Segunda, 30 Julho 2018 - 19:19

Assistência Social amplia parceria com CIEE

CRAS vão poder contar com capacitações semanais para jovens

Os centros de Referência de Assistência Social (CRAS) contarão, a partir do próximo mês, com mais uma capacitação do Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE). Uma nova parceria foi firmada pela Secretaria de Assistência Social com o CIEE, na última sexta-feira (27.07), permitindo a implantação de mais uma atividade na busca por ressocializar os adolescentes. É o projeto Jovem Alerta, que visa incentivar a busca pelo primeiro emprego e fortalecer os vínculos familiares.

“O curso tem como objetivo preparar o jovem para sua vida profissional. Instruções sobre como proceder no mercado de trabalho, cidadania e sexualidade serão alguns dos temas abordados. Desejamos juntos com o CIEE oferecer uma capacitação para o jovem para que ele crie perspectiva de um futuro profissional”, destaca a secretária de Assistência Social, Denise Quintella, que recebeu a psicóloga e assistente social do CIEE, Vanessa dos Santos.

O Jovem em Alerta é um projeto socioeducativo do Serviço Social do CIEE. Ele tem como principal objetivo contribuir com o desenvolvimento do jovem e com o seu aprimoramento social. A capacitação vai durar, aproximadamente, três meses, sendo previstos 18 encontros. Neles, serão abordados temas como a reflexão sobre o conceito de família, sexualidade, gravidez na adolescência, discussão sobre drogas e os efeitos de seu uso, entre outros.

 “Temos um bom histórico de parceria com a Assistência Social por meio do CREAS e queremos apresentar mais ideias. Queremos capacitar jovens de 14 a 24 anos com encontros semanais, com duração de até três meses. Neste período, haverá uma reunião para integração também com a família”, explica a psicóloga e assistente social do CIEE.

A Assistência Social e o CIEE já realizam trabalhos voltados para o incentivo aos jovens na busca pelo primeiro emprego. A parceria já permitiu, neste ano, a inscrição de 53 jovens no Programa Acessuas Trabalho, que visa a promoção de famílias beneficiárias de programas sociais ao mundo trabalho.

“Sempre importante gerar atrativos para o público mais jovem, para que eles possam se interessar e participar das ações. Esta interação nos permite conhecer um pouco mais das necessidades da comunidade e oferecer um serviço característico para os atendidos pela Assistência Social. A ideia é disponibilizar a capacitação para os atendidos pelos CRAS”, destaca o diretor de Proteção Social Básica, Rodrigo Lopes.

São mais de 22 mil pessoas beneficiadas no município pelo Cadúnico, que envolve uma série de programas sociais

A Secretaria de Assistência Social (SAS) apresentou nesta quarta-feira (21.03) os benefícios da inscrição no Cadastro Único para Programas Sociais (Cadúnico) para 42 pessoas no Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) do Centro. São mais de 22 mil pessoas cadastradas em Petrópolis e a prefeitura trabalha para ampliar o número de beneficiados pelos programas sociais no município.

Pelo Cadúnico é possível ter o Bolsa Família, Benefício de Prestação Continuada (BPC), Tarifa Social de Energia Elétrica, Minha Casa Minha Vida, Carteira do Idoso, Aposentadoria para Pessoas de Baixa Renda, Telefone Popular, Isenção de Taxa de Inscrição em Concursos Públicos, Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti), Identidade do Jovem (ID Jovem) e isenção no Enem. O Cadúnico é a porta de entrada para que a população receba algum benefício social do governo.

Nele são registradas as informações como as características da residência, escolaridade, situação de trabalho, renda, entre outros. Através do cadastro é possível identificar a realidade socioeconômica da família e propor o benefício que se enquadra ao seu perfil. Os CRAS estão empenhados nas capacitações de equipes e na divulgação junto à população.

"Tenho três filhos e estou acompanhando a reunião para saber os benefícios que tenho. A apresentação de todos esses projetos e como a gente pode participar é muito boa, ajuda bastante", garante Débora Regina Alves, de 40 anos, que mora na Mosela. 

Michele Alves da Silva, que mora na Duarte da Silveira, foi outra que elogiou a apresentação do Cadúnico. Segundo ela, é importante que a população saiba como funciona o processo de inscrição nos programas sociais. "Eu vim para saber se tenho direito a outros benefícios. É muito bom ter essa reunião pois tiramos as nossas dúvidas e ainda nos informamos para podermos divulgarmos para outras pessoas procurarem os CRAS", disse.

Quem pode se cadastrar:

Famílias com renda mensal de até meio salário mínimo por pessoa ou com renda mensal total de até três salários mínimos. As famílias com renda maior que três salários mínimos o cadastro é realizado apenas aos que já estão vinculadas a algum programa social do governo.

Documentos obrigatórios:

Apresentação do CPF ou Título de eleitor do responsável familiar; Indígenas podem apresentar o Registro de Nascimento Indígena (RANI) ou qualquer outro documento oficial de identificação; Quilombolas também podem apresentar qualquer documento oficial de identificação; Para as outras pessoas da família é obrigatória a apresentação de qualquer um destes documentos de identificação: certidão de nascimento, de casamento, CPF, carteira de identidade (RG), carteira de trabalho ou título de eleitor.

Os Centros de Referências de Assistência Social estão localizados nos bairros:

CRAS Quitandinha

Horário de funcionamento: das 8h às 17h, de segunda-feira a sexta-feira, sem horário de almoço - Rua Alagoas, s/nº – Quitandinha.

CRAS Centro

Horário de funcionamento: das 8h às 17h, de segunda-feira a sexta-feira, sem horário de almoço – Rua Dr. Sá Earp, nº 39– Centro.

CRAS Retiro

Horário de funcionamento: das 8h às 17h, de segunda-feira a sexta-feira, sem horário de almoço - Rua Henrique Dias, 221 – Retiro.

CRAS Posse

Horário de funcionamento: das 8h às 17h, de segunda-feira a sexta-feira, sem horário de almoço - Estrada União e Indústria, S/N, ao lado do CIEP Gabriela Mistral (CEU da Posse).

CRAS Corrêas

Horário de funcionamento: das 8h às 17h, de segunda-feira a sexta-feira, sem horário de almoço. Rua Vigário Correa, 443 – Corrêas.

CRAS Vale do Carangola

Horário de funcionamento: das 7h30 às 16h30, de segunda-feira a sexta-feira, sem horário de almoço. Rua Waldemar Vieira Afonso, 19– Antiga ONG - Vale do Carangola.

CRAS Itaipava

Horário de funcionamento: das 8h às 17h, de segunda-feira a sexta-feira, sem horário de almoço. Estrada União e Indústria, 11.860 – Itaipava.

CRAS Madame Machado

Horário de funcionamento: das 8h às 17h, de segunda-feira a sexta-feira, sem horário de almoço. Rua Geraldo Lourenço Dias, s/nº (ponto final do ônibus 704) – Madame Machado.

Ação foi integrada junto à Defesa Civil emde prevenção e socorro.

A Secretaria de Trabalho, Assistência Social e Cidadania (Setrac) apresentou nesta quinta-feira (16.02), no auditório da Defesa Civil, o Plano de Contingência da área aos técnicos da pasta. Ele visa organizar os serviços prestados de apoio e proteção à população atingida por desastres naturais, além de ofertar recursos materiais e alojamentos provisórios. Foi proposto um cronograma de ações a serem realizadas durante todo esse ano, que prevê, entre outras ações a capacitação das equipes e  manutenção de um cadastro reserva de profissionais para possíveis contratações temporárias. Fazem parte do plano ainda a articulação e integração entre as secretarias, identificação de locais que poderão servir de alojamentos provisórios e promover o acesso a benefícios eventuais.

Com a elaboração do Plano de Contingência da Assistência Social, a Setrac atende a uma exigência da 4º Vara Civil que acolheu a Ação Civil Pública proposta pelo Ministério Público do Estado, emitido em novembro de 2016. A secretária da Setrac, Denise Quintela, destacou a importância da capacitação que mobilizou mais de 50 profissionais da secretaria.

“O nosso objetivo vai ao encontro da determinação judicial: queremos capacitar todos os funcionários da secretaria para atuar em situações de emergência e calamidade pública porque entendemos que o papel da Setrac também é esse. Ainda estão previstos treinamentos para profissionais que se encontram em cadastro reserva. Em outubro o plano será revisado para que as ações previstas sejam sempre aprimoradas para prestarmos o melhor atendimento à população”, explicou a secretária Denise Quintela.

Desta forma, a Setrac integra as ações propostas no Plano de Contingência do município, atuando em conjunto com a Defesa Civil e Saúde na prevenção, assistência e acompanhamento da população em casos de ocorrências.

O secretário da Defesa Civil, Paulo Renato Vaz, confirmou o compromisso de atuação efetiva da secretaria com apoio das demais pastas. 

“Nós estamos trabalhando integrados como forma de prevenção. A assistência social é fundamental para dar continuidade ao nosso trabalho. Estamos trazendo para Petrópolis o maior exercício sobre desastres do país, que é resultado de um grande trabalho de articulação e mobilização. Isso demonstra a importância que o tema tem para a nossa gestão e a mudança de cultura que queremos implantar no município, priorizando a prevenção de desastres.”, enfatizou o secretário Paulo Renato.

Seleção dos beneficiados é realizada pela Caixa Econômica Federal

A Secretaria de Assistência Social está realizando um levantamento dentro do grupo de beneficiados do Aluguel Social, Auxílio Aluguel e Auxílio Emergência, das famílias que estão com o Número de Identificação Social (NIS) e atualizando dados para o encaminhamento da listagem para Caixa Econômica Federal. O processo é uma das etapas para inscrição no Programa Minha Casa Minha Vida. A prefeitura tem a responsabilidade de encaminhar a lista para a primeira etapa do processo de cadastro junto à Caixa Econômica, que será a responsável pela seleção das famílias.

Até o momento 1.206 famílias foram registradas em sistema para análise dos dados por parte da Caixa Econômica Federal. As famílias estão sendo convocadas pelo município para a realização de um cadastro físico com a apresentação de documentos pessoais que, posteriormente serão enviados para análise da Caixa Econômica Federal. Nesta primeira etapa 283 cadastros físicos com a documentação completa foram enviados à Caixa.

“O ingresso no Programa Minha Casa Minha Vida é feito pela Caixa Econômica. Nosso papel é apenas indicar a lista de pessoas cadastradas, então estamos realizando um trabalho minucioso na verificação dos cadastros das famílias que recebem aluguel social pago pelo Estado e pelo Município. Os que estão com dados desatualizado, estamos regularizando para encaminhar para a Caixa”, explica a secretária de Assistência Social, Denise Quintella que destaca que a etapa de cadastro junto à Caixa não tem qualquer custo.

776 famílias receberão moradias neste ano pelo Minha Casa Minha Vida

As obras de construção de 776 unidades habitacionais no Vicenzo Rivetti atingiram 80% de conclusão em dezembro e encerraram 2017 como a mais rápida do país dentro do programa Minha Casa Minha Vida. A obra foi abandonada em 2014, ganhando ritmo no ano passado após serem retomadas. Agora, já são cerca de 300 apartamentos prontos, com 60 trabalhadores da AB Construtora atuando no local.

As casas têm previsão de entrega em abril e são destinadas para os beneficiados dos programas de aluguel social que foram atingidos pelas chuvas. O principal parâmetro é a renda familiar de até R$ 1,8 mil – faixa 1 do MCMV e relatório de ocorrência da Defesa Civil. Além disso, 23 apartamentos serão destinados para famílias com pessoas com deficiência.

Além das unidades, a prefeitura, com R$ 731 mil de contrapartida prepara a área para receber os novos moradores com pavimentação e drenagem aliado a um trabalho social – uma das regras nos novos empreendimentos MCMV: dotar os moradores de informações sobre planejamento familiar, educação ambiental e aperfeiçoamento profissional. Os moradores do conjunto também aprenderão como administrar o condomínio.

 A política habitacional é uma prioridade para a atual gestão, uma vez que Petrópolis tem um déficit habitacional de 12 mil moradias, ou seja, 47 mil pessoas morando em área de risco. Por isso o município busca alavancar a área com mais projetos para integrar o Minha Casa Minha Vida. A prefeitura já apresentou projetos para construção de 320 moradias em Benfica (Itaipava), Vale do Cuiabá e Mosela e mais três áreas para receber mais de 1 mil unidades habitacionais em Caititu, Estrada da Saudade e Quitandinha.

Equipes da Secretaria de Assistência Social estiveram na Comunidade do Florido, na Estrada da Saudade para atender as famílias afetadas pelas chuvas de quinta-feira (03.01). Quatro casas foram interditadas pela Defesa Civil, deixando 16 pessoas desalojadas. A Defesa Civil realizou vistoria pela manhã e interditou todas as casas, tendo em vista os riscos de novas ocorrências. As famílias estão se realocando em casas de parentes e amigos.  A Secretaria de Assistência Social disponibilizou cesta básica, colchonetes, fraldas, materiais de higiene pessoal, de limpeza, roupas de cama e banho para os moradores da casa atingida.

Todas as famílias foram inseridas no cadastro da Assistência Social para receberem o suporte necessário enquanto estiverem desalojadas. “Os técnicos avaliam a situação de cada família para que sejam incluídas no aluguel social”, explica Rodrigo Lopes, diretor do Departamento de Proteção Social Básica.

Todos os moradores terão que ser retirar no local. De acordo com o laudo da Defesa Civil, o terreno onde as casas foram construídas oferece risco. Em frente ao terreno onde estão localizadas as residências, passa um córrego que, com as chuvas fortes tem o volume de água elevado, o que afeta a estrutura do solo.

Com 44 milímetros de chuva em menos de uma hora, a Defesa Civil registrou sete ocorrências na quinta-feira (03.01). Técnicos da Defesa Civil continuam realizando vistorias nas demais regiões afetadas pela chuva.

Na tarde de quinta-feira (03.01) houve registro de queda de barreira nos fundos do imóvel, na Estrada Mineira em Corrêas. A moradora buscou abrigo na casa de parentes. Outros deslizamentos de terra aconteceram na Rua Bingen, na Vila Catarina e  no Morro Seco no Bela Vista – Itamarati – todos sem vítimas. No Atilio Marotti também foi registrado um deslizamento, sem interdição do local.

Apesar da intensidade da chuva, nenhuma das 20 sirenes instaladas em 12 localidades precisou ser acionada na quinta-feira. Por causa da previsão de mais chuva nos próximos dias, todos os 55 agentes da Defesa Civil trabalham em estágio de atenção e permanecem de prontidão para realizarem os atendimentos.

A orientação é para que em caso de qualquer sinal de instabilidade no imóvel ou terreno, o morador ligue para o telefone 199 e peça uma vistoria preventiva à Defesa Civil. A ligação e o serviço são gratuitos. 

“A Defesa Civil está atenta e atuando com equipes percorrendo as localidades afetadas. É muito importante que ao identificar qualquer sinal de instabilidade, o morador ligue para o 199 e comunique a Defesa Civil e solicite a vistoria preventiva”, orienta o secretário Paulo Renato Vaz.

Programa vai atender 700 famílias nos oito CRAS do município

A segunda fase da capacitação de visitadores do Programa Criança Feliz foi iniciada nesta segunda-feira (09.04) pela Secretaria de Assistência Social. O programa visa estimular o desenvolvimento integral de crianças em situação de risco ou vulnerabilidade social na primeira infância – fase determinante para o desenvolvimento de habilidades de coordenação, memória e capacidade de aprendizado.

O programa vai orientar as famílias sobre a melhor maneira de estimular os filhos nos estudos, para diminuir a evasão escolar, prestando acompanhamento das gestantes desde o pré-natal e preparando as mães em toda linha de cuidado, além do fortalecimento do vínculo familiar. A iniciativa tem como ponto central a visitação domiciliar que será realizada pelos técnicos da Assistência Social. A Assistência, a Saúde e a Educação estarão envolvidas para mudar a realidade dessas crianças. É a integração entre as secretarias, uma das características da nossa gestão.

A expectativa é que sejam atendidas 700 famílias que tenham crianças de até 3 anos beneficiárias do Bolsa Família e as de até 6 anos que recebem o Benefício de Prestação Continuada (BPC). O programa tem previsão para início em junho e irá funcionar em todas as oito unidades do Centro de Referência a Assistência Social (CRAS) do município.

“As supervisoras passaram, durante uma semana, por um treinamento organizado pelo Ministério do Desenvolvimento Social (MDS) na capital e agora estão multiplicando os conhecimentos para os 23 visitadores, que devem começar os trabalhos no início de junho. Esta capacitação vai seguir durante toda a semana no CRAS Corrêas, mas todas as oito unidades do município vão participar do programa”, explicou a secretária de Assistência Social, Denise Quintella.

A implantação do Programa em Petrópolis é graças a uma verba federal de R$ 45 mil mensais, liberada pelo Ministério do Desenvolvimento Social. Petrópolis foi umas das 50 cidades participantes do Seminário do programa realizado no Rio de Janeiro, no início do ano.

“Os visitadores estão sendo capacitados em diversas áreas de conhecimento, como saúde, educação, serviço social, direitos humanos, cultura etc. O contato com as famílias será constante e muito valoroso. Para participar do programa, é preciso manter os dados no Cadastro Único atualizados, principalmente quando há grávidas e crianças de até três anos na família. Por conta disso, foi montado um comitê estratégico para mapearmos essas famílias e criarmos o plano de implantação”, contou a secretária de Assistência Social, Denise Quintella.

A secretária explica sobre a importância dos estímulos e cuidados até os 6 anos de idade para o desenvolvimento social da criança por toda a vida.  “A formação inicial é determinante. O caráter, as competências e a inteligência de uma pessoa são definidos nos primeiros anos de vida. Por isso, é muito importante que a criança receba esse cuidado especial para que se torne um adulto mais preparado”, finalizou.

Em parceria com a Defesa Civil, a Secretaria vai promover a Operação Inverno

A Secretaria de Assistência Social deu início, nesta segunda-feira (11.06), à Operação Inverno: intensificando as abordagens sociais, para promover o acolhimento emergencial de pessoas em situação de rua. Uma parceria com a Secretaria de Defesa Civil e Ações Voluntárias permitiu a instalação de três barracas que vão possibilitar o acolhimento de mais pessoas no Núcleo de Inclusão Social (NIS), que já pode acolher, diariamente, até 54 pessoas.

É uma ação conjunta entre as secretarias de Assistência Social e de Defesa Civil que vai possibilitar o atendimento de dezenas de pessoas. Este é um período em que se deve dar total atenção, principalmente, a esta população. No ano passado, o município conseguiu acolher, em média, 15 pessoas a mais por dia durante a operação, ofertando ao usuário o pernoite, alimentação e banho. A ideia é intensificar o trabalho que já é feito pela Assistência ao longo do ano, realizando abordagens à noite e dar este apoio a quem precisa.

Para ampliar o atendimento a estas pessoas, foram instaladas três barracas cedidas pela Defesa Civil, que, juntas, vão permitir o acolhimento de até mais 18 pessoas. A Assistência vai intensificar, também, a abordagem das equipes à noite, quando o frio é mais intenso.

“A Secretaria de Assistência Social faz de forma constante a abordagem à população em situação de rua, em diferentes pontos da cidade. Este trabalho é realizado por equipes, geralmente um educador e um técnico, todos os dias da semana, em horários diversos. A equipe oferece apoio para quem aceita ir para o Centro de Referência Especializado para População em Situação de Rua (Centro Pop) ou para pernoite no Núcleo de Integração Social (NIS). Em 2017 houve grande adesão por parte dos usuários, por isso a necessidade de continuar esse acolhimento emergencial”, explica a secretária de Assistência Social, Denise Quintella.

No Centro Pop, os usuários podem tomar banho, se alimentar e passar o dia. De acordo com a situação de cada pessoa, ela pode ser encaminhada para o Núcleo de Integração Social (NIS) onde passará por todo um processo de ressocialização, recebendo tratamento médico e psicossocial. “O objetivo da Assistência Social é dar a oportunidade para que possam conseguir um emprego ou retornar para as suas cidades de origem”, completou Denise.

A Assistência Social presta auxílio, em média, a 25 pessoas por mês com embarques para suas cidades de origem. “Os registros do Centro Pop, apontam para uma média de 102 adultos em situação de rua. Cerca de 90% são homens. Em média, 48 usuários são migrantes - vindos de outras localidades. Todos que se dirigem ao equipamento recebem atendimento sem agendamento. O trabalho realizado visa a reinserção dos usuários às famílias e, quando não é possível, o objetivo é desenvolver sua autonomia”, reforçou a diretora do Departamento de Proteção Social Especial da Secretaria de Assistência Social, Katia dos Prazeres.

Para o acolhido J. B. F., de 58 anos, estar no NIS é como estar em família. Ele está sendo acolhido no Núcleo há quase três anos e conta que os trabalhos desenvolvidos no espaço têm colaborado muito com sua recuperação e ressocialização.

“Infelizmente, tive problemas em meu casamento que acabaram me custando a companhia da minha esposa e meus filhos. Há quase três anos, estou aqui, muito bem atendido. Me sinto em família. Senti muito na pele o sofrimento de passar noites de frio na rua. Com certeza, este serviço acrescenta e faz bem demais há muitas pessoas”, disse o ex-militar.

Entre os mantimentos, estão cestas básicas, água e produtos de limpeza que já faziam parte de estoque prévio da Secretaria

A Secretaria de Assistência Social já fez a entrega de 639 itens às famílias vítimas das chuvas que atingiram a cidade nas duas primeiras semanas de março. Desde o último dia 3, quando os atendimentos foram iniciados, 80 famílias efetuaram o cadastro e receberam mantimentos, que fazem parte de um estoque prévio, adquiridos pela prefeitura para distribuição para famílias.

Foram disponibilizados, ao todo 91 cestas básicas, 61 cobertores, 11 travesseiros, 65 roupas de cama (lençol e fronha);,8 pacotes de fraldas, 63 kits de limpeza, 17 kits de higiene pessoal, e 184 garrafas de água mineral, além de 139 colchões doados pela Secretaria de Defesa Civil e Ações Voluntárias.

Dentre as famílias que receberam as doações, a maior parte está na Posse, onde 41 grupos familiares precisaram deixar suas casas. A prefeitura mantém o Centro de Referência em Assistência Social (CRAS) do distrito aberto para atendimento destas famílias. No CRAS foram realizados o cadastro dos moradores que tiveram as casas atingidas e providências emergenciais com fornecimento de mantimentos. Por orientação da Secretaria de Assistência Social, as famílias foram deslocadas para casas de parentes ou amigos.

As equipes ainda estão de prontidão e a prefeitura vai manter a assistência nas regiões atingidas. A prefeitura agiu emergencialmente no dia seguinte às chuvas, já cadastrando as famílias e levando cestas básicas e água para elas. Geralmente, a Secretaria de Assistência é acionada pela Defesa Civil após o registro das ocorrências. Mas, nesta situação de desastres, todos trabalham junto para atender rapidamente a população.

A secretária de Assistência Social, Denise Quintella, reforça que todos os itens doados pela Secretaria fazem parte de um estoque que já é previamente montado, adquiridos pela prefeitura para distribuição para as famílias em caso de emergência, e fazem parte do Plano de Contingência do município no caso de desastres naturais.

“São itens que já estão em nossos estoques prontos para serem repassados para as famílias vítimas de acontecimentos atípicos, como os que ocorreram na semana passada, que envolveram perda de vidas e lares”, informa Denise Quintella.

Assistência foi, também, para famílias que não precisaram sair de casa

Além das famílias que precisaram sair de casa por conta da chuva deste mês, a Secretaria de Assistência Social prestou atendimento, também, às pessoas que tiveram outras perdas materiais, mas puderam retornar aos imóveis. Em Corrêas, 55 famílias tiveram as casas inundadas e foram atendidas com doações.

“É um trabalho que estamos fazendo desde o início dos registros das ocorrências e que ainda estamos consolidando baseado nas intervenções da Defesa Civil. Recebemos as famílias nos Centros de Referência e nossas equipes percorreram também os locais afetados. Muitas famílias puderam retornar para as suas casas, mas tiveram que conviver com perdas materiais importantes. Então, estivemos perto destas pessoas, dando o apoio que elas precisavam.Colaboramos também com a Igreja Católica, na doação de alimentos para a preparação de um almoço para a comunidade”, disse a secretária Denise Quintella.

Além de Corrêas, outras 13 famílias do bairro Caxambu também receberam este apoio, com a doação de mantimentos.

Projeto C3 é uma das instituições que contribui para combater a vulnerabilidade social

“Eu gosto muito porque aqui tem vários esportes para as crianças e fazemos campanha contra as drogas. Gosto muito das aulas de judô, jiu jitsu e futebol”, diz Vitor Hugo Gomes, de 11 anos de idade, uma das 80 crianças atendidas pelo Projeto C3. Em funcionamento há 11 no bairro Valparaíso, a instituição tem como foco o trabalho preventivo com crianças em vulnerabilidade social. O projeto é mantido, em parte, por incentivo da prefeitura, por meio de termo de colaboração com a Secretaria de Assistência Social e desenvolve atividades educativas e recreativas no contra turno escolar.

Na unidade, o incentivo repassado pela Secretaria de Assistência Social, é voltado para as aulas de informática para a promoção da inclusão digital. A estrutura contribui ainda para o reforço escolar dos alunos, para pesquisa e elaboração de projetos e o entretenimento. Mensalmente, a secretaria destina mais de R$ 100 mil reais para a manutenção de instituições como essa. Ao todo 13 entidades parceiras que atuam para o desenvolvimento de ações sociais são beneficiadas.

Esse é um investimento de grande importância. Ações como essas proporcionam um desenvolvimento saudável para as crianças e adolescentes em risco social na cidade. A prefeitura vai continuar trabalhando para continuar incentivando cada vez mais projetos como esse. Além das aulas de informática, os alunos participam atividades esportivas e culturais que complementam a educação.

Nos dois turnos, manhã e tarde, são oferecidas aulas de reforço escolar, de acordo com a necessidade de aprendizado de cada um; aulas de musicalização como piano, violão, flauta, bateria e percussão; atividades esportivas com a escolinha de futebol, jiu jitsu, judô, kung fu, yoga; oficina de artesanato e reciclagem, onde é trabalhada a conscientização ambiental; além das aulas de dança e teatro.

É um projeto admirável, eles atuam no contraturno e atendem até mesmo as crianças que ficam na Casa da Acolhida. É muito importante esse trabalho que contribui em muito na formação dos jovens, que estando assistidos, não ficam vulneráveis e saem da ociosidade.

E foi em atuar no cuidado de crianças em vulnerabilidade social que a ONG foi criada. De acordo com o coordenador do projeto, Hélito Couto, o trabalho começou há 20 anos com crianças que viviam e situação de rua. “Desde aquele momento percebi a importância de se desenvolver o trabalho de prevenção como essas crianças. De forma que elas não fiquem expostas a situações de violência, abuso e abandono”, destaca o coordenador, que explica que o nome do projeto foca na criança, no carinho e no cuidado.

A maior parte das crianças assistidas são das comunidades do entorno Oswaldo Cruz e Vila São José. A instituições dão suporte para as famílias com risco social e para a inclusão das crianças, segue como parâmetro a renda per capita, que deve ser menor que meio salário mínimo por integrante familiar. “Atuamos aqui com famílias que precisam desse suporte”, reforça Hélito. As crianças e adolescentes permanecem em média por cinco horas na instituição, onde participam de atividades em tempo integral. Para as crianças que permanecem na parte da manhã, em caso de necessidade, o projeto auxilia no transporte escolar.

Para serem inseridas no projeto as famílias fazem a pré-matrícula e incluem as crianças e adolescentes numa lista de espera. De acordo com a liberação das vagas as crianças são chamadas. Para a manutenção das ações o projeto recebe ainda apoio do TJ Tribunal de Justiça, do Conselho Municipal do Direito da Criança e do Adolescente, Fundação para a Infância e Adolescência, Instituto da Criança, entre outros.

150 famílias já aderiram ao programa em Petrópolis

As equipes de visitadores da Secretaria de Assistência Social iniciaram, nesta segunda-feira (11.06), o acompanhamento das famílias participantes do Programa Criança Feliz. Até o momento, 150 grupos familiares já aderiram ao programa, que é conduzido pela Secretaria e visa estimular o desenvolvimento integral de crianças em situação de risco ou vulnerabilidade social, na primeira infância – fase determinante para o desenvolvimento de habilidades de coordenação, memória e capacidade de aprendizado.

É um programa muito especial, porque trabalha o desenvolvimento de quem vai fazer o futuro. O Criança Feliz é mais um exemplo da integração, a marca da gestão. A Assistência Social estará junto com as secretarias de Saúde e Educação trabalhando pelo atendimento a estas famílias e a expectativa é que possamos colher belos frutos em breve.

A Assistência, a Saúde e a Educação estarão envolvidas para mudar a realidade desses jovens e buscando reduzir a evasão escolar. Serão atendidas famílias que tenham crianças de até 3 anos beneficiárias do Bolsa Família e as de até 6 anos que recebem o Benefício de Prestação Continuada (BPC). O programa vai funcionar em todas as oito unidades do Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) do município, com os 23 visitadores prestando atendimento em casa e promovendo atividades com as crianças.

“O objetivo é diminuir a evasão escolar, prestando acompanhamento das gestantes desde o pré-natal e preparando as mães em toda linha de cuidado, além do fortalecimento do vínculo familiar. A ideia do programa é de dar orientações para as famílias sobre a melhor maneira de estimular os filhos nos estudos”, explicou a secretária de Assistência Social, Denise Quintella, lembrando que a iniciativa tem como ponto central a visitação domiciliar que será realizada pelos técnicos da Assistência Social.

As duas orientadoras do Criança Feliz passaram por um treinamento organizado pelo Ministério do Desenvolvimento Social (MDS) na capital e multiplicaram os conhecimentos para os 23 visitadores. Petrópolis é um dos primeiros municípios a aderir ao Programa. A implantação do Programa no município é graças a uma verba federal de R$ 52,5 mil mensais, liberada pelo Ministério do Desenvolvimento Social.

“As visitas aos lares serão semanais. Nesta primeira semana, estaremos nos apresentando a estas famílias e conhecendo caso a caso para darmos continuidade ao acompanhamento, com conversas com os pais e brincadeiras com as crianças. Nesta segunda-feira, estivemos com equipes no Quitandinha e Castelo São Manoel. Vamos durante a semana levando os visitadores a todas as casas”, disse a assistente social supervisora do Programa Criança Feliz, Catia Vasconcellos.

No bairro Quitandinha, um dos lares visitados foi o da dona de casa Ingrid Rocha, de 20 anos. Ela conta que ficou sabendo do Programa Criança Feliz após uma visita da mãe ao CRAS do bairro. Ingrid acha importante que a ideia do programa seja levada a outras famílias.

“Fiquei muito feliz quando soube do Criança Feliz e acho que outras famílias devem participar. Ele vai ser importante para o desenvolvimento da minha filha, que é muito esperta, na criatividade e estimular nos estudos”, destacou Ingrid, enquanto a pequena Emanuelly, de 2 anos, brincava com uma das visitadoras.

A Secretaria de Assistência Social segue realizando reuniões para apresentar o Programa Criança Feliz a beneficiários do Bolsa Família. O próximo encontro está previsto para quinta-feira (14.06), às 14h, na Escola Municipal Clemente Fernandes, na 24 de maio.

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