Serviço iniciado em junho ofereceu 518 pernoites no Núcleo de Integração Social

Após 111 dias de realização a Operação de Inverno da Secretaria de Assistência Social fez 622 abordagens a pessoas em situação de rua, as quais geraram 518 pernoites no período de frio. O serviço teve 76% de aceitação entre o público-alvo. O serviço realizado anualmente consiste na intensificação das abordagens à população em risco social, para que saíam das ruas no período do inverno. Foram criados 18 leitos extras no Núcleo de Integração Social (NIS), no Alto da Serra. A unidade tem capacidade de atender 70 usuários que são assistidos permanentemente na estrutura, onde é oferecida alimentação, abrigo, serviços básicos para o cuidado da saúde e higiene, além de orientação para a reinserção à sociedade.

Desde o dia 10 de junho, as equipes do Centro de Referência Especializada para População em Situação de Rua (Centro Pop) percorreram as ruas da cidade para orientar a população desabrigada para que se direcionassem ao NIS e não ficassem expostas ao frio durante a noite. 

A Operação de Inverno contou com o apoio da Secretaria de Defesa Civil e Ações Voluntárias para a instalação das tendas, onde foram instalados os leitos extras. A população abordada pelas equipes do Centro Pop foi orientada a utilizar os abrigos, mas o direcionamento dos usuários dependia do consentimento dos mesmos. 

As equipes do Centro Pop mantêm o serviço padrão para o cuidado da população em situação de rua. As abordagens são regularmente feitas das 9h às 21h de forma rotineira por toda a cidade. Os profissionais da unidade também recebem chamados da população pelos números 2242-4554 com o alerta de existência de pessoas com necessidade de suporte. A diretora do Departamento de Proteção Social Especial, Kátia dos Prazeres destacou que este ano a operação teve boa aceitação da população, apesar de registrar menor número de acolhimento se comparado com 2018.

“O perfil das pessoas em situação de rua tem alterado bastante. Essa mudança refletiu na quantidade de acolhimentos. O inverno não foi tão rigoroso como no ano passado, passamos por momentos de ondas de frio intenso. Entretanto, mesmo com um número menor de encaminhamentos para o abrigo, o percentual de aceitação ao serviço foi melhor que nos anos anteriores”, frisou a Kátia. Esse ano houve 76% de aceitação ao serviço, quando que no ano de 2018, a Operação de Inverno registrou 63%.

Departamento de proteção social busca a reinserção social

A Secretaria de Assistência Social conta com estrutura e profissionais que buscam a reinserção das pessoas que vivem em situação de rua. O setor mantém o NIS e o Centro Pop que dão todo o suporte para a pessoa que quiser modificar sua condição de vida e se reintegrar à sociedade. O Centro Pop é a porta de entrada para esse público. No local os usuários recebem cuidados básicos iniciais para a higiene e alimentação. Todos os dias, incluindo sábado, domingo e feriados, os usuários contam com café da manhã, almoço, café da tarde e jantar, oferecido no NIS para os que estão acolhidos. Também podem lavar suas roupas, tomar banho e guardar os pertences.

No Centro Pop são orientados a buscar o acolhimento no NIS, que ocorre após a avaliação e encaminhamento da equipe técnica. O acompanhamento conta com suporte de profissionais da saúde, que fazem o atendimento para garantir os cuidados de rotina. Os usuários do serviço passam por consultas básicas e são encaminhados para o atendimento especializado da rede, quando necessário. As consultas acontecem no NIS ou no Centro POP pelos profissionais do Consultório na Rua e do PSF do Alto da Serra. Outra unidade que dá suporte ao serviço é o Restaurante Popular, mantido pela Secretaria de Assistência Social e oferece alimentação desse público de maior vulnerabilidade.

Ao longo de todo o acompanhamento, as pessoas recebem acompanhamento psicossocial e ainda são orientadas a buscar a reinserção na sociedade por meio de ingresso no mercado de trabalho, retorno ao convívio familiar, inserção em cursos profissionalizantes, encaminhamento para a rede de saúde, participação de ações motivacionais, entre outros suportes

‘Baila Comigo’ terá edição especial no dia 13.06 às 16h

 Atendendo aos pedidos dos frequentadores do Restaurante Popular, a Secretaria de Assistência Social irá retomar na terça-feira (13.06), a partir das 16h, o baile mensal voltado para a melhor idade. Grande sucesso em Itaipava, o “Baila Comigo” reúne em média 40 pessoas entre 60 a 80 anos no Centro de Cidadania. A expectativa da Assistência é atrair um público ainda maior no Restaurante Popular.

A iniciativa vem ao encontro com as comemorações ao Dia Mundial de Combate à Violência Contra Pessoa Idosa em que a prefeitura de Petrópolis e o Conselho Municipal de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa (CMDDPI) promoverão uma caminhada de sensibilização para este domingo (11.06).

Já no Centro de Cidadania a programação está voltada para a Festa Junina que acontece no dia (23.06). “O baile de junho do Centro de Cidadania será um grande Arraiá, nós queremos colocar até barraquinhas com comidas típicas. Estamos em busca de parcerias para fazermos uma festa bem completa, os ensaios já começaram e estão todos muito animados”, afirma. 

A Secretaria de Assistência Social vai abrir um posto avançado para atendimentos no Hospital Alcides Carneiro. A parceira entre as duas áreas do poder público vai aproximar o serviço socioassistencial da população. O objetivo é facilitar o acesso aos programas municipais, estaduais e federais para auxílio da população em risco social. A implantação do serviço no HAC vai direcionar usuários às unidades do Centro de Referência de Assistência Social (CRAS), que hoje atendem moradores de oito regiões da cidade.

O novo atendimento, que funcionará no ambulatório do hospital, tem prazo para implantação de dois meses. Os agentes atuarão na identificação de usuários que necessitem de auxílio, podendo ser incluídos no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico), que dá acesso a diversos programas do Governo Federal, como o Bolsa Família, Criança Feliz, além do direcionamento a programas desenvolvidos no município, como o Cartão Imperial, Cartão do Idoso e do Adolescente.

Atualmente, através das unidades do CRAS, o município tem 24 mil famílias cadastradas no CadÚnico, o que representa quase 69 mil pessoas assistidas. Entre os cadastrados, 10.668 famílias recebem o Bolsa Família; 3600 recebem o Cartão Imperial; o Benefício de Proteção Continuada (BPC) está disponível para cerca de 3 mil famílias; 500 crianças são acompanhadas pelo programa Criança Feliz; e 900 usuários, acima de 60 anos, possuem o Cartão do Idoso. Através do CRAS, os usuários também encontram suporte com psicólogos, pedagogos, educadores e assistentes sociais.

O trabalho da Secretaria de Assistência Social contará com o apoio dos profissionais do HAC no encaminhamento de casos em que haja a identificação de risco social. “O serviço vai garantir que haja um suporte para os pacientes que apresentarem risco social. Muitas das vezes, o paciente que recebe alta ou é atendido no ambulatório, tem dificuldades para dar continuidade aos tratamentos e desconhecem os serviços aos quais podem recorrer para ter auxílio”, destaca o diretor do Departamento de Proteção Social Básica, Rodrigo Lopes, explicando que o usuário será encaminhado para a unidade do CRAS mais próxima da sua residência, após primeiro atendimento feito no hospital.

Para garantir a expansão dos serviços, a Secretaria de Assistência Social tem atuado de forma intersetorial com outros programas oferecidos pelas demais secretarias do governo. A ideia é continuar expandido os serviços. Além da inclusão em programas, o CRAS desenvolve ações para crianças, adolescentes, adultos e idosos. Regularmente são oferecidas oficinas de dança, capoeira, crochê, artesanato, atendimento nos grupos de terapia e suporte para reinserção ao mercado de trabalho.

Prefeitura presta atendimento às vítimas das chuvas

A prefeitura e a secretária de Assistência Social, Denise Quintella, estiveram pessoalmente nas áreas atingidas pela chuva na manhã deste domingo (04.03). No bairro Caxambu, um dos mais atingidos pelas chuvas, será instalado um ponto de apoio - até que se restabeleça a normalidade para os moradores - na Igreja Nossa Senhora da Penha, a partir desta segunda-feira (05.03). Uma equipe formada por quatro técnicos da Secretaria foi até o local ainda no domingo para cadastrar os moradores que tiveram as casas atingidas pelas chuvas. Outras três equipes foram direcionadas para Morin, Bela Vista, Cascatinha e Corrêas.

Denise Quintella atendeu pessoalmente a família de um trabalhador rural desaparecido durante a tempestade do último sábado. Segundo a esposa de Danilo Oliveira Santos, Elisangela Amorim de Arruda, o marido estava voltando para casa no momento em que foi atingindo pela enxurrada.

“Foi na hora que ele saia do trabalho então não sabemos o que houve. Um rapaz que presenciou quando o carro estava sendo arrastado pela água disse que não deu tempo dele sair. O carro foi encontrado, mas ele ainda não”, disse a dona de casa.

Denise Quintella afirma que a equipe da Assistência Social irá até a casa da família do trabalhador assistido para verificar as necessidades da família.

“É uma mulher com quatro filhos para criar, apesar da casa não ter sido atingida agora é a hora deles receberem todo apoio psicológico e assistencial. Vamos cadastrá-los no cadúnico e verificar o que eles precisam emergencialmente para prontamente atendê-los”, disse Denise Quintella.

Moradora do Caxambu há 37 anos, Maria Adélia Peixoto Silva e Costa se surpreendeu com o volume das chuvas e agradeceu o apoio da prefeitura no momento difícil em que a localidade se encontra.

“Aqui todo mundo se ajuda, mas foi algo que nunca vimos na vida. Não havia como prever, simplesmente aconteceu e em uma hora a água levou tudo. É importante estar todos os serviços da prefeitura aqui para tomar providências para que a nossa vida se normalize”, disse.

“Essa é uma região que precisa de um cuidado maior, vamos mandar novamente as equipes na segunda-feira até a igreja no Caxambu para que possamos ter um ponto de apoio a essas famílias e cadastra-las. A ação deste domingo foi emergencial”, reitera Denise Quintella.

Equipes forneceram cestas básicas, roupas e colchões para as famílias

Três equipes de técnicos da Secretaria de Assistência Social se dividiram entre os bairros Bela Vista, Corrêas, Morin além do Caxambu. Por orientação da Secretaria de Assistência Social, as famílias estão sendo deslocadas para casas de parentes ou amigos.

“Nesse primeiro momento nós iremos cadastrar todas as famílias e verificar quais as necessidades iniciais – roupas de uso pessoal, de cama, de banho, colchões, cobertores, cestas básicas ou algum medicamento que seja de uso contínuo. O próximo passo é verificar as perdas, se necessitam de segunda via de documentos,

Cadúnico para poder receber benefícios sociais e por fim a indicação para programas habitacionais. Mas o que estamos reforçando com cada família é que busque abrigo junto a outros familiares ou amigos”, reforça Denise Quintella.

Durante o domingo (04.03), três equipes de técnicos da Secretaria de Assistência Social se dividiram entre os bairros Bela Vista, Corrêas, Morin, Floresta e Caxambu para cadastrar as famílias e providenciar os itens emergenciais de apoio. Atualmente são 30 famílias desalojadas na região e que estão abrigadas na casa de parentes.

A secretária de Assistência Social, Denise Quintella, reforça o ponto de apoio formado no CRAS Corrêas será reaberto na próxima segunda-feira (12.03).“Estamos cadastrando todas as famílias e providenciando as necessidades iniciais – roupas de uso pessoal, de cama, de banho, colchões, cobertores, cestas básicas ou algum medicamento que seja de uso contínuo. O ponto de apoio vem para o próximo passo de acolhimento que é verificar as perdas, se necessitam de segunda via de documentos, Cadúnico, para poder receber benefícios sociais e pôr fim a indicação para programas habitacionais. Mas o que estamos reforçando com cada família é que busque abrigo junto a outros familiares ou amigos”, reforça Denise Quintella. 

Das casas atingidas, grande parte foi por alagamento, principalmente nos bairros Caxambu e Corrêas. A Secretaria de Assistência Social até o momento já atendeu 67 famílias na região onde foram distribuídas cestas básicas, colchões, cobertores, travesseiros, lençol, fronhas, toalhas de banho, fraldas, kits de higiene e de limpeza além de 150 litros de água.

“Muitas pessoas tiveram perdas materiais e o CRAS atendeu para promover essa assistência emergencial com fornecimento desses itens. Vale reforçar que não estamos com nenhuma campanha de arrecadação de doações, porém, podemos indicar as famílias que estão precisando. Todos os nossos materiais doados foram comprados pela prefeitura e fazem parte do Plano de Contingência do município no caso de desastres naturais. Então a Secretaria já conta com um estoque prévio destes materiais para distribuição para essas famílias. Agora é o momento que eles precisam de muito carinho e atenção e reforçar que estamos prontos a ajudá-los”, reforça a secretária de Assistência Social, Denise Quintella.

Comissão de Acidentes e Violência buscará integração para criar iniciativas de prevenção

A Secretaria de Saúde assumiu o desafio de buscar a consolidação de dados sobre acidentes e violências no município. Atualmente cada unidade de Saúde, entre pública e privada, de Assistência e Apoio ou equipe socorrista detém uma estatística, mas o conteúdo não é repassado à Vigilância Epidemiológica. A prefeitura busca integrar os órgãos, serviços e das Secretarias do governo a fim de se criar ações efetivas de prevenção, conscientização e cuidados em saúde e de assistência às vítimas.

O primeiro passo foi dado. Nesta sexta-feira (12.01) membros da Comissão de Acidentes e Violência se reuniram no auditório do Centro de Saúde para realizar a atualização em vigilância de acidentes e violências. A subnotificação dos casos impacta diretamente na criação de políticas públicas de prevenção.

A violência contra a mulher, por exemplo, em 2012 foram 829 casos notificados à Epidemiologia, em 2016 146 e no ano passado 261. Mas em contrapartida o Centro de Referência de Atendimento à Mulher (Cram) encerrou o ano de 2017 com 454 atendimentos realizados, sendo 252 atendimentos iniciais e 202 casos de retorno onde as mulheres já estão recebendo assistência.

“Bbuscamos essa retomada das atividades regulares da Comissão. Apesar das reuniões estarem sendo realizadas ao longo dos anos, as notificações na epidemiologia vem decrescendo a cada ano. Sem os dados fiéis não conseguimos criar políticas públicas efetivas de prevenção, educação, conscientização e cuidados à população”, afirma Superintendente de Atenção à Saúde, Fabíola Heck.

Criado em 2007, o grupo formado por 23 entidades entre secretarias do governo, socorristas, unidades de saúde pública e privada e órgãos assistenciais, não realizavam as notificações de casos de acidente e violência com regularidade. A coordenação de epidemiologia compartilhou o fluxo de notificação de casos de violências junto ao grupo e apresentou a nova estratégia proposta pelo Ministério Público que prevê ações de atendimento e acompanhamento às vítimas.

“Todas as Unidades de Urgência do Município, sejam públicas ou privadas, precisam preencher um protocolo de notificação para a Epidemiologia e acionar a delegacia a chegada desse paciente. Em reunião junto ao Ministério Público nos foi solicitada a criação de um novo protocolo e fluxo para mulheres vítimas de violência e abuso sexual que contemple desde o atendimento médico prestado até o acompanhamento dessa paciente junto aos setores da Assistência Social”, explica Alessandra Cardoso, Coordenadora da Epidemiologia.

A conselheira tutelar Mérilen Dias espera que haja uma integração maior entre os serviços e setores para que além do município obter os dados fidedignos quanto ao atendimento às mulheres vítimas de agressão também possa acompanhar a vítima e a família com o suporte assistencial e psicológico.

“Nós precisamos nos unir para darmos uma melhor acolhida a essas vítimas. O CRAM e CREAS podem dar esse suporte psicológico, assistencial e até jurídico a essas mulheres e a família que estão envolvidos nesse universo de violência. Mas é fundamental que haja uma definição de fluxos não só para atendimento a essa vítima no momento da agressão, mas também para que ela tenha como se curar dos traumas e se reerguer após esse episódio”, disse.

A Diretora do Departamento de Saúde Mental, Viviane Martins reforça que os profissionais necessitam ficar atentos quanto ao preenchimento das fichas de notificações para que as vítimas de violência sejam atendidas com prioridade.

“Precisamos sensibilizar esses profissionais a preencherem a ficha corretamente como também encaminhar para a Saúde Mental os pacientes com os dados completos. Por muitas vezes atendemos fichas que foram mal notificadas e deixamos de cuidar de um caso grave de abuso porque ele não foi corretamente sinalizado. Também é preciso orientar os pais e cobrá-los a frequência nas consultas, temos muitos casos de abandono de atendimento, então essa integração para melhora da assistência e linha de cuidado das vítimas é fundamental”, avalia.

Participaram do encontro: Representantes dos Hospitais – Unimed, Alcides Carneiro e Nelson de Sá Earp, Pronto Socorro Leônidas Sampaio, Centro de Saúde, Departamento de Atenção Básica, Saúde Mental, Vigilância Epidemiológica, Conselho Tutelar e CRAM.

Cruzamento de dados contribuirá para identifica mais pessoas dentro do perfil do serviço

Com 500 famílias sendo acompanhadas desde julho de 2018 pelo Programa Criança Feliz, a Secretaria de Assistência Social atua para a ampliação dos serviços oferecidos para o desenvolvimento de crianças na primeira infância. A estimativa é alcançar as 700 famílias para a quais o serviço é habilitado e para isso, as secretarias de Saúde e Educação atuarão em parceria. A ideia é que cada setor compartilhe as redes de atuação para que se consiga mapear pessoas que tenham o perfil para o atendimento.

Além do trabalho em conjunto com as secretarias, a simplificação dos critérios para a inclusão de famílias ao programa, é outra medida que está sendo avaliada pelo Ministério de Desenvolvimento Social. Atualmente o serviço é aplicado com as famílias em risco social, que recebem o benefício do Bolsa Família, inscritas no Cadastro Único (CadÚnico) do Governo Federal.  

Em Petrópolis, o programa conta com 20 profissionais que realizam semanalmente visitas as 500 famílias assistidas, com foco no acompanhamento e promoção do melhor desenvolvimento da primeira infância. O serviço inclui o bebê desde a fase de gestação, com cuidados e orientações para a saúde da mãe, até a criança completar seis anos de idade.

A parceria entre as secretarias funcionará de modo que as pessoas atendidas pelos diferentes serviços sejam mapeadas. A Secretaria de Assistência Social fará o cruzamento dos dados entregues pela Educação, com a listagem de crianças inseridas na rede até 3 anos de idade e pela Saúde, com a relação de gestantes e crianças de 0 a 3 anos atendidas nas unidades de saúde da Atenção Básica do município.

CEIs farão parte da rede de compartilhamento de experiências

Com a Educação, além da troca de dados, outra porta de entrada vão ser os Centros de Educação Infantil (CEIs), a partir do ingresso das crianças assistidas na rotina escolar. De acordo com a supervisora do programa, a psicóloga Márcia Grotz, será realizado um trabalho em conjunto com as educadoras da rede. Parte das crianças assistidas pelo Programa Feliz já iniciou a atividade escolar e para que o trabalho feito até o momento seja ainda mais reforçado, as profissionais do programa vão levar as experiências que tiveram com as crianças para as escolas, para que continuem sendo estimuladas de acordo com as necessidades.

“Identificamos a necessidade de sinalizar para a escola as crianças que estão sendo acompanhadas pelo programa, no sentido de mostrar para as escolas quais estímulos para o desenvolvimento da criança vem sendo utilizados e até mesmo receber um retorno da escola sobre o desempenho da criança no ambiente escolar. É uma forma de buscar que os trabalhos se somem”, destaca a coordenadora, reforçando que o trabalho domiciliar feito com as crianças nas primeiras fases de vida, contribui para que estejam melhor preparadas para o início da vida escolar.

Cerca de 30 famílias são visitadas semanalmente pelos profissionais que realizam diversas atividades de estímulo e desenvolvimentos com as crianças, além de propor ações que fortalecem o vínculo afetivo familiar. “Contribuímos para que a família entenda a importância de estar com as crianças não só em quantidade, mas com qualidade de tempo”, destaca Márcia.

Evento vai reunir profissionais de diferentes setores do poder público para levar os serviços para a comunidade 

A comunidade do Caxambu vai ser a segunda região do município a receber a Ação Social promovida pela Secretaria de Assistência Social. O evento aberto a toda a população, vai ser realizado neste sábado (15.06), na Escola Municipal Senador Mário Martins - Rua Flávio Cavalcante, Caxambu. Entre 9h e 14h, vários serviços serão oferecidos gratuitamente na iniciativa que conta com a união de diferentes setores do poder público. A primeira ação, realizada na Comunidade do Alemão, atendeu cerca de 500 pessoas.

O evento tem como objetivo levar até as comunidades serviços básicos oferecidos pela rede pública do município, como atendimento para aferição de pressão arterial, glicose e avaliação nutricional; realização do Cadastro Único, que dá acesso a vários benefícios sociais do município e do governo federal; orientação jurídica; emissão de primeira via de documento de identidade e carteira de trabalho; orientações sobre o combate a violência contra mulheres e crianças; e esclarecimentos de como acessar o balcão de empregos do município.  Para dar entrada em documentações é necessário levar foto 3x4.

Além dos serviços de setores públicos, a iniciativa voluntariosa da população também marca presença na Ação Social. O corte de cabelo para homens, mulheres e crianças é um dos exemplos. Para essa atividade a Secretaria e Assistência Social conta com profissional próprio, mas voluntários e estudantes de cursos de cabeleireiro e barbeiro se juntam para o atendimento à população, que muitas das vezes, não têm recursos para pagar pelo serviço.

Em 2018 foram realizadas 16 Ações Sociais por vários bairros da cidade. Ao todo, 10 mil pessoas foram atendidas pelos diferentes serviços oferecidos durante os eventos. Outras seis ações já estão programadas para acontecer todos os meses, até setembro, nos bairros Pedro do Rio, Meio da Serra, Boa Vista, Atílio Marotti, Amazonas e Duques.

Usuários do benefício devem se apresentar ao CRAS Centro para a atualização dos dados

Até o dia 11 de outubro a Secretaria de Assistência Social realiza a segunda etapa de atualização cadastral das famílias usuárias do Cartão Imperial. Estão sendo chamadas ao recadastramento as 373 famílias das regiões do Alberto Torres, Castrioto, Bingen, Capela, Contorno, Dias de Oliveira, Duarte da Silveira, Fazenda Inglesa, Moinho Preto, Mosela, Pedras Brancas, Vila Militar e Vila São José. Os usuários do benefício, moradores dessas regiões, devem comparecer ao Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) do Centro – Rua Dr. Sá Earp, 39 - das 9h às 16h.

A atualização anual de dados dos beneficiários teve início em julho, com a comunidade de Madame Machado. O Cartão Imperial faz parte do Programa de Segurança Alimentar e Nutricional, concede auxílio de R$ 70, para 3700 famílias do município. O recadastramento visa garantir que o benefício continue sendo direcionado para as famílias que ainda se enquadrem ao perfil do serviço. 

São incluídas no programa famílias em vulnerabilidade alimentar ou que necessitem de alimentação especial por recomendação médica.  O auxílio é creditado mensalmente em cartão magnético, que é aceito em 145 estabelecimentos do setor de alimentação na cidade. O benefício é concedido para as famílias até que consigam se reestruturar e deixem de depender do auxílio. 

Os usuários que não comparecerem para realizar o recadastramento terão o auxílio bloqueado e após 30 dias, se não houver contato, o benefício é descontinuado. Desde a nova gestão, cerca de 1500 cadastros foram desligados por falta de comparecimento para a atualização dos dados ou não adequação aos critérios para a inclusão ao serviço.

Para realizar a atualização cadastral os beneficiários do Cartão Imperial devem comparecer ao CRAS portando o documento de identificação do titular, CPF, carteira de trabalho de todos que residem na mesma casa, comprovante de renda atualizado, certidão de nascimento e carteira de vacinação dos menores de 18 anos, declaração de escolaridade, comprovante de residência atualizado, laudo médico ou documento que comprove que o beneficiário tenha doença crônica grave ou seja deficiente.

As famílias atendidas são acompanhadas pelos CRASs, onde todo perfil da família é avaliado e é providenciado o direcionamento dos usuários para outros programas que visam a reinserção social. Pelo CRAS, o usuário é inserido no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico), que dá acesso a diversos programas do Governo Federal. A partir daí, os agentes atuam nas necessidades de cada família, na busca por emprego, no combate ao trabalho infantil, na melhoria do desenvolvimento e educação das crianças, entre outros. 

Encontro terá como tema “Promoção de ações intersetoriais de prevenção” e acontece na Casa dos Conselhos

A Casa dos Conselhos Augusto Ângelo Zanatta vai receber, na próxima quarta-feira (11.04), a segunda pré-conferência de Políticas sobre Drogas. O encontro, marcado para às 18h, terá como tema “Promoção de ações intersetoriais de prevenção”, e é uma prévia da II Conferência Municipal de Políticas sobre Drogas, que vai acontecer no fim do mês, na Faculdade Arthur Sá Earp (FASE).

A primeira pré-conferência foi muito proveitosa. Foram mais de 100 pessoas que tiraram dúvidas, questionaram e debateram assuntos relacionados às políticas de prevenção ao abuso e uso de álcool e drogas. É importante que tenhamos este tipo de debate e que a sociedade se envolva para que possamos desenvolver nos grupos de discussão as políticas necessárias para esta prevenção. A primeira pré-conferência lotou o auditório da Universidade Estácio de Sá, na última terça-feira (03.04).

O tema “Promoção de ações intersetoriais de prevenção” também será um dos eixos temáticos da II Conferência Municipal de Políticas sobre Drogas, promovida pela Prefeitura e o Conselho Municipal de Políticas Sobre Drogas (CMPD). Para a psicóloga e presidente do CMPD, Victoria Gutiérrez, o debate vai ser importante para discutir formas de maior integração entre os setores e maior união das pessoas e suas experiências.

“A ideia é trazer à tona a discussão sobre a importância do trabalho intersetorial, a articulação entre diferentes sujeitos e setores, que possuem diferentes saberes e experiência com o tema. Com isso, pretendemos superar a fragmentação do conhecimento, somando forças e, dessa forma, produzir efeitos mais significativos no trabalho de prevenção com a população”, explicou Victoria.

A roda de conversa desta quarta-feira contará com a participação da Assistente Social da equipe do Fórum Itaboraí, Marina de Jesus, e do médico especialista em Medicina Geral Comunitária, Cândido da Fonseca Neto. A Casa dos Conselhos fica na Avenida Koeler, 260, ao lado da prefeitura, no Centro.

II Conferência Municipal de Políticas sobre Drogas seguem com inscrições abertas

As inscrições para a II Conferência Municipal de Políticas sobre Drogas estão abertas. Esta segunda edição vai acontecer nos próximos dias 27 e 28, no auditório da Faculdade Arthur Sá Earp (FASE), e terá como tema principal "Sociedade, Álcool e Drogas: o que fazer? ".

O cadastro para todos os participantes serão realizadas até o próximo dia 16, das 9 às 16h, na sede da Casa dos Conselhos ou pelo site da prefeitura (www.petropolis.rj.gov.br). A eleição dos 42 delegados vai acontecer no dia 25, também na Casa dos Conselhos, às 18h, e se dará através de reunião de grupos das categorias, onde participarão os representantes credenciados das entidades participantes interessadas e a Comissão Organizadora da Conferência. Confira a programação da II Conferência:

Dia 27 de abril:

19h – Solenidade de Abertura – Boas Vindas

19h50 – Palestra de Abertura

Dia 28 de abril:

08h – 10h – Inscrição, credenciamento, coffee break.

08h30 – Leitura e Aprovação do Regimento da Conferência.

09h – Premiação do Concurso Logotipo do CMPD.

10h – Exposição das realizações do CMPD no período 2016/ 2018. 

10h30 – Palestras - Eixos temáticos.

12h – Almoço.

13h – Retorno.

13h30 – Trabalho dos Eixos.

15h – Plenária.

16h30 – Eleição dos membros do CMPD.

17h30 – Encerramento.

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