A cinoterapia tem como um dos pilares a elevação da autoestima de quem tem contato com os animais. Os cães servem como válvula de escape de um momento difícil vivido por essa pessoa, como o tratamento de uma doença grave, o enfrentamento da solidão ou mesmo sentimentos mais corriqueiros, como o estresse. Atualmente, o canil da Guarda Civil faz terapia assistida com pacientes oncológicos, idosos em lares de acolhimento e, na manhã desta terça-feira (25.09), puderam mostrar o potencial deles no enfrentamento ao suicídio. O trabalho promovido pelo município foi apresentado durante um seminário que debateu o tema na Fase/FMP, no mês dedicado ao assunto – o Setembro Amarelo.

Durante a atividade, os dois golden retriever Chico e Jujuba fizeram o sabem fazer de melhor, brincaram com cerca de 100 alunos e funcionários, receberam carinho, posaram para fotos e deram muita, muita alegria aos participantes e ouvintes do debate que a universidade promoveu.

“A cinoterapia é exatamente isso, é trazer o carinho e a espontaneidade que eles possuem para colocar à disposição da alegria de todos que estão em um momento de baixa estima para enfrentar uma determinada situação”, disse o coordenador técnico do canil municipal, Leandro Lopes.

A atividade foi proposta pela enfermeira Priscilla Muralha, que se formou a pouco tempo pela Fase/FMP e fez um trabalho estudando exatamente a terapia assistida com cães. O objetivo foi dar uma pequena amostra do que os animais podem fazer para combater sentimentos comuns a estudante e todas as demais pessoas, como ansiedade, estresse e depressão – que, em um grau elevado, podem conduzir uma pessoa a atentar contra a própria vida.

“Mesmo que seja um contato em poucos minutos, os cães possuem uma capacidade de desfocar a pessoa dos problemas que ela está enfrentando, abstrair do que está deixando ela rebaixada. A cinoterapia ajuda o corpo a liberar hormônios que dão a sensação de alívio, de amor, de bem-estar”, explicou.

Entre janeiro de 2017 e agosto desse ano, Petrópolis teve 21 notificações referentes a suicídio. A maior parte deles são homens e 42% dos casos são de pessoas com idade entre 20 e 39 anos, de acordo com os dados da Secretaria de Saúde. Em todo o país, segundo o Ministério da Saúde, foram quase 11,5 mil casos em todo Brasil em 2016 – ou 31 casos por dia.

Por isso, tratar do tema é tão urgente quanto buscar alternativas para prevenir que se chegue a um ato extremo como o suicídio. A Organização Mundial de Saúde (OMS) orienta como medidas para evitar essa situação: redução de acesso aos meios utilizados (pesticidas, armas de fogo, medicações); políticas de redução ao uso nocivo do álcool; identificação precoce, tratamento e cuidados com pessoas que possuem transtornos mentais ou por uso de substâncias, dores crônicas e estresse emocional agudo; acompanhamento de perto de pessoas que tentaram suicídio e prestação de apoio comunitário.

A psicóloga e psicanalista Virgínia Ferreira, uma das debatedoras do seminário promovido pela Fase/FMP, recomenda ainda que as pessoas cuidem de um animal durante a vida como uma forma de deixar a mente e o corpo em atividade.

“Eu amo cachorro e digo sempre que as pessoas deveriam ter um cão para cuidar, porque ele cria laços de afetividade e permite a pessoa brincar. E esse brincar, por si só, faz bem a pessoa, ajuda a respirar melhor, reorganizar a vida”, afirmou.

A aluna de psicologia Gabriela Seikel reconheceu os efeitos práticos da atividade.

“Acho que isso seria muito importante para quem pensa no suicídio. O cachorro tem exatamente essa espontaneidade e que as vezes não se acha esse carinho nas pessoas. Foi maravilhoso”, contou a estudante.

As doações de agasalhos realizada pela Procon Petrópolis vai beneficiar a 105 crianças e adolescentes atendidas pela Pestalozzi. A entrega de 150 itens foi realizada pela equipe do Procon nesta terça-feira (31.07). São cobertores e casacos doados pela população ao órgão de defesa do consumidor que faz o repasse do material dentro da campanha Aqueça um Coração. Desde o começo da iniciativa, na primeira semana de junho, 300 itens já foram recolhidos e doados.

A escolha da Pestalozzi se deve à sua efetiva atuação no município. Atuando há mais de 50 anos no país e há 32 em Petrópolis, a instituição trabalha na escolaridade e assistência à saúde de pessoas entre zero e 49 anos de idade com deficiência física e cognitiva, ministrando o ensino curricular comum até o 5º ano e adaptando às necessidades de cada um dos assistidos.

Norma Ferraz, diretora pedagógica da Pestalozzi desde que a instituição foi fundada na cidade, explica que muitos dos alunos provêm de famílias humildes e que a doação será importante para dar mais conforto às famílias assistidas. “É uma campanha muito positiva porque vai ajudar muito aqueles que mais precisam”, destaca Norma.

O coordenador do Procon, Bernardo Sabrá, explica que as doações só são possíveis graças ao apoio da população, que adere às causas propostas pelo Procon e fazem a entrega dos materiais. Foi assim na campanha Aqueça um Coração do ano passado e na campanha de Natal, por exemplo.

“Sem a população isso não seria possível. É um trabalho que desenvolvemos com muito carinho e temos que agradecer a cada pessoa que vai fazer sua reclamação no Procon, ficam sabendo da campanha e fazem a doação”, destaca Sabrá.

A primeira doação realizada este ano foi para APAE, instituição que trabalha com 135 pessoas com deficiências múltiplas e idades entre 7 meses e 57 anos de vida. A instituição também recebeu 150 itens entre cobertores e agasalhos.

Na primeira ação do Aqueça um Coração, foram arrecadados 458 itens entre cobertores, mantas, edredons e até agasalhos novos e em bom estado de conservação. Todo o material foi entregue semanalmente, contemplando o Núcleo de Integração Social (NIS), Grupo Amigos dos Autistas de Petrópolis (Gaape), Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) e a ONG Matheus 25:35.

São 250 vagas para professores

Estão abertas as inscrições para o seminário de prevenção e identificação do abuso sexual contra crianças e adolescentes que faz parte da ação social Federal Kids. A atividade acontece no dia 25 de agosto, no auditório do Sesc Quitandinha, e conta com uma palestra do Dr. Clayton da Silva Bezerra, delegado da Polícia Federal (PF). O público alvo são professores e profissionais de ensino, que podem realizar o cadastro no site: federalkids.com.br. A ação social é uma iniciativa da PF em parceria com o Sesc e conta com o apoio da prefeitura, através da Superintendência de Esportes e Lazer.

O evento tem como objetivo alertar e despertar a população sobre o crime de abuso sexual contra criança e adolescente. Por conta disso, acontecem exposições sobre o tema e palestras para que o assunto seja discutido e conversado nas famílias. Além disso, na ação social, também será realizada uma corrida de rua, no dia 26 de agosto. A prova também está com inscrições abertas.

"Os educadores são grandes aliados para a prevenção e identificação de um abuso e agressão contra a criança. Por conta disso, o seminário tem como público alvo esse importante grupo da nossa sociedade. É uma capacitação importante e que pode ajudar a descobrir diversos casos de abuso", explica o delegado da PF, Clayton da Silva Bezerra.

A ideia de desenvolver uma corrida de rua surgiu com o objetivo de fortalecer a união entre pais e filhos.  São três percursos: 600 metros (para crianças até seis anos), 1 quilômetro (até 10 anos) e 1,5 km (até 10 anos). É obrigatória a doação de quatro quilos de alimentos não perecíveis para fazer o cadastro na prova.

O esporte é uma ferramenta importante na formação da criança e do adolescente. Mais do que a prática esportiva, a corrida promove a aproximação dos pais e das crianças. Será um dia de muita alegria, diversão e conscientização.

Diversas secretarias do governo municipal estão envolvidas na ação social e a prefeitura busca que o evento seja um sucesso como tem sido em outras cidades, cumprindo sua função de prevenção e combate à pedofilia. A ideia é tratar o assunto de forma antecipada, prevenindo os casos na cidade.

A prefeitura está mobilizada para essa questão tão importante que é o abuso sexual contra crianças e adolescentes. É preciso colocar o assunto em pauta para toda população. A Federal Kids vai além do incentivo à prática esportiva.

A Federal Kids já foi realizada em Campo Grande, Volta Redonda, Búzios, Campos e o Museu Aeroespacial (Campos dos Afonsos, no Rio). Em Petrópolis, a ideia é que o evento reúna mais de mil pessoas, entre jovens e adultos. Em setembro, a ação social acontece em Macaé.

Os atendimentos realizados pelo Centro de Referência em Atendimento à Mulher (CRAM), no primeiro semestre deste ano praticamente dobrou em comparação a 2017. Em 2018 já foram 155 retornos, e 153 novos atendimentos, totalizando 308 orientações. No ano anterior foi contabilizado o total de 177 acompanhamentos, sendo 86 novos atendimentos e 91 retornos. O aumento no número de denúncias, no entanto, não é atribuído ao crescimento em casos de violência, mas ao fortalecimento em ações que buscam dar respaldo às mulheres para denunciar.

Estes dados mostram a importância do acompanhamento, das palestras e instruções que o CRAM tem realizado na cidade. O órgão humanizou o atendimento e o acolhimento às usuárias, e o resultado é perceptível no número de mulheres que retornam ao Centro de Referência.

“Creio que as mulheres estão se fortalecendo, estão cansadas de tantas agressões e resolveram dar um basta e denunciar, muitas nos procuram pedindo auxílio. Cada mulher que acolhemos e que reiniciam uma nova caminhada é muito gratificante para toda a equipe do CRAM”, relata Cléo de Marco, coordenadora do CRAM.

O CRAM, subordinado ao Gabinete da Cidadania, realiza orientação jurídica, acompanhamento social e psicológico e trabalha em parceria com as delegacias de Petrópolis para atender à mulher em situação de violência – seja ela moral, verbal, patrimonial, física ou sexual. E ainda conta com um atendimento na sede do órgão, todas as quartas, de 14h às 16h, com a psicóloga Dra. Liane Diehl, que ministra um Grupo de Apoio Terapêutico (GATE), onde as mulheres são ouvidas, respeitadas e contam umas com o apoio das outras e da equipe do CRAM.

Para denunciar ou solicitar informações, pode ligar para o telefone 2243-6152 ou comparecer à sede do CRAM, na Rua Santos Dumont, número 100, no Centro. O funcionamento é de segunda a sexta, de 8h às 17h. Em casos de emergência, a mulher pode ligar em qualquer horário para o número (24) 98839-7387, disponibilizado pelo órgão. Caso se sinta violentada de alguma forma, a mulher pode contatar a Polícia Militar pelos números 2291-5071, 2242-8005 ou 180, além de poder contatar via WhatsApp a emergência da Polícia Militar, pelo número (24) 99222-1489.

Atividade promovida pela Guarda Civil na unidade Flávio Maciel aconteceu dentro do “Projeto Família”, mostrando o trabalho de agentes que são pais de alunos de lá

A manhã desta sexta-feira (21.09) foi especial para cerca de 60 aluninhos de três a cinco anos da creche Flávio Maciel, que fica no Quitandinha. Eles receberam a visita de dois cães da Guarda Civil, os golden retriever Chico e Jujuba, que fazem o trabalho de cinoterapia. A ida deles foi possível a partir de uma proposta de dos agentes que tem filhos na unidade escolar e levou alegria às crianças dentro do “Projeto Família”, desenvolvido por lá.

Os agentes Leandro da Silva e Luiz Fernando Seabra, inspirados pelo projeto, propuseram mostrar um pouco da profissão dos pais e combinaram a atividade com a direção da creche. Eles foram os primeiros a mostrar um pouco do trabalho que fazem.

“Foi muito bacana, as crianças ficaram encantadas durante a apresentação. Os cães foram alegria deles. Minha filha, Sara, de quatro anos, ficou radiante não só pelos cachorros, mas também porque apresentou o pai para os amiguinhos”, disse Leandro da Silva.

No ano passado, a Guarda Civil havia promovido o mesmo tipo de ação no Centro de Educação Infantil Oswaldo Cruz, no Quarteirão Ingelheim. Como da vez anterior, as crianças da Flávio Maciel brincaram, tiraram fotos, fizeram carinho e muitas perguntas e ouviram especialmente sobre o cuidado que precisam ter com os animais.

“Nessa idade deles, a gente procura passar principalmente noções de bons tratos dos animais, falar sobre a alimentação, sobre dar banho, sobre cuidar da saúde dos cães. E vendo como os nossos cães são bem cuidados e brincando com eles, as crianças aprendem que fazer o bem pelos animais é muito bom”, contou o coordenador técnico do canil, Leandro Lopes, que comandou a atividade.

A diretora da creche há 11 anos, Viviane da Fonseca Bassous, explicou que o “Projeto Família” tem o principal objetivo de mostrar e incentivar os pais a estarem mais próximos da escola, porque a educação em casa e no colégio se complementam.

“Essa ação ajuda exatamente a estreitar esses laços e valoriza a participação dos pais na vida da escola. Nós não contamos que viriam os cães, então quando eles chegaram as crianças ficaram surpresas e adoraram, ficaram eufóricos. Eles foram os primeiros, mas já tem outros pais que já falaram que querem vir e mostrar os trabalhos que eles fazem. Isso é excelente porque o Projeto Família tem esse objetivo de resgatar essa presença dos pais”, afirmou a diretora.

O trabalho de cinoterapia visa elevar a autoestima a quem tem contato com os cães. Os animais já foram levados para alegrar pacientes em tratamento, idosos cuidados em lares de acolhimento e mulheres vítimas de violência atendidas pelo Centro de Referência em Atendimento à Mulher (Cram).

Esse trabalho é apenas uma das funções desenvolvidas pelo canil da Guarda. Os cães também fazem detecção de drogas e armas e são usados para manter a segurança de públicos em eventos. Também há a preparação de animais para fazer resgate de vítimas em escombros.

“O canil faz esse trabalho de segurança e fará também o serviço de resgate, mas tem também o lado social com a cinoterapia. Cada vez mais esse serviço tem chegado a mais gente, mais paciente, mais idosos e estudantes da nossa cidade. Isso só ressalta a importância do uso dos animais, que cresce a cada dia”, destacou o comandante da Guarda Civil, Jeferson Calomeni.

Parceria da Assistência Social com o CIEE permite a capacitação de jovens entre 14 e 24 anos para o primeiro emprego

O Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) do Centro iniciou, nesta quinta-feira (13.09), os trabalhos do Programa Jovem Alerta. O curso é uma parceria da Secretaria de Assistência Social com o Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE) e visa preparar jovens entre 14 e 24 anos para o primeiro emprego. Vinte e uma pessoas participaram deste primeiro encontro do Programa na unidade.

“Este primeiro dia do Jovem Alerta foi muito produtivo, pois despertamos a importância da capacidade de expressão, alertando ao grupo que para o sucesso profissional e pessoal é necessário perder o nervosismo e acreditar em si mesmo. Muitos deles ficaram felizes por conseguirem cumprir a atividade”, contou a assistente social do CIEE, Carla Fernandez.

O Jovem em Alerta é um projeto socioeducativo do Serviço Social do CIEE e já está em andamento, também, no CRAS do distrito da Posse. Trinta jovens participaram do primeiro encontro, realizado na terça-feira (11.09).

A jovem Rafaela Oliveira, de 18 anos, percebeu a forte concorrência na busca por entrar no mercado de trabalho e viu no Jovem Alerta a oportunidade de ganhar mais aprendizado. “Já tenho percebido há dois anos que está muito difícil conseguir um emprego. Vejo familiares e até eu mesmo tenho tido esta dificuldade. Tenho certeza que aqui vou adquirir bons conhecimentos”, disse.

O Programa tem como principal objetivo contribuir com o desenvolvimento do jovem e com o seu aprimoramento social. A capacitação vai durar, aproximadamente, três meses. Neles, serão abordados temas como a reflexão sobre o conceito de família, gravidez na adolescência, discussão sobre drogas e os efeitos de seu uso, entre outros.

Esta é mais uma atividade da parceria entre a Assistência Social e o CIEE, que já realizam trabalhos voltados para o incentivo aos jovens na busca pelo primeiro emprego. O trabalho em conjunto já permitiu, neste ano, a inscrição de 53 jovens no Programa Acessuas Trabalho, que visa a promoção de famílias beneficiárias de programas sociais ao mundo do trabalho.   

“Sempre importante gerar atrativos para o público mais jovem, para que eles possam se interessar e participar das ações. Esta interação nos permite conhecer um pouco mais das necessidades da comunidade e oferecer um serviço característico para os atendidos pela Assistência Social. A ideia é disponibilizar a capacitação para os atendidos pelos CRAS”, destaca o diretor de Proteção Social Básica, Rodrigo Lopes.

Meu CadÚnico está disponível para as 21 mil famílias cadastradas pelo município

As mais de 21 mil famílias cadastradas no CadÚnico em Petrópolis já podem acessar informações sobre os benefícios na palma da mão. Já está disponível o aplicativo para celular Meu CadÚnico. Com ele, a população inscrita no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal poderá ter uma série de dados sobre a inscrição e os programas sociais. A ferramenta é a versão mobile do site Consulta Cidadão.

“É importante que o beneficiário inscrito em qualquer programa social por meio do CadÚnico tenha mais esta ferramenta, que auxilia para que o cadastro esteja sempre sendo acompanhado e atualizado. Isto evita que benefícios, como o Bolsa Família, por exemplo, seja cancelado”, explica a secretária de Assistência Social, Denise Quintella.

O Meu CadÚnico também permite que a família verifique se está inscrita no Cadastro Único, a renda informada, disponibiliza o comprovante de cadastramento e informações sobre todos os programas sociais do governo federal. O aplicativo possibilita, ainda, que todos os componentes da família possam ver o Número de Identificação Social (NIS).

“Esta ferramenta vem para somar no atendimento que já é feito nos Centro de Referência de Assistência Social (CRAS). Antes, o morador precisava ir até um CRAS ou acessar o site do Consulta Cidadão para ter acesso ao número do NIS. Agora, ele pode fazer diretamente no aplicativo, sem necessidade de se deslocar”, completa Denise.

Mais uma das facilidades do aplicativo é a possibilidade de validação do comprovante de cadastramento a partir do leitor de QRCode. O método permite um rápido escaneamento pela câmera do próprio celular. Por meio do código ou de uma chave de segurança, o cidadão poderá compartilhar o comprovante, caso algum programa social deseje verificar a autenticidade da informação, como concursos públicos, por exemplo.

Quem não está inserido no Cadastro Único também pode acessar o aplicativo. Nesse caso, os cidadãos poderão encontrar informações sobre o Centro de Referência de Assistência Social (Cras) mais próximo de sua casa. O aplicativo Meu CadÚnico já está disponível para download nas lojas de aplicativos para Android e IOs.

Iniciativa garantirá o desenvolvimento integral de crianças desde a gestação

 Governo Federal enviará R$ 45 mil mensais para custeio das ações

A prefeitura projeta para abril a implantação do Programa Criança Feliz que visa estimular o desenvolvimento integral de crianças em situação de risco ou vulnerabilidade social, na primeira infância – fase determinante para o desenvolvimento de habilidades de coordenação, memória e capacidade de aprendizado. Petrópolis foi umas das 50 cidades participantes do Seminário do programa realizado no Rio de Janeiro, entre os dias 30 e 31 de janeiro, e um dos municípios elogiados pelo ministro de Desenvolvimento Social, Osmar Terra na dedicação para implantação do programa.

Osmar Terra além de liberar a verba federal de R$ 45 mil mensais para implantação do Programa Criança Feliz no município também se compromete a vir pessoalmente no lançamento previsto para abril. O ministro elogiou a evolução da prefeitura que em 2017 protocolou quatro projetos junto ao Ministério, além de conquistar recursos para implantação de dois programas do Ministério de Desenvolvimento Social (MDS) - Criança Feliz e AEPETI (Ações Estratégicas do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil), ambos com envio de verbas do governo federal.

A iniciativa do Ministério do Desenvolvimento Social (MDS) alcançará 700 famílias que tenham crianças de 0 a 3 anos beneficiárias do Bolsa Família e as de até 6 anos que recebem o Benefício de Prestação Continuada (BPC). O programa tem previsão para inicio em abril e irá funcionar em todas as oito unidades do Centro de Referência a Assistência Social (Cras) do município.

Uma das características da gestão é o trabalho integrado entre as secretarias. A Assistência Social, Saúde e Educação estarão envolvidas para mudar a realidade dessas crianças. O programa orientará as famílias sobre a melhor maneira de estimular os filhos nos estudos, para diminuir a evasão escolar, acompanhamento das gestantes desde o pré-natal, preparando as mães em toda linha de cuidado, além do fortalecimento do vínculo familiar. A iniciativa tem como ponto central a visitação domiciliar que será realizada pelos técnicos da Assistência.

A equipe do programa Criança Feliz é formada por 23 técnicos que serão os visitadores das famílias e dois supervisores. Em março ocorrerá um curso de formação para os supervisores no Rio de Janeiro além da intensificação das capacitações internas. A primeira fase de capacitação da equipe ocorreu na última quinta-feira (01.02) no Cras Centro.

“Os visitadores serão capacitados em diversas áreas de conhecimento, como saúde, educação, serviço social, direitos humanos, cultura etc. A troca com as famílias será rica e constante. Para participar do programa, é preciso manter os dados no Cadastro Único atualizados, principalmente quando há grávidas e crianças de até três anos na família. Por conta disso montamos um comitê estratégico para mapearmos essas famílias e criarmos o plano de implantação”, anuncia a secretária de Assistência Social, Denise Quintella.

A secretária Denise Quintella explica sobre a importância dos estímulos e cuidados até os 6 anos de idade para o desenvolvimento social da criança por toda a vida.

“A formação inicial é determinante. O caráter, as competências e a inteligência de uma pessoa são definidos nos primeiros anos de vida. Por isso, é muito importante que a criança receba esse cuidado especial para que se torne um adulto mais preparado”, destacou a secretária. 

O Programa “Criança Feliz” está em sintonia com as políticas públicas já desenvolvidas em Petrópolis. Esse projeto veio a somar com o espírito de acolhimento que já é empregamos em todos os projetos executados pela prefeitura. Sem dúvidas, um passo muito grande que a cidade está dando para promover a qualidade de vida dos petropolitanos.

Ação social terá continuidade ao longo do semestre com previsão de entrega de 500 óculos

Acontece neste sábado (21.10) a entrega de 112 óculos de grau das crianças do 1º ano do ensino fundamental contempladas na ação social do II Festival Imperial de Cinema de Petrópolis. A primeira fase do projeto realizado em parceria com a prefeitura será encerrada com uma sessão de cinema no auditório da Universidade Católica de Petrópolis (UCP), no campus Benjamin Constant, com a exibição do filme “As Aventuras de Colombo”.

O município trabalha para zerar a demanda por óculos de grau entre os alunos da rede pública de ensino. Em parceira com a Carl Zeiss e a Óticas da Carol na doação das lentes e armações e da Secretaria de Saúde viabilizando as consultas oftalmológicas gradativamente na Clínica Santa Júlia, conveniada ao SUS, a expectativa é que 500 crianças sejam contempladas na nova fase do projeto “Visão do Futuro” já no próximo semestre.

Inicialmente o projeto do Festival Imperial de Cinema contemplava 200 crianças, mas das 1.720 avaliadas nas escolas, apenas 112 precisaram dos óculos de grau. Bernardo Rossi relembra que durante o processo 60 professores da rede pública foram capacitados para realizar o exame de acuidade visual e 261 consultas oftalmológicas foram disponibilizadas – 115 na Clínica Santa Júlia e 146 na Oftalmo Clínica de Petrópolis.

 Será feito um trabalho integrado entre a Assistência Social, Saúde e Educação para um processo de conscientização junto aos pais sobre a importância do uso dos óculos. Nesta edição 82 crianças selecionadas não compareceram às consultas, então será feito contato com esses pais para saber o que aconteceu para reagendar essas crianças. Vale destacar a parceria dessas empresas junto ao município que é de extrema importância, pois vai ajudar a iniciar um processo para acabarmos com a demanda por óculos para as crianças.

 Após essa primeira fase, o município começa a se estruturar para as próximas etapas. O Programa Saúde na Escola (PSE) irá realizar um levantamento sobre o número de estudantes, dentro dos 10 mil que serão assistidos pelo programa, que têm dificuldades para enxergar. A meta é que esses alunos sejam encaminhados gradativamente até a Clínica Santa Julia, conveniada ao SUS, para realizar as consultas e exames oftalmológicos ao longo dos meses.

A oftalmologista Ana Luisa Quintella Aleixo, responsável pelo projeto Visão do Futuro explica que a segunda fase do trabalho será gradativamente construída junto ao município.

“Esperamos que as crianças atendidas nessa etapa possam usufruir de uma visão melhor, usando e cuidando dos óculos que ganharão. E que eles possam ser instrumento para um melhor desempenho escolar e qualidade de vida. A expectativa é que esse seja o pontapé inicial de um projeto mais abrangente. Que consigamos uma maior conscientização sobre a importância do exame oftalmológico e do uso dos óculos em parceria com a gestão do município”, avalia Ana Luisa Quintella Aleixo.

 Sobre o PSE: O Programa Saúde na Escola é uma estratégia de integração da saúde e educação para o desenvolvimento da cidadania e da qualificação das políticas públicas. As secretarias de Saúde e Educação se uniram para garantir que os estudantes estejam em dia com o calendário vacinal, recebam ações de prevenção à obesidade, cuidados com a saúde bucal, auditiva e ocular, aprendam a combater o mosquito Aedes aegypti, e tenham o incentivo à atividade física, além de prevenção ao uso de álcool, tabaco e drogas.

Oficina contou com representação do Teatro do Oprimido

As equipes da Secretaria de Assistência Social já contam com mais uma ferramenta para auxiliar no reconhecimento de casos e como lidar com situações vividas dentro de cada equipamento. São as oficinas do Fórum Itaboraí. Nesta quarta-feira (26.09), oito profissionais participaram da Oficina de Ações Comunitárias. A ideia é abrir ainda mais ações em parcerias entre a Assistência e o Fórum.

“Agradecemos ao Fórum Itaboraí por todo este trabalho que está sendo desenvolvido e, tenho certeza, é só o começo de uma parceria que tem tudo para dar certo. Vamos continuar conversando e firmando parcerias para melhor capacitar nossos profissionais e promover atendimentos cada vez mais qualificados nos nossos centros de referência”, disse a Secretária de Assistência Social, Denise Quintella.

O Fórum já realiza trabalhos em parceria com a Secretaria de Saúde com o levantamento de informações e conhecimentos da realidade de cada comunidade. O objetivo, agora, é levar esta metodologia, denominada Diagnóstico Rápido Participativo (DRP), para as equipes dos centros de Referência de Assistência Social. Com isso, a Assistência terá mais informações sobre as comunidades e conhecer a polução de cada local.

“Considero muito importante esta união entre os setores para que consigamos os resultados dentro do que desejamos, que é dar novas oportunidades e melhorar a qualidade de vida da população. Afinal, todos pensamos em um mesmo objetivo e precisamos caminhar em um mesmo sentido. A Secretaria de Assistência social pode contar conosco, com o nosso espaço, com nossas equipes, para o que precisar”, disse o diretor do Fórum Itaboraí, Felix Rosenberg.

Durante a oficina desta quarta, as assistentes sociais do Fórum trabalharam o Teatro do Oprimido, método que utiliza o teatro para retratar situações do cotidiano. Com isto, os profissionais puderam visualizar possíveis experiências e estarem aptos para lidarem com as adversidades no dia a dia de cada equipamento.  

“Dentro de nossos trabalhos conseguimos identificar e trabalhar situações que os profissionais podem acabar vivendo no dia a dia dos equipamentos, tanto da Saúde, quanto, agora, da Assistência Social. Queremos visualizar estas experiências, com as quais, em muitos casos, as próprias equipes se identificam. Temos percebido que a equipe que participa é muito engajada”, comentou a Assistente Social do Fórum, Marina Rodrigues.

A oficina contou, ainda, com a participação de agentes de saúde que fazem parte das equipes de Estratégia de Saúde da Família.

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