Em parceria com a Defesa Civil, a Secretaria vai promover a Operação Inverno

A Secretaria de Assistência Social está intensificando as abordagens sociais no período do inverno para promover o acolhimento emergencial de pessoas em situação de rua. A Assistência, em parceria com a Defesa Civil, vai dar início, na próxima segunda-feira (11.06), à Operação Inverno, reforçando o trabalho que já é desenvolvido pelas equipes. 

É um período em que se deve dar total atenção, principalmente, a esta população. No ano passado, a prefeitura conseguiu acolher, em média, 15 pessoas a mais por dia durante a operação, ofertando ao usuário o pernoite, alimentação e banho. A ideia é intensificar o trabalho que já é feito pela Assistência ao longo do ano, realizando abordagens à noite e dar este apoio a quem precisa.

Mesmo estando ainda no outono, Petrópolis já tem registrado temperaturas baixas, como na semana passada, quando no dia 30 de maio os termômetros marcaram 6°C. O Núcleo de Integração Social (NIS) teve 100% dos leitos ocupados neste dia. Para ampliar o atendimento a estas pessoas, foram instaladas três barracas cedidas pela Defesa Civil, que, juntas, vão permitir o acolhimento de até mais 18 pessoas. A Assistência vai intensificar, também, a abordagem das equipes à noite, quando o frio é mais intenso.

“A Secretaria de Assistência Social faz de forma constante a abordagem à população em situação de rua, em diferentes pontos da cidade. Este trabalho é realizado por equipes, geralmente um educador e um técnico, todos os dias da semana, em horários diversos. A equipe oferece apoio para quem aceita ir para o Centro de Referência Especializado para População em Situação de Rua (Centro Pop) ou para pernoite no Núcleo de Integração Social (NIS). Em 2017 houve grande adesão por parte dos usuários, por isso a necessidade de continuar esse acolhimento emergencial ”, explica a secretária de Assistência Social, Denise Quintella.

No Centro Pop, os usuários podem tomar banho, se alimentar e passar o dia. De acordo com a situação de cada pessoa, ela pode ser encaminhada para o Núcleo de Integração Social (NIS) onde passará por todo um processo de ressocialização, recebendo tratamento médico e psicossocial. “O objetivo da Assistência Social é dar a oportunidade para que possam conseguir um emprego ou retornar para as suas cidades de origem”, completou a Denise.

A Assistência Social presta auxílio, em média, a 25 pessoas por mês com embarques para suas cidades de origem. “Os registros do Centro Pop, apontam para uma média de 102 adultos em situação de rua. Cerca de 90% são homens. Em média, 48 usuários são migrantes - vindos de outras localidades. Todos que se dirigem ao equipamento recebem atendimento sem agendamento. O trabalho realizado visa a reinserção dos usuários às famílias e, quando não é possível, o objetivo é desenvolver sua autonomia”, reforçou a diretora do Departamento de Proteção Social Especial da Secretaria de Assistência Social, Katia dos Prazeres.

Próxima atividade vai ser no dia 25, no Duarte da Silveira 

A Secretaria de Assistência Social já definiu o calendário de ações sociais para este semestre. Serão cinco atividades, uma em cada mês. A próxima está marcada para o próximo dia 25 de agosto e a comunidade atendida vai ser a do bairro Duarte da Silveira. Posse, São Sebastião, Chapa 4 e Bonfim também vão receber a Ação Social da prefeitura até dezembro.

Já foram realizadas 11 edições da Ação Social. O evento é um sucesso, com mais de 11 mil pessoas que foram atendidas com os serviços disponibilizados por meio de parceria com empresas e órgãos públicos. O objetivo é fortalecer estas ações para que elas possam chegar a outras regiões do município, atendendo ainda mais pessoas.

As ações sociais são marcadas pela parceria entre as secretarias, órgãos públicos e as associações de moradores dos bairros. Graças à união, as mais de 11 mil pessoas puderam ser atendidas com emissão de 2ª via de RG, orientações sobre os trabalhos das secretarias e departamentos da prefeitura, corte de cabelo e atividades com danças e esportes.

“É fundamental a integração entre as secretarias na realização das ações sociais. Isso tem sido um diferencial para que as ações tenham este sucesso. Além disso, temos as parcerias com as associações de moradores, que nos permitem conhecer as demandas das comunidades e oferecer os serviços de acordo com o que elas realmente precisam", frisa a secretária de Assistência Social, Denise Quintella.

Além do Duarte da Silveira, no próximo dia 25, a Ação Social da prefeitura vai estar na Posse, no dia 29 de setembro; São Sebastião, no dia 20 de outubro; Chapa 4 (Valparaíso), no dia 10 de novembro; e Bonfim, no dia 8 de dezembro.

Ações práticas são traçadas para retirar crianças e adolescentes do trabalho infantil

A prefeitura lançou oficialmente, nesta terça-feira (17.04), as Ações Estratégicas do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (AEPETI). O AEPETI, programa do Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), reúne um conjunto de ações que tem o objetivo de retirar crianças e adolescentes menores de 16 anos do trabalho precoce, exceto na condição de aprendiz, que é a partir de 14. O programa, desenvolvido pela Secretaria de Assistência Social, exige frequência escolar das crianças e adolescentes, que passam a receber orientação e acompanhamento das equipes da pasta.

A prefeitura encontrou, no início da gestão, mais de R$ 200 mil em recursos, específicos para o programa vindos do governo federal, retidos em conta da Secretaria de Assistência Social que não foram utilizados pela gestão anterior devido à falta de planejamento de ações. Agora, será possível colocar o projeto em prática e a cidade vai receber R$ 9 mil por mês para a manutenção do programa, que vai unir secretarias e instituições para conscientizar a população e identificar situações de trabalho infantil, atuando para sanar estes riscos.

A Secretaria de Assistência Social tem promovido as ações estratégicas do programa, com equipes de trabalho fazendo visitas periódicas nos Centros de Referência em Assistência Social (CRAS) e no Centro de Referência Especializado (CREAS), buscando informar, identificar, combater e responsabilizar as situações de trabalho infantil no município. Por conta disso, representantes do Conselho Tutelar, Ministério Público, Poder Judiciário e polícia estão inseridos na rede de trabalho do AEPETI.

“As famílias identificadas com crianças nesta situação serão inseridas no Cadastro Único (CadÚnico), para programas sociais e que possam receber o benefício do Bolsa Familía. Trabalhamos integrados, também, às secretarias de Saúde e Educação, para realizar estudos sobre os casos registrados e coletar estes dados. Além disso, os próprios serviços da Assistência vão interagir, inclusive, no intuito de levar as pessoas identificadas nos levantamentos ao mercado de trabalho por meio do Programa de Promoção do Acesso ao Mundo do Trabalho (Acessuas Trabalho), que já é executado no município ”, diz a secretária de Assistência Social, Denise Quintella.

As denúncias de exploração infantil podem ser feitas anonimamente pelo Disque 100 ou no Conselho Tutelar, que encaminhará as notificações à Secretaria de Assistência Social. Para a conselheira Tutelar, Merilen Dias, o AEPETI vem a acrescentar no trabalho que é desenvolvido pelo Conselho, na busca por retirar as crianças e adolescentes da prática e os acompanhar.

“O Conselho tem o trabalho de tirar crianças destas possíveis situações de riscos, que acabam gerando, por exemplo,o abandono da escola. Estamos extremamente felizes com o lançamento deste programa, que vai ser mais uma ferramenta para trabalharmos em parceria com a Assistência Social do município. Queremos garantir, também, que estes jovens que deixam o trabalho não acabem indo para o mundo das drogas. A ideia é criar mecanismos para capacitá-los e mudar a vida deles”, disse Merilen.

O lançamento foi acompanhado pelo juiz titular da Vara da Infância, Juventude e do Idoso, Alexandre Teixeira de Souza, e do promotor de Justiça da Infância e Juventude, Vicente de Paula Mauro Junior.

“Acreditamos no programa. Sabemos que muitos dos jovens que vão para criminalidade não têm este destino simplesmente porque querem, mas sim por conta das condições financeiras desfavoráveis. Se trazemos estas pessoas para programas deste tipo e recuperamos estes jovens, podemos dizer que é um trabalho bem feito”, destaca o juiz Alexandre, ratificando a importância dos órgãos inseridos no AEPETI trabalharem juntos pela erradicação do trabalho infantil.

No Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil, a Secretaria de Assistência Social promoveu nesta quarta-feira (12.06) uma ação de conscientização sobre o tema e divulgação do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti) desenvolvido pelo município. Durante o dia, as assistentes sociais distribuíram materiais informativos e incentivaram as pessoas que passaram pelo estande montado na Praça Dom Pedro a denunciarem casos de crianças e adolescentes trabalhando precocemente, ou seja, que não estão na condição de aprendiz.

O Peti tem o objetivo de retirar quem tem menos de 16 anos da condição de trabalho precoce e atua em conjunto com o Conselho Tutelar para informar, identificar, combater e responsabilizar as situações de trabalho infantil em Petrópolis. Para isso, também lança um olhar para o acolhimento das famílias em situação de risco social.

A assistente social e técnica de referência do Programa, Rosana Gomes Leal, lembra que o grande objetivo não é a punição, mas a proteção dessa criança ou adolescente.

“Nós monitoramos junto ao Conselho Tutelar as denúncias que chegam e ações que são feitas para aquelas famílias. Ao receber uma denúncia, a gente procura contato com essa família para entender a condição social e da casa onde essa criança vive, e vemos várias questões: se essa família pode ser atendida por algum programa social, se a criança está frequentando a escola e qual o comportamento dela, se é necessário algum tipo de atendimento médico”, explica.

Ela contou que um dos casos que atendeu recentemente era de uma criança que deixou de ir para a escola e a informação é de que ela ficava em casa cuidando dos irmãos – um trabalho doméstico com essas características, que priva a criança ou adolescente, por exemplo, de estudar e ter convívio social, é proibido pelo Estatuto da Criança de Adolescente. Junto com o Conselho Tutelar, a mãe foi chamada para uma conversa e disse que colocou a filha para cuidar dos irmãos para que ela pudesse trabalhar e que passava por uma gravidez de risco sem conseguir fazer os exames de pré-natal. Esse exemplo mostra um pouco do trabalho feito pelo Programa: além de buscar o retorno da criança para as aulas, as assistentes sociais também encaminharam para que ela fosse atendida no Hospital Alcides Carneiro.

O Programa de Erradicação do Trabalho Infantil foi criado em 2017 e atualmente acompanha 10 casos. Entre os casos mais comuns, estão os que as crianças são obrigadas a trabalhar pela própria família, seja em vendas ambulantes pelas ruas, no tráfico de drogas e o trabalho doméstico imposto de forma abusiva.

Evento prevê debate com promotores de Justiça e apresentação dos trabalhos desenvolvidos pelo NAPE-IJ

Marcando o Dia Nacional de Combate à Exploração Sexual contra Crianças e Adolescentes, nesta sexta-feira (18.05), a Secretaria de Assistência Social vai promover um encontro para orientar e apresentar os trabalhos desenvolvidos pelo Núcleo de Atendimento Especializado – Infantojuvenil (NAPE – IJ). Participarão do encontro o promotor de Justiça da 1ª Promotoria de Justiça da Infância e Juventude da Comarca de Petrópolis, Vicente de Paula Mauro Junior, e o promotor de Justiça da 2ª Promotoria de Justiça da Infância e Juventude da Comarca de Petrópolis, Odilon Lisboa Medeiros. O evento será realizado na Casa dos Conselhos Municipais Augusto Ângelo Zanatta, às 9h.

Pioneiro em todo o Estado do Rio de Janeiro no trabalho de combate e de assistência às crianças vítimas de violência sexual, o Núcleo de Atendimento Especializado – Infantojuvenil (NAPE-IJ) já registrou 373 denúncias desde sua implantação, no ano passado. Destas, 109 apresentaram elementos que puderam dar reais indícios sobre a hipótese de abuso sexual.

Das denúncias recebidas pelo NAPE-IJ, a maior parte é originada de encaminhamentos do Conselho Tutelar. A cada ocorrência, a pessoa e sua família é atendida várias vezes até que a denúncia seja confirmada e o procedimento legal seja efetuado, como o envio ao Ministério Público.

“Temos um trabalho longo de investigação, que pode levar meses, e, por conta disso, aumenta o número de atendimentos, que já chegaram a 1,5 mil. O município recebeu o reconhecimento pelo trabalho desenvolvido junto a idosos e crianças vítimas de abuso, em novembro do ano passado, o que fortaleceu ainda mais o trabalho já desenvolvido, nos motivando a ampliar ainda mais a assistência”, explica a secretária de Assistência Social, Denise Quintella, lembrando a menção honrosa recebida pela prefeitura durante o Seminário Brasileiro de Gestores e Trabalhadores da Política de Assistência Social, realizado em Florianópolis.

Casa dos Conselhos Municipais Augusto Ângelo Zanatta fica na Avenida Koeler, número 260, no Centro (ao lado da prefeitura)

Sobre o NAPE-IJ:

A instalação do Núcleo de Atendimento Especializado – Infantojuvenil – NAPE-IJ cumpre uma das resoluções da Lei 7.382 de 14 de dezembro de 2015. A legislação estabelece a criação de um fluxo específico de atendimento às crianças vítimas de violência sexual.O NAPE-IJconta com três salas de atendimento, sendo que duas projetadas exclusivamente para crianças e outra para adolescentes, contendo materiais lúdicos e de recreação. O espaço é uma iniciativa do poder público, em conjunto com a GE Celma, que doou o contêiner para instalação da unidade, bem como a equipou e proporcionou treinamento da equipe formada por quatro psicólogas.

O NAPE-IJ fica anexo ao Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS), na Avenida Dom Pedro - 199. O núcleo funciona de segunda a sexta-feira, de 8 às 17h, para o atendimento psicológico especializado, de cunho social e não clínico, às supostas vítimas e às suas famílias.

Exemplares vão complementar atividades nos CRAS

A Assistência Social recebeu, nesta terça-feira (07.08), a doação de mais uma biblioteca literária, através da Fundação Itaú Social. Os volumes são compostos por títulos selecionados e destinados ao público infantil e juvenil, e vão ser utilizados no complemento das atividades educacionais dos centros de Referência de Assistência Social (CRAS) e programas sociais. No total, foram 1,5 livros de diversos autores e temas variados.

“É uma forma de incentivarmos a literatura entre os participantes de programas sociais no município. Fomentar a leitura é contribuir para a qualidade da educação, atendendo projetos, programas e ações sociais. Ela é uma ferramenta reconhecidamente importante para o desenvolvimento da criança, sobretudo na primeira infância”, destacou a secretária de Assistência Social, Denise Quintella.

Foram 1,5 mil exemplares recebidos nesta semana. Oitocentos na segunda-feira (06.08) e o restante nesta terça (07.08). A doação faz parte da parceria entre a Fundação Itaú Social e o Ministério do Desenvolvimento Social. O objetivo é estimular a leitura ainda na primeira infância e fortalecer, principalmente, as ações do programa Criança Feliz. A previsão é de que sejam entregues mais de 1,2 milhão de livros em todo o Brasil.

“Estamos distribuindo estes exemplares entre os oito CRAS, Casas da Acolhida e Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), possibilitando o acesso a leitura de centenas de crianças que participam dos programas da Assistência Social. Poderão contar também com os livros participantes do Programa Criança Feliz, Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (AEPETI) e Acessuas Trabalho”, pontuou o diretor de Proteção Social Básica da pasta, Rodrigo Lopes.

Para a pedagoga do CRAS Corrêas, Bétissa Vianna, os exemplares vêm para incrementar o trabalho já desenvolvido, oferecendo o acesso de crianças e adolescentes a muitos títulos. É um grande presente à Assistência.

“Estou muito encantada com todo esse material. Não apenas poderemos oferecer as nossas crianças e adolescentes o acesso a todo esse conteúdo, que sabemos que muitas vezes não chegam as classes menos favorecidas, mas também poderemos trabalhar a convivência e fortalecimento de vínculos dos familiares dos mesmos. A leitura no ambiente familiar pode restaurar os laços afetivos”, comentou a pedagoga.

Troca de experiências reforça referência do município

A Secretaria de Assistência Social recebeu, nesta quarta-feira (15.08), a visita de representantes da Secretaria de Assistência Social, Direitos Humanos e Trabalho de Nova Friburgo. A equipe veio a Petrópolis trocar experiências e buscar referências para a implantação de programas, como o de Promoção do Acesso ao Mundo do Trabalho (Acessuas Trabalho).

“Quero muito agradecer a Assistência Social de Petrópolis por nos receber. Nosso desejo é implantar o Acessuas em nossa cidade e esta visita nos dá uma boa ideia do que podemos fazer, como angariar apoio das empresas, incentivando os projetos que são realizados. É bom conhecer o que vem sendo feito por aqui”, comentou a secretária de Assistência Social, Direitos Humanos e Trabalho de Nova Friburgo, Emmanuele Marques.

O Acessuas Trabalho, implantado pela Secretaria de Assistência Social neste ano, já contabilizou 300 inscritos, que participam das orientações realizadas pela Assistência semanalmente em todos os oito centros de Referência de Assistência Social (CRAS). As capacitações podem gerar encaminhamento para cursos e até empregos.O programa conta com o apoio de organizações, como o Senai, Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE), Legião da Boa Vontade (LBV), Fundação Educandário Princesa Isabel, a Associação da Rua Teresa (ARTE) e de órgãos da prefeitura, como a Secretaria de Desenvolvimento Social, pelo Balcão de Empregos,Centro da Juventude e Secretaria de Educação.

Além do Acessuas, o encontro serviu para debater outros avanços da Assistência Social de Petrópolis. “Fico feliz em saber que estamos tendo este reconhecimento de cidades vizinhas e amigas, que buscam em Petrópolis as referências para criar alternativas para o desenvolvimento dos próprios trabalhos. Conseguimos trocar opiniões, mostrar nossas ideias, objetivos e conquistas para, através disso, auxiliar outras cidades. Petrópolis tem crescido muito neste sentido, com a implantação de serviços importantes, como o Criança Feliz e o AEPETI”, disse Denise Quintella, citando as Ações Estratégicas do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (AEPETI), lançado em abril.

Esta é a segunda visita de representantes de outras cidades aos equipamentos da Assistência Social em menos de um mês. Em julho, o município recebeu representantes e assistidos pela Secretaria de Assistência Social de Tanguá. Eles vieram à cidade para conhecer os pontos turísticos e saber mais sobre os centros de Referência de Assistência Social (CRAS).

“Esta troca de experiências é fundamental. Passamos a nossa visão sobre os trabalhos que desenvolvemos e como a empregamos para conseguir nossos objetivos. Ao mesmo tempo, aprendemos com o que eles nos trazem de informação, nos ajudando a crescer mais ainda. Nesta visita, o foco foi o Acessuas, que vem ajudando beneficiários do Programa Bolsa Família a voltar ao mercado de trabalho”, pontuou o diretor de Proteção Social Básica, Rodrigo Lopes.

Abordagem é intensificada no inverno

 

Núcleo de Integração Social oferece leitos extras, alimentação e roupas

 

Com temperaturas que estão chegando a 3ºC, a  Secretaria de Assistência Social está ampliando as abordagens noturnas durante o inverno oferecendo  abrigo às pessoas em situação de rua na temporada mais fria do ano. Na segunda-feira (03.07) a Secretaria conseguiu acolher sete das pessoas, das 15 convidadas para pernoitar no Núcleo de Integração Social (NIS). As outras oito recusaram dormir no abrigo. Mas nesta terça-feira (04.07) com termômetros chegando a marcar 3ºC em grande parte do município, a adesão foi maior, com 15 pessoas abrigadas. A abordagem está sendo feitas todas as noites.

 

Além de disponibilizar três assistentes sociais para as abordagens noturnas, de 20 às 22h diariamente, a Secretaria de Assistência também está com uma linha direta para que a população ligue caso encontre morador em situação de rua desejando abrigo, o telefone é 2246-8741 com funcionamento 24h.

 

Vindo pela demanda espontânea, o senhor J.S.G. de 60 anos, buscou o abrigo para não só se proteger do frio, mas também ter mais segurança. “Eu dormia na rodoviária, mas resolvi sair por não achar muito seguro. Aqui eu tenho alimentação, cama quentinha e roupas novas. É muito melhor estar aqui do que estar nas ruas”, afirma.

 

Como durante o inverno o risco do agravamento de doenças respiratórias aumenta, durante a abordagem, uma viatura do SAMU teve que ser acionada para que uma pessoa fosse socorrida devido a uma crise de asma. A superintendente de Atenção à Saúde, Fabíola Heck, explica que o frio pode até levar a óbito devido à diminuição das funções vitais por conta da queda da temperatura.

 

“Algumas dessas pessoas são assistidas pelo Consultório na Rua por terem assiduidade no Centro POP que nos encaminha os atendimentos. Todos estão vacinados e com acompanhamento clínico, mas há àqueles que não querem atendimento e esses são os casos que nos preocupam. O frio pode agravar muitas patologias, grande parte respiratória, mas a pessoa também pode morrer de frio, ainda mais em temperaturas tão baixas como as que estamos presenciando”, disse Fabíola Heck.

 

A Secretaria de Assistência espera reaproximar os serviços do Centro POP e do NIS às pessoas que se recusam a receber o acolhimento proporcionado pela equipe de abordagem.  

Entre as doações, estão itens de roupa de cama, água e cestas básicas

A Secretaria de Assistência Social segue atendendo as famílias afetadas pelas chuvas que atingiram a cidade no início deste mês. Equipes da Secretaria distribuíram nesta segunda-feira (12.03), no distrito da Posse, itens de roupa de cama, água e cesta básica. Desde o início do mês, a Secretaria de Assistência Social fez o cadastramento de 73 famílias que ficaram desalojadas na cidade. O maior número foi na Posse, onde 40 famílias estão cadastradas na Assistência.

A prefeitura mantém o Centro de Referência em Assistência Social (CRAS) do distrito aberto para atendimento destas famílias. No CRAS foram realizados o cadastro dos moradores que tiveram as casas atingidas e providências emergenciais com fornecimento de mantimentos. Por orientação da Secretaria de Assistência Social, as famílias foram deslocadas para casas de parentes ou amigos.

As equipes estão de prontidão diariamente e a prefeitura vai manter a assistência nessas regiões. A Secretaria de Assistência Social agiu emergencialmente no dia seguinte às chuvas já cadastrando as famílias e levando cestas básicas e água para as famílias. Geralmente, a Secretaria de Assistência é acionada pela Defesa Civil após o registro das ocorrências. Mas, nesta situação de desastres, todos trabalham juntos para atender rapidamente a população.

A secretária de Assistência Social, Denise Quintella, reforça que todos os itens doados pela Secretaria fazem parte de um estoque prévio, adquiridos pela prefeitura para distribuição para as famílias, e fazem parte do Plano de Contingência do município no caso de desastres naturais.

“A Secretaria de Assistência Social, através do CRAS da Posse, pode indicar as famílias que estão precisando de doações às entidades, como é o caso da Cruz Vermelha, que está promovendo uma campanha junto à população”, informa Denise Quintella.

Assistência foi, também, para famílias que não precisaram sair de casa

Além das famílias que precisaram sair de casa por conta da chuva deste mês, a Secretaria de Assistência Social prestou atendimento, também, às pessoas que tiveram outras perdas materiais, mas puderam retornar aos imóveis. Em Corrêas, 55 famílias tiveram as casas inundadas e foram atendidas com doações.

“É um trabalho que estamos fazendo desde o início dos registros das ocorrências e que ainda estamos consolidando baseado nas intervenções da Defesa Civil. Recebemos as famílias nos Centros de Referência e nossas equipes percorreram também os locais afetados. Muitas famílias puderam retornar para as suas casas, mas tiveram que conviver com perdas materiais importantes. Então, estivemos perto destas pessoas, dando o apoio que elas precisavam. Foram cestas básicas, colchões, roupa de cama, água mineral, entre outras necessidades. Colaboramos também com a Igreja Católica, na doação de alimentos para a preparação de um almoço para a comunidade”, disse a secretária Denise Quintella.

Além de Corrêas, outras 13 famílias do bairro Caxambu também receberam este apoio, com a doação de mantimentos.

No mês de maio foram 69 atendimentos, em 2017 foram 32

No mês de maio, os atendimentos realizados pelo Centro de Referência em Atendimento à Mulher (CRAM), dobraram em relação ao mesmo período do ano passado. O destaque deste mês, é que 42 orientações, foram retornos, ou seja, isso demonstra a importância da assistência que o CRAM oferece para essas mulheres. Este ano foram 27 novos atendimentos, finalizando o mês com 69 acompanhamentos.

O Cram realiza orientação jurídica, acompanhamento social e psicológico e trabalha em parceria com as delegacias de Petrópolis para atender à mulher em situação de violência – seja ela moral, verbal, patrimonial, física ou sexual.

“Nossa prioridade são as mulheres. Alguns casos não entram na Lei Maria da Penha, mas a gente abraça a causa com muito carinho. Acredito que esse aumento de retorno foi pelo acolhimento desses casos que sempre encaminhamos para os locais devidos”, destacou coordenadora do CRAM, Cléo de Marco.

Segundo o Instituto de Segurança Pública (ISP), o Dossiê Mulher de 2018- dados de crimes relacionados à violência contra a mulher do estado do Rio de Janeiro, mostram que as mulheres continuam sendo as maiores vítimas dos crimes estupro (84,7%), ameaça (67,6%), lesão corporal dolosa (65,5%), assédio sexual (97,7%) e importunação ofensiva ao pudor (92,1%).

“Acredito que não tenha aumentado a violência doméstica. O que aumentou foi o empoderamento das mulheres, que não aceitam mais relações desrespeitosas. O bom trabalho que o Cram vem desenvolvendo, aliado a uma maior divulgação da existência desse serviço tão importante, começam a demonstrar estatisticamente que estamos no caminho certo”, declara Ana Maria Rattes, presidente do Comdim e coordenadora do Gabinete da Cidadania no qual o CRAM é subordinado.

De acordo com ISP, boa parte dos crimes contra as mulheres são cometidos por pessoas com algum grau de intimidade ou proximidade com a vítima. Em 2017, o Cram atendeu 454 mulheres em situação de violência na cidade, os números mostram um aumento de denúncias.

Petrópolis oferece o atendimento itinerante para as mulheres que não possuem renda e não podem ir até a sede do CRAM, através do Ônibus Lilás. O objetivo é levar uma equipe multidisciplinar a localidades distantes do centro urbano. Até o fim do ano, o ônibus está programado para ir até Cascatinha, Vale das Videiras, Madame Machado, Águas Lindas e Araras.

Para denunciar ou solicitar informações, pode ligar para o telefone 2243-6152 ou comparecer à sede do Cram, na Rua Santos Dumont, número 100, no Centro. O funcionamento é de segunda a sexta, de 8h às 17h. Em casos de emergência, a mulher pode ligar em qualquer horário para o número (24) 98839-7387, disponibilizado pelo órgão. Caso se sinta violentada de alguma forma, a mulher pode contatar a Polícia Militar pelos números 2291-5071, 2242-8005 ou 180, além de poder contatar via WhatsApp a emergência da Polícia Militar, pelo número (24) 99222-1489.

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