Segunda, 13 Agosto 2018 - 23:05

Desenvolvimento participa de III Evento Internacional de Indicações Geográficas e Marcas Coletivas

A Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Petrópolis, em parceria com o Sebrae, iniciará a construção da marca coletiva para o setor de cervejarias artesanais de Petrópolis. A intenção é fortalecer ainda mais o setor – que conta com cerca de 20 marcas, entre fábricas e ciganas – e promover a notoriedade em todo o país das cervejas produzidas na cidade. Para entender o processo de criação da marca coletiva e a importância das Indicações Geográficas – que denominam uma localidade ou região famosa pela origem de determinados produtos – uma equipe da Secretaria de Desenvolvimento Econômico participou, no fim de semana, do III Evento Internacional de Indicações Geográficas e Marcas Coletivas, realizado em Belo Horizonte - MG.

“Juntamente com o Sebrae, a intenção da prefeitura é a de fortalecer esse setor que vem crescendo a cada dia, auxiliando a cadeia produtiva, já que várias pessoas direta ou indiretamente acabam sendo beneficiadas com o crescimento, através da venda de insumos e até mesmo de embalagens. A Marca Coletiva é um processo que garante um selo de origem e mostra que o produto é da nossa cidade. Posteriormente, vamos trabalhar para conquistar, também, a indicação geográfica”,  explica o secretário de Desenvolvimento Econômico, Marcelo Fiorini.

Além da discussão sobre a indicação geográfica ou a marca coletiva para os produtores de cerveja da cidade, a Secretaria de Desenvolvimento Econômico também buscará a obtenção da Indicação Geográfica de outros produtos consagrados de Petrópolis, como biscoitos, embutidos entre outros.

“Descobrimos que poderemos trabalhar com vários produtos além da cerveja, toda a cadeia produtiva será beneficiada. Será importante levar o nome de produto original de Petrópolis para outras cidades e Estados”, disse Marcelo Fiorini.

O evento, realizado pelo INPI - Instituto Nacional da Propriedade Industrial / Ministério da Indústria, Comércio exterior e Serviços, em parceria com a Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), o Instituto Nacional da Propriedade Industrial da França e o Ministério de Agricultura e Abastecimento (MAPA), também contou com palestras rodadas de negócios, feira de produtos aberta ao público e o lançamento do Catálogo Digital de Indicações Geográficas Brasileiras.

Também participaram do evento o subsecretário de Desenvolvimento Econômico, Dalmir Caetano e o diretor do Departamento de Agricultura, José Maurício Soares, além de Claudia Pacheco, coordenadora do Sebrae na Região Serrana e Bruno Souza, analista do Sebrae.

Entenda  Indicação e Marca

A Indicação Geográfica (IG) evoca uma região, possui uma notoriedade, um peso, um resgate histórico, uma tradição, caracteriza um produto pela origem e tipicidade única. No entanto, a IG é restrita aos produtores (área delimitada e ao produto determinado). Já a Marca Coletiva permite trabalhar toda a cadeira produtiva ou seguimento de mercado, não restringindo ao produto designado e a área delimitada.

A primeira indicação geográfica Brasileira registrada foi Vale dos Vinhedos, em 2002, no entanto, o Estado com maior número de IGs no Brasil é o Rio Grande do Sul, com 10 IGs. Minas Gerais está em segundo lugar, com 8IGs. O segmento com maior número de Indicações Geográficas no Brasil é o artesanato, com 8 IGs. No total, o Brasil tem 59 IGs registrados. A União Europeia possui aproximadamente 3.419 IGs registradas.

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