azevedo, relembrou os recentes casos de violência sexual a crianças no município e incentivou o debate sobre o tema junto à sociedade.

“A data desta audiência é importantíssima, pois é o Dia Nacional de Combate a Exploração Sexual contra crianças e adolescentes. Nós precisamos debater esse tema constantemente nas comunidades, nas escolas, a fim de que a sociedade civil busque ações não só de punição, mas de prevenção, além de estimular a denúncia de casos de violência. Não podemos nos calar”, afirma o vereador. 

A Secretaria de Assistência Social pediu o apoio dos parlamentares na divulgação das linhas diretas para que a população denuncie os casos de violência. Na campanha Faça a Diferença #conscientizAÇÃO, a denúncia é anônima. O objetivo é divulgar os números de telefone do Disque 100, além da linha 127 do Ministério Público e 125 do Conselho Tutelar. 

O conselheiro tutelar Rafael Soares disse que Petrópolis é o único município no Estado em que o telefone do Conselho Tutelar é com três dígitos, o 125.“Isso para nós é uma vitória muito grande e conquistada por conselheiros no passado e mantida até hoje. Hoje temos uma boa relação com o governo que pagou o aluguel atrasado de três meses deixados pela gestão passada e está sempre apostos para nos auxiliar. Temos ainda demandas que serão atendidas, compromisso do prefeito com o conselho”, disse Rafael Soares. 

Participaram da audiência o vereador Marcelo da Silveira; o capitão do 26 BPM, Rodrigo Reis;representando a 105ª Delegacia, Caroline Soares, e os conselheiros tutelares: Pamela Amarante, Debora Morada, Meryellin Dias, Daiane Neves, Jorge Junior e Rafael Soares. 

O Centro de Referência de Atendimento à Mulher (CRAM) promoveu uma Audiência Pública no plenário da Câmara de Vereadores que reuniu mais de 40 pessoas na tarde desta segunda-feira (08.05). O tema foi a “Rede de Enfrentamento à Violência Contra a Mulher”, que mobilizou o debate dentro dos quatro eixos previstos na Política Nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres – combate, prevenção, assistência e garantia de direitos.

Foram debatidos temas como as atuações articuladas entre instituições governamentais, não governamentais e a sociedade civil, a projeção de estratégias e políticas que visam garantir as mulheres os direitos básicos como a responsabilização dos agressores e a assistência às mulheres em situação de risco e violência.

“Com muita coragem, determinação e persistência, organizamos essa audiência para que todos os participantes pudessem esclarecer o papel de cada um dentro da rede de enfrentamento em defesa das mulheres. O saldo foi positivo e vamos continuar promovendo ações que visem à melhoria da assistência àquelas mulheres que mais precisam de toda essa rede”, disse a coordenadora do CRAM, Raquel Vieira.

Dentro das muitas explanações, a deputada estadual Enfermeira Rejane, presidente da Comissão da Mulher na ALERJ,apresentou alguns dados sobre o aumento dos casos em Petrópolis, com base no estudo do Dossiê Mulher, publicado em 2015 pelo Instituto de Segurança Pública do Estado.

“No município os casos de violência física alcançaram o número de 821 registros e a proporção de casos contra mulheres chegou a 48,8%. A violência sexual teve 82 casos e os de violência moral e psicológica batemos os 522 registros. Mas vale lembrar que isso são números de 2015. O grande desafio do enfrentamento são os casos que acontecem dentro dos domicílios, onde o poder público, por muitas vezes, não tem ingerência”, disse a deputada.

Adriana Mota, socióloga, destacou a diferença entre a rede de enfrentamento, que é ampliada, com a participação mais efetiva de diversas instituições e a rede de atendimento a mulher nos casos de violência, onde existe a necessidade maior da integração dos órgãos de proteção. “Temos que promover uma articulação maior dos veículos de ajuda em um momento de crise. Os sistemas de ajuda precisam atuar mais integrados”.

Katia Lôbo, superintendente de projetos e ações governamentais do governo do Estado, exemplificou que, durante a cada quatro minutos, uma mulher sofreu algum tipo de violência durante o Carnaval deste ano. “Não podemos compactuar com esses dados e temos que continuar com ações de conscientização e enfrentamento, como essa que hoje estamos participando. Dou os parabéns pela organização”.

Já Rosemary Caetano, superintendente de enfrentamento à violência contra a mulher do Estado, ponderou um maior engajamento de todas as entidades e aumentar o combate à cultura do estupro. “Temos que fortificar a atuação daqueles que estão inseridos neste processo. A cultura do estupro é inaceitável”, reclama ela.

Encontro foi promovido pelo Conselho Municipal de Assistência Social

O Conselho Municipal de Assistência Social (CMAS) realizou, nesta sexta-feira (15.06), uma audiência pública para tratar dos desafios e necessidades de se construir uma rede socioassistencial no município. Com o tema “Assistência Social como Articuladora da Rede Socioassistencial Pública e Privada: Concepções e Desafios”, o encontro foi realizado na Câmara de Vereadores e contou com a presença de cerca de 50 pessoas.

Participaram da audiência a presidente do CMAS, Ana Cristina Eleutério, o Diretor do Departamento de Proteção Social Básica da Secretaria de Assistência Social e vice-presidente do Conselho, Rodrigo Lopes, o coordenador da Casa dos Conselhos e Comissões, Luiz Eduardo Peixoto, o presidente do Conselho Municipal de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência (CMDDPD), Luiz Felipe da Cruz,  e representantes dos conselhos de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA) e da Pessoa Idosa (CMDDPI).

Evento foi uma prévia da 11ª Conferência que acontecerá em julho

Garantir os direitos e o fortalecimento do Sistema Único de Assistência além de buscar a efetividade em um trabalho integrado entre município e entidades Sociais foram os temas debatidos na Audiência Pública Anual do setor realizada na tarde desta quarta-feira (31.05). O encontro promovido pela prefeitura, por intermédio da Secretaria de Assistência Social e o Conselho Municipal de Assistência Social (CMAS), reuniu 65 pessoas na sala Afonso Arinos do Centro de Cultura.

A audiência foi dividida em quatro eixos de discussão: Histórico da Política de Assistência Social, Trabalho em Rede com os Serviços Socioassistenciais, Tipificação Nacional dos Serviços e os Indicadores dos Serviços das Instituições inscritas no CMAS.

 Considera-se como o maior desafio para a Assistência Social a construção de uma rede profissional de assistência. Na palestra sobre o Histórico da Política da área, o psicólogo Leonardo Pecoraro Costa apresentou o cenário nacional e enfatizou que a parceria entre as instituições, governo e a sociedade garantem o aprimoramento da qualidade de vida dos grupos vulneráveis e um desenvolvimento local integrado de forma a responder aos desafios demográficos, econômicos e sociais.

“O assistente social pela sua função fim tem de trabalhar de forma integrada. É um profissional que tem a responsabilidade de amparar pessoas que de alguma forma não têm total acesso à cidadania, ajudando-os a resolver problemas ligados a educação, habitação, emprego, saúde. Dividimos a audiência em temas de fácil entendimento para gerar um debate construtivo entre todos os envolvidos”, disse o psicólogo, Leonardo Pecoraro Costa.

A presidente do Conselho Municipal de Assistência Social (CMAS), Jaqueline Cleffs reforçou a importância das 90 instituições cadastradas no conselho trabalharem integradas ao município. 

“Estamos realizando uma busca ativa para cadastrar outras instituições do município. Precisamos assegurar aos usuários o conhecimento do trabalho dessas entidades que compõe a rede e os serviços oferecidos à comunidade. A audiência serviu para estreitarmos esses laços”, afirma Jaqueline Cleffs.

Cidade conta com assistência social, jurídica e psicológica à mulher em situação de violência           

Petrópolis teve um aumento de 15% no número de mulheres que denunciaram os abusos sofridos em 2017. Os dados correspondem às queixas nas delegacias da cidade e foram apresentados na última sexta-feira (04.05) durante o lançamento do Dossiê Mulher. Essa informação evidencia a importância de canais de atendimento e assistência à mulher em situação de violência, além da desmistificação do assunto e conscientização da população. Para isso, o município conta com o Centro de Referência em Atendimento à Mulher (Cram), que presta assistência jurídica, social e psicológica à vítima, para onde são encaminhadas após a denúncia na delegacia.

O documento traz, ainda, o perfil das vítimas: em Petrópolis, mais da metade das mulheres que prestaram queixa na delegacia têm entre 30 e 59 anos, e 56,3% das denúncias tratavam de agressão verbal. Os dados também explicam que em mais da metade dos casos a Lei Maria da Pena (11.340/05) foi aplicada. No estado, o dossiê evidencia, ainda, que em média uma mulher foi vítima de feminicídio por dia ao longo de 2017.

A coordenadora do Centro de Referência em Atendimento à Mulher, Cléo de Marco, destaca que o município conta com dois canais voltados à mulher: o próprio Cram, subordinado ao Gabinete da Cidadania, e o Núcleo de Atendimento à Mulher (Nuam), ligados às delegacias da cidade. “Nosso trabalho é mostrar à mulher que ela não está sozinha, que sua voz está sendo ouvida. O aumento nos casos mostra que a vítima está se sentindo mais forte, mais confiante em buscar ajuda, e isso é o melhor feedback que poderíamos receber. Como é um assunto muito complicado, buscamos, junto à justiça e aos órgãos responsáveis, medidas protetivas que garantam a segurança da mulher após a denúncia, o que é de extrema importância”, destaca.

No último ano, o Cram atendeu 454 mulheres, prestando serviço social, jurídico e psicológico à vítima, além da realização de campanhas de divulgação do trabalho e desmistificação do assunto. O órgão trabalha em consonância com as delegacias locais, que encaminham casos em que a Lei Maria da Penha foi aplicada para que o Cram realize a assistência. O atendimento depende do consentimento da vítima e é realizado em total sigilo.

“Lutamos principalmente para que os agressores não fiquem impunes e para que a mulher não desista da denúncia, fato que acontece muito. Devemos também mostrar que violência não é necessariamente física, mas também verbal, moral, patrimonial ou sexual. Mais mulheres tendo coragem de dar um basta nas relações abusivas nos mostram que estamos no caminho certo na assistência à petropolitana”, frisa Anna Maria Rattes, coordenadora do Gabinete da Cidadania e presidente do Conselho de Defesa dos Direitos da Mulher (Comdim).

O Cram possui uma linha de emergência 24 horas, que pode ser utilizada via WhatsApp, chamada de voz ou mensagem de texto. O número é (24) 98839-7387. Para denunciar ou solicitar informações, pode-se ligar para o telefone 2243-6152 ou comparecer à sede do Cram, localizada na Rua Santos Dumont, número 100, no Centro. O funcionamento é de segunda a sexta, de 8h às 17h. Caso se sinta violentada de alguma forma, a mulher pode contatar a Polícia Militar pelos números 2291-5071, 2242-8005 ou 180, além de poder contatar via WhatsApp a emergência da Polícia Militar, pelo número (24) 99222-1489.

Sexta, 14 Junho 2019 - 18:23

Aviso de Pauta - Ação Social no Caxambu

A Secretaria de Assistência Social realiza a segunda edição, do ano, da Ação Social. O evento aberto à comunidade será realizado neste sábado (16.06), das 9h às 14h, na Escola Municipal Senador Mário Martins - Rua Flávio Cavalcante, Caxambu. Na ocasião, vários serviços serão oferecidos gratuitamente. A iniciativa que conta com a união de diferentes setores do poder público. 

Serviço: 

Ação Social – Caxambu

Local: Escola Municipal Senador Mário Martins - Rua Flávio Cavalcante, Caxambu

Horário: 9h às 14h

Baila Comigo é lançado no Restaurante Popular

 

Baile mensal foi retomado a pedido dos usuários do restaurante

 

Uma grande festa marcou o retorno do baile voltado para a melhor idade no Restaurante Popular, nesta terça-feira (13.06). Cerca de 90 pessoas dançaram e se divertiram de 16 às 19h ao som de um DJ convidado e um conjunto musical. A iniciativa da Secretaria de Assistência Social já é um grande sucesso em Itaipava, onde o “Baila Comigo” reúne em média 40 pessoas com idades entre 60 a 80 anos no Centro de Cidadania. A expectativa da Assistência é atrair um público ainda maior no Restaurante Popular, no Centro.

 

 A Secretaria de Assistência montará um calendário com datas comemorativas e dos próximos bailes. O administrador do Restaurante Popular Marco Antônio Cesar agradeceu o retorno do baile.

 

"Desde o início do ano os frequentadores do restaurante nos pediam a retomada do baile. Hoje nós conseguimos voltar com a festa e oferecemos um lanche para melhorar a acolhida. Vamos nos organizar agora para os próximos bailes", disse.

 

A aposentada Marli Maria Cerqueira de 75 anos foi uma das frequentadoras que agradeceu a volta do baile."Eu estou muito feliz. Semana passada foi avisado aqui que iríamos ter o baile de volta e ficamos ansiosos até hoje. Tomara que seja sempre assim", comemora a aposentada.

 

Para agradar o público frequentador do baile, a Assistência irá criar um sistema de avaliação a cada baile. A ideia agradou o aposentado Robson Santos, 78 anos, que durante a festa sugeriu repertório ao DJ do baile."Que bom que a gente pode opinar, mostra que a festa é feita pra gente mesmo. Então já sugeri ao DJ umas musicas para o povo se animar e dançar junto", disse o aposentado. 

 

O Centro de Cidadania de Itaipava organizou uma programação voltada para a Festa Junina no baile deste mês que acontecerá no dia 23 de junho

O baile da terceira idade, promovido pela Prefeitura, por meio da Secretaria de Trabalho, Assistência Social e Cidadania (Setrac), no Restaurante Popular Regina de Lourdes Vieira, completou um ano. O baile é realizado toda última sexta-feira do mês e hoje (1/4) mais de 50 idosos dançaram ao som de Jô dos Teclados.

“Sexta-feira passada foi ponto facultativo e tivemos que transferir o baile para esta sexta. Quando houve o fechamento da Farmácia Popular aqui no Centro, o prefeito logo nos pediu que realizássemos o baile no Restaurante Popular, local onde os idosos podem dançar e comemorar a vida”, disse a secretária de Trabalho, Assistência Social e Cidadania, Fernanda Ferreira.

O aposentado Manuel Mario Krim, de 69 anos e a dona de casa Maria da Glória, de 65 anos participam dos bailes desde o início do projeto. “Estou sempre aqui me divertindo. Adoro estar entre amigos”, disse Manuel. “Aqui fiz amigos e adoro este ambiente”, destacou Maria. A idosa Marina Casemiro, de 87 anos, também faz questão de participar dos bailes. “Eu amo dançar. Eu e o meu esposo Robson já fomos o melhor casal de dança”, comemorou.

O Restaurante Popular Regina de Lourdes Vieira foi inaugurado em 2008, no segundo mandato do prefeito Rubens Bomtempo, e oferece 1.000 refeições diárias a R$ 1, além de café da manhã a R$ 0,50.

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