Representantes da Prefeitura de Petrópolis se reuniram nesta quinta-feira (23.05) com o cônsul geral da China no Rio de Janeiro, Li Yang. Entre os objetivos está estreitar relações com o país para atrair mais visitantes para a Cidade Imperial. Atualmente, no ranking de visitantes estrangeiros que passam pelos Centro de Informação Turística (CTIs) de Petrópolis, por exemplo, a China ocupa a 19ª posição. Li Yang informou que milhares chineses visitam o Brasil por ano e a intenção é fazer com que uma parte maior desses turistas passe pelo município.

A 30ª Bauernfest define sua realeza neste sábado (25.05), com o concurso que vai escolher a Rainha e as Princesas do evento, a partir de 19h, no Palácio de Cristal. Neste ano, sete candidatas estão na disputa para representar a festa que homenageia a cultura alemã na cidade. Um dos principais eventos do calendário turístico de Petrópolis, a Bauernfest acontece em 2019 de 14 a 30 de junho, com exceção do dia 20 – feriado de Corpus Christ.

O concurso da realeza é aberto ao público e tem entrada gratuita. Uma comissão indicada pelo Instituto Municipal de Cultura e Esportes (IMCE) e pelo Clube 29 de Junho vai selecionar a Rainha, Primeira Princesa e Segunda Princesa, que receberão um prêmio em dinheiro no valor de R$ 4 mil, R$ 3 mil e R$ 2 mil (valor bruto), respectivamente. O mandato das vencedoras se estenderá da data da coroação até a realização do concurso da próxima edição da festa.

No dia do concurso, as candidatas deverão se apresentar com um traje tradicional, típico germânico. Elas serão julgadas nos seguintes quesitos: apresentação, beleza, simpatia, elegância, desembaraço, traje e conhecimentos culturais.

A imagem de pessoas caídas próximas a um dos símbolos da cidade, o Obelisco, chamou a atenção de quem passava pela Rua do Imperador na manhã desta quinta-feira (23.05). Um simulado foi realizado dentro da programação do Maio Amarelo, e avaliou o tempo de resposta das forças de socorro: 20m15s desde à chegada dos bombeiros e do SAMU à cena do acidente até a saída em direção ao Hospital Santa Teresa – unidade referência em trauma do município. O tempo até a entrada da unidade de saúde também foi verificado em aproximadamente 6m.

A cena simulou uma pedestre que, distraída com o celular, não viu a motocicleta se aproximando. Numa tentativa frustrada de não atingir a mulher, o homem em cima da moto acaba atingido por um carro, cujo motorista estava com uma criança de 9 anos no banco do carona – ambos sem o cinto de segurança. O cenário era composto, além das vítimas, pelos veículos destruídos, fumaça e explosões – situações enfrentadas rotineiramente pelas equipes que atuam no socorro de vítimas.

Para o socorro, os bombeiros precisaram rebater o teto do veículo, ou seja, fazer a remoção de toda a parte superior do carro. Nele, a menina Maria Eduardo Viana da Costa Mota chamava a atenção ao simular o papel de vítima, aguardando sua retirada do veículo pelos profissionais. E, apesar de ter apenas 9 anos Maria Eduarda já é consciente das consequências um acidente pode ter. “Isso aqui foi uma simulação, mas poderia ter sido real. É uma coisa muito séria, que as pessoas precisam ver para evitar que aconteçam em suas vidas”, disse a menina, que estuda teatro.

O comandante do Corpo de Bombeiros, tenente-coronel Gil Kempers, explica que o acidente simulado teve quatro vítimas graves. Na cena, o motociclista vai a óbito. “São múltiplas vítimas, todas elas em situações muito graves em um cenário que dificulta o socorro, então é necessário ter muita atenção, monitorar o estado de saúde das pessoas envolvidas no acidente. Realizamos todos os procedimentos aqui como se fosse uma cena real, com o cuidado necessário para não agravar ainda mais o quadro do acidentado”, diz.

Antes de chegar até a cena do acidente, as equipes de socorro avaliaram os tempos de respostas em outros trajetos: da sede do 15º Batalhão dos Bombeiros, na Barão do Rio Branco, até o Hospital Santa Teresa, por exemplo, foram cronometrados 5 minutos. Da unidade de saúde até a UPA Centro foram 4m08s e de lá, até o Obelisco foram 2m30s. Todo o procedimento foi realizado com balizamento de agentes de trânsito. Além da CPTrans, Corpo de Bombeiros e SAMU, equipes da Defesa Civil, Polícia Militar e Guarda Civil também participaram da ação.

O Circuito Imperial de Lazer na Rua do Imperador terá aula de capoeira para crianças e de ginástica para os adultos no próximo domingo (26.05). O trecho entre a Praça Dom Pedro e o início da Rua Marechal Deodoro vai contar com outras atividades, como brincadeiras, iniciação esportiva e estafetas, também acontecem para o público infantil. O Grupo Patins Petrópolis também vai estar presente, confraternizando e ajudando quem for iniciante no esporte. Sucesso entre os petropolitanos, o espaço conta com professores e estagiários de educação física no apoio aos participantes.

A capoeira acontece graças a uma parceria da prefeitura com o grupo Abadá Capoeira, que vai oferecer a atividade para o público infantil. A ideia é organizar para os jovens um circuito funcional com movimentos da modalidade.

O Grupo Patins Petrópolis também vai estar presente no domingo, confraternizando e ajudando quem for iniciante no esporte. “A ideia é fazer um encontro de amigos, ajudando quem estiver no local e começando no patins. Vai ser um dia de muita diversão e de atividade física˜, explica Rodrigo Bahiense, representante do grupo.

O Circuito Imperial de Lazer na Rua do Imperador também conta com o apoio do Sesc Rio, Unopar, Universidade Cruzeiro do Sul e Estácio de Sá. O objetivo comum é proporcionar um espaço para que toda a família pratique exercícios. Neste domingo, as aulas oferecidas serão de jump e de dança.

Além das atividades na Rua do Imperador, o novo percurso do Circuito Imperial de Lazer da Av. Barão do Rio Branco - começando na Av. Ipiranga, também vai funcionar de 7h às 14h. Além destas opções, tem o Parque Municipal, em Itaipava, e o Parque Natural, no Centro, que são outras alternativas para quem gosta de correr, andar de bicicleta ou de andar de skate.

Corrida Petrópolis-Itaipava também agita o domingo

Também no domingo, acontece a corrida Petrópolis-Itaipava. A prova tem percurso de 15 quilômetros, com largada na Rua Padre Siqueira - aos fundos do Palácio de Cristal - passando pela Avenida Barão do Rio Branco, Rua Hermogênio Silva e Estrada União e Indústria, até o Parque Municipal, em Itaipava. O evento fez parte do calendário esportivo do município nas décadas de 80 e 90 e voltou a ser realizada em 2016. O evento conta com o apoio da prefeitura, através da Superintendência de Esportes e Lazer e da CPTrans, sendo a quarta corrida de rua que conta pontos para o ranking municipal.

A obra de recuperação da Av. Piabanha está próxima de chegar ao fim, na fase de arremates. A empresa responsável pelo serviço, a Barra Nova Engenharia, está finalizando o meio-fio e o trecho será totalmente liberado nos próximos dias, com a retirada da estrutura que serviu de apoio aos funcionários. Outro cuidado para voltar com a circulação normal de veículos é acompanhar a acomodação do terreno que passou por obra, para evitar ondulações no trecho com calçamento refeito.

O trecho que passou por obra é o local onde houve queda de árvore em janeiro. O serviço contou com a remoção da raiz e resto de tocos e foi construído um muro de gabião de 27 metros de extensão e três metros de altura. O trecho também recebeu um aterro e foi feito a recomposição do calçamento danificado. O meio-fio está em processo final de secagem do concreto.

 A obra representou um investimento de R$ 209 mil e mobilizou até 11 funcionários durante o trabalho, que ocorreu inclusive em feriados e fins de semana.

Programa implementado em Petrópolis foi apresentado durante evento que se discutiu a erradicação do trabalho infantil

O trabalho desenvolvido em Petrópolis para proteção da crianças e adolescentes em vulnerabilidade e risco social foi destacado nesta quinta-feira (23.05), no Fórum Estadual de Prevenção e Erradicação ao Trabalho Infantil, realizado no Rio de Janeiro. A convite do Centro Estadual de Defesa Da criança e do Adolescente (CEDECA), as ações do município para a identificação e combate de casos de suspeita de abusos de menores foram apresentadas para cerca de 100 representantes de diversos municípios do interior do estado, como Araruama, Nova Iguaçu, São Pedro da Aldeia, Itaguaí, Belford Roxo e outros.

Representantes do Núcleo de Atendimento Psicológico Especializado Infantojuvenil (Nape-IJ) e do Programa de Erradicação ao Trabalho Infantil (PETI) expuseram algumas das iniciativas de Petrópolis para o combate ao abuso de menores. Um dos destaques foi a atuação do Nape – IJ, que falou sobre a implantação do serviço na cidade. Desde 2017, foram atendidos cerca de 400 casos, dos quais 33% houve indícios e foram encaminhados ao Ministério Público por haver suspeita de algum tipo de abuso praticado contra crianças e adolescentes.

Essa foi mais uma ação de alerta realizada pelo Nape-IJ, durante o mês em que as ações de conscientização para os casos de abuso a menores são intensificadas. O fórum é realizado mensalmente com temas variados. A discussão desse mês levou em consideração o Dia Nacional de Enfrentamento ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, com data de conscientização de 18 de maio.

Através do Nape-IJ é feito um trabalho especializado para a análise de denúncias de abuso a menores. As crianças e adolescentes encaminhadas pelo Conselho Tutelar passam por acompanhamento qualificado. Com equipe formada por psicólogas, o setor criado pela Secretaria de Assistência Social, faz estudo de todo o contexto social das supostas vítimas de abusos. “A palestra nesse fórum foi de grande valor para uma troca de experiências com outros municípios”, destaca a coordenadora do Nape-IJ, Isabela Wildberger, que apresentou palestra ao lado da psicóloga Ana Carla Karl. O trabalho desenvolvido caminha em conjuntou com outros programas e serviços mantidos pela Secretaria de Assistência Social, como o Programa de Erradicação ao Trabalho Infantil (PETI).

Implantado desde 2017, o PETI atua em casos encaminhados pelo Ministério Público do Trabalho, pelo Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS) e também recebe denúncias anônimas, que podem ser feitas pelo 2291-1927. Entre os casos mais comuns, estão os que as crianças são obrigadas a trabalhar pela própria família, seja em vendas ambulantes pelas ruas, no tráfico de drogas e o trabalho doméstico imposto de forma abusiva. “São casos em que as crianças são afastadas de suas atividades escolares e convívio social, muitas vezes provocando a evasão escolar”, destaca a pedagoga do PETI, Daniele Ferreira.

Atualmente o programa acompanha 10 casos em que foi constatado o trabalho infantil. Além dos casos específicos do programa, o PETI atua em conjunto com o CREAS que acompanha casos de jovens em cumprimento de medida socioeducativa. A atuação do programa visa garantir que os menores não sejam mais expostos a situações de vulnerabilidades. Toda a família é acompanhada para que as ocorrências não sejam reincidentes. Os jovens são inseridos em atividades no contraturno e participam de grupos de convivência, onde são desenvolvidas diversas atividades.

Serviço servirá de teste pelos materiais que serão utilizados, que são diferentes para ficarem nos postes em formato de lampiões

A prefeitura fará a instalação de mais 15 pontos de luminárias em LED na Rua do Imperador, em frente ao Cefet (antigo Fórum), no trecho entre as ruas General Osório e Marechal Deodoro. O serviço servirá como teste, uma vez que parte do material utilizado será um pouco diferente – as luminárias vão ficar nos postes em formato de lampiões. Depois, o objetivo é expandir o trabalho para outros trechos da principal via do Centro Histórico.

O trabalho que será feito neste local é tem o mesmo objetivo do que foi feito entre agosto e setembro de 2018. No ano passado, o Departamento de Iluminação Pública já havia instalado 340 luminárias de LED em 15 ruas do Centro. Elas iluminam mais e consomem menos energia, além de ter maior durabilidade, o que demanda menos manutenções.

No caso da Rua do Imperador, serão trocadas cinco luminárias em formato de lampião, passando de 150 watts de potência para 80 watts. Também serão substituídas 10 luminárias em postes comuns, indo 250 watts para 180 watts. O serviço será executado por funcionários da empresa responsável pela manutenção da rede de iluminação pública e está previsto para acontecer na noite de terça-feira (28.05).

O mesmo foi feito na Rua General Rondon, no Quitandinha, na praça em frente à Comdep, onde funcionam o ecoponto de coleta seletiva e a feira livre às sextas. Lá foram colocadas três luminárias de LED com potência de 180 watts, após um estudo do Departamento para corrigir a iluminação do local, que era subdimensionada. 

O serviço de instalação de novas luminárias de LED será feito ao mesmo tempo que o trabalho de manutenção da rede de iluminação continua. Este ano, já foram feitos 4.802 reparos em pontos de luz.

Segundo a prefeitura, a empresa contratada para a manutenção fez 24 mil reparos para deixar acessos os 41 mil pontos de luz que a cidade tem. A população pode apresentar solicitações direto no Departamento de Iluminação Pública (Av. Barão do Rio Branco, 2.846 - Centro), de segunda a quinta entre 7h e 17h e sextas, de 7h às 16h. A população também pode fazer solicitações de manutenção da rede pelos telefones: 0800 024 1000 / 2246-8971 / 2233-8165. Outro caminho possível é fazer a solicitação pelo site da prefeitura (www.petropolis.rj.gov.br) e pelo aplicativo disponível para celulares com sistema operacional Android (Petrópolis IP).

O evento é uma realização do Conselho Municipal dos Diretos da Mulher em parceria com o Gabinete da Cidadania

O 14ª Dossiê Mulher foi lançado nacionalmente do mês de abril, apresentando dados levantados pelo o Instituto de Segurança Pública (ISP), dos principais crimes sofridos pelas mulheres no estado do Rio de Janeiro. Na próxima quarta-feira (29.05), às 18h, a diretora-presidente do ISP, Adriana Mendes irá apresentar o Dossiê da Mulher 2019 durante a reunião do Conselho Municipal dos Direitos da Mulher (Comdim), na Casa dos Conselhos - Av. Koeler, 260, Centro.

Nesta edição, os dados apurados de 2018, mostraram que 350 mulheres foram vítimas de homicídio doloso – quando há intenção de matar, 62% dos casos de feminicídio ocorreram dentro da residência das vítimas. Foram registrados 4.543 estupros no estado do Rio de Janeiro e 70% com menores de idade. Os crimes analisados no Dossiê foram: homicídio doloso, feminicídio, tentativa de homicídio, tentativa de feminicídio, estupro, tentativa de estupro, lesão corporal dolosa, ameaça, assédio sexual, importunação ofensiva ao pudor, ato obsceno, dano, violação de domicílio, supressão de documento, constrangimento ilegal, calúnia, difamação, injúria e aplicação da Lei Maria da Penha.

“A expectativa é muito positiva para a apresentação em Petrópolis.  Esperamos expandir o conhecimento acerca do Dossiê Mulher e contribuir cada vez mais para as ações de prevenção e enfrentamento à violência contra a mulher”, destacou a diretora-presidente do ISP, Adriana Mendes.

Em Petrópolis, o Dossiê Mulher apontou que 35,5% das mulheres sofreram violência psicológica, 52,1% das vítimas variam entre 30 e 59 anos e como a média estadual, 52,7 % dos casos de violência doméstica aconteceram dentro da casa da vítima. O Dossiê tem o objetivo de divulgar estes dados anualmente, para colaborar com a visibilidade da violência sofrida pela mulher, ressaltando a importância ao combate desses crimes.

Município possui uma ampla rede de assistência à vítima de violência

A cidade possui o Centro de Referência de Atendimento à Mulher (Cram) que oferece orientação jurídica, acompanhamento social e psicológico. O órgão trabalha em parceria com as delegacias de Petrópolis para atender à mulher em situação de violência – seja ela moral, verbal, patrimonial, física ou sexual. O CRAM também conta com atendimento na sede do órgão - todas as quartas-feiras, das 14h às 16h, com suporte psicológico. Há ainda um Grupo de Apoio Terapêutico (GATE), onde as mulheres são ouvidas, respeitadas e contam umas com o apoio das outras e da equipe do CRAM.

O município possui também a Sala Violeta inaugurada no Fórum em Itaipava, como mais um suporte de atendimento na rede, para a vítima de violência. O objetivo é garantir a segurança e a proteção das mulheres vítimas de violência doméstica, acelerando o acesso à Justiça. Todo o processo deve ser concluído em cerca de quatro horas. As obras da Sala Lilás, que será implantada no Instituto Médico Legal (IML) de Petrópolis, já avançaram. O novo setor será voltado para o atendimento especial às mulheres vítimas de violência, com espaço reservado e profissionais especializados.

Para denunciar ou solicitar informações, basta ligar para o telefone 2243-6152 ou comparecer à sede do Cram, na Rua Santos Dumont, número 100, no Centro. O funcionamento é de segunda a sexta, de 8h às 17h. Em casos de emergência, a mulher pode ligar em qualquer horário para o número (24) 98839-7387, disponibilizado pelo órgão.

As partidas da primeira fase do handebol dos Jogos Estudantis Unificados de Petrópolis (Jeups) reúnem 54 equipes e mais de 500 alunos no Centro de Iniciação ao Esporte (CIE), no Caxambu, até o próximo sábado (25.05). Nesta quinta-feira (23.05) foram realizadas oito partidas na categoria sub-15 feminina e mais três na mesma idade no masculino. Ao todo, são 61 partidas da modalidade somando o sub-13, 15 e 18.  Os oito melhores colocados por categoria garantem vaga para a segunda fase desse esporte, que será realizado no segundo semestre. As tabelas com as partidas estão disponíveis no site da prefeitura (www.petropolis.rj.gov.br).

O futsal, vôlei e o basquete também acontecem em duas fases. Já as modalidades individuais - tênis de mesa, xadrez, judô e atletismo – serão realizadas em uma única fase, com previsão para começar em agosto. Com o número recorde de escolas participando no Jeups neste ano – 50 – a competição vai bater também o número de alunos participantes: mais de três mil. A ideia é incentivar a prática esportiva entre os jovens.

A prática esportiva garante benefícios que vão além da saúde, como explica a pedagoga do Colégio Aplicação, Celeste Maria Pinto Coelho Guedes. ”O aluno aprende a lidar com as vitórias e as derrotas, além de desenvolver outras habilidades motoras e sociais. O esporte também contribui para a educação e a disciplina do jovem”, disse.

A principal novidade da edição é uma parceria entre a prefeitura e o Banco de Sangue Santa Teresa, que busca incentivar os colégios a doarem sangue no período em que ocorrem as disputas. Quem conseguir o maior número de pessoas vai ganhar a pontuação equivalente a uma modalidade esportiva.

Além disso, o regulamento deste ano do Jeups permitiu a inscrição de um mesmo atleta para três esportes em equipe nas categorias sub-15 e 18. A mudança atende a um pedido das escolas menores, que contam com menos alunos e ficavam de fora de algumas modalidades.

Outra novidade é a criação do projeto Selecionados Jeups. Serão formadas seleções com os principais atletas das categorias sub-15 e 18 no basquete, handebol, vôlei e futsal, sendo que nesta modalidade apenas no feminino, já que no masculino a Liga Petropolitana de Desportos representa a cidade.

Apresentação das notas musicais e aquecimento vocal são apenas alguns dos destaques das aulas de música que são oferecidas no Liceu Municipal Prefeito Cordolino Ambrósio. As aulas ocorrem as quartas e sextas-feiras no contraturno escolar. Podem participar alunos do 6º ano do ensino fundamental até o 3º ano do ensino médio.

Nas aulas, que são ministradas pela professora Mary Rios, os alunos aprendem a parte teórica e a pratica, das notas musicais até a identificação de ritmos. Depois, passam por um aquecimento vocal e começam a treinar as canções previamente escolhidas.

“Durante as aulas eles treinam a concentração, o autocontrole, a postura e a respiração. O aprendizado surge naturalmente e, ao longo das aulas, eles adquirem o hábito de estudar música regularmente. As cordas vocais são preparadas e eles passam a conhecer melhor o seu corpo, a voz, o talento de cada um”, afirma a professora.

As aulas contam com suporte de alunos do curso de música da UCP. “Através desse auxilio conseguimos ensinar canto e instrumentos musicais. Alguns alunos se interessam mais pelo violão, outros pela flauta e teclado. Eles ficam à vontade para falar sobre as suas preferências e vamos, aos poucos, trabalhando o diferencial de cada um”, completou Mary Rios.

A diretora do Liceu Municipal Prefeito Cordolino Ambrósio, Marcia Chiote, ressalta a importância da atividade no ambiente escolar. “Eles estão animados com o que estão aprendendo e, quando estiverem preparados, vamos preparar uma apresentação para os colegas e também para os pais. As aulas são lúdicas e estamos muito felizes com os resultados alcançados, até o momento, pelos nossos alunos”, disse.

“UFF na Praça” revelou trabalhos acadêmicos do campus de Petrópolis

Aliando as aulas teóricas com a pratica, o polo da Universidade Federal Fluminense – UFF – em Petrópolis vem contabilizando os projetos criados pelos alunos que ajudam a comunidade. E, para mostrar para a população as criações acadêmicas e salientar a importância da educação pública de qualidade na formação da sociedade que os alunos da universidade participaram nessa quinta-feira (23.05) do evento “UFF na Praça”. Durante toda a manhã, estudantes do curso de engenharia da produção mostraram para a população os projetos e explicaram o retorno de cada um deles para a sociedade.

“A nossa intenção é a de mostrar para a população o valor da universidade pública e todas as criações que surgem no meio acadêmico e ajudam a população. Os alunos já criaram aproximadamente 100 projetos e todos têm um retorno positivo para a sociedade e isso garante o cumprimento da nossa missão que é a de trazer tecnologia, inovação e sustentabilidade para Petrópolis. Fazemos isso com muita dedicação”, afirmou Carmen Guizze, coordenadora do Curso de Engenharia de Produção.

Atualmente, a UFF atende 350 alunos, todos no curso de engenharia de produção. A cada período os estudantes são incentivados a criar projetos diferentes. Um dos destaques é a incubadora. Em um local todo preparado, os alunos atendem microempreendedores e pequenos empresários e os ajudam a montar os seus planos de negócios. “Temos um escritório onde atendemos essas pessoas e conseguimos dar suporte para os empresários. Ajudamos a estruturar a empresa, montar o plano de negócio, fornecendo rede de contatos e consultoria”, explicou Fernando Mayworn, aluno do 7º período.

“Conseguimos aprender na pratica tudo o que nos foi ensinado na teoria e isso é muito legal. Muitas pessoas não têm ideia do trabalho que desenvolvemos na UFF e poder mostrar isso para os moradores da nossa cidade não tem preço”, afirmou Carolina Tao, aluna do 7º período.

Nos cartazes fixados em barracas na Praça Dom Pedro, os alunos explicavam alguns projetos como a criação de sistema de gestão de resíduos sólidos no município, a implantação de uma base comunitária de turismo no Quilombola da Tapera, o planejamento da coleta seletiva no Bonfim, além de projetos que foram desenvolvidos para empresas como GE Celma, Braziline e Restaurante Luigi.

“Eles aprendem nos períodos a criarem projetos específicos que auxiliam na resolução de problemas, muita das vezes, de empresas petropolitanas, ou seja, eles aprendem ajudando a comunidade e isso é gratuito. Queremos que as pessoas saibam o que acontece na universidade pública, mostrando o retorno desses alunos para a comunidade. Em Petrópolis sempre fomos muito bem recebidos e é uma honra poder participar desse momento”, comentou o professor Moacyr Figueiredo que é coordenador dos projetos em parceria com as empresas.

Um dos levantamentos realizados pelos alunos mostra a movimentação econômica na cidade, pelos alunos da UFF: 33.3% do total são petropolitanos e outros 66.7% são de outras cidades e gastam, em média, por mês na cidade, aproximadamente R$ 147 mil com aluguel de imóveis, R$ 85 mil com alimentação, R$ 49 mil com transporte e R$ 36 mil com lazer.

“Gratificante estar aqui mostrando o nosso trabalho e o quanto estamos contribuindo para a nossa sociedade”, explicou Michelle Vasconcelos, aluna do 7º período.

A aposentada Helena dos Santos aprovou a iniciativa. “Achei muito interessante. Pude conhecer várias iniciativas importantes e que acontecem na nossa cidade. Não tinha ideia do alcance. Os estudantes estão de parabéns”, comentou.

A escola foi a pioneira a receber o programa e iniciou nova turma de mediadores esta semana

O Liceu Municipal Carlos Chagas foi a primeira escola a receber a capacitação do Programa Municipal de Pacificação Restaurativa Petrópolis da Paz com o trabalho de Mediação Escolar. Mais de 180 alunos do Liceu já foram alcançados com a atividade, que também acontece em mais três escolas da rede municipal, desde 2017 após uma iniciativa da prefeitura por meio da Lei n° 7.532. O objetivo do Petrópolis da Paz é buscar soluções para os conflitos apresentados e as mudanças na busca da inclusão e paz social de toda a comunidade e hoje já é uma referência para o Estado. Nesta quarta-feira (22.05), a equipe do programa iniciou mais uma capacitação com os funcionários da escola, para que se tornem mediadores e facilitadores de conflitos dentro do ambiente escolar.

A base do trabalho começa nas unidades de ensino, onde a equipe assiste e capacita os alunos e professores, de forma social e emocional. Os conflitos existentes são mediados e orientados pelos voluntários do programa, o que beneficia a organização da escola, onde os próprios alunos, através das ferramentas apresentadas pelo projeto, saberão resolver as questões.

“A mediação escolar já mudou o olhar das pessoas. A visão dos participantes consegue atingir os outros de forma peculiar. As turmas que já passaram pela mediação, os alunos já são outros. Mudou o comportamento, mudou o diálogo e realmente temos um resultado muito positivo no ambiente escolar”, contou a diretora adjunta Ana Paula Luiz.

Durante o encontro, a equipe realizou dinâmicas e atividades que envolveram temas como conflitos, escuta ativa, processos, resoluções, diálogo, respeito, empatia entre outros. Os profissionais aprendem ferramentas e técnicas para serem utilizadas dentro da sala de aula, diante de um conflito. Dentro das tarefas, a equipe avalia os sentimentos, reações, emoções e ressaltam a importância da empatia.

“Os encontros permanentes com os professores e funcionários são riquíssimos em trocas de experiências, o que possibilita compartilhar caminhos e construir coletivamente formas de transformar realidades através da Mediação Escolar”, destacou a pedagoga e psicóloga e responsável pelo Departamento da Mediação Escolar, Vanessa Siqueira.

A professora do Liceu Municipal Carlos Chagas, Fernanda Cardoso, acredita que a Mediação dará técnicas importantes para a sala de aula. “A Mediação Escolar deve trazer um equilíbrio para os alunos em sala de aula. A vida coletiva já anda tanto no descompasso, somadas aos hormônios, idade, enfim... Precisamos ter um bom convívio em sala, para ter o espaço de ouvir, e eu principalmente que dou aula de história, faço um deslocamento temporal nas aulas, e para ter atenção faço uma ponte para o presente deles, então acontece a fluidez e a boa escuta”, contou a professora.

Cursos do Programa Petrópolis da Paz

Auxiliando nas capacitações da mediação escolar, que atende ao plano municipal de educação, o Petrópolis da Paz também disponibiliza gratuitamente o curso on-line de introdução à Mediação de conflitos através do www.ead.petropolis.rj.gov.br.

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