Secretaria de Assistência Social promove festa junina para Idosos

 

Arraiá aconteceu no Centro de Cidadania e reuniu 70 pessoas

 

Boa música e comidas típicas marcaram o primeiro Arraiá do ‘Baila Comigo’, realizado nesta sexta-feira (23.06) no Centro de Cidadania em Itaipava. O projeto voltado para o público da melhor idade promove bailes mensais e já se tornou um grande sucesso com média de participação de 70 pessoas por encontro. O evento realizado de 14 às 17h contou com três barraquinhas com variedade de quitutes de Festa Junina, além da apresentação dos músicos do grupo Nosso Tempo e do Coral Sintonia de Itaipava.

 

Todo o evento foi realizado em parceria com a equipe do Centro de Referência de Assistência Social - CRAS de Itaipava junto aos familiares e participantes do curso de inclusão digital e do baile da melhor idade. 

 

Os caldos e angú à baiana ficaram a cargo do aposentado Jair Alves Maurício, 63 anos, que é cozinheiro e tem o interesse em realizar um curso de salgadeiro no local.

 

“Eu frequento o Centro de Cidadania sempre que posso, já participei do baile e agora estou no curso de informática. Eu faço salgados e gostaria de ensinar as pessoas que frequentam aqui uma forma de se ter uma renda extra além de ser uma maneira de distrair e ocupar o tempo”, comenta o aposentado.

 

A aposentada Irene da Silva Paim, de 80 anos, representante do Coral Sintonia de Itaipava, formado por 23 cantores, explicou que tanto os ensaios que acontecem às quartas-feiras, de 9 às 13h, quanto os bailes mensais realizados na última sexta-feira do mês vigente, de 14 às 17h, serão abertos ao público. 

 

“É uma festa maravilhosa, nós estamos muito felizes em ter essa liberdade de fazermos os bailes de acordo com que o sugerimos. Além do coral temos os músicos do grupo Nosso Tempo que também ensaiam e se apresentam conosco. Atividades assim promovidas pela prefeitura nos ajudam a elevar a nossa autoestima”, comentou. 

 

 O Centro de Cidadania  Desembargador Jorge Loretti está localizado na Estrada União e Indústria, 11.860. Telefone 2246-8746. 

Eventos reunião boa música, comidas e trajes típicos


Boa música e comidas típicas marcaram os primeiros Arraiás do Centro de Referência de Assistência Social - CRAS, realizados nesta sexta-feira (21.07), nas unidades do Vale do Carangola, Retiro, Centro e Madame Machado. A festa também aconteceu nas Casas de Acolhidas que abrigam meninos e meninas em situação de vulnerabilidade pessoal e social. A iniciativa da Secretaria de Assistência Social visa proporcionar aos assistidos e familiares um momento de lazer e integração junto às equipes dos serviços da pasta.

A diretora do Departamento de Atenção Básica, Jaqueline Cleffs, destaca que ações que proporcionem a convivência familiar ou em comunidade é fundamental para se conhecer a região e traçar estratégias de melhorias na assistência.

“Conhecendo o território, a equipe do CRAS pode apoiar ações comunitárias, por meio de palestras, campanhas e eventos, atuando junto à comunidade na construção de soluções para o enfrentamento de problemas comuns, como falta de acessibilidade, violência no bairro, trabalho infantil, baixa qualidade na oferta de serviços, ausência de espaços de lazer, cultural, entre outros”, disse Jaqueline Cleffs.

Na próxima quarta-feira (26) o evento será no Quitandinha, Corrêas e Posse e na quinta-feira (28) novamente no Quitandinha promovido pelo grupo de mulheres e por grupos de convivência. Em uma das festas, a secretária Denise Quintella anunciou a campanha “Roupa boa, a gente doa” que está arrecadando no Centro de Cidadania, em Itaipava, roupas e brinquedos para população que necessita.

Centros de Referência de Assistência Social funcionam de segunda a sexta-feira 8 às 17h

Com atendimentos pedagógicos, psicológicos e assistenciais, a Secretaria de Assistência Social está fortalecendo a integração entre os grupos de convivências dos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS). Com grupo de crianças, adolescentes, idosos e de mulheres, as unidades também oferecem atendimentos individuais, além de oficinas, palestras e pequenos cursos aos cadastrados em programas sociais.

Em média 2 mil pessoas são atendidas em cada centro de referência que busca estabelecer vínculos familiares, novas amizades e oferecer de uma forma lúdica, o tratamento de doenças como ansiedade ou depressão.

Dentre os momentos mais marcantes deste ano, a aposentada Maria Regina Quadrio, 72 anos, frequentadora do CRAS Centro relembra uma integração entre o grupo dos idosos e das crianças e adolescentes. Após o encontro, os jovens escreveram uma carta para cada idoso. O gesto fazia parte de um exercício sobre meios de comunicação mas emocionou muitos idosos.

“Foi explicado a eles sobre os meios de comunicação da nossa época e que trocávamos cartas. Hoje tudo é muito tecnológico e aí eles passaram um dia conosco e um mês depois recebemos as cartinhas deles contando que gostaram muito de nos conhecer e que eles aprenderam muito. É assim que nós conseguimos mudar uma sociedade, interagindo e mostrando que com respeito e carinho podemos viver em união”, afirma Maria Regina.

Os CRAS estão localizados no Centro, Quitandinha, Retiro, Posse, Corrêas, Vale do Carangola, Itaipava e Madame Machado com funcionamento de 8 às 17h. A secretária de Assistência Social, Denise Quintella, afirma que um dos desafios da atual gestão foi oferecer atividades às famílias diariamente e não apenas ser a porta de entrada para ingresso a benefícios sociais do governo.

“Muitas pessoas procuram o CRAS apenas para fazer o cadastro único para ter o bolsa família ou outro benefício social. Mas o CRAS não é apenas um local de inscrição, a proposta é trazer essas famílias para dentro do equipamento e acompanha-las com atendimentos pedagógicos, psicológicos e assistenciais”, esclarece Denise Quintella.

A psicopedagoga Tatiana Furtado da Costa Ceschini, da unidade do Centro, explica que logo no primeiro atendimento no CRAS a assistente social já realiza uma entrevista para identificar possíveis acompanhamentos para a pessoa e familiares.

“Tivemos uma procura grande com a TV Digital, então nesse processo nós já orientamos os idosos quanto a carteira do idoso e BPC, os mais jovens quanto ao ID Jovem, bolsa família, entre outros. Estamos conseguindo ampliar a procura pelo CRAS. A nossa unidade do Centro recebe pessoas do Morin, Cascatinha, entre outros bairros, mas vale ressaltar que se identificamos alguma pessoa que mora perto de outra unidade de referência, nós encaminhamos para ter atendimento no próprio bairro”, informa.

Estreitando os laços de amizades por meio dos grupos de convivência

“É muito além de um grupo de artesanato, para nós é a primeira opção de tratamento antes de qualquer remédio é aonde compartilhamos nossas alegrias e tristezas em um grande grupo de amigos”, explica a aposentada Maria Regina Quadrio, 72 anos, moradora do Cascatinha que frequenta o grupo de idosos do CRAS do Centro.

Assim como Maria Regina, outros seis idosos se encontram semanalmente para realizar os trabalhos do grupo. Além dos trabalhos manuais em variados tipos de artesanatos, também é realizado palestras, passeios, oficinas e minicursos na unidade.

Herondina Simas Weinem, 83 anos, o marido Gabriel Simas Weinem, 86 anos, são moradores de Cascatinha, e além do grupo de convivência também frequentam outras aulas que são oferecidas durante a semana.

“Eu vim primeiro para fazer amizade e me ocupar um pouco e esse ano eu trouxe meu marido. Ele faz pães artesanais muito gostosos e sempre que realizamos confraternizações ele prepara o lanche do grupo. É muito bom fazer parte desse grupo, exercitamos a memória e temos dias mais felizes”, disse a aposentada.

Os Centros de Referências de Assistência Social estão localizados nos bairros:

CRAS Quitandinha

Horário de funcionamento: das 8h às 17h, de segunda-feira a sexta-feira, sem horário de almoço - Rua Alagoas, s/nº – Quitandinha.

CRAS Centro

Horário de funcionamento: das 8h às 17h, de segunda-feira a sexta-feira, sem horário de almoço – Rua Dr. Sá Earp, nº 39 – Centro.

CRAS Retiro

Horário de funcionamento: das 8h às 17h, de segunda-feira a sexta-feira, sem horário de almoço - Rua Henrique Dias, 221 – Retiro.

CRAS Posse

Horário de funcionamento: das 8h às 17h, de segunda-feira a sexta-feira, sem horário de almoço - Estrada União e Indústria, S/N, ao lado do CIEP Gabriela Mistral (CEU da Posse).

CRAS Corrêas

Horário de funcionamento: das 8h às 17h, de segunda-feira a sexta-feira, sem horário de almoço. Rua Vigário Correa, 443 – Corrêas.

CRAS Vale do Carangola

Horário de funcionamento: das 7h30 às 16h30, de segunda-feira a sexta-feira, sem horário de almoço. Rua Waldemar Vieira Afonso, 19 – Antiga ONG - Vale do Carangola.

CRAS Itaipava

Horário de funcionamento: das 8h às 17h, de segunda-feira a sexta-feira, sem horário de almoço. Estrada União e Indústria, 11.860 – Itaipava.

CRAS Madame Machado

Horário de funcionamento: das 8h às 17h, de segunda-feira a sexta-feira, sem horário de almoço. Rua Geraldo Lourenço Dias, s/nº (ponto final do ônibus 704) – Madame Machado.

Ação enfatizou a importância da estimulação sensorial durante o envelhecimento

A Secretaria de Assistência Social, por intermédio do Centro de Referência Especializado de Assistência Social – CREAS, proporcionou a 12 idosos a experiência de estimular a memória através dos cinco sentidos. O objetivo da oficina, realizada no Centro de Cidadania, em Itaipava, nesta quinta-feira (13.07), foi oferecer aos participantes uma amostra do processo de resgate do histórico de vida do idoso.

A frente do projeto há 20 anos, Regina Barragat explica como os cinco sentidos auxiliam a estimulação principalmente na população idosa que, com o avançar da idade, pode perder algumas lembranças recentes e antigas.

“Como a memória é um processo cognitivo que consiste na retenção e na evocação das informações, ela é essencial para a nossa sobrevivência. A memória nos assegura a nossa identidade pessoal e, por isso, a importância de uma estimulação direcionada para que elas possam ir ao encontro da memória visual, auditiva, gustativa, olfativa e de tato”, explica Regina Barragat.

A coordenadora do CREAS, Lavínia Barreto enfatiza que esta é a primeira experiência de muitas ações que serão realizadas pelo Centro de Referência ao longo do ano.

“Vale destacar a parceria da psicóloga Wanda Machado que realiza junto à Regina essa oficina, já que ela tem uma vasta experiência em trabalhos com idosos e tem até um livro a respeito, que será lançado no próximo mês. Pretendemos ter mais ações voluntárias e outras da própria Secretaria para ampliarmos a nossa assistência à população idosa”, anuncia Lavínia Barreto.

Nutricionistas, enfermeiros e psicólogos farão atendimento aos assistidos no NIS e na Casa da Acolhida

A Secretaria de Assistência Social e Cidadania fortaleceu a parceria junto à Coordenação de Residência Multiprofissional da FMP/Fase para prestar atendimento aos moradores em situação de rua abrigados no Núcleo de Integração Social (NIS) e às meninas da Casa da Acolhida. Além das consultas com psicólogos, nutricionistas e enfermeiros, os profissionais realizarão palestras, oficinas e cursos em um cronograma com atividades para o ano todo.

Atualmente, a Casa da Acolhida abriga 6 meninas de 12 a 17 anos e o NIS cerca de 70 moradores em situação de rua. A secretária da pasta, Denise Quintella, revelou que além de prestar o atendimento clínico aos assistidos pelos serviços da Secretaria, a parceria irá proporcionar oportunidades de ressocialização e de trabalho.

“O grupo vai ter todo o nosso apoio e estrutura para realizar as atividades que trará ainda mais qualidade ao tratamento dos nossos assistidos. Eles já vinham realizando algumas ações tanto no NIS quanto na Casa da Acolhida, mas agora eles terão um cronograma conosco que será elaborado de acordo com as necessidades de cada casa”, afirma Denise Quintella.

Dentre as atividades propostas pela Coordenação de Residência Multiprofissional estão palestras sobre prevenção e cuidados em saúde, auxilio em elaboração de currículo e entrevistas de emprego, além de oficinas de biscoitos amanteigados e sanduiches naturais.

A coordenadora do grupo, Aline Furtado da Rosa, explicou que a equipe formada por cinco enfermeiros, duas nutricionistas e dois psicólogos está há dois anos realizando o trabalho na cidade que já serviu como modelo em conferências em outros municípios.

“Antes de iniciarmos o programa, nós realizamos entrevistas para identificar os pontos de interesse dos próprios usuários. Esse modelo já foi apresentado em Conferências no Estado e a nossa proposta não é só tratar e prevenir doenças, mas buscar um reajuste social para essas pessoas”, explica Aline Furtado.

A Coordenação de Residência Multiprofissional da FMP/Fase também realiza o curso de gestantes do Ambulatório Escola em Cascatinha.  A coordenadora Aline Furtado, destacou que não é preciso fazer inscrição ou esperar formar turmas para que as interessadas possam participar. Basta que a interessada vá ao Ambulatório Escola às terças-feiras, a partir das 14h.

“O curso pertence à Rede Cegonha que é uma estratégia do Ministério da Saúde que visa assegurar às mulheres o direito ao planejamento reprodutivo e a atenção humanizada à gravidez, bem como garantir às crianças o direito ao nascimento seguro e ao crescimento e desenvolvimento saudáveis. Ele é aberto a todas às grávidas do município e ao fim do curso, todas as inscritas ganharão um kit para compor o enxoval do neném”, conta Aline Furtado.

Três famílias e dez multiplicadores já estão inscritos no treinamento que ocorrerá em maio.
Programa busca famílias para acolher temporariamente crianças e adolescentes em risco social.

A Secretaria de Assistência Social e Cidadania inicia em maio uma série de capacitações para os inscritos no programa Família Acolhedora. O serviço, reestruturado pela Assistência, busca reintegrar crianças e adolescentes vítimas de violência doméstica e negligência dentro do convívio familiar.  

Atualmente três famílias e 10 voluntários, que serão multiplicadores na divulgação do programa, estão inscritos nos treinamentos que ocorrerão até julho. O objetivo é proporcionar mais conhecimento sobre os processos de seleção do programa e estreitar os laços entre os envolvidos no sistema de acolhimento temporário.

A secretária de Assistência Social, Denise Quintella, espera conquistar o apoio de novos inscritos para abrigar as crianças e multiplicadores, além de empresas para abrigar os eventos de propagação do programa.

“O Família Acolhedora organiza o acolhimento de crianças e adolescentes afastados do convívio familiar por meio de medida protetiva. Queremos garantir o direito deles à convivência familiar e comunitária. Então o papel dos multiplicadores e das empresas apoiadoras é fundamental. Quanto mais inscritos, maiores são as chances de oferecermos um lar temporário a essas crianças que atualmente ficam em abrigos”, afirma Denise Quintella.

Por intermédio do programa, crianças e jovens de até 18 anos são acolhidos em casas de famílias credenciadas e recebem atendimento psicológico e social, estendido à família que as acolhe e também ao núcleo familiar biológico.

Sensibilizadas com o programa, o grupo de mães do Solidariedade Petrópolis já se prontificou a ajudar na divulgação. A coordenadora do projeto, Jaqueline Dutra explicou que mais de 40 mulheres já realizam trabalho voluntário na assistência às crianças no município.

“Já realizamos algumas ações voluntárias em abrigos de crianças e idosos. Hoje viemos conhecer o Família Acolhedora e já abraçamos a causa. Aqui somos um grupo ecumênico e cada mãe vai poder levar para a sua igreja o projeto e divulgar para a comunidade. Nosso objetivo é fazer o bem a quem precisa”, disse Jaqueline Dutra.

Enquanto a criança está acolhida –  em abrigos ou no núcleo familiar temporário - o programa articula os serviços necessários para que a família de origem resolucione a situação que motivou a medida protetiva.

“A medida protetiva é determinada pelo Juizado da Infância e Juventude e executada até que seja possível a reintegração familiar ou, na sua impossibilidade, encaminhamento para adoção. São crianças e adolescentes que precisam de afeto, carinho e atenção, por conta disso, vamos intensificar a divulgação deste programa”, afirma a Assistente Social do Família Acolhedora, Graciele Vanzan.

Quem pode ser acolhedor?

Para se credenciar como Família Acolhedora, os interessados devem procurar os profissionais do serviço e agendar uma entrevista. É necessário ter disponibilidade de tempo e afeto para cuidar da criança, idade entre 24 e 65 anos, boa saúde e zelar pela saúde da criança, garantir a frequência em escola. Além disso, é preciso que o interessado não esteja respondendo a inquérito policial ou envolvido em processo judicial e ter residência fixa no município.

O município disponibiliza subsídio financeiro à Família Acolhedora, nos valores equivalentes a meio salário mínimo ou um salário mínimo nos casos em que a criança ou adolescente a ser acolhido seja pessoa com deficiência. Para mais informações, a Secretaria tem disponível o telefone  (24) 2249-4319.

Serviço iniciado em junho ofereceu 518 pernoites no Núcleo de Integração Social

Após 111 dias de realização a Operação de Inverno da Secretaria de Assistência Social fez 622 abordagens a pessoas em situação de rua, as quais geraram 518 pernoites no período de frio. O serviço teve 76% de aceitação entre o público-alvo. O serviço realizado anualmente consiste na intensificação das abordagens à população em risco social, para que saíam das ruas no período do inverno. Foram criados 18 leitos extras no Núcleo de Integração Social (NIS), no Alto da Serra. A unidade tem capacidade de atender 70 usuários que são assistidos permanentemente na estrutura, onde é oferecida alimentação, abrigo, serviços básicos para o cuidado da saúde e higiene, além de orientação para a reinserção à sociedade.

Desde o dia 10 de junho, as equipes do Centro de Referência Especializada para População em Situação de Rua (Centro Pop) percorreram as ruas da cidade para orientar a população desabrigada para que se direcionassem ao NIS e não ficassem expostas ao frio durante a noite. 

A Operação de Inverno contou com o apoio da Secretaria de Defesa Civil e Ações Voluntárias para a instalação das tendas, onde foram instalados os leitos extras. A população abordada pelas equipes do Centro Pop foi orientada a utilizar os abrigos, mas o direcionamento dos usuários dependia do consentimento dos mesmos. 

As equipes do Centro Pop mantêm o serviço padrão para o cuidado da população em situação de rua. As abordagens são regularmente feitas das 9h às 21h de forma rotineira por toda a cidade. Os profissionais da unidade também recebem chamados da população pelos números 2242-4554 com o alerta de existência de pessoas com necessidade de suporte. A diretora do Departamento de Proteção Social Especial, Kátia dos Prazeres destacou que este ano a operação teve boa aceitação da população, apesar de registrar menor número de acolhimento se comparado com 2018.

“O perfil das pessoas em situação de rua tem alterado bastante. Essa mudança refletiu na quantidade de acolhimentos. O inverno não foi tão rigoroso como no ano passado, passamos por momentos de ondas de frio intenso. Entretanto, mesmo com um número menor de encaminhamentos para o abrigo, o percentual de aceitação ao serviço foi melhor que nos anos anteriores”, frisou a Kátia. Esse ano houve 76% de aceitação ao serviço, quando que no ano de 2018, a Operação de Inverno registrou 63%.

Departamento de proteção social busca a reinserção social

A Secretaria de Assistência Social conta com estrutura e profissionais que buscam a reinserção das pessoas que vivem em situação de rua. O setor mantém o NIS e o Centro Pop que dão todo o suporte para a pessoa que quiser modificar sua condição de vida e se reintegrar à sociedade. O Centro Pop é a porta de entrada para esse público. No local os usuários recebem cuidados básicos iniciais para a higiene e alimentação. Todos os dias, incluindo sábado, domingo e feriados, os usuários contam com café da manhã, almoço, café da tarde e jantar, oferecido no NIS para os que estão acolhidos. Também podem lavar suas roupas, tomar banho e guardar os pertences.

No Centro Pop são orientados a buscar o acolhimento no NIS, que ocorre após a avaliação e encaminhamento da equipe técnica. O acompanhamento conta com suporte de profissionais da saúde, que fazem o atendimento para garantir os cuidados de rotina. Os usuários do serviço passam por consultas básicas e são encaminhados para o atendimento especializado da rede, quando necessário. As consultas acontecem no NIS ou no Centro POP pelos profissionais do Consultório na Rua e do PSF do Alto da Serra. Outra unidade que dá suporte ao serviço é o Restaurante Popular, mantido pela Secretaria de Assistência Social e oferece alimentação desse público de maior vulnerabilidade.

Ao longo de todo o acompanhamento, as pessoas recebem acompanhamento psicossocial e ainda são orientadas a buscar a reinserção na sociedade por meio de ingresso no mercado de trabalho, retorno ao convívio familiar, inserção em cursos profissionalizantes, encaminhamento para a rede de saúde, participação de ações motivacionais, entre outros suportes

‘Baila Comigo’ terá edição especial no dia 13.06 às 16h

 Atendendo aos pedidos dos frequentadores do Restaurante Popular, a Secretaria de Assistência Social irá retomar na terça-feira (13.06), a partir das 16h, o baile mensal voltado para a melhor idade. Grande sucesso em Itaipava, o “Baila Comigo” reúne em média 40 pessoas entre 60 a 80 anos no Centro de Cidadania. A expectativa da Assistência é atrair um público ainda maior no Restaurante Popular.

A iniciativa vem ao encontro com as comemorações ao Dia Mundial de Combate à Violência Contra Pessoa Idosa em que a prefeitura de Petrópolis e o Conselho Municipal de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa (CMDDPI) promoverão uma caminhada de sensibilização para este domingo (11.06).

Já no Centro de Cidadania a programação está voltada para a Festa Junina que acontece no dia (23.06). “O baile de junho do Centro de Cidadania será um grande Arraiá, nós queremos colocar até barraquinhas com comidas típicas. Estamos em busca de parcerias para fazermos uma festa bem completa, os ensaios já começaram e estão todos muito animados”, afirma. 

A Secretaria de Assistência Social vai abrir um posto avançado para atendimentos no Hospital Alcides Carneiro. A parceira entre as duas áreas do poder público vai aproximar o serviço socioassistencial da população. O objetivo é facilitar o acesso aos programas municipais, estaduais e federais para auxílio da população em risco social. A implantação do serviço no HAC vai direcionar usuários às unidades do Centro de Referência de Assistência Social (CRAS), que hoje atendem moradores de oito regiões da cidade.

O novo atendimento, que funcionará no ambulatório do hospital, tem prazo para implantação de dois meses. Os agentes atuarão na identificação de usuários que necessitem de auxílio, podendo ser incluídos no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico), que dá acesso a diversos programas do Governo Federal, como o Bolsa Família, Criança Feliz, além do direcionamento a programas desenvolvidos no município, como o Cartão Imperial, Cartão do Idoso e do Adolescente.

Atualmente, através das unidades do CRAS, o município tem 24 mil famílias cadastradas no CadÚnico, o que representa quase 69 mil pessoas assistidas. Entre os cadastrados, 10.668 famílias recebem o Bolsa Família; 3600 recebem o Cartão Imperial; o Benefício de Proteção Continuada (BPC) está disponível para cerca de 3 mil famílias; 500 crianças são acompanhadas pelo programa Criança Feliz; e 900 usuários, acima de 60 anos, possuem o Cartão do Idoso. Através do CRAS, os usuários também encontram suporte com psicólogos, pedagogos, educadores e assistentes sociais.

O trabalho da Secretaria de Assistência Social contará com o apoio dos profissionais do HAC no encaminhamento de casos em que haja a identificação de risco social. “O serviço vai garantir que haja um suporte para os pacientes que apresentarem risco social. Muitas das vezes, o paciente que recebe alta ou é atendido no ambulatório, tem dificuldades para dar continuidade aos tratamentos e desconhecem os serviços aos quais podem recorrer para ter auxílio”, destaca o diretor do Departamento de Proteção Social Básica, Rodrigo Lopes, explicando que o usuário será encaminhado para a unidade do CRAS mais próxima da sua residência, após primeiro atendimento feito no hospital.

Para garantir a expansão dos serviços, a Secretaria de Assistência Social tem atuado de forma intersetorial com outros programas oferecidos pelas demais secretarias do governo. A ideia é continuar expandido os serviços. Além da inclusão em programas, o CRAS desenvolve ações para crianças, adolescentes, adultos e idosos. Regularmente são oferecidas oficinas de dança, capoeira, crochê, artesanato, atendimento nos grupos de terapia e suporte para reinserção ao mercado de trabalho.

Prefeitura presta atendimento às vítimas das chuvas

A prefeitura e a secretária de Assistência Social, Denise Quintella, estiveram pessoalmente nas áreas atingidas pela chuva na manhã deste domingo (04.03). No bairro Caxambu, um dos mais atingidos pelas chuvas, será instalado um ponto de apoio - até que se restabeleça a normalidade para os moradores - na Igreja Nossa Senhora da Penha, a partir desta segunda-feira (05.03). Uma equipe formada por quatro técnicos da Secretaria foi até o local ainda no domingo para cadastrar os moradores que tiveram as casas atingidas pelas chuvas. Outras três equipes foram direcionadas para Morin, Bela Vista, Cascatinha e Corrêas.

Denise Quintella atendeu pessoalmente a família de um trabalhador rural desaparecido durante a tempestade do último sábado. Segundo a esposa de Danilo Oliveira Santos, Elisangela Amorim de Arruda, o marido estava voltando para casa no momento em que foi atingindo pela enxurrada.

“Foi na hora que ele saia do trabalho então não sabemos o que houve. Um rapaz que presenciou quando o carro estava sendo arrastado pela água disse que não deu tempo dele sair. O carro foi encontrado, mas ele ainda não”, disse a dona de casa.

Denise Quintella afirma que a equipe da Assistência Social irá até a casa da família do trabalhador assistido para verificar as necessidades da família.

“É uma mulher com quatro filhos para criar, apesar da casa não ter sido atingida agora é a hora deles receberem todo apoio psicológico e assistencial. Vamos cadastrá-los no cadúnico e verificar o que eles precisam emergencialmente para prontamente atendê-los”, disse Denise Quintella.

Moradora do Caxambu há 37 anos, Maria Adélia Peixoto Silva e Costa se surpreendeu com o volume das chuvas e agradeceu o apoio da prefeitura no momento difícil em que a localidade se encontra.

“Aqui todo mundo se ajuda, mas foi algo que nunca vimos na vida. Não havia como prever, simplesmente aconteceu e em uma hora a água levou tudo. É importante estar todos os serviços da prefeitura aqui para tomar providências para que a nossa vida se normalize”, disse.

“Essa é uma região que precisa de um cuidado maior, vamos mandar novamente as equipes na segunda-feira até a igreja no Caxambu para que possamos ter um ponto de apoio a essas famílias e cadastra-las. A ação deste domingo foi emergencial”, reitera Denise Quintella.

Equipes forneceram cestas básicas, roupas e colchões para as famílias

Três equipes de técnicos da Secretaria de Assistência Social se dividiram entre os bairros Bela Vista, Corrêas, Morin além do Caxambu. Por orientação da Secretaria de Assistência Social, as famílias estão sendo deslocadas para casas de parentes ou amigos.

“Nesse primeiro momento nós iremos cadastrar todas as famílias e verificar quais as necessidades iniciais – roupas de uso pessoal, de cama, de banho, colchões, cobertores, cestas básicas ou algum medicamento que seja de uso contínuo. O próximo passo é verificar as perdas, se necessitam de segunda via de documentos,

Cadúnico para poder receber benefícios sociais e por fim a indicação para programas habitacionais. Mas o que estamos reforçando com cada família é que busque abrigo junto a outros familiares ou amigos”, reforça Denise Quintella.
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