O Instituto Municipal de Cultura e Esportes (IMCE) divulgou nesta sexta-feira (04.01) os ganhadores dos concursos “Casa mais enfeitada” e Vitrine mais enfeitada” do Natal Imperial. A vitrine que recebeu mais curtidas na página oficial do Natal Imperial no facebook, foi a loja “Bem me Quero” na Rua 16 de Março. Vencedora pela segunda vez, ganhou um pacote de viagem para Gramado, Rio Grande do Sul para uma pessoa, com 5 dias/4 noites (a passagem aérea não está incluída no prêmio). Já a residência ganhadora da “Casa mais enfeitada”, está localizada na Avenida Barão do Rio Branco, 75 – Centro. O proprietário da casa, José Carlos Lambert, ganhou também um pacote de viagem para Gramado, para uma pessoa, com 5 dias/4 noites, incluindo a passagem aérea. A premiação é uma parceria entre a prefeitura e a Vento Sul Turismo.

A proprietária da loja vencedora, Ciulai Paiva Rodrigues, contou a dedicação para a produção da vitrine. “Temos uma preocupação e uma entrega especial em produzir nossas vitrines. Como ganhamos em 2017, queríamos superar e fazer melhor ainda a vitrine de 2018. Alcançamos nosso objetivo e agradamos ao público, que até paravam para tirar foto da vitrine. Estamos muito felizes”, contou Ciulai.

A “Casa mais enfeitada” vencedora, está com novos moradores há apenas 8 meses. O psicólogo José Carlos Lambert, natural de São Paulo se mudou para Petrópolis por gostar demais da cidade e segundo ele, ficou surpreso com o resultado do concurso. “ Foi o primeiro Natal na casa e morando na cidade. Adoro o Natal e foi uma surpresa. Estou muito grato e feliz”, contou o proprietário da casa José Carlos Lambert, que se sentiu envolvido pelo Natal Imperial.

O concurso da “Casa mais enfeitada” foi julgado por uma comissão formada por representante do IMCE, arte, Turispetro, Petrópolis Convention e Visitors Bureau e um decorador.

O atendimento nas Unidade de Pronto Atendimento (UPAs) do Centro e Cascatinha, no período das festas de fim de ano, ultrapassou 167% do que foi registrado em 2017. Entre o Natal e o Ano foram realizadas 3.476 consultas de clínica médica, enquanto em 2017 foram feitos 1300 atendimentos, contando com a pediatria. Desde agosto de 2018 as unidades passaram por reformulação no atendimento o que contribuiu para suprir o aumento da demanda entre os dias 22 de dezembro e 1º de janeiro.

Na pediatria, o aumento da demanda foi ainda maior se comparado com 2017, quando foram registrados 300 atendimentos. Esse ano, 1.193 crianças foram atendidas, o que representa um aumento de 297%. Além das consultas de clínica médica e de pediatria, foram realizados 329 atendimentos de odontologia, 67 de assistência social e ainda 6.742 procedimentos laboratoriais e 742 exames de Raio X. As unidades supriram a busca de pacientes da cidade e 150 pessoas vindas de outros municípios.

Durante o período de recesso das festas de fim de ano, as duas unidades funcionaram normalmente com todo efetivo. Cada UPA conta com 4 médicos clínicos, 3 pediatras, 1 médico que atua no encaminhamento dos pacientes internados, um cirurgião para pequenos procedimentos e avaliações cirúrgicas, quatro enfermeiros plantonistas e 10 técnicos de enfermagem. As unidades ainda contam com exames de Raio X e laboratório de análises clínicas, durante o dia e à noite.

Desde o início de dezembro de 2018, as unidades contam um médico de transferência, que faz o acompanhamento dos pacientes para a realização de exames. “Esse profissional em muito contribui para o funcionamento das unidades, pois com ele não é preciso deslocar um médico do atendimento para efetuar as transferências”, destaca o diretor geral das UPAs, José Victor Caldeira, acrescentando que a partir de fevereiro cada UPA vai contar com um médico para transferência: “até o momento temos um médico que reveza o atendimento entre as duas unidades, mas a experiência deu muito certo e agora vamos implantar o método em cada UPAs”.

No final do ano, cada UPA teve em média 5 pacientes internados nas salas vermelhas e 11 nas salas amarelas. No primeiro dia do ano foram registrados mais de 900 atendimentos entre consultas e exames. Normalmente cada unidade registra entre 300 e 400 atendimentos diários e já ultrapassa 20 mil atendimentos mês. Mensalmente cerca de 600 pessoas de outros municípios dão entrada nas unidades. “Nossa demanda tem aumentado por conta da migração dos pacientes dos planos de saúde e da grande procura de pessoas outros municípios. Estamos conseguindo suprir a procura”, destaca Caldeira.

Os R$ 13 milhões investidos em obras – já iniciadas no Hospital Alcides Carneiro (HAC) – vão ampliar a capacidade de atendimento da unidade, a maior da rede pública na cidade. São mais de 600 mil atendimentos por ano e, em 2018, foram 35% a mais de consultas, exames, cirurgias e internações.  A partir das obras que estão sendo realizadas, já no primeiro trimestre de 2019, o hospital vai contar com 20 leitos da maternidade e 10 na UTI adulta. O investimento de R$ 13 milhões é fruto de convênio da prefeitura com a Faculdade Arthur Sá Earp (FMP/Fase) e contempla a ampliação da emergência, ampliação da unidade pós-cirúrgica, casa de partos e reforma de vários setores.

A prefeitura também iniciou, em outubro de 2018, a reforma do Setor de Urgência e Emergência. As obras são para adequar a unidade a uma metodologia reconhecida pelo Ministério da Saúde. O objetivo é criar um novo espaço para atendimentos mais rápidos de urgência e emergência, com fluxos mais dinâmicos.

O investimento em saúde, agora em 2019 será R$ 45 milhões maior, chegando a R$ 374 milhões ao longo de 2019. Com a implantação de melhorias e ampliações em diferentes setores, o Hospital Alcides Carneiro (HAC) tem previsões de avanços nos resultados para 2019. A unidade conta com a conclusão das obras do setor de emergência e da maternidade nos meses de fevereiro e março deste ano. Com as novas estruturas em funcionamento, a expectativa é de alcançar resultados ainda mais positivos na realização de atendimentos e procedimentos da unidade.

Em 2018, o HAC apresentou um aumento de 35% no número de atendimentos. São 624 mil atendimentos contra 460 mil de 2017. O aumento leva em consideração a maior procura pela rede pública de saúde, que vem absorvendo a demanda de atendimentos gerada pelo esvaziamento dos planos privados nos últimos 3 anos. O município registra a migração de 44 mil pessoas para o sistema público de saúde, que ainda absorve 13 mil pessoas, de outras regiões, que buscam atendimento em Petrópolis.

E para melhor se adequar a esse cenário, o HAC trabalha não só na ampliação das estruturas, mas com a reorganização das equipes.  Com equipe formada por 900 profissionais, dos quais 340 da rede médica, o Hospital Alcides Carneiro estabeleceu novas formas de trabalho e consequentemente, novas metas. O intuito é aumentar o número de atendimentos e agilizar a conclusão dos diagnósticos e procedimentos. Em 2018, foram registradas 8.380 internações; 6.254 cirurgias e partos; e 57.811 atendimentos ambulatoriais. A equipe de atendimento no ambulatório passou por reestruturação e exames antes realizados apenas uma vez semana, agora são distribuídos por mais dias.

Os mutirões geraram importantes resultados para a agilidade dos atendimentos de pacientes que estavam na fila de espera. Em 2018 foram realizados seis mutirões de consultas e dois de cirurgias, com atendimento de mais de 1.300 pessoas. “Toda a estrutura melhora o acesso da população. Vamos ganhar mais leitos na maternidade e na UTI, o que era uma necessidade no município. Todas as mudanças na forma de trabalho e na estrutura contribuem para a humanização dos atendimentos”, destaca a secretária de Saúde, Fabíola Heck.

A reestruturação dos atendimentos passa pelas áreas de urologia e vascular que contam com equipes especializadas visando a agilidade nos atendimentos. “As modificações que estão sendo implantadas visam a agilidade nos atendimentos, o que faz com que um número maior de pessoas consiga ser atendida. Uma pessoa que às vezes ficaria internada uma semana à espera de um exame, hoje, a partir da reorganização da equipe, consegue realizar o procedimento mais rápido, liberando a vaga com mais agilidade”, destaca o diretor-presidente do HAC, Filipe Furtuna.

“Fico me perguntando quando isso vai parar? Por que eu? O que eu fiz?” questiona D.S., aos 56 anos. Ela sofreu sucessivos episódios de abusos ao longo da vida – o primeiro quando tinha apenas 9 anos de idade. Após o caso mais recente, em agosto do ano passado em uma cidade litorânea do Rio, ela voltou para a Petrópolis e encontrou, no Centro de Referência de Atendimento à Mulher (CRAM), a rede de apoio que precisava, ter acompanhamento e apoio emocional, destruído pelos episódios da vida. O caso de D.S. não é diferente de outras vítimas que recebem o acompanhamento semanal do órgão. E o crescimento no número de pessoas que buscam a proteção cresceu 45,85% comparadas a 2017. De janeiro a dezembro de 2018 foram 638 assistências prestadas às mulheres.

Ainda na infância, D.S sofreu o primeiro abuso sexual cometido pela irmã mais velha, que também era abusada pelo padrasto. Aos 15 anos, em busca de uma vida melhor mudou de cidade junto com os primos. Porém, na nova jornada começou a ser abusada moralmente, e explorada pelos familiares. Já aos vinte, D.S chega a Petrópolis para realizar um sonho profissional. Mas a nova profissão bem-sucedida, foi o marco de mais abusos no ambiente de trabalho. D.S não se calou, e na época, ao denunciar o agressor foi julgada e difamada por outras colegas de trabalho.

“O abuso não está no gênero – homem ou mulher, está no ser humano. Eu já briguei com o mundo, mas hoje tenho de fazer algo diferente. Mas todo dia quando eu saio de casa é uma batalha. Há mais de seis meses frequento as reuniões semanais no CRAM, pude perceber que essa batalha não é só minha e estar nesse acolhimento, junto com outras mulheres que sofreram o mesmo trauma que eu, me fortalece, me faz perceber que não estou sozinha” conta a vítima em meio a muitas lágrimas.

A psicóloga do CRAM, Liane Diehl, explica como é feito o acolhimento. Segundo ela, o primeiro contato com a vítima é feito de forma ampla, para uma avaliação do caso. A equipe observa a esfera jurídica, apresentando os direitos que a mulher possui. Em seguida um acolhimento com assistente social e finalizando com um panorama psicológico. Dentro deste contexto é identificado em qual estado do ciclo de violência essa mulher se encontra, avaliando seu estado emocional e grau de consciência sobre a violência sofrida.

“Quando essa mulher se sente acolhida e percebe que quem está do outro lado está ouvindo e aceitando a história que ela está trazendo, começamos a trabalhar o estabelecimento de um vínculo positivo com ela de confiança. Ouvir e não julgar. E assim acompanhamos o processo dela e orientando como ela deve manejar a essa situação”, pontuou a psicóloga do CRAM, Liane Diehl.

A história de D.S. se confunde a muitos outros casos, por vezes ocultados pela vergonha ou medo de denunciar. Criou dois filhos sozinha, e na primeira gravidez, por mais uma vez sofreu abusos sexuais do companheiro. Por medo e por querer preservar o bebê, dessa vez se calou e separou do agressor. “Por querer sempre dar o melhor para os meus filhos, eu trabalhava demais e fui bem ausente na vida deles. A gente tenta compensar a ausência com qualidade de vida, porém isso impediu a nossa afetividade, eles cresceram com o amor de outras pessoas e não com o meu. Essa é uma culpa que eu tenho e que eu carrego”, contou ela, emocionada.

Há seis meses, D.S sofreu o quinto abuso sexual em sua própria casa, onde o agressor era, como na maioria dos casos, um conhecido. “ Na hora eu entrei em estado de choque e não conseguia reagir. Me assustei e fiquei perguntando porque aquilo estava acontecendo, foi um misto de sentimentos. O que era para ser um encontro romântico virou um pesadelo. Me senti suja e muito culpada. Ainda tenho marcas pelo corpo e tem sido muito difícil conviver com tudo isso por mais uma vez”, contou.

“De acordo com a avaliação emocional da mulher, fazemos uma terapia individual para depois trabalharmos com grupo de terapia, onde elas vão direcionando o tema e, a partir dessa emergência, desse tema, eu faço uma provocação na percepção delas. É uma reunião com música, relaxamento, alongamento, consciência corporal para que elas percebam o corpo dela que geralmente é uma morada de dor. Abordamos o discurso de gênero, interface da violência doméstica com o uso de álcool e drogas e assim vamos retomando e resgatando essa mulher”, destaca a psicóloga do CRAM, Liane Diehl.

O estopim para D.S., explica, foi o abuso do então conhecido dela. No Cram, ela explica, “não existem pessoas descomprometidas com as mulheres” e completa:  “cheguei aqui tão ferida, magoada e fui tão bem acolhida de um jeito que eu nunca fui. Quando chegamos no CRAM, estamos com uma gama de problemas sociais, emocionais e físicos, pois no fundo as vítimas são mulheres sempre excluídas por gritarem por seus direitos. Todo acolhimento do CRAM melhora nossa autoestima e faz com que o medo e a vergonha sejam minimizados. Liberdade é denunciar um homem sem sentir medo”desabafou.

Trabalho do CRAM em 2018

O aumento no número de denúncias não é atribuído, necessariamente, ao número de casos. Ocorre que as redes de apoio e maior incentivo às denúncias tem aumentado, consideravelmente, a busca de mulher por ajuda no órgão. Estes dados mostram a importância do acompanhamento, das palestras e instruções que o CRAM tem realizado na cidade. O órgão humanizou o atendimento e o acolhimento às usuárias, e o resultado é perceptível no número de mulheres que retornam ao Centro de Referência.

“Em 2018, tivemos um crescimento também na experiência da equipe. Conseguimos resolver os casos sem perder nenhuma mulher. Nosso trabalho não é fácil, estamos a todo momento envolvidas em sanar a violência doméstica. Houve um crescimento de denúncia, pois hoje as mulheres sabem dos seus direitos e estão conscientes. Espero que 2019 seja um ano sem agressões e mais respeito”, destacou a coordenadora do CRAM, Cleo de Marco.

O CRAM, órgão subordinado ao Gabinete de Cidadania, realiza orientação jurídica, acompanhamento social e psicológico e trabalha em parceria com as delegacias de Petrópolis para atender à mulher em situação de violência – seja ela moral, verbal, patrimonial, física ou sexual. E ainda conta com um atendimento na sede do órgão, todas as quartas, de 14h às 16h, com a psicóloga Dra. Liane Diehl, que ministra um Grupo de Apoio Terapêutico (GATE), onde as mulheres são ouvidas, respeitadas e contam umas com o apoio das outras e da equipe do CRAM.

Para denunciar ou solicitar informações, basta ligar para o telefone 2243-6152 ou comparecer à sede do Cram, na Rua Santos Dumont, número 100, no Centro. O funcionamento é de segunda a sexta, de 8h às 17h. Em casos de emergência, a mulher pode ligar em qualquer horário para o número (24) 98839-7387, disponibilizado pelo órgão. Caso se sinta violentada de alguma forma, a mulher pode contatar a Polícia Militar pelos números 2291-5071, 2242-8005 ou 180, além de poder contatar via WhatsApp a emergência da Polícia Militar, pelo número (24) 99222-1489.

Equipes da Secretaria de Assistência Social estiveram na Comunidade do Florido, na Estrada da Saudade para atender as famílias afetadas pelas chuvas de quinta-feira (03.01). Quatro casas foram interditadas pela Defesa Civil, deixando 16 pessoas desalojadas. A Defesa Civil realizou vistoria pela manhã e interditou todas as casas, tendo em vista os riscos de novas ocorrências. As famílias estão se realocando em casas de parentes e amigos.  A Secretaria de Assistência Social disponibilizou cesta básica, colchonetes, fraldas, materiais de higiene pessoal, de limpeza, roupas de cama e banho para os moradores da casa atingida.

Todas as famílias foram inseridas no cadastro da Assistência Social para receberem o suporte necessário enquanto estiverem desalojadas. “Os técnicos avaliam a situação de cada família para que sejam incluídas no aluguel social”, explica Rodrigo Lopes, diretor do Departamento de Proteção Social Básica.

Todos os moradores terão que ser retirar no local. De acordo com o laudo da Defesa Civil, o terreno onde as casas foram construídas oferece risco. Em frente ao terreno onde estão localizadas as residências, passa um córrego que, com as chuvas fortes tem o volume de água elevado, o que afeta a estrutura do solo.

Com 44 milímetros de chuva em menos de uma hora, a Defesa Civil registrou sete ocorrências na quinta-feira (03.01). Técnicos da Defesa Civil continuam realizando vistorias nas demais regiões afetadas pela chuva.

Na tarde de quinta-feira (03.01) houve registro de queda de barreira nos fundos do imóvel, na Estrada Mineira em Corrêas. A moradora buscou abrigo na casa de parentes. Outros deslizamentos de terra aconteceram na Rua Bingen, na Vila Catarina e  no Morro Seco no Bela Vista – Itamarati – todos sem vítimas. No Atilio Marotti também foi registrado um deslizamento, sem interdição do local.

Apesar da intensidade da chuva, nenhuma das 20 sirenes instaladas em 12 localidades precisou ser acionada na quinta-feira. Por causa da previsão de mais chuva nos próximos dias, todos os 55 agentes da Defesa Civil trabalham em estágio de atenção e permanecem de prontidão para realizarem os atendimentos.

A orientação é para que em caso de qualquer sinal de instabilidade no imóvel ou terreno, o morador ligue para o telefone 199 e peça uma vistoria preventiva à Defesa Civil. A ligação e o serviço são gratuitos. 

“A Defesa Civil está atenta e atuando com equipes percorrendo as localidades afetadas. É muito importante que ao identificar qualquer sinal de instabilidade, o morador ligue para o 199 e comunique a Defesa Civil e solicite a vistoria preventiva”, orienta o secretário Paulo Renato Vaz.

Quem está à procura de um programa cultural diferente para o domingo já pode ficar tranquilo: a programação do Natal Imperial contará com apresentação teatral no Palácio de Cristal e espetáculo musical na Praça da Liberdade: as atividades são gratuitas.

Além das atividades culturais o público poderá conferir o show do acendimento, túnel de luz e as vendas de produtos gastronômicos no Palácio de Cristal e Praça da Liberdade. O Show do Acendimento – na Praça Dom Pedro – ocorre todos os dias às 19h30. Já as sessões do Túnel de Luz – na Rua 16 de Março –ocorrem todos os dias às 20h / 20h30 / 21h / 21h30 / 21h45. Tanto o acendimento quanto o túnel de luz continuam até o dia 20 de janeiro.

O Dia de Reis – comemorado em 6 de janeiro – também não passará em branco na programação do Natal Imperial: segundo a tradição cristã, esse seria o dia em que Jesus Cristo recebera a visita dos três Reis Magos. Segundo a tradição, é comum a veneração à Melchior, Gaspar e Baltazar. Na programação do Natal Imperial a comemoração será diferente: com a apresentação especial do teatro “A Folia dos Três Bois”, no Palácio de Cristal, no domingo, às 18h. A entrada é franca.

O espetáculo infantil tem texto e direção de Sylvia Orthof. A história narra as aventuras dos retirantes: Zé e Das Graças, que vão ter um bebê e por causa disso resolvem voltar para casa. No caminho de volta, na Estrada de Cericecó, encontram no caminho personagens fantásticos: um Galo, uma Ema, uma vaca, um circo, a lua, um rei, uma rainha e até lampião. E, na hora do nascimento do bebê, aparecem três bois mágicos que trazem como presente o direito que toda criança tem a viver sem pobreza, com educação gratuita e a oportunidade de brincar e se divertir.

Participam do teatro dois atores e um músico que dão vida a todos as personagens da trama: Simone Gonçalves, Fernando Vianna e Valéria Wanderlei.

Mais tarde, encerrando a programação do fim de semana, às 19h na Praça da Liberdade, o público poderá conferir o espetáculo musical En’Canta Noel - texto de Catarina Maul. No espetáculo, quatro músicos contam as histórias vividas ao lado de Noel Rosa, as lembranças por ele deixadas e seus sucessos inesquecíveis. Em 2010, o En’canta Noel conquistou o Prêmio Maestro Guerra-Peixe na categoria teatro.

A programação continua até o dia 20 de janeiro. Todas as atrações podem ser conferidas no site oficial: www.natalimperialpetropolis.com.br

 

As mais de 600 atrações culturais promovidas pelo Instituto Municipal de Cultura e Esportes (IMCE) nos principais eventos de 2018 – incluindo o Natal Imperial - são apenas parte dos avanços no setor depois do desmembramento da Fundação de Cultura e Turismo, há mais de um ano. O Instituto criou festivais para a valorização dos segmentos culturais, deu o ponta pé inicial para a reforma do Sistema Municipal de Cultura e vem cuidando dos patrimônios da cidade. Para 2019, a meta é começar as reformas do Theatro D. Pedro e do Centro de Cultura Raul de Leoni, dois dos principais equipamentos culturais do município – que por anos foram deixados de lado, e ainda a restauração do painel da pintora Djanira.

A cultura tem ganhado destaque especial no município também com a expansão das festas, como a Expo Agropecuária, a Bauernfest, a Serra Serata e o Bunka-Sai, e ainda novos ou resgate de antigos eventos, como o Festival de Verão, o Festival Internacional de Corais e o Scena Serrana. A parceria com os blocos de Carnaval foi outro destaque do ano. Juntas, as principais festas do município reuniram quase 600 mil pessoas em 2018, sem contar o Natal Imperial – que nesta edição só termina no dia 20 de janeiro.

Também não faltaram na cidade grandes nomes da música brasileira e até artistas internacionais. Passaram pelos palcos daqui Danilo Caymmi, Cidade Negra, Paulinho Moska, Michel Teló, Roberta Miranda, padre Fábio de Melo, Maiara & Maraisa, a italiana Mafalda Minnozzi, entre diversos outros. Festivais de teatro e de dança, como o Scena Serrana e o Dançar por Dançar também trouxeram para o município grupos de fora, que proporcionaram um intercâmbio entre os artistas. Alguns foram realizados no Centro de Cultura Raul de Leoni, que durante todo o ano foi ocupado por exposições e projetos culturais. As exposições também estiveram presentes nos Centros Culturais, como de Nogueira e na galeria de Itaipava. Em Pedro do Rio, projetos sociais com aulas gratuitas de lutas, informática, música, entre outros, ocuparam os espaços do Centro Cultural Celina de Oliveira Barbosa.

Além das atrações, o município também está cuidado do patrimônio. O Theatro D. Pedro será todo reformado, com verba conquistada através de emenda parlamentar (R$ 2,5 milhões). E o Centro de Cultura Raul de Leoni está com o projeto de reforma pronto, com a obra do telhado em fase de licitação, o que deve sair ainda em janeiro. O poder público também está trabalhando nos trâmites burocráticos para restaurar o painel da Djanira.

O ano de 2018 também é marcante por causa do importante passo para conseguir atualizar a Lei Municipal 6.806/10, que institui o Sistema Municipal de Cultura - há anos defasada. Um novo texto para a lei foi discutido, criado e o aprovado pelo Conselho Municipal de Cultura. A minuta do texto da nova lei em substituição a atual foi elaborada pela Comissão Especial formada no conselho. Entre outras coisas, a lei trata do Fundo Municipal de Cultura, que em 2018 recebeu repasse de R$ 161.063,56 mil, referente à receita das bilheterias do Museu Casa de Santos Dumont (25%) e do Theatro D. Pedro (50%).

Em 2019, a meta é valorizar ainda mais os segmentos culturais e artistas da cidade, também com o que já vem sendo feito desde o início da gestão: parcerias com a iniciativa privada, apoio aos projetos culturais e a contratação de artistas locais. Outra medida é promover ainda mais a descentralização dos eventos, fomentando cultura nos quatro cantos da cidade

Adultos que desejam voltar a estudar podem fazer a inscrição em um dos polos de ensino da rede municipal que oferecem a EJA – Educação de Jovens e Adultos. São doze polos – alguns oferecem, inclusive, ensino regular dos anos iniciais do ensino fundamental (1º ao 5º ano).

As inscrições podem ser feitas diretamente no Departamento de Matriculas da Secretaria de Educação – Avenida da Imperatriz, nº 193, Centro – de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h30. Informações adicionais também podem ser adquiridas através dos telefones 2246-8683 / 8685.

As aulas retornarão dia 4 de fevereiro – de acordo com o calendário oficial - no dia 1º do mesmo mês as unidades escolares da rede municipal estarão abertas para atividades internas. O planejamento prevê 200 dias de aulas letivos conforme a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), Lei Federal nº 9.394 de 20 de dezembro de 1996 prevê. De acordo com o calendário, as aulas terminarão no dia 18 de dezembro.

“A Educação de Jovens e Adultos ajuda aqueles que pararam de estudar e querem voltar ao ambiente escolar. Muitas pessoas trabalham durante o dia e só tem a parte da noite para se dedicar aos estudos”, disse a secretária de Educação, Marcia Palma.

Os polos de EJA funcionam no Centro, Quitandinha, Pedro do Rio, Posse, Corrêas, Mosela, Bingen, Retiro, Cascatinha e Alto da Serra.

Confira os polos de ensino da EJA:

Escola Municipal Professora Maria Campos – 1º ao 5º ano e do VI a IX fases noturno.

Escola Municipal Governador Marcello Alencar (Quitandinha) – 1º ao 5º ano e do VI a IX fase diurno e noturno.

Jamil Sabrá (Coronel Veiga) – VI a IX fases

Escola Municipal Monsenhor João de Deus Rodrigues (Pedro do Rio) – 1º ao 5º ano e do VI a IX fases.

Escola Municipalizada Moysés Furtado Bravo (Posse) – 1º ao 5º ano e VI a IX fases.

Escola Municipalizada Hercília Moretti (Corrêas) – 1º ao 5º ano a VI a IX fase.

E.M Battailard (Mosela) – 1º ao 5º ano e VI a IX fases.

E.M Johann Noel (Bingen) – VI até IX fase.

Liceu Carlos Chagas (Retiro) – VI a IX fases

E.M Rosemira Cavalcanti (Cascatinha) – 1º ao 5º ano e VI a IX fases.

E.M Vereador José Fernandes da Silva (Alto da Serra) – VI a IX fases.

São Pedro de Alcântara – 1º ao 5º ano diurno e noturno

Agentes da Guarda Civil apreenderam dois cavalos que estavam soltos no Estrada da Saudade na manhã desta sexta-feira (04.01). Os animais estão sendo recolhidos ao curral municipal. O proprietário já foi identificado e sofrerá as sanções legais.  Mais cedo, a Guarda Civil já havia apreendido uma vaca e um boi que estavam soltos no Centro. Neste caso, o proprietário também foi identificado. Os agentes conduziram os animais provisoriamente para o Parque Natural, de onde serão encaminhados para o curral municipal. Os animais apreendidos não serão entregues aos proprietários até que sejam tomadas as devidas providências legais.

“Os animais passarão por exames veterinários e os proprietários poderão ser multados caso seja apresentado resultado de maus tratos. Eles podem ser responsabilizados criminalmente e ainda terão que arcar com as custas da apreensão e do depósito dos animais”, destacou o comandante da Guarda Civil, Jefferson Calomeni.

Ambos casos estão sendo acompanhado pela COBEA.  Em relação ao boi e a vaca, a COBEA informou que irá fiscalizar o local onde o proprietário cria os animais para verificar as condições em que eles vivem.

Será exigida toda atualização das vacinas, exames dos animais e avaliação do veterinário, além de inserir microchips nos animais para que eles sejam acompanhados. Nestes casos o proprietário é notificado, podendo até perder a posse dos animais caso seja provada a existência de maus tratos.

Uma boa notícia para os estudantes da rede municipal que estão curtindo as férias de janeiro: até o dia 26 deste mês eles ainda podem prestigiar as apresentações do espetáculo “Um Sarau Imperial”, no Cineteatro Museu Imperial, graças à temporada incentivada pela Lei Rouanet. A iniciativa prevê a distribuição de ingressos gratuitos para as cinco apresentações que são realizadas semanalmente.

As apresentações são sempre às quintas e sextas-feiras, às 15h e às 18h30 e aos sábados às 18h30. De acordo com a responsável pela produção do Um Sarau Imperial, a empresa Xdaquestão Produções, todo aluno da rede municipal de ensino possui gratuidade, sempre acompanhado dos responsáveis legais. Estudantes adultos podem ir com acompanhante informal. Para participar é necessário realizar o agendamento antecipado via e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. ou WhatsApp (24) 99955-2730.

Vale salientar que a pessoa que agendar deve apresentar algum tipo de documento que comprove que o aluno faz parte da rede municipal, como carteirinha, boletim ou declaração da Secretaria de Educação.

“É uma ótima oportunidade para os alunos da rede municipal que estão de férias e podem aproveitar para conhecer esse belíssimo espetáculo acompanhado pelos pais ou responsáveis. Durante as apresentações são destacados momentos importantes da história da família imperial”, afirma a secretária de Educação, Marcia Palma.

Além dos alunos da rede pública, podem fazer uso dos ingressos gratuitos grupos de assistência social, associação de moradores, ONGs de todos os perfis, grupos de igrejas de quaisquer denominações e servidores públicos.

O “Um Sarau Imperial” é uma dramatização interativa, baseada em trechos retirados da correspondência particular da família imperial, que proporciona ao público a vivência de uma atividade de lazer no século XIX, abordando aspectos políticos, sociais, econômicos e culturais daquele período.

De acordo com o produtor Maurício Araújo, da Xdaquestão Produções, a atração é embalada por modinhas imperiais cantadas por uma soprano e acompanhadas por uma pianista. “A encenação se passa no ano de 1878 e tem como personagens a princesa Isabel e suas amigas: Adelaide Taunay, Amandinha Paranaguá, Francisca Taunay e condessa de Barral”, detalha o produtor.

Maurício ainda informou que a apresentação faz uso de interatividade entre os personagens e o público como forma de suscitar comparações entre o passado e o presente, estimulando a reflexão crítica sobre as mudanças ocorridas no país. Além disso, o produtor pontuou que a apresentação tem como meta e que de fato sensibiliza os espectadores para um estilo musical e poético próprio da época.

“O público também vai poder apreciar os mais belos figurinos, baseados nos utilizados na época, bem como entrar em contato com notícias jornalísticas daquele período e com a rotina de vida da princesa Isabel em Petrópolis”, explicou Maurício.

O projeto é de criação e pesquisa do Setor de Educação do Museu Imperial, através de Regina Helena de Castro Resende, Pedagoga, especialista em Gestão Cultural e Educacional, há 20 anos no Museu Imperial. No elenco principal as atrizes Andrea Dutra, Flávia Miranda e Vania Moreira, a cantora soprano Maria Claudia Paladino e a pianista Ruth Godinho. Ainda como parte do elenco, as atrizes substitutas Andreia Virgínia, Nívea Seabra e Rosa Muller, a cantora soprano Monica Campos e a pianista Luciana Alvino.

A produção do espetáculo é da Xdaquestão Produções. O Patrocinador da primeira temporada incentivada do “Um Sarau Imperial” via Lei de Incentivo a Cultura é o Itaú. A temporada também conta com o Apoio Cultural do CNA, Empório Multimix, Fast Pizza, Fórum Faz Cultura, Ilma Cabeleireira e Shopping Sucos. Também recebe o Apoio Institucional do Ibram – Instituto Brasileiros de Museus, IMCE – Instituto Municipal de Cultura e Esporte, Museu Imperial, Prefeitura Municipal de Petrópolis, Secretaria de Educação, Sistema Brasileiro de Museus, Sociedade de Amigos Museu Imperial, Sociedade Brasileira de Museus e Turispetro.

O espetáculo “Um Sarau Imperial” é apresentado no Cineteatro Museu Imperial, localizado à Rua da Imperatriz, 220 - Centro – Petrópolis/ RJ. Mais informações podem ser obtidas através do telefone (24) 2231-9707, do celular/ WhatsApp (24) 99955-2730, do e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. e na Fanpage https://www.facebook.com/umsarauimperial/.

A Defesa Civil realizou, na manhã desta sexta-feira (04.01),  vistorias nas casas afetadas pelas chuvas na tarde de quinta-feira (03.01), na Comunidade do Florido, no Estrada da Saudade. Por conta do risco de novos deslizamentos, as residências permanecem interditadas. Equipes da Assistência Social estão no local na manhã desta sexta, para prestar o atendimento necessário às famílias. Na noite de quinta-feira (03.01) moradores foram orientados a buscar abrigo na casa de parentes.

No momento da ocorrência, uma das casas foi afetada, tendo dois cômodos atingidos. Na ocasião duas pessoas, que não residiam no imóvel, foram socorridas pelo Corpo de Bombeiros. Ambas foram encaminhadas para o Hospital Municipal Nelson de Sá Earp, com ferimentos nas pernas. No imóvel moravam dois adultos e duas crianças – que nada sofreram.

As outras duas residências foram interditadas pela proximidade e por estarem localizadas na mesma área, onde não é possível atestar a segurança aos moradores. Nestes imóveis residiam outras nove pessoas -  três adultos e seis crianças.  As equipes da Assistência Social darão todo o suporte para o deslocamento e atendimento das necessidades das famílias.

Com 44 milímetros de chuva em menos de uma hora, a Defesa Civil registrou sete ocorrências na quinta-feira. Técnicos da Defesa Civil continuam realizando vistorias nas demais regiões afetadas pela chuva. Na tarde de quinta-feira (03.01) houve registro de queda de barreira nos fundos do imóvel, na Estrada Mineira em Corrêas. A moradora buscou abrigo na casa de parentes. Outros deslizamentos de terra aconteceram na Rua Bingen, na Vila Catarina e  no Morro Seco no Bela Vista – Itamarati – todos sem vítimas. No Atilio Marotti também foi registrado um deslizamento, sem interdição do local.

Apesar da intensidade da chuva, nenhuma das 20 sirenes instaladas em 12 localidades precisou ser acionada na quinta-feira. Por causa da previsão de mais chuva nos próximos dias, todos os 55 agentes da Defesa Civil trabalham em estágio de atenção e permanecem de prontidão para realizarem os atendimentos.

A orientação é para que em caso de qualquer sinal de instabilidade no imóvel ou terreno, o morador ligue para o telefone 199 e peça uma vistoria preventiva à Defesa Civil. A ligação e o serviço são gratuitos. 

“A Defesa Civil está atenta e atuando com equipes percorrendo as localidades afetadas. É muito importante que ao identificar qualquer sinal de instabilidade, o morador ligue para o 199 e comunique a Defesa Civil e solicite a vistoria preventiva”, orienta o secretário Paulo Renato Vaz.

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